4 de junho de 2026

Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

22 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Gilson AS

    5 de janeiro de 2014 2:53 am

    Querem impor os seus costumes à sociedade.

    Isso é o tipo de “crítica construtiva” e “piada de bom gosto” que as gangues anti-religiosas estão fazendo, ainda vem um bando de alienados recriminar o cristão por se defender desse tipo de ofensa. Cristãos são pacíficos, mas cristão não deve ser otário, o cristão deve reagir! Esse é o chamado que faço aqui na página, mostrem ao povo quem são esses falastrões que mamam nas tetas do governo e usam dinheiro nosso para financiar suas baixarias no meio da rua. Esses são os grupos a la porta dos fundos que se travestem de humoristas para ofenderem a fé cristã. Divulguem, recriminem, boicotem esse tipo de página, denunciem, negativem os vídeos e se tiver algum advogado, nós nos moveremos para processar esse povo. Todo grupo tem o direito de se defender e os cristãos não são diferentes nem são indiferentes. Por Francisco Tourinho

  2. claudio bala

    5 de janeiro de 2014 3:26 am

    EXCECAO A REGRA, talves unico em todo judiciario
    Feliz Ano Novo!Artigo de Luís Carlos Valois, juiz de Direito, mestre e doutorando em direito penal pela Universidade de São Paulo, membro da Associação Juízes para a Democracia e da Law Enforcement Against Prohibition – LEAP, Associação de Agentes da Lei Contra a Proibição das Drogas

    No fim de ano todos costumam fazer o balanço de suas vidas, pesar os prós e contras, ficando só com os prós para as comemorações. Também queria fazer a minha autoavaliação, festejando essa que foi uma das maiores gratificações pessoais: escrever para o Causa Operária.

    Obviamente um juiz não escreve para um periódico que se chama causa operária em vão, e recebi algumas críticas por isso. A primeira era a de que eu, como juiz, não poderia escrever para um jornal de partido político.

    Há jornais de partidos políticos e partidos políticos de jornais,  então não entendo como se pode escrever para uns e não se pode para outros. De minha parte, prefiro os primeiros.

    Há muito que não acredito mais em imparcialidades, e aprendi isso com o próprio direito, nascido para ser um auxiliar na busca por justiça e é um dos mecanismos mais parciais de todos, em favor do status quo e, consequentemente, da manutenção das desigualdades sociais.

    No final das contas tenho aprendido que a parcialidade é um grande instrumento de justiça, evitando o cinismo da imparcialidade camuflada, favorecendo o posicionamento político e a clareza de manifestações e intentos no jogo social.

    Um jornal que se assume assim tem mais chances de chegar à verdade, de veicular o verdadeiro, do que aquele que escolhe uma verdade e a vende como absoluta.

    Ainda que não fosse por nada disso, este jornal se chama Causa Operária. Que belo nome, um nome que orgulha: causa operária.

    Aí de novo fala a crítica ao juiz. Como pode um juiz de esquerda? Pior no meu caso, como pode um juiz comunista?

    Desde criança aprendi que ser comunista era buscar a igualdade, lutar contra as injustiças sociais, mas, com o tempo, a própria palavra “comunista” foi ganhando ares de negatividade.  Trabalhando na justiça criminal fui me acostumando com a troca do “trabalhadores, uni-vos” pelo “trabalhadores, puni-vos”.

    Contudo, chega uma hora em que passar todos os dias vendo exclusivamente pobres nos corredores dos fóruns criminais, mães atrás de filhos, mães levando filhos e mães enterrando filhos, todos pobres,  chega uma hora que quem um dia sonhou com um mundo mais justo pensa que é melhor continuar sonhando.

    A frieza com que se encara a miséria dos condenados é patológica no sistema capitalista. Nasceu pobre, problema dele.

    Aliás, com o alargamento das diferenças sociais, posso dizer que na justiça penal não são mais só os pobres que são punidos, mas só os miseráveis.  Pobre ainda tem um emprego digno, condições de ter o filho na escola, com saúde. O pobre tem alguma inclusão social, por mais submissa que seja.  A maioria dos réus criminais são miseráveis.

    Para o direito isso também não tem importância. Desde que as regras do processo sejam cumpridas  todos dormem com a consciência tranquila em seus travesseiros macios. 

    Não importa que o verdadeiro juiz seja o policial militar que mata, tortura e extorque nas ruas, para o Judiciário basta que as regras processuais estejam escritas e transcritas em um papel limpo ou em um computador higienizado, que não suje as mãos delicadas do magistrado do momento.

    Por isso que as revistas e jornais de direito, salvo raríssimas exceções, giram em torno de nomenclaturas, teses sobre a natureza jurídica do sexo dos anjos e coisas mais que distraem a atenção de tanta miséria.  Difícil encontrar um periódico em que se possa fazer a despretensiosa e ingênua crítica de que o direito se tornou chato.

    Assim, só tenho que comemorar poder falar tudo isso, poder desabafar tudo isso em um jornal denominado Causa Operária.

    Feliz ano novo!

     

  3. Tamára Baranov

    5 de janeiro de 2014 7:55 am

    Como Isaac Asimov previu que seria 2014, 50 anos atrás

    Por Roberto Amado | Diário do Centro do Mundo

    asimov

    Em 1964, durante a Feira Mundial de Nova York, o New York Times convidou o escritor de ficção científica e professor de bioquímica Isaac Asimov a fazer previsões de como seria o mundo 50 anos depois, ou seja, este ano. Asimov escreveu mais de 500 trabalhos, entre romances, contos, teses e artigos e sempre se caracterizou por fazer projeções acuradas sobre o futuro. As previsões do escritor, que morreu em 1991, são surpreendentes.

    Cozinha

    Asimov prevê que os equipamentos de culinária pouparão a humanidade de fazer trabalhos tediosos. “As cozinhas estão equipadas para fazer “auto-refeições”. “Almoços e jantares serão feitos com comidas semi-preparadas, que poderão ser conservadas em freezer. Em 2014, as cozinhas terão equipamentos capazes de preparar uma refeição individual em alguns poucos segundos”.  Só faltou mesmo ele usar a palavra “microondas”.

    Computadores

    O escritor previu um mundo repleto de computadores capazes de fazer as mais complexas tarefas. “Em 2014,  haverá mini computadores instalados em robôs”, escreve ele, no que parece ser uma alusão aos chips. E garantiu que será possível fazer traduções com uma dessas máquinas, como se previsse a existência do Google Translator.

    Comunicação

    As ligações telefônicas terão imagem e voz, garantiu Asimov em seu texto. “As telas serão usadas não apenas para ver pessoas, mas também para estudar documentos e fotos e ler livros”. E prevê que satélites em órbita tornarão possível fazer conexões telefônicas para qualquer lugar da Terra e até mesmo “saber o clima na Antártica”. Mas em Terra haverá outras soluções. “A conexão terá que ser feita em tubos de plástico, para evitar a interferência atmosférica”, escreve ele, como se já conhecesse a fibra ótica.

    Cinema

    Asimov previu que em 2014 o cinema seria apresentando em 3-D, mas garantiu que algumas coisas nunca mudariam: “Continuarão a existir filas de três horas para ver o filme”.

    Energia

    Ele previu que já existiriam algumas usinas experimentais produzindo energia com a fusão nuclear. Errou. Mas acertou quando vaticinou a existência de baterias recarregáveis para alimentar muitos aparelhos elétricos de nossa vida cotidiana. Mais ainda: “Uma vez usadas, as baterias só poderão ser recolhidas por agentes autorizados pelos fabricantes” — o que deveria acontecer, mas nem sempre acontece.

    Veículos

    Asimov erra feio nas suas previsões relacionadas ao transporte.

    Ele acreditou que carros e caminhões pudessem circular sem encostar no chão ou água, deslizando a uma altura de “um ou dois metros”. E que não haveria mais necessidade de construir pontes, “já que os carros seriam capazes de circular sobre as águas, mas serão desencorajados a fazer isso pelas autoridades”.

    Marte

    Para o escritor, em 2014 o homem já terá chegado a Marte com espaçonaves não tripuladas, embora “já estivesse sendo planejada uma expedição com pessoas e até a formação de uma colônia marciana”. O que nos faz lembrar da proposta pública de uma viagem a Marte só de ida, feita recentemente, para formar a primeira colônia no planeta.

    Televisão

    Asimov cita a provável existência de “televisões de parede”, como se pudesse prever as telas planas, mas acredita que os aparelhos serão substituídos por cubos capazes de fazer transmissões em 3-D, visíveis de qualquer ângulo.

    População

    O escritor previu que a população mundial seria de 6,5 bilhões em 2014 (já passou dos 7 bilhões) e que áreas desérticas e geladas seriam ocupadas por cidades — o que não é exatamente errado. Mas preconizou, também, a má divisão de renda: “Uma grande parte da humanidade não terá acesso à tecnologia existente e, embora melhor do que hoje, estará muito defasada em relação às populações mais privilegiados do mundo. Nesse sentido, andaremos para trás”, escreve ele.

    Comida

    “Em 2014 será comum a ‘carne falsa’, feita com vegetais, e que não será exatamente ruim, mas haverá muita resistência a essa inovação”, escreve Asimov, referindo-se provavelmente aos hambúrgueres de soja.

    Expectativa de vida

    O escritor preconizou problemas devido à super população do planeta, atribuindo-a aos avanços da medicina: “O uso de aparelhos capazes de substituir o coração e outros órgãos vai elevar a expectativa de vida, em algumas partes do planeta, a 85 anos de idade”. A média mundial subiu de 52 anos em 1964 para 70 anos em 2012. Em alguns países, como Japão, Suíça e Austrália, já está em 82 anos.

    Escola

    “As escolas do futuro”, escreve Asimov, “apresentarão aulas em circuitos fechados de TV e todos os alunos aprenderão os fundamentos da tecnologia dos computadores”.  O que ele não previu foi a possibilidade de os alunos ensinarem os professores quando se trata de uso de computadores — como, aliás, ocorre em algumas escolas públicas brasileiras.

    Trabalho

    Asimov previu uma população entediada, como sinal de uma doença que “se alastra a cada ano, aumentando de intensidade, o que terá consequência mentais, emocionais e sociais”. Depressão?  “Ouso dizer”, prossegue ele, “que a psiquiatria será a especialidade médica mais importante em 2014. Aqueles poucos que puderem se envolver em trabalhos mais criativos formarão a elite da humanidade”.

  4. Assis Ribeiro

    5 de janeiro de 2014 8:28 am

    Visconti, do neorealismo ao decadentismo

    Lucchino Visconti, morto em 1976, foi um dos poucos cineastas do século 20 que conseguiu erguer o cinema dos níveis do entretenimento à grande arte. Universalmente reconhecido, sempre foi um homem de talentos múltiplos, renascentistas, que iam do domínio da música clássica até um detalhado e erudito conhecimento da história da literatura e dos costumes. Sem omitir-se a sua capacidade de conduzir, como um verdadeiro maestro, grande atores e atrizes e o controle cênico que sempre demonstrou ter, em mais de 40 anos de atividade artística. Sua carreira de diretor deu-se nos começos dos anos quarenta, quando alinhou-se entre os precursores do neorealismo italiano, encerrando sua trajetória, em 1976 mesmo, como o principal cronista da decadência do patriciado europeu.

    Uma Itália em ruínas

     

      

    Entrando na Segunda Guerra Mundial em 1940 – quando o ditador fascista Benito Mussolini decidira acompanhar a Alemanha Nazista -, três anos depois a Itália viu-se invadida pelas forças aliadas anglo-saxãs que, desembarcadas na Sicília em 1943, rapidamente dominaram a metade do país. Os aliados alemães, por sua vez, desconfiados da fidelidade do exército italiano, rapidamente ocuparam a metade norte da península, transformando a acidentalidade dos Montes Apeninos numa enorme trincheira natural para as suas tropas. Uma longa e morosa guerra então estendeu-se ainda por dois anos em seu território, até que ocorreu a capitulação final do nazi-fascismo, em maio de 1945. Mussolini morto, um país em ruínas habitado por um povo faminto, foi isso o que restou do sonho de uma Itália Imperial. Não era de estranhar-se que o filme italiano de então, empobrecido pela vicissitudes da guerra, refletisse uma estética da miséria, nascendo com ele o movimento neorealista (expressão cunhada pelo crítico Umberto Bárbaro, na Revista Il Film, de 1943).

    Os primeiros anos de Visconti

     

    “Obsessão”, o trágico destino da paixão proletária

    Filho da aristocracia lombarda, Visconti, que nascera em Milão em 1906, teve, à instância da mãe, uma educação voltada para a arte. Diga-se que já a trazia no sangue, por assim dizer, visto que o seu avô materno fora um dos fundadores do La Scala, a maior casa de Óperas da Itália e uma das mais respeitadas e famosas da Europa. Nos anos trinta, espirrando-se para fora do clima opressivo e machista da Itália fascista, Visconti, que era homossexual, deu para circular em Paris pelas mãos da estilista Coco Chanel. Ela não só instruí-o nas noções básicas do figurinismo como o apresentou a Jean Cocteau, um dos mais famosos cineastas franceses e ativo agitador cultural na época da Frente Nacional. O mundo da moda e o cinema entraram em sua vida assim, simultaneamente. De volta à Itália, engajou-se entre os simpatizantes da resistência antifascista, liderada pelos comunistas e pelos partisans, os guerrilheiros de esquerda. Foi preso e torturado, mas escapou da morte por meio de uma fuga espetacular. Este foi o clima em que ele dirigiu o seu primeiro filme: Ossessione (Obsessão, 1943), que veio a tornar-se um dos pioneiros do cinema neorealista italiano.

    O neorealismo italiano

     

    “A terra treme”, o destino dos infelizes

    Na dialética da cinematografia italiana, o neorealismo, um realismo cru, intransigente, despido de qualquer fantasia ou transcendência que não fosse as ligadas pelo sentimento, oscilando entre o sofrimento e a esperança, filmado sempre em preto&branco, surgiu na década de 1940, de certo modo, como o oposto às fantasias fascistas. Estas sempre girando ao redor do homem heróico, do tipo do brutamontes Maciste (como a refilmagem de Maciste all’inferno, de Brignone),que nada mais eram do que variações estilizadas do próprio Mussolini, visto como um super-homem. Fellini, contemporâneo de Visconti, ao seu modo, ironizou-lhe o tipo no filme La Strada, de 1954 (o saltimbanco Zampano, um forçudo de feira-livre, metáfora da decadência do Maciste). Visconti seguirá dando sua contribuição ao movimento dirigindo ainda a La terra trema (a Terra Treme, 1948), Belissima (Belíssima, 1952), filmes fiéis a estética da miséria que era a marca registrada do movimento, que tem um dos seus marcos com o filme de Rosselini Roma città aberta, de 1945, dramática e exemplar narrativa dos últimos dias da ocupação nazista da capital italiana.

    Os atores da época do neorealismo, em geral, eram amadores, escolhidos em meio ao povo do lugarejo ou do bairro em que filmavam. Tratava-se de histórias comuns, envolvendo uma gente qualquer: pescadores, trabalhadores, diaristas, desempregados, lavadeiras, lavradoras, habitantes de ilhas remotas, de lugarejos perdidos, o povo do subúrbio. Os anti-heróis por excelência, ou heróis anônimos, personagens singelos, toscos, de traços rudes, mostrados sem nenhum amparo da maquiagem ou dos favores da luz, mas que atraiam e comoviam o público por suas histórias candentes de luta pela sobrevivência em ambientes hostis. Tudo se passava ao ar livre, visto que a Cinecittà, a cidade do cinema que o regime erguera em Roma em 1936 (o seu slogan era “A cinematografia é a arma mais forte”), para fazer filmes, estava inutilizada, repleta de refugiados de guerra. Além disso, dessas dificuldades materiais, nos roteiros neorealistas havia um transfundo ideológico esquerdista, preocupado em mostrar a “cara do povo”. Quase um documentário sem retoques para sensibilizar as platéias burguesas com aquele rosário sem fim de carências, padecimentos e dificuldades.

    http://educaterra.terra.com.br/voltaire/cultura/2002/10/06/002.htm

  5. Assis Ribeiro

    5 de janeiro de 2014 8:40 am

    Ives Gandra questiona ‘feudo familiar’ do STJD

    Jurista ataca família Zveiter e também questiona procurador-geral Paulo Schmitt, que demonstraria preferência pelo Fluminense

    O Superior Tribunal de Justiça Desportiva é controlado por um clã, comparado a um feudo familiar, e deveria exigir concurso público para a definição dos magistrados. Quem defende esta tese é o jurista Ives Gandra Martins, que defende a permanência da Portuguesa na Série A do Brasileirão e o efetivo rebaixamento do Fluminense.

    “É necessário discutir efetivamente este feudo que se criou no Rio de Janeiro no STJD. É um feudo familiar. Eu gosto do avô do atual presidente, é muito meu amigo, mas não se pode uma família dominar um tribunal. Eu sempre defendi o concurso público para o STJD”, comentou Gandra Martins, neste domingo, em entrevista ao apresentador Milton Neves na Rádio Bandeirantes.

    “Temos um tribunal como feudo de uma família, os Zveiters dominam o STJD. O atual presidente (Flávio Zveiter) foi considerado um grande jurista já no terceiro ano de faculdade para ingressar no STJD. Nem o Miguel Reale no terceiro ano de faculdade era considerado um grande jurista.”

    A declaração do jurista foi feita em meio à defesa do rebaixamento do Fluminense e a consequente manutenção dos pontos que a Portuguesa possa perder pela escalação do meia Heverton no último jogo do Brasileirão, contra o Grêmio. Segundo ele, o procurador-geral do STJD, Paulo Schmitt, abriu um importante precedente para a Lusa em 2010.

    “Quando era o Fluminense que deveria perder pontos – e o Cruzeiro sairia campeão-, pois escalou um jogador jogou com cinco cartões amarelos em diversas partidas, ele disse que o Fluminense não poderia perder os pontos, embora ele hoje negue. Hoje essa pessoa prega a rigidez da lei”, afirmou o jurista.

    “Esse precedente, quando o Fluminense não deveria ser campeão por escalar o jogador irregular, pode ser usado no atual caso. Se ele não for usado, pode haver uma ‘cariocada’. Vejo a possibilidade de usar o precedente para que seja feita a vontade do povo”, acrescentou. “Uma flexibilização na interpretação da norma seria o mesmo que este cidadão defendeu quando o Fluminense foi campeão e deveria ter perdido os pontos.”

    Em 2010, o Fluminense poderia ter perdido pontos pela escalação de Tartá, que havia jogado e levado amarelos pelo Atlético-PR, antes de atuar e ser advertido com cartões na Série A pelo clube das Laranjeiras. Caso tivesse sido punido, o Tricolor perderia o título para o Cruzeiro, vice-campeão daquele ano.

    ‘Coração de Paulo Schmitt bate de maneira diferente para o Flu’

    Segundo Ives Gandra Martins, a Portuguesa está sendo caçada pelo STJD porque o procurador-geral Paulo Schmitt mostra clara preferência pelo Fluminense. Para o advogado, Shmitt é um verdadeiro “inimigo do futebol brasileiro”.

    “A tese dele tanto na disputa entre Cruzeiro e Fluminense (em 2010) quanto hoje, com a Portuguesa, mostra o valor sentimental que ele sente pelo Fluminense. Dá a impressão que o coração dele bate de forma diferente quando se trata do Fluminense”, avaliou o jurista, que é conselheiro vitalício do São Paulo e irmão do maestro João Carlos Martins, ilustre torcedor da Portuguesa.

    “O STJD poderia apenas aplicar uma multa em cima da Portuguesa. Eu não tenho nada contra esse procurador, mas tudo que acontece com ele é extremamente estranho. Todos acham que a Portuguesa tenha que ficar. Esse cidadão está se tornando um inimigo do futebol brasileiro. Não acredito que ele seja desonesto, mas tem uma nítida preferencia pelo Fluminense”, finalizou.

    Em contato com o Portal da Band, Ives Gandra Martins pediu que fosse incluído na matéria do Portal da Band outro tema abordado na entrevista a Milton Neves.

    “Como a Constituição Federal permite o ingresso na Justiça Comum, após os trâmites da Justiça Desportiva, se a Portuguesa vier a ser rebaixada, que ela procure o Poder Judiciário, porque nem CBF nem a Fifa tem maior poder no Brasil do que a Constituição da República”, escreveu.

    “Por fim, na Justiça Comum, que é a que vale definitivamente, o devido processo legal exige que qualquer decisão judicial só passa a valer após a intimação oficial feita pelo próprio órgão, com o inteiro teor da decisão a ser cumprida. Tal expediente só foi enviado ao clube na segunda-feira.”

    http://esporte.band.uol.com.br/futebol/brasileirao-serie-a/2013/noticia/100000651381/ives-gandra-questiona-feudo-familiar-do-stjd-e-ataca-schmitt.html

    1. alexis

      5 de janeiro de 2014 9:02 am

      Vou aguardar

      Vou aguardar até o final da copa, para me somar numa cruzada nacional que termine com os podres do futebol negócio para poucos e façamos Brasil voltar ao futebol esporte e alegria para o povo.

       

  6. Assis Ribeiro

    5 de janeiro de 2014 9:32 am

    Origem de alguns ditados

    Origem de alguns ditados

     

    JURAR DE PÉS JUNTOS:

    – Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.
    A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, nas quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado pra dizer nada além da verdade. Até hoje o termo é usado pra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

     

    TIRAR O CAVALO DA CHUVA:

    – Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!
    No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: “pode tirar o cavalo da chuva”. Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

     

    GUARDAR A SETE CHAVES:

    No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino.
    Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo “guardar a sete chaves” pra designar algo muito bem guardado.

     

    OK:

    A expressão inglesa “OK” (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam para as bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa “0 killed” (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo “OK”.

     

    ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:

    Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

     

    PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:

    A história mais aceitável para explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados para Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

     

    PARA INGLÊS VER:

    A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas “pra inglês ver”. Daí surgiu o termo.

     

    O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:

    Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argent fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

     

    QUEM NÃO TEM CÃO, CAÇA COM GATO:

    Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

     

    NHENHENHÉM:

    Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer “nhen-nhen-nhen”.

     

    VAI TOMAR BANHO:

    Em “Casa Grande & Senzala”, Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem “tomar banho”.

     

    ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:

    Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: “Vocês que são pardos, que se entendam”. O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.

    http://assisprocura.blogspot.com.br/2011/07/origem-de-alguns-ditados.html

    1. Walker

      5 de janeiro de 2014 11:04 am

      Gol legallllll!!!!! diria

      Gol legallllll!!!!! diria Mário Vianna pelas antenas da Rádio…

  7. Walker

    5 de janeiro de 2014 11:27 am

    Fazendo um comment num

    Fazendo um comment num legalllll post do Assis Ribeiro logo abaixo me veio memórias da infãncia/adolecência quando eu era viciado em escutar futebol pelo rádio. Não sou tão velho assim, 52, meu copo ainda está meio vazio, hehe

    Quanto Jorge Cury pela Radio Globo cantava gol contra/a favor do Gigante da Colina, existia tensão em saber a opinião de Mario Vianna, no seu legendário bordão Gollll Legalllll..

    Dei uma wikipediada, tá aí..

    Mário Gonçalves Vianna (Rio de Janeiro6 de setembro de 1902 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1989), conhecido como Mário Vianna, foi um árbitro de futeboltécnico de futebol,comentarista esportivo e radialista brasileiro.

    Mário Vianna trabalhou como engraxate na infância e como operário em uma fábrica de velas.1 Mais tarde, se juntou à Polícia Especial do Estado Novo, formada por Getúlio Vargas, onde chegou a ser oficial. Foi lá que começou a apitar partidas de futebol entre os policiais e foi então convidado a se juntar ao quadro de árbitros da federação carioca.2

    Como árbitro foi severo e polêmico,3 alcançando fama nacional e o direito a apitar jogos de Copa do Mundo. Mário Vianna apitou o jogo Espanha 3 x 1 Estados Unidos na Copa do Mundo de 1950 e o jogo Suiça 2 x 1 Itália na Copa do Mundo de 1954.4 Foi expulso da FIFA em 1954 por fazer críticas de corrupção.

    Em 1957, abandonou a arbitragem e recebeu a posição de técnico do Palmeiras. Vianna comandou a equipe por 14 jogos, acumulando 8 derrotas.

    A partir do fim da década de 1960 foi contratado pela Rádio Globo como comentarista de arbitragem, função que exerceu por mais de 20 anos. Participou de equipes de transmissão integradas por radialistas como Waldir AmaralJorge Curi e João Saldanha. Fez famosas máximas como “Mário Vianna com dois enes” e “Gol Le…gal”, que bradava após a maioria dos gols narrados pelo locutor.

    Mário Vianna faleceu aos 87 anos de pneumonia em sua cidade natal.5

  8. Caio Hostilio

    5 de janeiro de 2014 11:40 am

    No jogo pelo “PODER” vale tudo…

    No jogo pelo “PODER” vale tudo…

    Publicado em janeiro 5, 2014 por Caio Hostilio

    charge_horario_politico_sujoNão é de se estranhar que a trapaça caminhe junto com qualquer modalidade de disputa e não seria diferente com o mais cruel dos jogos: “O jogo pelo PODER”.

    A disputa pelo poder se transformou com o passar dos anos numa espécie de uma luta sem escrúpulo algum, cujo objetivo é se utilizar as mais diversas trapaças contra o seu oponente.

    O interessante é que a massa não consegue mensurar e, por isso, se deixa levar pelas trapaçarias políticas, que só tem em mente alcançar o poder, isso sem pensar na coletividade.

    Vou citar alguns casos que merecem uma reflexão:

    Em 2005, perguntei ao então deputado estadual Aderson Lago se ele iria defender o governo José Reinaldo, visto que até então o ilustre deputado era o mais feroz opositor e denunciador das ilicitudes do governo Tavares, além de se aliar. Aderson Lago me respondeu o seguinte: “Alio-me até com o diabo para vencer o grupo Sarney”. Deu-se aí um giro de 360º, pois o pior e mais corrupto governo passou de repente a ser o melhor governo e o mais licito possível.

    Nas eleições de 2010, foi visto o maior massacre contra o então candidato do PDT, Jackson Lago, isso desferido pela dupla: Flávio Dino e José Reinaldo, que conseguiu condicionar que o ex-governador seria cassado caso fosse para o segundo turno. A dupla conseguiu seu intento, porém não pensou que os votos que estavam migrando para Flávio Dino eram os do Dr. Jackson Lago e não os de Roseana… Resultado? Vitória de Roseana no primeiro turno.

    Na eleição para presidente da Assembléia Legislativa, em 2011, viu-se uma das maiores traições e trapaças cometidas, pois queriam um “poder”, porém perderam a credibilidade política e muitos não conseguirão a reeleição ou terão que gastar muitos milhões para voltar.

    No início desse ano de 2014, os números falseados pela EMBRATUR foram desmascarados por uma matéria bem substancial da Folha de São Paulo, cujo resultado deixou os olhos, boca e ouvidos de Flávio Dino tapados… Sobrando apenas os ataques idiotas contra seus opositores.

    E Marina Silva com sua “Rede”? Que decepção!!! Jogou por terra toda a sua convicção de diferente. Não suportou ficar fora do jogo pelo poder e se aliou ao pragmático Eduardo Campos, que usa de todos os artifícios para chegar ao poder, inclusive transformando a Prefeitura de Recife numa espécie de Secretária do governo do Estado.

    Essas trapaças são vistas a olho nu, mas existem aquelas que muitos duvidariam em acreditar, mas o vale tudo leva as maiores atrocidades que se possa imaginar para alcançar o “PODER”…

    Estimular greves mesmo sabendo que prejudicarão milhares de pessoas, manifestações conduzidas por partidaristas e até mesmo vibrar com as ilicitudes contra a ordem, como quebra-quebra a agências bancárias e estabelecimentos comerciais, ataques a ônibus e ataques do crime organizado… Procuram uma forma de se beneficiar com tragédias contra o povo!!!

    As trapaças fazem parte desse jogo e a cada dia que passa as artimanhas e presepadas ficam cada vez pior… A desgraça alheia faz parte desse jogo sujo!!!

    Os Legislativos são os termômetros dessas trapaças, haja vista que não se debate mais as ações em prol da coletividade e sim as trapaças que foram bem articuladas e que movimentarão o discurso na tentativa de condicioná-lo na mente da massa!!!

    Como é sujo esse JOGO!!!

  9. Rui Daher

    5 de janeiro de 2014 12:17 pm

    Viagens ao exterior

    TERRA MAGAZINE/BLOG DO RUI DAHER

    VIAGENS AO EXTERIOR E VOCÊ. TUDO A VER

     

    http://terramagazine.terra.com.br/blogdoruidaher/blog/2014/01/05/viagens-ao-exterior-e-voce-tudo-a-ver/

  10. CELSO ORRICO

    5 de janeiro de 2014 1:28 pm

    ONU vê Brasil como potência energética. E a turma daqui só vê fr

    do Tijolaço..

    ONU vê Brasil como potência energética. E a turma daqui só vê fracasso.

    5 de janeiro de 2014 | 09:18 Autor: Fernando Brito

    monteiro

    A realidade é algo tão forte que, às vezes, chega até a ser publicada nos jornais.

    Hoje, em O Globo – o mesmo jornal onde Miriam Leitão e seu advisorpetroleiro Adriano Pires se esmeram em dizer que o Brasil não dá conta de explorar seu petróleo – o turco Fatih Birol, economista-chefe da Agência Internacional de Energia – órgão da ONU – e um dos mais conceituados analistas do setor de petróleo no mundo, diz  com todas as letras que, já no ano que vem, “será um exportador de petróleo significativo”.

    Ué, mas não estamos com problemas de importação de petróleo, com a produção declinando e um déficit imenso na “conta-petróleo”?

    Birol é o coordenador do relatório da AIE que afirma que o Brasil vai contribuir mais para o aumento da produção de petróleo mundial do que o Oriente Médio, informação que, claro, não foi manchete em nenhum de nossos jornais.

    Mas, ao contrário de Adriano Pires, ele entende de produção de petróleo e sabe que o intervalo entre a descoberta e a produção de petróleo é longo, complexo e caro. E que os pesados investimentos da Petrobras em plataformas e outros equipamentos destinados ao pré-sal e às jazidas já em exploração já-já vão começar a dar frutos. Ou barris.

    Birol não é, nem poderia ser, um lulista, dilmista, “lulo-petista”, muito menos um nacionalista brasileiro. Afinal, seu país é a Turquia e seu mundo é em Nova York.

    Ele é crítico do  governo brasileiro e sugere que o país deveria regulamentar menos o setor. Tradução: abrir-se mais para as multi.

    “Botaram um peso enorme nas costas da Petrobras”, diz ele, avaliando que o país precisará investir US$ 1,6 trilhão na exploração de petróleo, quase 50% a mais do que se requer de investimentos no Oriente Médio.

    Birol tem toda a razão em suas avaliações, embora elas devam nos levar a conclusões bem diferentes.

    A primeira é de que é mesmo um peso enorme para a Petrobras e para o país,  mas o resultado disso, quanto mais o carregarmos sozinhos, mais nosso será.

    E isso deveria ser uma tarefa pátria, não uma “avaliação de mercado”.

    A segunda é o primarismo de quem não consegue enxergar que fazer o máximo para que o petróleo seja nosso não exclui que, quando e onde necessário, se atraiam capitais para essa tarefa, desde que, em momento algum, o estado ceda o controle da produção e a presença física destas empresas nas melhores jazidas.

    Vocês verão como, em 2014, vai começar a ficar difícil esconder o tamanho da mudança que as imensas jazidas do pré-sal vão provocar, zerando nossas necessidades e óleo para, com mais um ano, transformar isso em excedente.

    Não é otimismo especulativo: são reservas provadas e equipamentos entrando em operação.

    É isso o que Birol vê, lá de longe.

    E o que fazer com os que, daqui de perto, não vêem e não querem que isso seja visto?

    Monteiro Lobato, em seu “O poço do Visconde” deu o nome de “caxambueiros ” aos que descriam de nossa capacidade de explorar petróleo. E conta que o povo pegou estes marotos e ”os fez passear pela cidade com caraças de burro na cabeça — e no fim da passeata os jogou na lama dos mangues para seremcomidos pelos sururus”

    Muito radical, esse Lobato.

    Mas a caraça de burro até que não ia mal.

     

  11. Cláudio José

    5 de janeiro de 2014 1:34 pm

    RECADO PARA O GOOGLE

    Nassif manda um recado bem feito para o discador do Google, pois já faz um tempão, que eles não estão atualizando o seu blog. Já não basta eles, nós espionar, agora já começou o boicote!

  12. Marco St.

    5 de janeiro de 2014 1:48 pm

    Imagina na Copa

    Jornalistas são roubados, e vândalos causam estrago na frente de hospital

     

    Imprensa está de plantão no local onde Michael Schumacher segue internado.

    Ex-piloto continua em coma induzido após passar por duas cirurgias na cabeça

     

     

    O Globo 

    A manhã deste domingo não teve novas notícias sobre o estado de saúde do ex-piloto Michael Schumacher. No entanto, foi movimentada para os jornalistas que fazem plantão na porta do Centro Hospitalar de Grenoble. Um carro da rede de TV italiana ”RAI” foi arrombado no início da noite de ontem. Os ladrões levaram uma mochila com equipamentos.

    estacionamento arrombado schumacher (Foto: Felipe Siqueira)Vândalos causam estrago na área do hospital onde Schumacher está internado (Foto: Felipe Siqueira)

     

    Já durante a noite, um grupo de vândalos invadiu o estacionamento destinado à imprensa. Além de derrubarem os banheiros químicos do local, arrombaram um carro responsável pela transmissão de sinal de TV.

    Jornalistas de todo o mundo fazem plantão desde a semana passada na porta do hospital. Michael Schumacher está hospitalizado desde domingo, após um grave de acidente de esqui na estação de Méribel. Ele bateu fortemente a cabeça em uma rocha após se desequilibrar ao acertar uma pedra em um trecho entre duas pistas sinalizadas. Levado de helicóptero para o hospital de Moutiers, cidade mais próxima do local, o alemão teria sofrido um colapso, o que fez com que a aeronave tivesse que fazer um pouso de emergência.

    carro RAI estacionamento arrombado schumacher (Foto: Felipe Siqueira)Carro de emissora italiana foi arrombado no início da noite (Foto: Felipe Siqueira)

     

     

    De domingo para cá, Schumacher passou por duas cirurgias para reduzir a pressão intracraniana e diminuir os hematomas no cérebro. Após a última, na terça-feira, o quadro do ex-piloto tem se mantido estável, mas seu estado de saúde segue grave. Schumi completou 45 anos nesta sexta-feira e ganhou a homenagem de centenas de torcedores da Ferrari que fizeram uma “vigília silenciosa” em frente ao hospital de Grenoble.

    Sem mudanças no quadro de Schumi nos últimos dias, a assessora de imprensa e responsável pelas informações mais recentes, Sabine Kehm, viajou para a Suíça para passar o domingo em casa e retorna nesta segunda-feira. A esposa do ex-piloto, Corinna, e seus dois filhos, também aproveitaram para ir para a casa onde moram, em Gland, perto de Genebra, que fica a 1p0 de Grenoble. Enquanto isso, o pai Rolf e o irmão Ralf ficaram responsáveis por acompanhar Schumacher no hospital.

     

     

     

     

     

     

     

     

  13. Tamára Baranov

    5 de janeiro de 2014 3:07 pm

    Morre aos 66 anos Nelson Ned, o ‘pequeno gigante da canção’

    O cantor Nelson Ned morreu na manhã deste domingo (5), aos 66 anos, devido a complicações de um quadro de pneumonia que o levou a ser internado no Hospital Regional de Cotia no sábado.

    A informação de sua morte foi confirmada à Folha pela assessoria do hospital.

    No sábado, ele havia dado entrada na instituição com um quadro de infecção respiratória aguda, pneumonia e problemas na bexiga.

    Desde o último dia 24 de dezembro, Ned estava registrado na casa de repouso Recanto São Camilo, na Granja Viana, onde recebia diariamente a visita de uma irmã e do cunhado.

    Foi na casa de repouso que a ambulância o socorreu, rumo ao hospital.

    CARREIRA

    Nelson Ned nasceu em Ubá, em Minas Gerais, em 2 de março de 1947.

    Nos anos 60, iniciou carreira e gravou discos que repercutiram, inclusive, na América Latina.

    Seu maior sucesso é a canção “Tudo Passará”, de 1969. Essa música teve mais de 40 regravações.

    Em 1996, Ned lançou a biografia “O Pequeno Gigante da Canção”, referência à sua condição de anão. Ele mede 1,12 m de altura. O apelido foi dado ele pelo ator Paulo Gracindo.

    O artista sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em 2003.

    Como consequência do AVC, perdeu a visão de um olho e precisou se locomover com a ajuda de uma cadeira de rodas, além de enfrentar diabetes, hipertensão arterial e foi diagnosticado também com Mal de Alzheimer em fase inicial.

    Na década de 1990, Ned se converteu à religião evangélica e, de lá para cá, havia investido numa carreira como cantor gospel, interpretando temas religiosos tanto em português quanto espanhol.

    Com 45 milhões de cópias de discos vendidos em todo o mundo, Ned foi o primeiro latino-americano a vender 1 milhão de discos no mercado dos Estados Unidos, onde se apresentou junto com o espanhol Julio Iglesias e o americano Tony Bennett e no qual encheu três vezes o mítico Carnegie Hall, em Nova York.

    [video:http://youtu.be/wBaW4PccHuo align:center]

    http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/01/1393539-morre-aos-66-anos-nelson-ned-o-pequeno-gigante-da-cancao.shtml

  14. jns

    5 de janeiro de 2014 4:09 pm

    BIOSSEGURANÇA

    terminator, AS SEMENTES SUICIDAS

      

    Projeto de Lei flexibiliza uso de tecnologias proibidas pela Lei de Biossegurança e amplia dependência financeira de agricultores

    A presidenta do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), Maria Emília Pacheco, criticou na última quarta-feira (16) um projeto de lei que tramita no Congresso Nacional que prevê a liberação da tecnologia “terminator”, que hoje proibida no Brasil.

    “Acabamos de conseguir hoje (16) uma vitória parcial com a retirada de pauta da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal do projeto de lei que autoriza a produção e comercialização de sementes transgênicas suicidas”, disse ela. “Mas precisamos continuar mantendo a mobilização, pois a retomada da proposta no Congresso também põe em risco a Moratória Internacional da Convenção da Diversidade Biológica (CDB), da qual o Brasil é parte”, lembrou.

    O Projeto de Lei 268/07, de autoria do deputado Eduardo Sciarra (PSD/PR), propõe a flexibilização da proibição imposta pela Lei de Biossegurança e pela Convenção da Diversidade Biológica às tecnologias genéticas de restrição de uso (Gurt, na sigla em inglês).

    Essas tecnologias envolvem a manipulação da capacidade reprodutiva da planta na segunda geração. Na avaliação de entidades sociais que integram o Consea, “o terminator ou as sementes suicidas visam assegurar uma ‘patente biológica’, impedindo que os agricultores reutilizem sementes de uma safra para outra”.

    A aprovação do PL, no entender dos movimentos sociais, “ampliaria a dependência dos agricultores às sementes das empresas transnacionais”. Na semana passada, a Via Campesina, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e organizações sociais, como a Terra de Direitos, entregaram carta à presidenta Dilma Rousseff manifestando-se contra o projeto.

    Já a manifestação da presidenta do Consea foi feita em ato solene de celebração do Dia Mundial da Alimentação (16) na Conferência Nacional do Desenvolvimento Rural Sustentável e Solidário, ocorrido na semana passada, em Brasília.

    Fonte:   Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional

    Cópia do discurso de Maria Emília L. Pacheco, Presidenta do CONSEA, no Dia Mundial da Alimentação

    http://www2.planalto.gov.br/consea/comunicacao/discursos/discurso-da-presidenta-do-consea-no-dia-mundial-da-alimentacao

    ‘Das Ervilhas de Mendel às Sementes Suicidas’

    http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed770_das_ervilhas_de_mendel_as_sementes_suicidas

  15. C. Khosta y Alzamendi

    5 de janeiro de 2014 5:38 pm

    Foi-se Eusébio…
    Faleceu o grande Eusebio, um dos grandes futebolistas de sempre. Homenagens cruzmaltino-sportinguistas ao Pantera Negra!
    http://www.abola.pt

  16. Cláudio José

    5 de janeiro de 2014 8:13 pm

    PROFECIAS DA IBM: CINCO

    PROFECIAS DA IBM: CINCO COISAS QUE MUDARÃO NOSSO FUTURO

    :

     

    Em um mundo que se transforma num ritmo cada vez mais rápido, é difícil imaginar como será o nosso futuro até mesmo a curto prazo. Os especialistas da megaempresa IBM tentam imaginar essas mudanças. Eles nos mostram 5 hipóteses fascinantes sobre como a tecnologia mudará nossas vidas nos próximos 5 anos

     

    2 DE JANEIRO DE 2014 ÀS 14:18

     

     

     

     

    Por: Equipe Oásis

    Em dezembro de 2006 a IBM lançou a iniciativa “5in5” e passou a apontar a cada ano as cinco coisas que mudariam nossas vidas nos próximos cinco anos. Também neste final de 2013 chegam pontualmente as previsões dos especialistas da empresa, válidos até 2018.

    Se nas previsões feitas o ano passado, válidas até 2017, aparecia a hipótese de um computador capaz de reconhecer os odores e receitas culinárias tornadas ainda mais apetitosas graças a conselhos digitais, este ano os argumentos que mudarão nossas vidas são muito diferentes e interessantes. Aqui estão eles:

     

     

    Escola e medicina

    Do ponto de vista estritamente pessoal, elementos como a educação e a saúde são os que passarão pelas mudanças mais radicais. No primeiro caso, com uma escola que se adaptará cada vez mais às exigências e às capacidades do estudante, e não ao contrário, como foi exigido até agora. Quanto ao universo da medicina, os doutores usarão cada vez mais os recursos e as descobertas relativas ao DNA e a engenharia genética para curar e prevenir doenças.

    Segurança e compras online

    Em quase todo o mundo, a barreira das compras online foi definitivamente derrubada. São milhões de pessoas em todo o mundo que preferem comprar na rede, mais do que ir a uma loja ou shopping Center. Mas ainda existe o risco relativo à segurança. As coisas mudarão muito no futuro próximo, diz a IBM, primeiro porque teremos à disposição guardiães digitais que defenderão os nossos dados, e segundo porque a experiência de comprar online será cada vez mais dividida em duas etapas: consultar a loja online e comprar fisicamente, de modo a poder controlar a qualidade da mercadoria.

    Invasão dos celulares

    Uma última inovação que veremos prosperar nos próximos cinco anos, desde que os seus governantes o queiram, serão cidades que respondem de maneira veloz e direta aos seus moradores. Em 2017 prevê-se que 3 bilhões de smartphones (celulares inteligentes) estarão sendo usados em todo o mundo. A cidade do futuro estará ao alcance do dedo indicador, reunindo dados e informações diretamente para o nosso telefone: tráfego, horários, trajeto dos ônibus, teatros, museus, todas as informações estarão disponíveis em poucos átimos. Será um futuro, mais do que nunca, digital.

     

     

    GPS e reconhecimento vocal para todos

    Todas essas previsões do projeto 5 em 5 são bem fundamentadas na teoria. Mas serão confirmadas na prática? As primeiras previsões da IBM, feitas em 2006, se revelaram quase todas acertadas. Em 2006 foi lançada a hipótese dos serviços de geolocalização através de telefones celulares e hoje todos os smartphones possuem o GPS. Previa-se o reconhecimento vocal e hoje todos os possuidores de iPhone que usam o sistema Siri sabem de que estamos falando. Houve a hipótese da telemedicina e hoje importantes passos à frente dela foram dados; imaginava-se a utilização da nanotecnologia que hoje é cada vez mais usada; enfim, previa-se a implementação do sistema 3D na Internet, mas isso até agora não aconteceu.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

  17. macedo

    5 de janeiro de 2014 9:33 pm

    Aqui Deveria Estar Uma Base de Lançamento de Foguetes

    http://brazilianspace.blogspot.com.br/2014/01/aqui-deveria-estar-uma-base-de.html

    Aqui Deveria Estar Uma Base deLançamento de Foguetes  Fonte: Revista “INFO Exame” – Edição nº 336 – págs. 52 a 57 – Dezembro de 2013, Via blog Brazilian Space A Alcântara Cyclone Space, empresa pública criada com verbabrasileira e ucraniana para explorar serviços de lançamento desatélites no Maranhão, deveria operar desde 2009. Mas esteesqueleto de ferro e concreto é Tudo o que foi erguido até agora.  Por Rodrigo BrancatelliRevista INFO ExameEdição nº 336 – Dezembro de 2013 “SÃO TRÊS DA TARDE E SEU ANÍLSON BATISTA ESTÁ ENTEDIADO” Faz um tempão que permanece sentado na frente de um bar de paredes verdes descascadas, sem letreiro na porta, mas que todos conhecem na região como o Bar do Batista, logo na frente do Jatobá Frangos. Nada de muito emocionante acontece ali na avenida Anel do Contorno, a principal de Alcântara, município de 20.000 habitantes na região metropolitana de São Luís, no Maranhão. “Isso aqui era um movimento danado, mas agora tá muito calminho. Calmo que nem água de poço, sabe?”, afirma Batista. O bar fica no caminho entre o miúdo porto da cidade e o Centro de Lançamento de Alcântara, área de testes de foguetes da Força Aérea Brasileira, que ficou tragicamente conhecida após o acidente de 22 de agosto de 2003, quando um veículo lançador de satélites explodiu por volta das 13p0, três dias antes de seu lançamento, matando 21 cientistas. Nos últimos anos, o local voltou a viver a efervescência e o otimismo do programa espacial brasileiro, com gente de toda a região indo e voltando de caminhão para trabalhar em um “projeto com o povo lá da Ucrânia”, como diz Batista. Trata-se do programa Alcântara Cyclone Space, um ambicioso plano dos governos brasileiro e ucraniano para erguer uma nova base e explorar serviços de lançamento de satélites no município. Contratos foram firmados, construtoras escolhidas, mais de 500 milhões de reais investidos, prazos acertados, armações construídas… e algo de errado aconteceu para que quase todos os funcionários fossem dispensados nos últimos meses. “De uma hora para outra, a cidade virou um deserto”, diz Batista. “Ninguém sabe direito o que aconteceu. Faz dez anos que a gente vive entre a animação de ver um foguete decolando e a decepção de nada acontecer”. É preciso lembrar das aulas de geografia, física e história para entender o que aconteceu em Alcântara, município localizado a 2018’S de latitude, perto da linha do Equador. Essa posição privilegiada permite o uso máximo da rotação da Terra para impulsionar lançamentos em órbitas equatoriais, uma vez que a velocidade de rotação da Terra ali é maior do que em qualquer outra parte. Isso faz com que os foguetes que carregam os satélites ganhem um impulso extra, economizando combustível. Segundo a NASA, seria possível uma economia de 30% em relação à Europa e de 6% em relação aos lançamentos feitos na americana Cabo Canaveral, na Flórida, a mais conhecida base de lançamentos do mundo. Assim, desde que os primeiros esboços de um possível programa espacial brasileiro surgiram, em 1960, quando o presidente Jânio Quadros instituiu uma comissão que daria origem ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Alcântara sempre esteve envolta em planos e em muitos sonhos. Em 1997, após duas décadas de estudos para a construção de um foguete nacional, foi testado o primeiro protótipo do Veículo Lançador de Satélites (VLS-1). Explodiu segundos após a decolagem. Em 1999, outro teste e outra explosão. Na terceira tentativa, em 2003, a ignição prematura do foguete acabou causando a explosão da torre, matando todos que trabalhavam ali. Segundo o relatório final da investigação concluído pela Aeronáutica em fevereiro de 2004, houve um “acionamento intempestivo” de um dos quatro motores do VLS, provocado por uma pequena peça que ligava o motor. Mas não se sabe por que esse detonador disparou, embora duas hipóteses tenham sido levantadas na época: corrente elétrica ou descarga eletrostática, e a transferência de energia por contato entre dois corpos. ELEFANTE BRANCO / Quase 500 milhões de reais foram
    investidos na obra, que deveria ter sido inaugurada há dois anos.  COM A REPERCUSSÃO internacional do caso, o governo teve outra ideia para aproveitar a base de Alcântara sem correr tantos riscos: um acordo com a Ucrânia para explorar o mercado comercial de lançamento de satélites utilizando um foguete desenvolvido naquele país, o Cyclone-4. Uma empresa pública binacional de capital brasileiro e ucraniano, a Alcântara Cyclone Space (ACS) foi constituída em 31 de agosto de 2006. Enquanto os ucranianos montavam o foguete, o Brasil construía um novo centro de lançamento para a iniciativa. A ideia era capitalizar “vagas” no foguete para quem quisesse lançar satélites ao espaço, fossem companhias particulares ou governos estrangeiros. Boas intenções não faltavam. Os cientistas brasileiros teriam acesso à tecnologia da Ucrânia, enquanto o estado do Maranhão ganharia empregos, escolas, hospitais e universidades em Alcântara. Mas começa ai uma espiral de prazos e novos aportes financeiros, sem resultados práticos. Segundo a Agência Espacial Brasileira, o investimento inicial para a criação da binacional era de 487 milhões de dólares, divididos entre os dois países. Em agosto deste ano, no entanto, o governo federal autorizou a transferência de mais 33,33 milhões de reais, com a promessa de chegar a 1 bilhão de dólares em investimento conjuntos. A expectativa era que os seis primeiros lançamentos comerciais ocorressem em 2011. Chegou 2011 e nada. O prazo passou para 2012. Nada. 2013 então? Nada novamente. “Estamos planejando fazer o primeiro lançamento em 2015”, diz o diretor-chefe comercial do projeto, o ucraniano Sergiy Guchenkov. “Metade da construção da base está pronta, e 78% do foguete já está feito. Temos contatos com empresas do Japão e da Itália para lançar satélites. Estamos confiantes que tudo está correndo como o planejado”. Segundo INFO apurou com técnicos da própria ACS e com funcionários de empresas terceirizadas que trabalham em Alcântara, quase 1000 funcionários foram dispensados nos últimos três meses por falta de pagamento. Fotos mostram que a ACS se resume a um conjunto de esqueletos de ferro, vergalhões de aço, estacas de madeira e alicerces de concreto. Apenas a terraplanagem foi concluída, segundo um ex-funcionário da empresa, que está desempregado. O próprio mercado levanta dúvidas sobre a viabilidade do projeto. A primeira crítica é que não existe transferência alguma de tecnologia.  Foguete chegaria pronto da Ucrânia, cabendo ao Brasil apenas a responsabilidade pela construção civil da base. Mas esse não é o ponto mais crítico do veículo. Criado pela empresa Yuzhnoye Design Bureau, o Cyclone-4 foi desenvolvido com base no antecessor, o Cyclone-3, que fez seu primeiro voo em 1977 e foi aposentado em 2009. Ele é capaz de colocar 5300 quilos em órbita terrestre baixa e até 1800 quilos em órbita geoestacionária. Isso não atinge a demanda atual do mercado, uma vez que os satélites geoestacionários pesam acima de 4500 quilos. Essa baixa capacidade de carga torna o Cyclone-4 inviável comercialmente para disputar o mercado internacional de satélites. “ O projeto de Alcântara é pouco racional.É como construir um aeroporto novoque não pode ser usado porque a pistaé curta e os aviões não podem pousar” “Somos extremamente céticos quanto ao sucesso econômico desse projeto”, afirma o presidente da Associação Aeroespacial Brasileira (AAB), Aydano Barreto Carleial, engenheiro pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e doutor em engenharia elétrica por Stanford. “Trata-se de um projeto pouco racional. É como construir um aeroporto novo mas não utilizá-lo porque sua pista é pequena e os aviões não podem pousar. Não sei explicar por que esse acordo foi realiado, já que as oportunidades de negócio são muito duvidosas”. PARA COMPLETAR o imbróglio, há ainda uma enorme disputa diplomática em jogo. Hoje 75% dos satélites ou sondas lançados pelo mundo são construídos ou utilizam peças feitas nos estados Unidos. E, sem um acordo de salvaguardas entre os dois países, nenhum equipamento com o selo Made in USA poderia ser lançado em Alcântara. Não há expectativa alguma de que o governo americano vá desistir de sua reserva de mercado. Segundo um documento do Departamento de Estado americano vazado pelo site WikiLeaks, os Estados Unidos não permitem o lançamento de satélites americanos desde Alcântara ou fabricados por outros países mas que contenham componentes americanos, “devido à política, de longa data, de não encorajar o programa de foguetes espaciais do Brasil”. Além de críticas, o projeto ucraniano-brasileiro atrai inveja. Peço menos por seu orçamento. Isso porque o sonho de colocar no espaço um veículo lançador de satélites totalmente tupiniquim continua vivo. O foguete sofreu uma revisão completa após o acidente de 2003, com um aprimoramento nos sistemas de segurança. A previsão é que um voo teste do VLS seja feito em 2014, com o foguete completo sendo lançado em 2017, já com um pequeno satélite a bordo. Só que, enquanto o Alcântara Cyclone Space já recebeu 500 milhões de reais em verbas públicas, o orçamento do VLS foi de 15 milhões em 2013. “Um projeto não exclui o outro, ainda acreditamos que eles podem ser complementares no mercado”, afirma Raimundo Braga Coelho, presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), autarquia vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. “De fato, concordo que, sem a assinatura do acordo de salvaguardas com os Estados Unidos, os negócios da Alcântara Cyclone Space terão grande dificuldade. E também é verdade que o Cyclone-4 teria dificuldades em levar satélites geoestacionários. Mas a iniciativa ainda pode ser muito competitiva, até porque, no futuro, novas tecnologias farão os satélites serem menores”. Tanto a agência brasileira quanto a ucraniana afirmam que o projeto do Cyclone-4 continua sendo desenvolvido, com previsão para término em 2015. O entediado Anílson Batista espera ansioso pelo lançamento. “Em 2015, vou ter 68 anos, então não pode atrasar mais do que isso não, rapaz”, diz Batista. “Fala para eles se apressarem porque meu coração não é tão jovem”.   Fonte: Revista “INFO Exame” – Edição nº 336 – págs. 52 a 57 – Dezembro de 2013

  18. Gilson AS

    5 de janeiro de 2014 10:01 pm

    PROFECIAS DA IBM: CINCO COISAS QUE MUDARÃO NOSSO FUTURO

    Em um mundo que se transforma num ritmo cada vez mais rápido, é difícil imaginar como será o nosso futuro até mesmo a curto prazo. Os especialistas da megaempresa IBM tentam imaginar essas mudanças. Eles nos mostram 5 hipóteses fascinantes sobre como a tecnologia mudará nossas vidas nos próximos 5 anos.

     http://www.brasil247.com/pt/247/revista_oasis/125657/Profecias-da-IBM-Cinco-coisas-que-mudar%C3%A3o-nosso-futuro.htm.   

    Por: Equipe Oásis

    Em dezembro de 2006 a IBM lançou a iniciativa “5in5” e passou a apontar a cada ano as cinco coisas que mudariam nossas vidas nos próximos cinco anos. Também neste final de 2013 chegam pontualmente as previsões dos especialistas da empresa, válidos até 2018.

    Se nas previsões feitas o ano passado, válidas até 2017, aparecia a hipótese de um computador capaz de reconhecer os odores e receitas culinárias tornadas ainda mais apetitosas graças a conselhos digitais, este ano os argumentos que mudarão nossas vidas são muito diferentes e interessantes. Aqui estão eles:

    Escola e medicina

    Do ponto de vista estritamente pessoal, elementos como a educação e a saúde são os que passarão pelas mudanças mais radicais. No primeiro caso, com uma escola que se adaptará cada vez mais às exigências e às capacidades do estudante, e não ao contrário, como foi exigido até agora. Quanto ao universo da medicina, os doutores usarão cada vez mais os recursos e as descobertas relativas ao DNA e a engenharia genética para curar e prevenir doenças.

    Segurança e compras online

    Em quase todo o mundo, a barreira das compras online foi definitivamente derrubada. São milhões de pessoas em todo o mundo que preferem comprar na rede, mais do que ir a uma loja ou shopping Center. Mas ainda existe o risco relativo à segurança. As coisas mudarão muito no futuro próximo, diz a IBM, primeiro porque teremos à disposição guardiães digitais que defenderão os nossos dados, e segundo porque a experiência de comprar online será cada vez mais dividida em duas etapas: consultar a loja online e comprar fisicamente, de modo a poder controlar a qualidade da mercadoria.

    Invasão dos celulares

    Uma última inovação que veremos prosperar nos próximos cinco anos, desde que os seus governantes o queiram, serão cidades que respondem de maneira veloz e direta aos seus moradores. Em 2017 prevê-se que 3 bilhões de smartphones (celulares inteligentes) estarão sendo usados em todo o mundo. A cidade do futuro estará ao alcance do dedo indicador, reunindo dados e informações diretamente para o nosso telefone: tráfego, horários, trajeto dos ônibus, teatros, museus, todas as informações estarão disponíveis em poucos átimos. Será um futuro, mais do que nunca, digital.

     
     

     

  19. alessandroduarte

    5 de janeiro de 2014 10:42 pm

    Ministério da Saúde da Jamaica adota GNU Health

    Ministério da Saúde da Jamaica adota GNU Health

    Posted by admin On dezembro – 27 – 2013

    jamaica-gnu-health

    O Ministério da Saúde da Jamaica adotou o Software Livre GNU Health como o seu sistema de saúde pública oficial. Importante ressaltar que a Jamaica é o primeiro país a adotar o GNU Health a nível nacional.

    O GNU Health é um Software Livre para gestão médica e hospitalar que oferece funções de sistema de informação de saúde (demográfica e epidemiológica), informação hospitalar e registro médico eletrônico. Recebeu diversos prêmios internacionais, incluindo o Best Project of Social Benefit da FSF (Free Software Foundation).

    O GNU Health é um pacote oficial GNU, e integra a GNU Solidario, uma ONG que apoia projetos de Software Livre para a área da Saúde. A GNU Solidario e o Instituto Internacional para Saúde Global da Universidade das Nações Unidas firmaram um acordo para implementar e treinar profissionais no uso do GNU Health ao redor do mundo.

    Com informações da Comissão Européia e UFRJ.

     Lançamentos, Notícias

  20. Motta Araujo

    6 de janeiro de 2014 2:41 am

    http://web.bryant.edu/~ehu/h3

    http://web.bryant.edu/~ehu/p64proj/summ_99/armoush/page3.html

    CEM ANOS DE FORDISMO – Hoje fazem 100 anos do anuncio em que Henry Ford revolucionou as relações industriais nos EUA, oferecendo aos seus operarios um plano de participação nos lucros, 5 dolares por dia de salario , muito superior aos que se pagava na época e 8 horas de trabalho, na época os operarios trabalhavam até 12 giras por dia, não havia hora extra.

    O plano foi considerado “”socialista”” pela direita e “mercenario” pela esquerda porque considerava que seu real objetivo era evitar a sindicalização dos empregados da empresa, Henry Ford não aceita a intromissão de sindicatos nas fabricas.

    O plano era bem mais complexo, envolvia métodos de produção, exigencia de vida regrada aos empregados que aderissem ao plano, os beneficios eram inéditos na época, incluiam tambem possibilidade do operario comprar seu carro da propria Ford descontando do salario, na época trabalhadores não tinham dinheiro para ter carro proprio.

    Henry Ford sempre foi um industrial atípico, revolucionario. Detestava bancos, se auto financiava, tinha ideias puritanas

    na vida pessoal e inovadoras sempre nos negocios. Seu horror aos bancos o levou ao anti-semitismo, publicou um celebre livro depois banido O JUDEU INTERNACIONAL e editou um jornal DEARBORN INDEPENDENT, foi conecorado por Hitler, que lhe enviou uma foto com elogiosa dedicatoria,  suas ideias avançadas se projetaram na Ford Foundation, propagadora de ideias liberais fora do espectro politico do “establishment” industrial dominante nos EUA.

    Seu imperio industrial é dos mais antigos dos EUA e ainda é dirigido pela familia, embora de capital aberto.

    No Brasil é uma das mais antigas empresas americanas, está no país há mais de cem anos, Ford tambem investou bom dinheiro nas plantações de borracha na Amazonia, que fracassaram.

    Um dos maiores empreendedores de todos os tempos, polemico e contraditorio, revolucionou a industria do Seculo XX.

Recomendados para você

Recomendados