4 de junho de 2026

GloboNews discute declaração que Dilma não deu

 

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A GloboNews produziu uma pérola neste final de semana: um programa inteiro, o GloboNews Painel, sobre o que a presidente DIlma Rousseff não disse a jornalistas em Nova York e na Abertura da Assembleia da ONU. Portanto, foi um programa de ficção jornalística. E da ficção participaram, como personagens, além do apresentador Willian Waack, o ex-embaixador Sérgio Amaral (Faap), o cientista Guilherme Casarões (FGV), e o cientista político Gunter Rudzit (Faculdades Rio Branco).

O programa teve como objetivo principal discutir a opinião de Dilma de que “as forças ocidentais deveriam dialogar com o Estado Islâmico”. A jornalistas em Nova York, no entanto, o que Dilma fez foi condenar o uso da força como único remédio, sempre ineficaz para resolução de litígios, e a falta de diálogo na comunidade internacional para resolver os problemas no Oriente Médio. Lamentou profundamente que o uso da força seja, de novo, a única solução, portanto, mesmo que já tenha se mostrado inócuo em diversos casos. Além do que acaba por resultar em mortes de civis.

Só para ter uma ideia, os ataques, defendidos entusiasticamente pelo jornalista e convidados já mataram dezenas de civis, incluindo mulheres e crianças (ver aqui: http://www.jb.com.br/internacional/noticias/2014/09/12/ataques-contra-estado-islamico-matam-mais-de-50-civis/)

O programa seguiu sugerindo que Dilma reafirmou esta posição na Abertura da Assembleia. Como se verá abaixo, em nenhum momento, o caso ISIS foi citado. O restante do programa serviu apenas para uma sucessão de ataques contra o governo e a presidente Dilma Rousseff, a uma semana do pleito eleitoral.

O jornalista Willian Waack não foi o único que distorceu a fala de Dilma Rousseff. Uma série de matérias foram produzidas e reproduzidas a partir de grandes jornais.

Uma exceção honrosa: um colunista da Folha, Clovis Rossi, produziu um artigo sobre o verdadeiro sentido do diálogo sustentado pela presidente. Ver aqui: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/clovisrossi/2014/09/1523791-sobre-o-dialogo-de-dilma.shtml

Abaixo o trecho do discurso de Dilma sobre Oriente Médio e conflitos na Assembleia da ONU.

“Senhor Presidente,

A atual geração de líderes mundiais – a nossa geração – tem sido chamada a enfrentar também importantes desafios vinculados aos temas da paz, da segurança coletiva e do meio ambiente.e

Não temos sido capazes de resolver velhos contenciosos nem de impedir novas ameaças.

O uso da força é incapaz de eliminar as causas profundas dos conflitos. Isso está claro na persistência da Questão Palestina; no massacre sistemático do povo sírio; na trágica desestruturação nacional do Iraque; na grave insegurança na Líbia; nos conflitos no Sahel e nos embates na Ucrânia. A cada intervenção militar não caminhamos para a Paz mas, sim, assistimos ao acirramento desses conflitos.

Verifica-se uma trágica multiplicação do número de vítimas civis e de dramas humanitários. Não podemos aceitar que essas manifestações de barbárie recrudesçam, ferindo nossos valores éticos, morais e civilizatórios.

Tampouco podemos ficar indiferentes ao alastramento do vírus ebola no oeste da África. Nesse sentido, apoiamos a proposta do Secretário-Geral de estabelecer a Missão das Nações Unidas de Resposta Emergencial ao ebola. O Brasil será inteiramente solidário a isso.

Senhor Presidente,

O Conselho de Segurança tem encontrado dificuldade em promover a solução pacífica desses conflitos. Para vencer esses impasses será necessária uma verdadeira reforma do Conselho de Segurança, processo que se arrasta há muito tempo.

Os 70 anos das Nações Unidas, em 2015, devem ser a ocasião propícia para o avanço que a situação requer. Estou certa de que todos entendemos os graves riscos da paralisia e da inação do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

Um Conselho mais representativo e mais legítimo poderá ser também mais eficaz. Gostaria de reiterar que não podemos permanecer indiferentes à crise israelo-palestina, sobretudo depois dos dramáticos acontecimentos na Faixa de Gaza. Condenamos o uso desproporcional da força, vitimando fortemente a população civil, mulheres e crianças.

Esse conflito deve ser solucionado e não precariamente administrado, como vem sendo. Negociações efetivas entre as partes têm de conduzir à solução de dois Estados – Palestina e Israel – vivendo lado a lado e em segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas”.

 

http://g1.globo.com/globo-news/globo-news-painel/videos/t/globonews-painel/v/painel-convidados-debatem-se-ha-possibilidade-de-dialogo-com-terroristas/3659516/

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  1. Rodrigo Barbosa de Vasconcelos

    29 de setembro de 2014 10:14 am

    Deveria pedir direito de resposta.

    A campanha da Dilma deveria pedir direito de reposta no TSE, assim como fez o PT.

    1. Motta Araujo

      29 de setembro de 2014 1:49 pm

      Resposta a que? É um programa

      Resposta a que? É um programa de debates, não é uma reportagem.

      1. AndersonT

        30 de setembro de 2014 2:27 am

        Do ponto de vista do

        Do ponto de vista do jornalismo pode até não ter o nome de reportagem. Mas que diferença isso faz, considerando que o “programa de debate” atribuiu à Dilma as palavras que ela não pronunciou?

  2. João Alexandre

    29 de setembro de 2014 10:29 am

    Filtro

    Para se dispor a assistir um programa como Painel o telespectador tem que se interessar por política e relações internacionais.E, como tal, SABE qual é o viés do programa, ou seja, nitidamente de oposição ao governo trabalhista. Em sendo assim, nas ocasiões em que se presta a assistir, costuma fazer uso do “filtro” necessário ao ouvir o jornalista e seus convidados.Mas aqui o post fala de algo mais além, isto é, de uma ficção jornalistica. Nessa eles se superaram…

  3. Walter de Souza Filho

    29 de setembro de 2014 10:46 am

    Ossos do Ofício
    Os Jornalistas, que por dever de ofício, são obrigados a assistir estes pseudo-debates, onde nunca existe o contraditório, são verdadeiros heróis e deveriam ter direito à Aposentadoria Especial por esta Atividade “Insalubre”.

    1. Unive

      29 de setembro de 2014 12:14 pm

      é o que sempre penso. Eu não

      é o que sempre penso. Eu não assisto porque me dá vontade de vomitar

    2. Motta Araujo

      29 de setembro de 2014 2:01 pm

      Em alguns programas há um bom

      Em alguns programas há um bom contraditorio, nos varios debates sobre a questão palestina

      ha debatedores pro-Israel (Samuel Felsberg) e pro-palestinos (Salem Nasser e Arlene Clemesha), em outros, como o deste sabado não houve contraditorio provavelmente porque é uma questão sem dois lados, onde há um grande consenso sobre o tema.

      Em outros programas há com frequencia pontos de vista divergentes entre participantes.

      Como o programa é de muito alto nivel e os participantes são bem educados, há espectadores que acham que não há contraditorio porque estão acostumados com programas de futebol onde um comentarista xinga a mãe do outro.

      Waack é um dos melhores jornalistas do Pais para esse tipo de temas, quem não gostar tem total liberdade de não ver. Eu por exemplo jamais veria um programa com Luciano Huck, Faustão, Milton Neves, nunca oviria horarios futebolisticos com a “”bancada caipira” da Bandeirantes, onde todos falam um horrendo caipirês com linguagem vulgar limitada a 100 palavras, aliás TV aberta não dá para ver, a não ser a TV Cultura, há em São Paulo grande quantidade de canais e programas, a liberdade de escolha é absoluta.

  4. Gilmar Costa

    29 de setembro de 2014 11:00 am

    http://www.prensalatina.com.b

    http://www.prensalatina.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=3110071&Itemid=1

     

    “Segundo a publicação, o presidente não proporcionou uma explicação integral a respeito da forma que esta campanha bélica degradará as capacidades dos grupos extremistas sem provocar consequências incalculáveis em uma região violenta e volátil.

    A Casa Branca assegura que tem a autoridade que precisa para realizar estas ações militares, mas a notificação ao Congresso em essência não substitui a autorização do mesmo para uma campanha deste tipo.

  5. Wsobrinho

    29 de setembro de 2014 11:02 am

    Estava mais para PINEL..

    Eu tive a infelicidade de começar assistir o programa, pois a geopolítica internacional é uma de minhas paixões, mas não tive estomago para ir até o fim. O Sr Waack consegue transformar um programa de debate de idéias em um palanque uníssono para avalizar as suas.

    Como se pode ter um debate de idéias sem o contraditório? Inclusive, quando o convidado contesta ou expõe pensamento divergente, se transforma em CONTRARIADO, pois Waack o interrompe e tenta obter outra postura mais alinhada (já vivenciei isto ocorrer em diversos programas).

    Por estas razões cada vez menos sou tocado em manter a sintonia no programa, por vezes o faço por falta de alternativas, mesmo na TV paga.

    Por isso louvo este espaço aqui no Nassif, um dos poucos a pautar este tema tão fascinante.

    O duro é ver posturas mentirosas como a deste Waack, dos jornalões e que fundamenta a visão de certos segmentos de nossa sociedade que muito propriamente podemos chamar de colonizados. Ontem na Record, o horroso formato do debate permitiu um espaço inimaginável para os dois nanicos de ultra-direita e do nem tão inocente útil do PV (como diria o mote: “SABE DE NADA INOCENTE”), despenjando ranço ideológico contra nosso vizinhos, ficcionando inclusivel uma possíovel INVASÃO destes “bolivarianos” a nosso território.

    Waack é um caso perdido de submissão ideológica e que está a cada semana minguando a audiência de seu programa, que ficará, nesta toada, restrito ao seguidores de Everaldo, Eymael e Fidelis, com telão no Clube Militar e nos aposentados do Itamaraty do Instituto Millenium.

    1. Motta Araujo

      29 de setembro de 2014 2:06 pm

      É tão simples, basta não ver,

      É tão simples, basta não ver, o PAINEL tem tambem admiradores, o programa é a cara do Waack, quando não é ele perde muito da dinamica, a linha geral é conservadora e pro-ocidental, programas desse tipo tem o viés que é dado pelo produtor-apresentador,

      Waack tem larguissima vivência e experiencia internacional, foi reporter nas principais guerras e conflitos dos ultimos 30 anos, inclusive nas tres guerras do Iraque.

    2. Alvaro Trujillo

      30 de setembro de 2014 2:44 am

      Wsobrinho, quero esclarecer

      Wsobrinho, quero esclarecer apenas um ponto. Voce diz estava mais para PINEL. Há aí uma confusão, que vem de um preconceito, que é pensar que mau caráter é uma característica de pessoas que sofrem de transtornos mentais( os chamados “loucos”). Mau caratismo é uma “qualidade” inerente a uma pessoa em sua história de vida. Quem sofre de transtornos mesntais não são pessoas de má indole como o mau caráter o é. Sou psicólogo e trabalho em um hospital psquiátrico justamente em um setor que visa fazer retornar à vida civil comum pessoas com histórico de longa internação (10, 20 até 50 anos  internadas, algumas desde a infância) e posso lhe afirmar que são pessoas dignas e merecedoras de apoio para sairem desta longa condenação a que foram submetidas pelas mais variadas razões. inclusive pelo preconceito que contra elas existem. Sei que saio do assunto em questão mas esse é um tema que merece ser veiculado para que nossa sociedade possa se dar conta de como são tratadas essas pessoas e o quanto merecem um melhor destino para suas vidas. 

  6. Álvaro Noites

    29 de setembro de 2014 11:12 am

    Certa foi a Dilma de dar uma

    Certa foi a Dilma de dar uma banana ao Traaack.

    Faz muito tempo que não dou audiência ao William Waack, tanto em seu sombrio Jornal que não tem horário para começar como em seu programinha na Globo News.

    Aliás, não me recordo quando assisiti a Globo News um dia.

  7. alexis

    29 de setembro de 2014 11:13 am

    Turminha “global” caprichada

    Sérgio Amaral: É membro do Conselho Diretor da WWF (Patrocinadores de Marina, desde 2008)

    Guilherme Casarões: Fez cursos de extensão na Tel Aviv University. Centro da Cultura Judaica, Guilherme Casarões ministrou a palestra “Israel – Brasil e América Latina” (28 outubro 2013)

    Gunter Rudzit e William Waack – Que eles tem em comum?.

     

  8. Jorge Luis

    29 de setembro de 2014 11:20 am

    Na minha opinião, duas coisas

    Na minha opinião, duas coisas movem esses “calunistas” da mídia nativa: o desejo incrontrolável de masságem no ego, falando para convertidos, que sempre concordam integralmente com eles e a absoluta necessidade de satisfazerem os patrões, até mesmo por uma questão de sobrevivência, para que não sejam escolhidos em alguma das muitas “reestruturações” que vem ocorrendo com tanta frequência ultimamente.

  9. peregrino

    29 de setembro de 2014 11:43 am

    faz sentido…

    quando a derrota se mostra insuportável, não há nada que não se possa desfigurar  misturando-se com desonestos que também procuram alívio na mentira, desta feita atendo-se simplesmente à ficção profissional e não aos fatos.

  10. RGodinho

    29 de setembro de 2014 11:44 am

    Ouvi dizer que o Tiririca foi

    Ouvi dizer que o Tiririca foi convidado pro debate, mas tinha compromisso de campanha e não pode ir. 

  11. LACosta

    29 de setembro de 2014 11:47 am

    Há longos 50 anos…

    Como “eles” esperam ter resultados diferentes se nesse tempo todo continuam a fazer da mesma forma nessa terrivel noite mediática…

  12. Bispo da Dama

    29 de setembro de 2014 12:15 pm

    A excrescência GloboNews

    Quando não está a mais, está a menos.

    [video:https://www.youtube.com/watch?v=PE-rX1g4W-Y%5D

    1. Auto Censurador

      29 de setembro de 2014 5:06 pm

      A auto censura da Globo já dá pra montar um “case”

      “O vídeo foi retirado a pedido da Globo”

      É curioso como a Globo é campeã de censura dela, por ela própria!

      E é rápida no gatilho.

      Dá vontade de entrar com um processo contra ela por censura e direito a (in)formação.

      Dela mesma.

      Quanto pior, mais didática.

      E ela sabe disso!

  13. Luis Sifer

    29 de setembro de 2014 12:17 pm

    A presidente é uma catástrofe

    A presidente é uma catástrofe para se comunicar, o que é imperdoável para o cargo. Dá margem para qualquer interpretação.

    Devemos lembrar sempre que quem comunica é quem lê ou ouve, e não quem escreve ou fala. Se vocês escreve e ninguém lê, ou fala e ninguém escuta, não há comunição. Exemplo claro disso é o próprio assunto trazido a tona. Quem escreveu este texto acima, viu um programa, um crítico de DIlma, deve ter visto outro programa, apesar de ser o mesmo.

    Um bom comunicador teria passado a mensagem que ela quis passar sem dar margem a esse tipo de interpretação, o que, aliás, é uma obrigação de quem representa uma nação. Sua fala deve ser clara e objetiva, e não dúbia.

    Era tão fácil ter começado dizendo que o EI, que ora tem que ser combatido, é fruto de ações anteriores e que essa é uma escalada sem fim da violência.no mundo.

    Aliás, em qualquer jornal americano, pode se ler análises de como o próprio governo americano, através de suas ações, propiciou o surgimento do EI.  Em jornais russos, se entende que isso foi, inclusive, feito deliberadamente.

    A íntegra do que ela disse, segundo o Palácio do Planalto :

    Jornalista: O ataque na Síria. Os EUA começaram os ataques aéreos na Síria, qual a posição do governo?

     

    Presidenta: Eu lamento enormemente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, é o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão – nos últimos tempos, todos os grandes conflitos que se armaram, tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados. Agressões sem sustentação, aparentemente, podem dar ganhos imediatos. Depois, causam enormes prejuízos e turbulências. É o caso, por exemplo, do Iraque. Tá lá, provadinho no caso do Iraque. Na Líbia, a consequência da Líbia no Sael. Eu acredito a mesma coisa na Faixa de Gaza. Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados e não acreditamos que seja eficaz. Além disso, não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. Acha, inclusive, que o Conselho de Segurança das Nações Unidas tem de ter maior representatividade para impedir essa paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo. Amanhã eu vou falar sobre isso, vou deixar isso muito claro, qual é a posição do Brasil no meu discurso. Obrigado para vocês.

     

    http://www2.planalto.gov.br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/entrevista-coletiva-concedida-pela-presidenta-da-republica-dilma-rousseff-apos-a-cupula-do-clima-2014-na-sede-da-onu-nova-iorque-eua

     

     

    1. Jorge Luis

      29 de setembro de 2014 12:32 pm

      Lula é um excelente

      Lula é um excelente comunicador. Mesmo assim, são inúmeros os casos de distorções de suas declarações, menções fora de contexto e até palavras ou frases “fabricadas”. A nossa mídia não mede esforços quando querem desacreditar alguém do PT.

      1. Nicolas Crabbé

        29 de setembro de 2014 1:44 pm

        Mais um motivo

        Mais um motivo para reduzir ao máximo as possibilidades de interpretação errada. Quando se trata de uma mídia que não é isenta, todo cuidado é pouco.

        A Dilma é péssima comunicadora, a forma dela se expressar dá margem a dúvidas. Já seria ruim em condições normais, mas com uma mídia radicalmente contra, fica ainda pior.

    2. Ivan de Union

      29 de setembro de 2014 12:53 pm

      Ofelia, voce por aqui?!

      Ofelia, voce por aqui?!

    3. Maria Luisa

      29 de setembro de 2014 2:17 pm

      A imprensa é uma catastrofe

      O discurso de Dilma na ONU é perfeitamente claro e de facil entendimento, até mesmo para os sabujos da imprensa brasileira. Essa historinha de que ” a presidente não sabe se comunicar” é bobagem, para fazer crer que é culpa do govenro federal se a imprensa brasileira publica tantos erros (propositais), como essa “interpretação” fantasiosa de um trecho do discurso da presidente. Eh a imprensa brasileira abanando o rabinho para o governo americano e os de ma-fé de sempre indo no cordão dos puxa-sacos.  

    4. Lu Cifer Sifu

      29 de setembro de 2014 5:01 pm

      “Dá margem para qualquer interpretação.”

      Pois é, uns melhor capacitados, interpretam bem!

      Outros, interpretam como vc…

    5. Cumunika Dor

      29 de setembro de 2014 5:30 pm

      Um “ás” do pensamento conceitual, da lógica e da expressão

      “quem comunica é quem lê ou ouve”…

      Uma pérola!

      Para o cumentarista, não é um processo entre dois. Para ele, há “comunicação” quando há o “bastante” lado receptor, mesmo que não haja o “desprezível” transmissor.

      A comunicação “esquizofrenica”…

      Comunicação requer dois lados e uma mensagem entre eles. Se ela tem sucesso é outra coisa, pois depende da qualidade destes 3 elementos (nunca de apenas um).

      Com estes conceitos, lógicas e capacidade de expressão, não poderia comentar melhor que isso mesmo. Sequer “comunicar uma crítica de comunicação”…

  14. naldo

    29 de setembro de 2014 12:32 pm

    Os lá de cima gostam de

    Os lá de cima gostam de guerra, quando não tem um motivo tratam de inventar e sempre tem os capachos da midia tanto nacional quanto internacional para legitimar suas atrocidades, o que dizer da concordancia de jornais americanos ao golpe malfadado no Hugo Chaves? È a democracia ideologica, pura fachada para manter os demandos e descalabros que afligem a população e manter os privilegiados de sempre.

  15. Marco Antonio L.

    29 de setembro de 2014 12:36 pm

    http://www.cartamaior.com.br/
    ColunistaVoltar para o Índice 28/09/2014 – Copyleft 
    Jeferson Miola

    Para Dilma vencer já: conquistar cada voto e cada consciência

    A vitória da Dilma no primeiro turno está ao alcance, e sua concretização depende do esforço decisivo até o próximo 5 de outubro. Seria um grande feito.

     
    0   A+ 

     

    Na última semana da eleição presidencial, o quadro eleitoral segue indefinido, podendo se observar oscilações frenéticas das intenções de votos e a migração contínua de eleitores de um lado para outro.

    A liderança folgada da Presidente Dilma nas sondagens é a única situação consolidada. Caso consiga crescer entre 3% e 5%, pode inclusive vencer a eleição de cara no primeiro turno. Essa é uma possibilidade tangível na dinâmica dessa eleição.

    Caso aconteça segundo turno, será por escassa margem percentual e, ainda a essas alturas, é difícil saber qual candidatura Dilma enfrentaria. A se incrementar nos próximos dias o ritmo de uma tendência observada – queda de 3% de Marina e crescimento de 2% do Aécio a cada semana –, existe a probabilidade de Aécio retomar a segunda colocação.

    O que não garantiria, automaticamente, o segundo turno. Isso porque o potencial de votos oposicionistas não supera o teto de 45%, e a disputa entre Marina e Aécio é antropofágica; um tira do outro, e não expande os votos do conjunto da oposição.

    Além disso, a candidatura de Dilma aprumou. Na quadra final da campanha, a Presidente se beneficia de uma dinâmica virtuosa: melhora a percepção positiva do governo, a campanha acerta a mão na estratégia, os programas de TV têm altíssima qualidade e a convocação militante começa surtir efeito.

    Essa realidade replica favoravelmente nas eleições estaduais, beneficiando os candidatos do PT e dos partidos aliados, e melhora a perspectiva da eleição de deputados da base do governo, em especial da esquerda e do PT.

    A eleição não é um quadro estático. Nos dias que a antecedem, mudanças das intenções de votos são ainda mais frenéticas. A migração de votos é intensa de uma candidatura para outra. É o momento em que a cidadania fica mais vigilante e atenta à eleição e confronta as diferentes alternativas disponíveis. Por isso, o trabalho não sectário de convencimento, de esclarecimento, de despertar de consciência e de diálogo com cada cidadão e cada cidadã é fundamental.

    Esse é o melhor momento para o projeto de reeleição de Dilma e para a continuidade das mudanças que modernizam o Brasil. É difícil para a mídia oposicionista conseguir fabricar novos factoides e armar um jogo sujo para prejudicar a campanha da Dilma. A possibilidade de êxito eleitoral, nesse sentido, está inteiramente nas mãos da campanha da Dilma, se conseguir intensificar a mobilização popular com entusiasmo, animação e empenho.

    Essa eleição é a confrontação entre duas e tão somente duas opções: ou o Brasil segue concretizando as mudanças igualitárias e democráticas que o converteram em uma Nação potente e respeitada no mundo inteiro; ou retrocede ao tempo do desemprego, da desigualdade, da concentração de renda e da condição de país colonizado.

    É a confrontação entre duas e tão somente duas opções: ou o Brasil segue avançando com Dilma; ou retrocede com Marina e Aécio – simples assim. Nos dias finais da campanha, é fundamental que a paixão mobilizada nas ruas pela reeleição da Dilma esclareça pacientemente, humildemente e didaticamente a cidadania sobre o quê está em jogo.

    A vitória da Dilma no primeiro turno está ao alcance, e sua concretização depende do esforço decisivo até o próximo 05/10. Seria um grande feito vencer já a eleição. Caso isso não se concretize, todavia, esse esforço derradeiro servirá como patamar poderoso a partir do qual se confirmará no segundo turno a vitória estrondosa da igualdade, da justiça social, dos direitos, das mudanças e do futuro sobre a mistificação e o retrocesso.

     

     

  16. Luis Sifer

    29 de setembro de 2014 12:46 pm

    Se postar alguns dos

    Se postar alguns dos inúmeros(SIC) casos aqui, poderemos provar que em todos eles houve falha de comunicaçao.

    Aliás, Lula não é essa sumidade em comunicação, principalmente quando se trata de entrevistas coletivas, a não ser que seja com um seleto grupo de blogueiros amigos. Tanto é que durante seu governo evitou-as sempre.

    Se comunica muito bem em discursos ou em entrevistas dirigidas. 

    1. Ivan de Union

      29 de setembro de 2014 1:00 pm

      “Aliás, Lula não é essa

      “Aliás, Lula não é essa sumidade em comunicação”:

      Nao so em qualidade como em quantidade:  nenhum presidente do Brasil chegou perto de dar tantas entrevistas.

    2. Jorge Luis

      29 de setembro de 2014 1:06 pm

      http://osamigosdopresidentelu

      http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/04/a-folha-mente-lula-desmente-eu-estou.html

      http://altamiroborges.blogspot.com.br/2014/07/midia-distorce-fala-de-lula-para-jovens.html

      http://www.video.fitnesshealthbody.com/video/FZbDUfpQtJs/Trecho-entrevista-Lula-RTP-sobre-confian%C3%A7a-a-companheiros.html

      http://tijolaco.com.br/blog/?p=17463

      Só os casos mais recentes. Claro, se você acha que um “especialista” em comunicação poderia passar incólume por toda a má intenção escondida nas distorções e manipulações da mídia, tudo bem. É opinião sua e eu respeito. Mas sinceramente, acho que tal “especialista” não seria deste planeta.

      PS.: Se você me disser que outros políticos não tem suas declarações tão distorcidas na mídia quanto os do PT e que isso indica não a parcilidade e má intenção dessa mídia e sim a falta de habilidade de comunicação dos petistas, acho melhor rever os seus conceitos.

    3. Lu Cifer Sifu

      29 de setembro de 2014 4:57 pm

      Ou será que os entrevistadores é que fugiam da raia?

      Hehe, um cara que sofreu 8 anos (fora as décadas antes) de imensa barragem de artlharia pela míRdia monopólica, foi acusado de tudo, criaram factóides escandalescos e escândalos farsescos (êpa, nem sou poeta!), esconderam os sucessos e celebraram os problemas, chegou ao final de seu governo (onde geralmente o desgaste os piora) com índices recordes de aprovação…

      Ou o cara é muito fera

      Ou a míRdia é muuuuito medíocre.

      Esta mesma que vc vem currupaquear aqui…

      Tsk, tsl, tsk…

  17. Maria Luisa

    29 de setembro de 2014 1:09 pm

    Capachos

    Como ja dissemos aqui, a imprensa brasileira é de uma vira-latice que eu nunca vi na imprensa européia. São desonestos, são sabujos de tudo que seja estrangeiro e não têm dignidade alguma. Se pudessem, entregariam o governo federal nas mãos de americanos para nos governarem. E depois vêm com historias para cima do PT. Sempre o PT. Eles ? So querem o bem do povo, claro. 

     

  18. Jair Fonseca

    29 de setembro de 2014 1:19 pm

    Sem a participação do

    Sem a participação do professor Salem Nasser, que por milagre já esteve algumas vezes em discussões sobre o Oriente Médio no programa do Waak, nem comecei a ver este aí porque sabia que seria só para atacar Dilma. Nasser, com seu conhecimento, sua ponderação e posição firme de desmascaramento das posições dos Estados Unidos e de países europeus quanto ao Oriente Médio, seria o único a salvar isso aí.

  19. Franbeze

    29 de setembro de 2014 1:35 pm

    Isso tudo já está me

    deixando revoltado. O PIG é mais canalha do que eu pensava. Até quando vai isso tudo? A Dilma e o PT tem que pedir direito de resposta. Espero que num provável segundo mandato da Dilma, o Governo Federal comece a dá um basta nessa manipularão criminosa que o PIG faz 24 horas por dia. Se o Governo não fizer isso, o mesmo está cometendo crime porque o povo tem o direito de receber noticias verdadeiras.

     

     

  20. Waldomiro Pereira da Silva

    29 de setembro de 2014 1:40 pm

    O Willian não perdoa a Dilma

    O Willian não perdoa a Dilma por não ter ido ao seu programa ser achicalhada.

    Mas também, o que queria este Sr informante do governo americano?

     

  21. peregrino

    29 de setembro de 2014 1:55 pm

    é se esfregando no colo dos estados unidos…

    que estes canalhas atingem o orgasmo

    1. peregrino

      29 de setembro de 2014 1:59 pm

      sádicos até hoje…

      acorrentado$ pela obrigação de se esfregar e ainda chamam de imprensa livre

  22. Clever Mendes de Oliveira

    29 de setembro de 2014 5:14 pm

    Por ver só o final, fiquei com impressão diferente

     

    Weden,

    Muito bom este seu texto. Se não me engano você é jornalista. Eu não tenho grande apreço pelos jornalistas, mas parafraseando a frase do moleiro alemão: “ainda há jornalistas no Brasil”.

    E eu assistir só o final deste Globo News Painel de domingo, 28/09/2014 às 06:16, intitulado “É possível estabelecer conversas com os extremistas islâmicos?” conduzido pelo jornalista William Waack em que ele recebeu o embaixador Sérgio Amaral, o cientista político Gunther Rudzit e o também cientista político Guilherme Casarões.

    Nos programas de William Waack, o  grupo de convidados tem um viés sempre contrário ao governo. É pouco provável que se venha a assistir um programa na Globo onde esteja presente alguém realmente representando o governo. Só que no caso deste programa, em que eu só assisti somente o final, embora soubesse que pela origem nenhum dos três estavam representando o governo, eu fiquei com a impressão de maior racionalidade na argumentação, pois os três estavam combatendo o populismo que parecia ser a posição adotada pelo Barack Obama. Pelo que alguns disseram, anteriormente, o bombardeio americano do Estado Islâmico era defendido por apenas um terço da população. Após a decapitação o bombardeio passou a ser defendido por dois terços da população.

    Se o Pentágono quiser bombardear algum lugar no mundo, basta ele treinar um bando de lunáticos capazes de decapitar qualquer inocente para que o bombardeio seja liberado. E melhor ainda se os inocentes forem de certo modo inimigos do Pentágono.

    Sobre o Globo News Painel, às vezes o próprio Luis Nassif tenta salvar essas programações de William Waack usando como defesa a mera participação mais coerente de um ou outro convidado. É claro que o argumento lógico cabe em qualquer caso. Muitas vezes é difícil para um argumento guardar coerência em um contexto mais amplo, mas discutindo-o um ponto específico há sempre condições de se mostrar plausível o argumento como também o seu contrário. O problema é o ambiente tendencioso que se cria ao trazer um tema para discussão e se junta ao viés do tema a visão uniforme dos convidados sem a presença de uma visão contrária.

    Em junho eu me pus a assistir todo um programa do Globo News Painel para ver se nele havia razão para as palmas que Luis Nassif bateu para a intervenção de Sergio Fausto um dos convidados. No post “O que acontece quando se desinterdita o debate politico” de quarta-feira, 11/06/2014 às 06:00, aqui no blog de Luis Nassif ele trata do programa “Painel”, do William Waack (Globonews) cujo tema foi “Qual é o tipo de democracia que temos no Brasil”, de sábado, 07/06/2014 às 23:55 e que foi feito para discutir o decreto 8.243 de 23/05/2014 que regulamentou o Plano Nacional de Política Social, assinado pela presidente Dilma Rousseff. No Globo News Painel “Qual é o tipo de democracia que temos no Brasil”, o William Waack recebeu como convidados o cientista política Sérgio Fausto, diretor superintendente do Instituto Fernando Henrique Cardoso, Carlos Ari Sundfeld, professor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e o cientista político Rafael Cortez, da Tendências Consultoria (A empresa de Maílson da Nóbrega). O endereço do post “O que acontece quando se desinterdita o debate politico” é:

    https://jornalggn.com.br/noticia/o-que-acontece-quando-se-desinterdita-o-debate-politico

    A posição mais racional do Sérgio Fausto fica parecendo pelos elogios de Luis Nassif como sendo algo fora de série. Não a vi assim. O que acontece que o PSDB na origem era um partido de esquerda. Hoje os eleitores do PSDB são de direita, mas tanto a cúpula antiga do PSDB como os fílhos desta cúpula antiga são de esquerda. E o Sergio Fausto é filho de alguém da cúpula de esquerda do PSDB. Trouxe a discussão um pouco mais para o centro, mas não muito longe lá da direita onde o William Waack a havia jogado.

    Não assistir a todo o programa do Globo News Painel deste domingo, 28/09/2014 às 06:16, intitulado “É possível estabelecer conversas com os extremistas islâmicos?”, mas imagino que não deve ter sido fácil conviver durante uma hora com o tipo de distorção que a Globo vem fazendo na maior desfaçatez. De todo modo, o seu trabalho de levantamento sobre o episódio envolvendo a fala da presidenta Dilma Rousseff e a repercussão da fala dela aqui no Brasil vale bem o post que Luis Nassif acabou dando para o seu comentário.

    Quanto ao programa, como eu disse, eu vi apenas o final dele. Quando vi o final do programa e eles estavam acusando o mundo desenvolvido de se igualar com o populismo do mundo em desenvolvimento. Eu concordei com eles, mas via aquela posição como a manifestação de uma elite em oposição à vontade popular. Eles só chamam de populismo aquilo que uma pessoa masi esclarecida não considera como válida. Eu pensei em fazer o contraponto e dizer que o maior exemplo de populismo, no qual a elite também se amarra, é a transformação da inflação em inimigo público número 1 da população. Sem dúvida que a população não gosta da inflação, mas é com ela que os governos resolvem muitos problemas da população. E quando a elite defende um Banco Central independente ela de certo modo comporta como se ela fosse populista no sentido ruim do termo por defender algo que requer a falta de conhecimento sobre a inflação nos seus defeitos e sua s qualidades (Ou externalidades positivas).

    O populismo no sentido de demagogia depende unicamente da falta de esclarecimento. Uma parte da falta de esclarecimento decorre das nossas (mundiais) universidades serem incapaz de dar uma visão mais crítica da realidade aos que recebem o diploma de curso superior. E outra parte importante do desconhecimento é fruto da incapacidade da mídia em se prestar a informar em base fundamentada. E dai o único resultado que se tem são esses arremedos de programas. E o pior que eles tem bom público, principalmente no meio da elite.

    Aliás a elite tem uma capacidade de esconder os seus defeitos. Não se fala nunca que George Walker Bush, o filho, invadiu o Iraque apenas para se reeleger presidente dos Estados Unidos. Se a população americana fosse suficiente esclarecida para não eleger nenhum candidato que invadisse um país mais fraco para mostrar potência e poder em uma demonstração de barbárie, George Walker Bush não teria invadido o Iraque. Ai arrumam um tanto de desculpas para a invasão (Os Estados Unidos estavam a procura de petróleo, queriam levar para o Oriente Médio a democracia, etc). São desculpas falsas que normalmente salvam a elite do comprometimento com a invasão, uma vez que a própria elite faz questão de divulgar os pretextos quando eles são falsos ou fracos, até porque fracos eles não tem muita condições de sobreviver.

    Clever Mendes de Oliveira

    BH, 29/09/2014

  23. altamiro souza

    29 de setembro de 2014 5:46 pm

    zero hora, globo, essa grande

    zero hora, globo, essa grande mídia dita golpista,

    quer a guerra,

    porque obviamente pelo jeito

    representam  os interese armamentistas

    dos estados unidos.

    esses caras talvez abominem “imgine” de john lennon.

    e talvez fossem  os segundos ou

    terceiros a alvejarem lennon novamente,

    para defenderem seus espúrios

    e estúpidos  interesses anti-humanitários.

    trogloditas.

  24. wendel

    29 de setembro de 2014 8:15 pm

    Ainda bem………………..

    Ainda bem que hoje temos a internet para contrapor a estes manipulddores imbecis!!!!!!!!!!!!!!!

    Os que a eles dão crédito, que façam um bom proveito!!!!!!!!!!!!!!!!

    E tem mais, ficar se surpreendendo pelo que publicam, divulgam a mídia golpista (PIG), é chover no molhado, pois desde o governo Lula, sempre fizeram isto!

    E vão continuar fazendo, caso a Dilma se eleja, e vai se eleger tenho certeza, e não tomar alguma atitude quanto a aplicar o que consta na CF, ou seja, democratizar os meios de comunicação!

    Já há muito está passando do tempo, e chega uma hora em que nós nos sentimos cansados de defendê-los aquí na Rede, e não vermos por parte dos governos do PT, nenhuma atitude!!!!! 

  25. luis bras dos santos

    29 de setembro de 2014 8:30 pm

    DECLARAÇÃO EM FAVOR DA PAZ NA ONU POR DILMA

     Dilma fala de paz, de manter canais de diálogo, para que inocentes não paguem com a vida e o tormento das guerras que nada acrescentam a não ser mais destruição.

    A mídia distorce e  utiliza-se do discurso para inferir maldades onde não tem, apoios de Dilma onde não há, manipulam a verdade sem condições de defesa de quem é atacada.

  26. Guigo Barros

    29 de setembro de 2014 8:39 pm

    William Waack?

    Muito “querido” entre os FEBianos por seu livreco ofensivo aos nossos pracinhas. Muitos já morreram, mas estão aí filhos, sobrinhos, netos, etc, ainda querendo uma retratação pelas barbaridades escritas por este senhor. Até o patrão dele, General Vernon Walters, ficou revoltado.

    Em suma: um bizarro!

  27. Felipe José Lindoso

    30 de setembro de 2014 4:46 pm

    Manchetes e notícias

    A manipulação ocorre principalmente na manchete, que geras os comentários e se auto-alimenta.

    Principalmente porque as pessoas tem simplesmente preguiça de lerr a notícia inteira.

    Veja: http://www.zagaia.blog.br/?p=150

     

    Felipe

  28. dete

    30 de setembro de 2014 4:48 pm

    Dilma, falou, sim, que preferia o diálogo.

    Essa análise do Weden também é desonesta. A fala de Dilma que mais causou repercussão foi feita a jornalistas, em nova york, antes do discurso na Assembleia Geral. A presidente falou, sim, que preferiria um diálogo. O Weden deveria ter colocado essa declacao abaixo no post. 

    “Os EUA começaram os ataques aéreos na Síria [para combater o Estado Islâmico], qual a posição do governo?”

    Resposta da Presidente: “Eu lamento enormemente isso. O Brasil sempre vai acreditar que a melhor forma é o diálogo, é o acordo e a intermediação da ONU. Eu não acho que nós podemos deixar de considerar uma questão – nos últimos tempos, todos os grandes conflitos que se armaram tiveram uma consequência: perda de vidas humanas dos dois lados. Agressões sem sustentação, aparentemente, podem dar ganhos imediatos, mas depois causam enormes prejuízos e turbulências. É o caso, por exemplo, do Iraque. Tá lá, provadinho, no caso do Iraque. Na Líbia, a consequência da Líbia no Sahel. Eu acredito a mesma coisa a Faixa de Gaza. Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados e não acreditamos que seja eficaz. Além disso, não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. Acha, inclusive, que o Conselho de Segurança das Nações Unidas tem de ter maior representatividade para impedir essa paralisia do Conselho diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo”

     

    http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/154468/Dilma-diz-que-Brasil-repudia-ataques-a%C3%A9reos-na-S%C3%ADria.htm

  29. Anna Paula Dutra

    1 de outubro de 2014 5:42 pm

    Quanto maior o saber, maior a

    Quanto maior o saber, maior a reponsabilidade.  No entanto, o Saber não isenta, não redime, não é salvo-conduto. Se usado irresponsavelmente, é simplesmente, e dramaticamente, isto: conhecimento a serviço de agendas próprias e interesses particulares. Infelizmente, há jornalistas que, há muitos anos, por suas histórias pessoais, pareciam estar construindo carreiras admiráveis, mas no meio do caminho foram capturados por outros interesses e simplesmente desviaram-se do caminho natural, servindo a causas em detrimento da apuração e divulgação justa – isenta – dos fatos.  Apesar dos programas de alto nível e conteúdo, os projetos que os justificam e sustentam não são aqueles em que acredito. Um desperdício de conhecimento e talento e um desserviço à nossa sociedade, que precisa do conhecimento que eles tem a compartilhar para construção da cidadania e que acaba iludida, manipulada pelo poder de alcance da grande mídia.

  30. Alberto Cunha

    6 de outubro de 2014 3:55 pm

    Nunca os bancos lucraram

    Nunca os bancos lucraram tanto. E o Governo agora ampliou o prazo do empréstimo consignado dos servidores de 60 para 96 meses. O PT tomou uísque, gostou, e agora só quer tomar aqueles mais caros. Esqueceu da cachaça. 

    E entregar o pré-sal ou não para os americanos, tanto faz. As ideologias morreram, só sobrevivem ainda na cabeça dos sonháticos utópicos do reino do país das maravilhas. O que vale é o pragmatismo. A gasolina vai continuar sendo uma das mais caras do mundo. Ponto. 

    O PT está pagando o preço de ter dado às costas a quem sempre o apoiou. Incluo aí grande parte do funcionalismo público. O PT faz acordos e depois não cumpre. Está sucateando órgãos essenciais como PF e RFB. Ficar encastelado no castelo do poder possui um custo muito alto.

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