Jornal GGN – O diagnóstico do primeiro caso de coronavírus na América do Sul, aliado à convocação de manifestações contra o Congresso pelo presidente Jair Bolsonaro, levaram a bolsa brasileira a começar as operações em forte queda nesta Quarta-Feira de Cinzas.
Às 13h56, o Ibovespa (índice da Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo) operava em queda de 5,21%, aos 107.763 pontos, com um volume negociado de R$ 6,072 bilhões.
Todos os papéis que compõem o índice oficial operam em queda, tanto que o papel com maior valorização até o momento é o da Cielo (CIEL3), que registra perdas de 0,71%. Entre as maiores baixas, aparecem as ações da Azul (AZUL4, com -10,10%) e CSN (CSNA3, com -7,84%). Já a cotação do dólar comercial opera em alta de 0,79%, a R$ 4,428.
No exterior, as notícias sobre o coronavírus levam os índices dos principais mercados globais a operarem em queda. Um exemplo disso pode ser visto no Dow Jones, um dos índices de referência do mercado norte-americano, que subiu 300 pontos logo no começo do dia após as notícias sobre a disseminação do vírus na Itália, Irã e Coreia do Sul.
Além do impacto de tal surto sobre as economias, no Brasil os agentes acompanham as notícias em torno da movimentação política: o presidente Jair Bolsonaro confirmou o envio de mensagens pedindo por manifestações contra o Congresso e a favor de seu governo no próximo dia 15 de março.
Carlos Elisio
26 de fevereiro de 2020 5:41 pmO maior virus é esta ameba que ora governa o país.
E os safados já se movimentam para maquiar resultados..
https://www.jb.com.br/economia/2020/02/1022481-maior-corretora-do-pais-fica-fora-do-ar-em-dia-que-bolsa-cai-mais-de-5.html
Se fosse na época da Dilma, se ela tuitasse merdas como faz o atual, a corretora iria funcionar até que houvesse uma queda recorde. E tudo seria culpa da presidente Dilma, sendo ignorado qualquer outra fonte de problemas..