22 de maio de 2026

Luis Roberto Barroso precisa dar exemplo de transparência, por Luis Nassif

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O Ministro Luís Roberto Barroso cobra por suas palestras. Ele entrou no lucrativo mercado de palestras remuneradas quando passou a expor sua face privativista selvagem e a defender PEC do Teto, reforma trabalhista, tendo como guru Flávio Rocha, da Riachuelo.

Faz parte do jogo de cooptação. Este ano recebi três sondagens de palestras de associações empresariais, para falar sobre reforma trabalhista. Quando expliquei que era contra a maneira como a reforma foi implementada e contra muitos itens, não interessou mais.

Barroso alegou que parte das palestras é feita de graça ou o cachê doado para instituições beneficentes. Corresponde ao bebedor que joga fora um gole de cachaça para o santo.

Ao mesmo tempo, depois que se tornou Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal)  ocorreu um crescimento sem precedentes em seu escritório de advocacia, do qual ele se afastou formalmente mas continua sendo o grande mentor. Já são mais de 250 advogados.

Barroso sempre foi um defensor da constituição renovada. Isto é, de reformas na Constituição que poderiam atropelar o que foi votado, com o STF adivinhando as mudanças ocorridas na sociedade e se tornando seu intérprete – uma tunga evidente no voto popular.

Em cima dessas flexibilizações, tornou-se conhecido advogando pro bono (sem receber) teses humanistas, enquanto seu escritório ganhava rios de dinheiro preparando anteprojetos de lei encomendados por empresas, que depois empurravam para deputados cooptados.

As empresas pagavam o escritório com caixa 1 e os deputados com caixa 2. Entre os maiores clientes desse produto do escritório Barroso estava a Odebrecht. Quando Barroso passou a denunciar a promiscuidade entre empresas e parlamentares, seus clientes se surpreenderam com o grau de hipocrisia das catilinárias.

Em nome da transparência, solicita-se ao Ministro que, espontaneamente informe:

1. Quais empresas o contrataram e por qual valor.

2. Quais os anteprojetos encomendados ao seu escritório que se referem aos mesmos temas apregoados por Barroso nas sucessivas palestras e entrevistas concedidas.

 

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.
luis.nassif@gmail.com

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26 Comentários
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  1. paulmoura

    19 de dezembro de 2017 3:32 pm

    meu deus

    apesar de ateu só rogando a um ser do além para não descrer totalmente no ser humano.

  2. Edivaldo Dias Oliveira

    19 de dezembro de 2017 3:37 pm

    Como é que conseguimos nomear
    Como é que conseguimos nomear pessoas desse quilate para o supremo.
    O cara advoga(va) para a rede Globo e isso por si só deveria servir de motivo para desabona-lo.

    Ou será que a Dilma e sua equipe quis fazer um agrado aos Marinho, para ver se deixava de apanhar?

    Como administramos mal esse setor de nomeacoes para o poder judiciário.So indicamos algozes.

  3. Luiz Claudio de Assis Pereira

    19 de dezembro de 2017 3:44 pm

    Nassif, seja coerente, por favor!

    Será que você pode se dizer um jornalista, realmente, independente?

    Então, por que parou de falar sobre a atuação política da Maçonaria?

    Está com medo de perder os contratos que tem com patrocinadores?

    1. naldo

      19 de dezembro de 2017 3:56 pm

      A turma da lojinha está em

      A turma da lojinha está em todas, 

       

      a “benemerência” come solta………

    2. walter araujo

      19 de dezembro de 2017 4:26 pm

      Prezado: Voce faz uma

      Prezado: Voce faz uma acusação mequetrefe.

      Não como jornalista que voce certamente não é,

      mas como homem  deveria nominar aquí

      quais os patrocinadores de Nassif que são maçons

      ou parar de uma vez com essa malediscência pueril

      e inconsequente.

      1. LCAP

        20 de dezembro de 2017 1:17 pm

        Viu como as coisas funcionam nesse país?

        Meu caro Walter, você acabou de ver como as coisas funcionam nesse país. Não adianta você querer se manifestar criticamente. Não importa se você é de direita ou de esquerda. O “sistema” ocupou todos os espaços na política, nos três poderes constituídos, e principalmente na mídia. Essa é a triste e assustadora realidade em que vivemos. Elementar, meu caro Walter, elementar.

    3. luisnassif

      19 de dezembro de 2017 6:06 pm

      Prezado,achava que você era

      Prezado,

      achava que você era apenas um chato de galocha obsessivo. Vejo que é mais: é leviano. Cometi a besteira de abrir espaço para três artigos seus e criei um monstro. Vá baixar em outra freguesia com seu samba de uma nota só.

      Pareei de atender seus telefonemas porque você é insuportavelmente chato,,

      1. APK

        20 de dezembro de 2017 12:30 pm

        Apesar de insuportavelmente chato …

        Nassif, concordo, plenamente, contigo. Esse cara é um chato de galocha. Tenho acompanhado, aqui no GGN, toda a campanha que ele promoveu contra a maçonaria, mas não me manifestei, pois não consegui formar uma opinião a respeito do assunto. Será que você poderia, resumidamente, dizer o que achou de tudo o que ele escreveu? Obrigada.

  4. Fernando J.

    19 de dezembro de 2017 3:52 pm

    Um ministro-palestrante customizado

    “…quando passou a expor sua face privativista selvagem e a defender PEC do Teto, reforma trabalhista, tendo como guru Flávio Rocha, da Riachuelo.”

    Barroso só customizou suas palestras à demanda dos pagadores. O que vocês querem ouvir? eu falo. Customizou honra, dignidade, honestidade, ética, caráter, enfim vergonha na cara.

  5. Severino Fernandes

    19 de dezembro de 2017 4:01 pm

    Fico a pensar de onde o PT

    Fico a pensar de onde o PT tirou tanta gente ruim, canalha e oportunista para compor esse STF (sic)? Dá nojo!

    1. Lionel Rupaud

      20 de dezembro de 2017 1:09 pm

      Tirou do judiciário brasileiro que é

      retrogrado, cínico, preguiçoso, corrupto.

      Muito poucos não o são, e são estigmatizados.

  6. Wilton Santos

    19 de dezembro de 2017 4:35 pm

    É preciso reconhecer que os governos Lula e Dilma cometeram muit

    É preciso reconhecer que os governos Lula e Dilma cometeram muitos erros nas nomeações para ministros do STF. Caso o Lula venha a ser eleito presidente novamente é fundamental usar a ABIN para vasculhar a vida pregressa dos candidatos a ministros. A última coisa que o próximo presidente não pode, em hipótese alguma, é confiar nas indicações de figuras como José Eduardo Cardoso que utilizou informações de orelhada para sugerir nomes de ministros.

    Um país com a dimensão e a importância do Brasil não pode estar à mercê de amadorismos como as ocorridas com as nomeações dos ministros do STF. Esses tipos de informações comprometedoras sobre o Luís Roberto Barroso deveriam constar de um dossiê elaborado pela ABIN na época da sua nomeação. É para isso que servem os serviços de inteligência do Estado. 

  7. jose adailton v ribeiro

    19 de dezembro de 2017 4:44 pm

    Tá na lei?
    A lei permite que um advogado divulgue os nomes dos clientes e os respectivos pró-labore recebidos?

    1. Arima

      19 de dezembro de 2017 10:55 pm

      Se não é proibido, permitido é

      Oras meu caro, apesar de advogado, o sr. Luís Barroso exrerce o cargo de juiz na mais alta corte do país.

      Nesta posição, por força de lei, é proibido que advogue.

      Logo, se advogou durante o exercício, deve ser impedido do exercício do cargo de juiz e colocar suas sentenças sob perspectiva de revisão ou nulidade, caso haja tomado quaisquer decisões que favoreceram seus clientes que, sim, precisariam ser revelados. 

      Por fim, “não basta à mulher de César ser honesta, é preciso parecer honesta”. O senhor Luís Barroso não parece honesto. Ao aceitar dinheiro para palestrar, ao manter escritório ainda que “afastado”, tudo isto é postura incompatível com a lisura, transparência, imparcialidade que se espera de um juiz.

      Logo, não entendo o cinismo da sua colocação.

  8. Raimundo Boaventura

    19 de dezembro de 2017 5:05 pm

    A face oculta de Barroso.
    Eu, assim como milhares de brasileiros, ficamos felizes com a nomeação de Barroso. Refiro ao Barroso vendido ao público, não o Barroso alienado ao capital e encantado pelas luzes.
    Um exemplo de como a propaganda escamoteia o produto, vendendo canalhas por cidadão de bem.
    E, mais triste ainda, constatar que tal situação é regra. Não há, um ministro sequer, que suporte uma avaliação mais detalhada. Seus desejos, amores e pendores, fariam Nicolau Maquiavel ruborizar-se.

  9. jose antonio santos

    19 de dezembro de 2017 6:04 pm

    Palestras

    Assisti a muitas palestras durante minha vida profissional. Vi algumas mais em videos ou audio.

    A maioria são ruins, superficiais e pretensamente intelegentes e reveladoras. 

    Sempre saia com a impressão que eles falam o que os patrocinadores querem que falem. E pouco me acrescentavam.

     Voces acham que os banqueiros e demais contratem alguem que questionem os seus pontos de vista?

    Pessoas que remam contra a corente como Nassif, PHA, Aragão e muito outros não têm a menor chance.

     

     

  10. Eduardo Outro

    19 de dezembro de 2017 6:07 pm

    “Corresponde ao bebedor que

    “Corresponde ao bebedor que joga fora um gole de cachaça para o santo”. O Nassif deve ser abstêmio, parece desconhecer que essa atitude é própria de pessoa sábia, solidária, que compartilha com o verdadeiro Santo, não o da empreiteira, suas pobres posses investidas num precioso líquido. 

    Dois bebedores inveterados fizeram uma promessa diante do garção conhecido de que quando um partisse o outro beberia por ambos. E isso ocorreu após um ir-se. Até que um dia, parece que coincidindo com sua nomeação para um cargo na associação do bairro, pediu dose só para um, provocando estranheza no garção avalista da promessa. “É que EU parei de beber”, explicou-se. Não precisava, por si só se explica. 

  11. Charles Cuimbra

    19 de dezembro de 2017 6:29 pm

    CELSO DE MELLO – SARNEYMARCO
    CELSO DE MELLO – SARNEYMARCO AURÉLIO MELLO – COLLORGILMAR MENDES – FHCRICARDO LEWANDOWSKI – LULACÁRMEN LÚCIA – LULADIAS TOFFOLI – LULALUIZ FUX – DILMAROSA WEBER – DILMAROBERTO BARROSO – DILMAEDSON FACHIN – DILMAALEXANDRE DE MORAES – TEMER Fux e Barroso são indicações da Dilma. O que comprova que mediocridade atrai mediocridade. Agora, a nomeação de Cármen Lúcia por Lula é um dos maiores mistérios da humanidade. 

     

    1. Mário Mendonça

      20 de dezembro de 2017 11:49 am

      Prezado Charles
      Bom

      Prezado Charles

      Bom dia

      Carmen Lucia é um mimo de Aécio a Lula,  que tinha um certo carinho pelo governador mineiro / carioca !!!

      Abração

       

  12. C.Poivre

    19 de dezembro de 2017 9:11 pm

    “Ministro” com escritório de advocacia?

    Não sabia que um advogado alçado à judicatura pudesse manter um escritório de advocacia simultanemente. É o fim da picada em termos de ética!

  13. layla

    20 de dezembro de 2017 1:35 am

    liquidaram o supremo

    Um tribunal não sobrevive ao quadro teratogênico em que se envolveu o supremo. E não há linha de jurisprudência que absorva uma produção teratológica continuada inalcançável por correição. A mera cogitação de um nome para vaga no stf atualmente já seria suficiente para infirmar a credibilidade de qualquer jurista. A posse encerra a carreira jurídica. A próxima corte constitucional há de preferir uma tenda cigana para evitar contágio. Órgãos da União subverteram a prestação jurisdicional e em alguns anos comprometeram irrecuperavelmente o Poder Judiciário brasileiro.

  14. Eduardo Ramos

    20 de dezembro de 2017 2:41 am

    a tragédia dos que trocam o que tem valor pelas efemeridades

    O sujeito tem tudo da vida (inclusive seu esforço, que deve ser reconhecido como um dos fatores…) para chegar a um ponto raro da existência: a possibilidade de imortalizar seu nome e encher de orgulho seus descendentes, realizando ações dignas, efetivas, transformadoras de seu país.  O ministro Barroso se insere nesse “poderia ter sido…”.

    Tem conhecimento jurídico de sobra, é articulado e uma forma de se comunicar muito calma, que seduz as pessoas.  O “conjunto da obra” lhe foi e é favorável em relação às pessoas medianas.  Mas como tantos outros, optou nos momentos mais cruciais de sua vida, aqueles que se tornam “os divisores de água”, que definem de modo irreversível o que seremos, pela COVARDIA DO SER.  É a opção que resta aos que renunciam ao único caminho que pode trazer glória verdadeira à vida: abraçar a verdade, a justiça, como um chão do qual não nos afastamos, CUSTE O QUE CUSTAR.

    Na vida pública, num país corrompido, raso, conservador e reacionário como o Brasil, requer caráter determinado e coragem! Aquela fibra moral de quem se incomoda com a miséria, a injustiça, as indignidades de vida do povo, os privilégios, a concentração de renda perversa, as ideologias farsescas vendidas pela grande mídia.  Pessoas que tiveram TUDO para abraçar esse caminho, fizeram justamente o oposto: Fernando Henrique Cardoso, Roberto Freire, Cristóvão Buarque, enganam-se os que pensam que “era um destino certo se tornarem os velhacos cínicos e medíocres que se tornaram”.   Esses homens tiveram momentos diferentes em seu passado, expuseram ideias, participaram de causas absurdamente diferentes dos homens que vieram a ser com o passar do tempo.  Venderam o melhor de suas almas, seduzidos pelas fraquezas mais comuns nos homens de baixo caráter: o medo e a vaidade!

    Lembro que em uma oportunidade Roberto Jefferson fez um discurso tão sincero e honesto no Congresso, tão absurdamente genial, provando de maneira IRREFUTÁVEL que era totalmente possível sermos um país rico, solidário, com distribuição de renda, justiça, saúde, etc. etc., que alguns deputados e senadores atônitos lhe perguntaram: “esse seu discurso é histórico, poucas vezes ouvimos algo tão brilhante… Porque o senhor não se tornou ESSE congressista, porque não lutou por esses ideais?” – E, meio envergonhado, ele saiu pela tangente, porque é óbvio que a resposta honesta seria: “porque eu ESCOLHI esse caminho, o do poder, da grana, da corrupção, do cinismo…..”

    Tendemos ao erro primário de olhar o homem no tempo presente, achando de certo modo que “ele sempre foi assim, tinha que dar nisso….” – por exemplo, se vemos um velho indigente nas ruas, bêbado, largado, um futuro morto a ser enterrado numa cova pública qualquer.  Esquecemos que um dia um homem normal habitou aquela decadência ambulante. Sempre há o primeiro passo, o primeiro desvio de rota, a primeira noite na rua, até que “o hábito veste e domina o monge”.

    Barroso, FHC, Roberto Freire e assemelhados são como esse indigente de rua.  Um dia tiveram um passado, potencialidades, possibilidades de grandeza nacional genuína, digna…..   Optaram pelos holofotes da Globo, os tapinhas nas costas das elites sociais, o dinheiro, pela CONFORMAÇÃO de suas potencialidades ao que o sistema do poder vigente esperava deles. Entre o povo e suas necessidades dramáticas, a verdade, o justo, o digno, e o caminho fácil de se deixar levar pelos medos, as covardias e as vaidades narcísicas das recompensas imediatas, escolheram o que Mefistófeles lhes ofereceu.

    Poucos têm a grandeza de um Lula, um Darcy Ribeiro, um Brizola, um Mário Covas, uma Dilma,  que jamais transigiriam com alguns de seus objetivos políticos-sociais, transformados em razão de suas vidas.

    O pior tipo de indigência é esta: o homem que tendo o potencial de fazer diferença em sua vida e avida da sociedade em que vive, perde-se de si mesmo, tornando-se um pária, uma caricatura farsesca, um nada……

    O ministro Barroso é só mais um que fez essa escolha.

     

     

    1. Paulo de Souza Castro

      20 de dezembro de 2017 3:23 am

      Eduardo uma só palavra,

      Eduardo uma só palavra, parabens!

      Destes exemplos da elite e de um simples homem que caiu na indigência. Nem sempre foram assim, a indigência de uns, na e pela riqueza material, é maior. Estes que podem muito fazer e sucumbem, merecem maior repúdio.

    2. Rafael Mendes de Almeida

      20 de dezembro de 2017 10:00 am

      Excelente Texto.
      Excelente texto, melhor que o da matéria, parabéns!

    3. Eduardo Outro

      20 de dezembro de 2017 10:35 am

      Primeiramente, clap clap clap

      Primeiramente, clap clap clap !  Lembrei-me de uma cena antológica do filme Amadeus, roteiro livre de Peter Shaffer. Mozart, prostrado e chorando diante do Imperador que lhe cortava a bolsa para compor, devido suas irresponsabilidades, suplica: “Eu sou uma pessoa desprezível mas minha música é boa. Puna a mim. Com a suspensão da ajuda a minha obra é que está sendo punida” (Não está literal, é o que minha memória guarda).  Parece que essas pessoas citadas são o contrário, pelo menos em alguma fase da vida foram melhores que suas obras, pelas quais serão lembrados. Cairão frente ao poder invencível da História.

    4. Neotupi

      20 de dezembro de 2017 12:38 pm

      Cortesãs(sões) depois que experimentam o champagne …

      Me lembrou uma personagem cafetina da Fernanda Montenegro, aliciando uma bela jovem (personagem de Letícia Sabatela) para a prostituição, no tempo que ainda era possível assistir tv. Quanto uma amiga comenta com ela sobre as idas e vindas da jovem iniciante na profissão, com medo do namorado pobre por quem era apaixonada descobrir, a cafetina diz do alto de sua experiência:

      – Depois que provou o champagne, ela não voltará atrás.

       

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