Jornal GGN – Estudo divulgado recentemente em revista científica norte-americana aponta que o remdesivir demonstrou-se benéfico no tratamento de pacientes com coronavírus em estado grave.
O remdesivir conseguiu reduzir o tempo de internação em 4 dias, também reduziu a taxa de mortalidade de 11,6% para 8%, e não reportou efeitos colaterais prejudiciais.
O Reino Unido já anunciou que vai distribuir o medicamento na rede pública de saúde. Os Estados Unidos também investem em pesquisa e produção da droga.
Enquanto isso, Jair Bolsonaro insiste em ampliar o uso de cloroquina para os brasileiros com sintomas leves de covid-19, mesmo com pesquisas iniciais mostrando que não há eficácia no tratamento para coronavírus. Ao contrário disso, as arritmias cardíacas provocadas pelo medicamento podem ser fatais.
O remdesivir era produzido exclusivamente pela empresa Gilead, dos Estados Unidos, que abriu mão da patente “para que ele pudesse ser distribuído em 127 países por meio de cinco empresas sediadas na Índia e no Paquistão. O Brasil não consta na lista de países”, informou o site Nexo.
Aarecno
28 de maio de 2020 7:21 pmMais promissor?
“Infelizmente, nosso estudo mostrou que, embora seguro e bem tolerado, o Remdesivir não mostrou nenhum benefício significativo comparado ao placebo”, comentou o principal autor do estudo, o professor Bin Cao, citado em um Comunicado de imprensa da Lancet.
https://www.thelancet.com/journals/lancet/article/PIIS0140-6736(20)31022-9/fulltext
Paulo F.
29 de maio de 2020 10:32 amPromissor para quem ?
Só se for para a Gilead!