4 de junho de 2026

Minorias violentas marcam presença em protestos contra a Copa

Manifestações contra a Copa mostram minorias violentas

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Esta quinta-feira (15) foi marcada por manifestações em todas as cidades-sede da Copa do Mundo. Na maioria dos casos quem saiu às ruas para gritar “não vai ter copa” tentou pegar carona em passeatas sindicais e os trabalhadores se recusaram a compactuar com os oportunistas. Apesar do apelo na internet, a bandeira contra o Mundial não teve a adesão esperada. Brasília não reuniu mais de 100 manifestantes e em Recife cerca de 300 promoveram o caos com arrastões e incêndios.

Em São Paulo 54 pessoas foram presas por depredação

Em São Paulo 54 pessoas foram presas por depredação

Na capital paulista, por exemplo, os professores já estão mobilizados desde o dia 23 de abril, eles exigem, entre outas pautas, aumento do piso salarial e melhores condições de trabalho. Os manifestantes do 15M – Dia Internacional de Lutas Contra a Copa tentaram aproveitar a mobilização. Isso aconteceu também em outras cidades onde diversas categorias já estão em luta há tempos por direitos trabalhistas.

No Rio de Janeiro havia manifestação de professores e dos rodoviários, estes fizeram questão de deixar claro suas pautas, muito longe de estarem relacionadas à Copa do Mundo. Os manifestantes do “não vai ter Copa” não somavam mais de 600.

Recife foi, de longe, o caso mais grave. Enquanto a Polícia Militar e os bombeiros faziam greve, os manifestantes contra a Copa aproveitaram para promover o clima de caos na capital pernambucana. A cidade foi saqueada e incendiada por pequenos grupos. Aulas em escolas e universidades foram suspensas devido ao clima de insegurança. 

No interior houve arrastões, lojas foram assaltadas, coletivos depredados, ônibus incendiados. Cerca de 300 pessoas participaram destas ações criminosas. Um grupo de pessoas fez uma espécie de “pedágio” na BR-101 e dezenas de motoristas foram assaltados. 

Em Brasília, os cerca de 100 integrantes do Comitê Popular da Copa saíram da Rodoviária do Plano Piloto, no centro, em direção ao Estádio Nacional Mané Garrincha. Neste caso os atos foram pacíficos. 

Em Belo Horizonte, o protesto contra a Copa reuniu cerca de mil pessoas. Além e criticar a realização do Mundial eles pediam transporte público de qualidade e desmilitarização da PM. Já em Salvador, a forte chuva espantou quem pretendia protestar.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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6 Comentários
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  1. Aracy_

    17 de maio de 2014 12:32 pm

    Desaparecida

    Por falar em protestos, cadê a musa Sininho? O PIG usou e descartou?

  2. Márico Resende dos Santos

    17 de maio de 2014 12:38 pm

    A Globo quer fatura de qualquer jeito

    A Globo fatura com o Vai Ter Copa ao encher os bolsos como transmissora do evento

    E também com o Não Vai Ter Copa para dar uma forcinha a Aécio Neves

  3. Hamilton

    17 de maio de 2014 2:30 pm

    Até uma pedra sabe

    que os radicais irão se aproveitar de qualquer protesto.

    Portanto, os primeiros oportunistas desta história são os policiais militares da Bahia, os de Pernambuco, os professores de São Paulo e qualquer outra categoria que esteja se aproveitando dos holofotes da Copa e, colateralmente, alimentando os protofascistas.

     

  4. Cristiana Castro

    17 de maio de 2014 7:42 pm

    Agora deviam somar os

    Agora deviam somar os prejuízos das quebradeiras desde junho do ano passado e ver o qto deixou, aqui sim, de ser investido em hospitais, escolas, etc… Somem aí todo o prejuízo que os ” revolucionários” de TV, deram ao contribuinte. Não quer Copa, não assista. Somos 200 milhões; um grupo minoritário quer obrigar o país a seguir sua pauta e ainda quer chamar isso de aprofundar a democracia. Ora, vão aprofundar a democracia na casa do… Joaquim Barbosa! 

    1. João Maria Fernandes de Sousa

      18 de maio de 2014 2:05 am

      Zilhões de estrelas pra teu

      Zilhões de estrelas pra teu comentário Cristiana.

  5. Maria Carvalho

    18 de maio de 2014 2:41 am

    Nem queria mais comentar sobre

    esse assunto.

    Fico indignada com essa “manada de bobos inoperantes”.

    Poxa, será que não entendem, não querem entender ou estão ganhando algum “dindin” para fazer essas manifestações?

    A hora de protestar já passou, foi durante o período de escolha do país para sediar o evento!

    Será que, àquela época,  “esses” não pensaram que seriam dispendidos “reais demais” para a construção da estrutura do evento?

    O que temos que fazer agora é receber bem aqueles que aqui chegarão, com a “brasilidade de sempre”, de antes!

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