4 de junho de 2026

No leste europeu, 51% da população considera que desintegração do bloco soviético foi ruim

Sugerido por Marcos Chiapas

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Do RT

Corazones ‘rojos’: La mayoría de los ciudadanos exsoviéticos añora la URSS

Transcurridas dos décadas del derrumbe de la Unión Soviética, la mayoría de los ciudadanos de las ex repúblicas de la antigua URSS consideran que este cambio geopolítico fue negativo para sus países.

Una encuesta realizada por Gallup en 11 repúblicas postsoviéticas planteó a 1.000 participantes la pregunta de si consideran que la desintegración de la URSS, ocurrida hace 22 años, ha dañado o benificiado a la población de los nuevos países independientes surgidos de aquel colapso. 

Aproximadamente un 51% de los encuestados, sobre todo en Armenia, Rusia y Ucrania, considera que la desintegración del bloque comunista no ha resultado beneficiosa, desencadenando violencia y conflictos étnicos en el espacio postsoviético, mientras que un 24% valora la desintegración de la Unión Soviética como algo positivo. En lo que se refiere a Rusia, un 55% cree que este cambio geopolítico dañó a su país y sólo un 19% de los rusos cree que el colapso de la URSS mejoró su estilo de vida. 
El estudio revela que las personas mayores de 30 años son más propensas a sentir nostalgia por el pasado soviético y a creer que el derrumbe de la URSS perjudicó a sus países, mientras que los jóvenes sin recuerdos del pasado soviético suelen percibir su situación actual con más optimismo.

Según la información estadística, un 33% de los jóvenes encuestados califican la desintegración del bloque de ”dañina”, mientras que aproximadamente un 30% de las personas menores de 30 años ven ciertas ventajas. A su vez, un 20% de participantes en el sondeo no hacen estimación alguna o se niegan a contestar.

El resultado de la encuesta sugiere que “la libertad que pensaron que podrían obtener después de la caída de la Unión Soviética no se ha materializado”, afirma el estudio. En este contexto, es muy notorio el caso de la república de Tayikistán, donde un 61% de los encuestados teme dar una opinión política. 

Asimismo, el sondeo de opinión pública demuestra que una parte significativa de los ciudadanos de las exrepúblicas soviéticas no vislumbran ninguna mejora a corto plazo, dando por hecho que tras la desintegración de la URSS las generaciones posteriores tendrán menos oportunidades, mientras que un 18% tienen confianza en el futuro.

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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21 Comentários
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  1. alexis

    23 de dezembro de 2013 11:32 am

    Eram felizes e não sabiam?

    Devem sentir saudades das medalhas nas Olimpíadas, da carreira ao espaço, da sensação de ser a “outra” super potencia. Hoje ganharam a liberdade de tomar coca-cola e uma democracia “torre de babel” propiciada pelos EUA (propiciada apenas para os outros países, pois os EUA continuam com dois partidos de mentirinha, o boi Caprichoso contra o Garantido). O mundo é hoje global e, depois da derrocada do muro de Berlim, estes países viram a China crescer e a Europa juntar-se, com moeda única e tudo, ficando hoje como unidades periféricas, como pequenas Grécias ao redor de uma Europa Oriental sem nenhuma liderança. Não existe coração “rojo”, mas apenas constatação de que, no mundo de hoje, é melhor ser rabo de Leão que rato independente.

    1. Lionel Rupaud

      23 de dezembro de 2013 12:05 pm

      Alexis, não conheço muito a região mas

      as pessoas que encontrei profissionalmente, e que frequentavam o Leste Europeu, me contavam que depois da euforia inicial com o fim da Cortina de Ferroa e da URSS, houve um grande desencanto, especialmente na ex-URSS.

      Esse desencanto veio de 2 fatos claros:

      1 – na liberalização econômica que seguiu, a imensa maioria das pessoas tiveram um queda clara de nível de vida, e de segurança econômica: desemprego aparecendo rapidamente, falta de “cobertura social” já que esta era dada pela empresa (estatal) onde “trabalhavam”, e

      2 – nas privatizações a “marcha forçada”  que foram feitas por pressão dos organismos internacionais (de fato braços executivos do vencedor EUA) os compradores e portanto novos donos do poder econômico, e portanto político, foram os…. ex-donos do poder político (ex-KGB e afins).

      Hoje parece que a situação é muito diferenciada, mas deve ter uma grande massa de gente com ‘saudade” do passado, e o Putin e seus congeneres nas outras repúblicas ex-URSS se usam desta “saudade” para se perpetuar no poder.

      1. alexis

        23 de dezembro de 2013 12:18 pm

        Lionel, obrigado pelo seu comentário.

        A minha origem é Croata e, curiosamente, os nossos vizinhos da Sérvia são absolutamente influenciados pela Rússia. Um colega meu, da Sérvia, me conta que o Russo é o segundo idioma de lá. Acredito que, para muitos países do leste Europeu, seja mesmo mais negócio juntar novamente o bloco que serem um pedaço absolutamente periférico ao redor do dólar.

        1. leonidas

          23 de dezembro de 2013 1:53 pm

          Depois do ocorrido em Kosovo

          Depois do ocorrido em Kosovo seria demais esperar que um servio minimamente nacionalista tenha alguma admiraçao para com o ocidente…

          1. alexis

            23 de dezembro de 2013 2:29 pm

            É possivel

            É possível Leônidas, embora a aproximação com a Rússia seja bem mais antiga.

        2. Lionel Rupaud

          23 de dezembro de 2013 1:54 pm

          É isso mesmo, e o que está acontecendo na Ukrania é

          um episódio desta “batalha” entre:

          – uma parte da população. e seus representantes políticos, que no fundo acha que terá mais riqueza e influência num novo bloco liderado pela Rússia, em vez de ser um pequeno apêndice duma Europa que tem cada vez mais a “cara” da Alemanha de Merkel, e 

          – outra parte (majoritária na capital Kiev) que acha que mais longe da Rússia melhor.

          E não se pode desconhecer a história muito complicada da Ukrania, especialmente sua formação étnica, e religiosa, sim por que como vimos na ex-Iugoslávia, as religiões de novo teme um papel importante nos acontecimentos políticos (eu lamento isso mas quem sou eu nesta história?).

        3. JB Costa

          23 de dezembro de 2013 6:16 pm

          Sérvia e Rússia sempre foram

          Sérvia e Rússia sempre foram aliadas históricas. Na Primeira Guerra Mundial essa última entrou no conflito em socorro da primeira. 

    2. Ed Döer

      23 de dezembro de 2013 12:16 pm

       (propiciada apenas para os

       (propiciada apenas para os outros países, pois os EUA continuam com dois partidos de mentirinha, o boi Caprichoso contra o Garantido)

      Ganhei o dia com essa…hehehe

      1. alexis

        23 de dezembro de 2013 12:23 pm

        A “pax” americana

        O Caprichoso acena com algumas novidades sociais, e o Garantido, apenas justifica o seu nome, garantindo o status que existe há 200 anos

  2. Roberto Locatelli

    23 de dezembro de 2013 12:23 pm

    Pobreza

    Capitalismo é aquele sistema econômico no qual a maior parte das pessoas vive endividada, boa parte na pobreza e outra parte na miséria absoluta.

    Até o regime stalinista da ex-URSS era melhor do que o capitalismo.

    1. leonidas

      23 de dezembro de 2013 1:51 pm

      Não que voce quissese morar

      Não que voce quissese morar la claro né?

      Pois nao da para voltar no tempo

      mas pensando bem, ainda ha um pais proximo disso chama-se Coreia do Norte

      Mas eu acho que voce ira preferir continuar vivendo no capitalismo e a partir desta comoda situaçao falar mal dele

      E o melhor dos dois mundos né?

      Acho que no fundo a necessidade de falar mal do capitalismo vivendo feito um capitalista cumpre uma funçao ” expiatoria ” de culpas internas de um socialista ” nao praticante “

  3. San

    23 de dezembro de 2013 12:36 pm

    Estudei na Russia por dois

    Estudei na Russia por dois anos. Uma professora russa  sintetizou muito bem essa questão: Antes nós não tínhamos nada no mercado, mas tudo em casa, agora nós temos tudo no mercado e nada em casa!

    1. leonidas

      23 de dezembro de 2013 2:13 pm

      Ter “Tudo”  na era soviética

      Ter “Tudo”  na era soviética era um conceito taaaao relativo…rs

  4. Orlando

    23 de dezembro de 2013 1:44 pm

    Sindrome de Stolcomo?

    Sindrome de Stolcomo?

    1. Marcos Chiapas

      23 de dezembro de 2013 1:56 pm

      Isso mesmo

      É a síndrome de Estou Como. 

      Aqueles que viveram sob o regime comunista hoje se questionam: Me venderam a maravilha do capitalismo e hoje estou como ?

       

      1. leonidas

        23 de dezembro de 2013 2:00 pm

        Na merda, como antes
        Mas o

        Na merda, como antes

        Mas o ser humano é sempre assim, ele sempre acha que antes era melhor

        Fora que o problema dos paises do leste europeu ( à semelhança daquele tempo ) é de governo 

        Se houvesse comprometimento do governo as pessoas podiam ate ser miseraveis mas nao passar fome ou ficar ao relento

        Para dar teto, comida, saude, educaçao e segurança NAO É NECESSARIO DITADURA NENHUMA

        Basta vergonha na cara na classe politica de qualquer pais…

  5. leonidas

    23 de dezembro de 2013 2:11 pm

    Esse tipo de pesquisa é a

    Esse tipo de pesquisa é a mesma daquela que constata junto ao povao que :

    ‘ … Na ditadura havia mais segurança … “

    O que de fato é verdade, eu lembro que na epoca era criança e onde moro aqui na zona leste nao havia nada era só descampados e os predios da cohab eram absolutamente abertos nao havia muros, grades,  nada!

    As escolas eram tambem assim e todos dormiam tranquilos, hoje as escolas como os predios  parecem um ” cadeião”  grades, porta de aço na secretaria, cameras, serpentinas, e cerca eletrificada e isso é COMUM nao é excesao, e ainda assim ninguem fica tranquilho

    Agora constatada essa realidade, justifica-se defender a volta da ditadura militar?

    Acho que nao né?

    Entao na hora de analisar essas coisas e melhor ver com extremo senso critico … 

  6. Marcos Chiapas

    23 de dezembro de 2013 8:54 pm

    Apesar do Leônidas

    A pesquisa está aí, e não é só uma. Para além das pesquisas há o sentimento do povo do leste europeu que transparece, como diz um amigo meu romeno que viaja para lá anualmente.

    Há o sentimento de perda de um sistema que tentava suprir as necessidades do seu povo e garantia pelo menos o básico. Ainda hoje a Rússia tem o maior número de universitários per capita do mundo, resuívio de um sistema onde a oportunidade de estudar era ampla. É praticamente unanimidade que os sitemas de saúde e educacional funcionavam melhor.

    Mas muito mais que isso, e isso o Leônidas não tem como medir, não sabe o que é, nunca viveu, as pessoas tem saudades de um tempo onde havia mais camaradagem e menos concorrência. Onde os objetivos eram mais comuns e menos particulares e mesquinhos.

    Como disse um búlgaro outro dia, no comunismo eu não podia criticar o governante, a paredes tinham ouvidos, mas podei criticar o meu superior e denunciá-lo ao conselho de operários onde teria que resp[onder por seus atos. Hoje posso xingar publicamente o governante e nada acontece, nem comigo nem com o governante, mas não tenho a quem recorrer contra meu patrão. 

    Sobretudo, me parece que ninguém está mais apto para medir os dois sistemas do que quem viveu em ambos. Nem o Leônidas.

    1. leonidas

      23 de dezembro de 2013 10:43 pm

      Só falta o seu amigo Romeno

      Só falta o seu amigo Romeno dizer que tinha saudade do tempo do Ceauscecu  …

      1. Marcos Chiapas

        24 de dezembro de 2013 1:27 am

        E tem

        Não se cansa de elogiar Ceausescu, o homem que, segundo ele, levou o desenvolvimento para a Romenia. A industrialização para gerar empregos, a construção civil para gerar moradias e uma completa rede de geração e distribuição de energia. 

        Nos anos 70 a Romenia crescia 12% ao ano em média. 

        Em 89 Bucaresti tinha 50 Km de metro subterrâno operando e hoje continua com os mesmos 50 km.

        Enfim, há muito mais na história do que aquilo que você aprendeu nos seus livrinhos.

        1. leonidas

          25 de dezembro de 2013 9:47 pm

          E como eu temia, trata-se de

          E como eu temia, trata-se de um retartado mental esse seu amigo…rs

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