**A Dialética de ideias pela luta dos contrários e o movimento dos absolutos
Isso tudo vem à memória entorpecida, como se umas coisas arrastassem outras.
O governo do PT começou a passear pelo poder, mordendo os congressistas, sacudindo as tripas em movimentos fortes do mensalão, sobressaltada com o combate da bolsa família e a derrota do CPMF, e a governabilidade, não coberta de vergonha só com a idéia economia contemporiza em investimentos, em infraestrutura que só no segundo mandado aconteceu: como pouco nas estradas e com outros poucos investimentos mais com estabilidade ( inflação) e politica social do Bolsa Família adivinhara o seu primeiro mandato! Quando viria crescimento e investimento, que não demoravam nas pupilas enternecidas os desempregos e informalidades. Quando a marola passou e lhe apertara as mãos com povo e modo crescimento do Pac, sentindo-a hoje… pode ser 7 %, e foi quebrando mais um tabu! Revia tudo: as inflações… as taxas da Selic e bancarias… a desigualdade… os desempregos… a taxa de cambio , suspirado por um governo e num arrebatamento… aquele perfume do rentistas puta, aqueles batimentos de coração leviano do mercado… Aquele despertar no jogo do dinheiro, que me comovera tanto!
Lula esta sendo enganado, enganado! Pensava eu com medo de mi mesmo, como se tivesse sido um crime o Banco Central em sua credulidade. A razão não tinha mentido. Tinham mentido todos que a rodeavam!
Mas afinal, o que tangia com mais as decisões do Banco Central na sua essência econômico, eram aquelas pungentíssimas reuniões para taxa da Selic, referindo-se à ortodoxia do seu: “Quando eu te fixo o valor, quando te sentia nas minhas entranhas que te suspenda no seu desejo, ele já saltara em mim com a mesmo veemência, com a mesma bestialidade contra a inflação ao mais pobre!” Foi uma verdade? Não sei, mas funcionou. Eram essas expressões nervosas do comitê do banco central e contra as apaixonadas vozes que soavam mais repetidamente as taxas que não havia logica, não sei, quando devia diminuir subia e quando aumentava deveria diminuir, não deu ouvidos ao povo, especialista e do presidente Lula o que justificava? A inflação foi indo sobre controle, a economia e o segundo mandato de Lula passou. E a bolsa família também.
Por que se teria casado a politica econômica do Presidente Lula e diferencialmente do Zé Alencar, com o Palloci-Banco Central e contra Dirceu-Dilma primeira e depois o grupo desenvolvimentista! Palloci fez o milagre econômico no primeiro período do presidente. Tao contraditório como o PT e seus membros. Por que teria mentido àquela avaliação, que se não fosse à diferença de pensamento estaria completamente esquecido na crise? Mergulhado na crise. Acabrunhava-se como se, por ter sido concebida sob a influência desses politica econômica do Banco Central, do mercado, dos rentistas, se tivesse comparticipação no crime da mentir ao povo. Nunca ganharam tanto e o cidadão comum não perdeu, empatou sim. Temos de arrumar outras variáveis econômicas onde o cidadão ganhe antes o capital. Votava tal culto à conservar do seu principio o querido morto capitalismo ( como conhecemos hoje): a economia interna e externa, que, mais pequena ainda que tivesse sido a falta, lhe pareceria uma anormalidade ou desvio! Contraditório sim, mas Lula venceu. Querer um homem do BC e casar com outra ideia era, aos meus olhos sóbrios, uma mácula! Que mistério haveria em tudo diverso de pensamento? Por que não se teriam eles declarado e unido se eram ambos independentes para um Brasil maior? Começava a duvidar da honestidade do Banco Central; queria-o voltada para aquele que a semelhança, sem oposição, sem discordância, subalterno, exclusivamente!
Queria mudança. Abaixo ao Absolutismo do banco central. Começava a odiar toda a gente. E, Lula e o seu consenso, e na proteção ao mais pobre, ao cidadão e ao poder aquisitivo do trabalhador.
A demonstração contra ao Meirelles fora até a brutalidade. Para que desvendar-lhe as queixas e antipatias de Luciano? Não precisava disso para compreender agora tudo: a privada decisão do Lula antes do BC… a história da crise… as decisões tomadas para crise… os gestos e as conversas com que procuravam livrar-se os desenvolvimentos… Lamentava ter vazado a sua alma no coração para o desenvolvimento e crescimento naquela terrível noite do baile de fim de ano, crescimento pequeno. A minha taxa de cambio flutuante transformara-se subitamente em razão: Execrava BC, não compreendia mesmo como o tivesse correto! E respeitava talvez por tanto ouvir falar dele por Lula; à força de vê-lo na intimidado no planalto, quantas vezes caiu, quantas vezes dito representante do outro partido, de respirar aquela atmosfera em que o nome eh mercado, o gosto dos rentistas, a ida e vinda dele pareciam impregnar-se; fora em New York, talvez por ter sido tratado por com pouca consideração… Lembrei-me daquele dinheiro e polemica em não declarado e elevado à categoria de ministro. Independente de suas características pessoais.
Se o cambio não for flutuante será manipulado!
Nascera desse contraditório, se não morria na razão!
*Vejamos:
Controvérsia cambial: real forte eleva produtividade da indústria
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_secao=2&id_noticia=142070
O câmbio é apontado como uma fonte inesgotável de problemas no Brasil, mas os efeitos do dólar barato são contraditórios, inclusive no que tange à modernização e competitividade da indústria. Nos últimos quatro anos, empresas nacionais importaram US$ 124 bilhões em bens de capital, movimento que ajudou a dobrar a produtividade do setor.
Inflação
Há outros aspectos positivos associados ao declínio do dólar, que sem dúvidas fortalecem o mercado interno. Cabe destacar a redução dos preços em real das mercadorias importadas, facilitando o controle da inflação e favorecendo o aumento do poder aquisitivo dos salários.
Mercado interno
Os investimentos brasileiros são capitaneados pela infraestrutura e pelo mercado interno. A Votorantim Cimentos comprou R$ 225 milhões em máquinas em meados do ano. Os equipamentos foram adquiridos na Dinamarca e na Alemanha e serão instalados nas oito novas fábricas de cimento que a empresa pretende construir até 2013.
A Klabin vai aplicar R$ 142 milhões na compra de máquinas para a produção de caixas de papelão ondulado. A empresa também vai instalar uma nova linha de sacos industriais no primeiro semestre de 2011. Segundo o diretor de suprimentos, Francisco Razzolini, essa área representa um terço dos investimentos.
Efeitos contraditórios
Para David Kupfer, coordenador do grupo de indústria e competitividade da Universidade Federal do Rio de Janeiro, ocorreu um “estouro” de importações de bens de capital quando o Brasil saiu da crise. Ele acredita que o atual ciclo de investimentos está só no início e deve durar muito mais. “Esse período se estenderá por sete a oito anos.”
Os efeitos da valorização do real (assim como da desvalorização) são contraditórios e devem ser analisados à luz da dialética. Convivem ao lado dos aspectos positivos as consequências negativas, também refletidas no comércio exterior.
Para evitar uma valorização excessiva do real e afastar o risco da “doença holandesa” o governo elevou a 6% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) incidente sobre investimentos externos de curto prazo em renda fixa. O problema maior, porém, é a própria política de câmbio flutuante, que amplifica a volatilidade e instabilidade dos mercados cambiais provocadas pela política monetária dos EUA.
Da redação, com agências.
***
Dilma acelera consultas para definir time coeso na área econômica
http://www.vermelho.org.br/noticia.php?id_noticia=142106&id_secao=1
A presidente eleita Dilma Rousseff passou esta segunda-feira (22) em encontros com técnicos do governo na Granja do Torto de quem recebeu informações sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida. Os dados dos programas foram discutidos com o secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa, e com Miriam Belchior, coordenadora do PAC na Casa Civil. Os dois estão cotados para assumir um posto no novo governo.
Economia no centro do poder
A definição da equipe econômica que fará parte do governo a partir do ano que vem tem demandado esforços prioritários na agenda do grupo de transição da presidente eleita. A pressa e dedicação em fechar os nomes são justificáveis. Desde o discurso proferido após a confirmação da vitória nas urnas, a primeira chefe de Estado com formação econômica a assumir o Palácio do Planalto em 18 anos deu indicações claras de que se dedicará pessoalmente à matéria em sua gestão.
Ao incluir entre suas prioridades questões como a redução da dívida pública em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), dos atuais 40% para 30%, a queda da taxa real de juros (que desconta a inflação) para 2% até 2014, o reajuste e ampliação do Bolsa-Família e o financiamento da saúde por meio de novos impostos, Dilma passa a mensagem de que, ao contrário do que ocorreu nos oito anos da era Lula — gestão marcada pela polarização entre o Ministério da Fazenda e o Banco Central —, o direcionamento econômico será centralizado no Palácio do Planalto, mais precisamente em seu gabinete.
Os contornos da intenção de Dilma ficam mais evidentes na confirmação de Guido Mantega como ministro da Fazenda e na resistência de aceitar a continuidade de Henrique Meirelles à frente do BC. Além de ser um executor competente das orientações palacianas, sem questionar nada, Mantega estava alinhado a Dilma já no governo Lula, reforçando o coro de críticas ao Banco Central.
A provável nova orientação da política econômica já começa a incomodar setores do “mercado”, que temem perder facilidades e lucros. Entre os temores dos financistas e especuladores está a eventual perda de autonomia do Banco Central na definição da taxa básica de juros (Selic). Eles temem a queda dos juros pois é com base na política de juros altos da atual direção do BC que o “mercado” engorda seus lucros com o dinheiro fácil da especulação financeira.
* material completo nos links.
** nao uma defesa do Meirelles, mas de ideias.
Deixe um comentário