Carta de repúdio elaborada por nós, mulheres da Revista ISTOÉ e demais publicações da Editora Três.
Carta de repúdio
Nós, jornalistas da revista IstoÉ, repudiamos as ofensas contra a diretora da sucursal de Brasília, Débora Bergamasco, autora da matéria “A Delação de Delcídio”, publicada na edição desta semana. A jornalista vem sofrendo ataques constantes e difamatórios a respeito da credibilidade de seu trabalho, apoiados em invenções a respeito de sua vida pessoal.
Há um machismo travestido de discussão ética nesses atentados que questionam o furo de reportagem da nossa colega Débora Bergamasco tem visto, nos últimos dias, seu esforço jornalístico colocado em xeque em meio a insinuações de ordem moral, sem nenhum fato, testemunho ou dado concreto que fragilize seu trabalho jornalístico. Quantas vezes nós, mulheres, temos de suportar comentários que aproximam nosso desempenho profissional à nossa vida afetiva ou sexual? Por que o trabalho de uma mulher, e da colega Bergamasco em especial, não pode ser julgado pelo próprio mérito, pela reportagem que escreveu? Fofocas, insinuações, difamações e brincadeiras ofensivas ocorrem a todo momento. E não podemos ser coniventes.
Deixamos claro, aqui, nosso apoio a Débora Bergamasco e repudiamos qualquer tipo de insinuação machista, grosseira e vergonhosa em relação a ela e ao seu trabalho.
Ana Weiss, Ana Carolina Gandara, Ana Carolina Nunes, Beatriz Marques, Camila Brandalise, Carol Argamim Gouvêa, Célia Almeida, Christiane Pinho, Cinthia Behr, Cintia Oliveira, Elaine Ortiz, Fabíola Perez, Gabriela Araújo, Geovana Pagel, Gisele Vitória, Iara Spina, Kareen Sayuri, Letícia Liñeira, Ludmilla Amaral, Mariana Queiroz Barboza, Marili Hirota, Natália Flach, Paula Bezerra, Renata Valério
São Paulo, 8 de março de 2016.
Ivan de Union
8 de março de 2016 10:17 pmE nenhuma das mulheres de
E nenhuma das mulheres de Isto Eh se lembrou de dizer se Bergamasco EH OU NAO EH amante/namorada/esposa/concubina/outro de Cardozo?
Me contem fora desse assunto. Nao vai ser euzinho que vou fingir que isso nao eh importante.
Tentem colar isso em Dilma, ok? Meu ouvido nao eh paiol e o aluguel eh mais caro.
Andre Araujo
8 de março de 2016 10:19 pmhttps://www.youtube.com/watch
https://www.youtube.com/watch?v=d72juX4l4ns
A Ministra do Tribunal Superior Eleitoral Luciana Lossio tambem tem sido atacada continuamente em especial por certo jornalista brasileiro que mora na Italia e tem um blog, atacou inclusive o hooby da Ministra, o hipismo, com deboche.
A Ministra Luciana é Campeã Brasileira de Salto Amador de 2015 e uma respeitada amazona há décadas.
rdmaestri
9 de março de 2016 2:54 amEla zerou o circuito, sem nenhuma falta.
Não sei se o tempo dela foi bom, pois o comentarista que era uma bosta, porém os saltos foram impecáveis, quem debocha desta senhora não entende nada de hipismo.
zuleica jorgensen
8 de março de 2016 10:46 pmA questão é muito séria e
A questão é muito séria e nada tem de machista ou preconceituosa. A nota não nega que a jornalista supostamente insultada, tenha um relacionamento pessoal com o ex-Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo, o que faz ser tido como verídico este fato.
De outro lado, se Delcídio Amaral prestou o tal depoimento e isso certamente era do conhecimento do ex-ministro, há aí um fato mais que pessoal, mas jornalístico. De interesse público e de interesse do Estado.
Por muito menos que isso temos visto pessoas serem presas e terem suas respectivas reputações arrastadas na lama.
É preciso, sim, investigar quem vazou para a jornalista o teor da delação, que sequer fora homologada pela Justiça, e portanto, era sigilosa. Se foi o Ministro da Justiça – e não estou afirmando, apenas levantando uma hipótese – o assunto é sério, e, por óbvio, merece toda a atenção da imprensa e do público. Se dele não partiu, é preciso apurar quem praticou o ilícito.
O fato é que de “furo de reportagem” isso não tem nada.
Gilson AS
8 de março de 2016 10:55 pmQualquer jornalista que solta
Qualquer jornalista que solta uma matéria que mexe com a estrutura do país, está sujeita a esse tipo de ataque.
Ela tinha que está preparada.
O que ela noticiou, que foi desmentido pelo autor, poderá derrubar uma presidenta e prender um ex.
Ela pensava que só receberia elogios ?
Agora aguenta !
Não tenho nenhuma de pena !
altamiro souza
8 de março de 2016 11:05 pmnão há machismo… há
não há machismo… há críticas pela devastadora matéria negada pelo próprio
deu
cídio…
Edi Passos
8 de março de 2016 11:05 pmCombinemos o seguinte, então:
A jornalista Bergamasco revela para todo o Brasil quem foi que lhe “vazou” criminosamente a “notícia” bombástica e aí pensaremos em levá-la a sério e em defendê-la dos ataques dos trogloditas zumbis da mírdia.
Jorge Luis
8 de março de 2016 11:06 pmSerá que as jornalistas da
Será que as jornalistas da revista IstoÉ estenderiam sua solidariedade a uma certa presidenta, que diariamente recebe os mais variados insultos, inclusive por parte dos leitores dessa revista?
Edi Passos
8 de março de 2016 11:07 pmDuvido,
e faço pouco!
Sergio Saraiva
8 de março de 2016 11:28 pmDilma,
como diz minha linda loura, musa da elite branca e atualmente grife do Estadão, é a gerentona. Que rima com sapatona.
Coisa de macho.
Edna Baker
9 de março de 2016 1:01 amDILMA obrigada por enfrentar
DILMA obrigada por enfrentar com classe,determinação, coragem esses machões covardes da direita brasileira. Parabéns a você por representar tão bem a mulher brasileira. Os machões grossos da direita não passarão. Esperem sentados para não cansar.
Ricardo Cesar
9 de março de 2016 1:56 amE não foi uma “journalists”
E não foi uma “journalists” que puxou o vtnc da Dilma na Copa? Once estavam tais solidárias mulhres que agora reclamam?
Marco St.
8 de março de 2016 11:11 pmO DCM foi que fez a tal
O DCM foi que fez a tal fofoca de cunho sexual sobre a referida jornalista.
Usou o padrão Veja de jornalismo.
Não faz nenhum sentido um site dito “progressista” fazer a mesma coisa que os sites reaças de direita.
A questão aqui não é sobre o conteúdo do trabalho da tal jornalista, mas sim a forma como foi tratada pelo site.
E o pior foi que covardemente ninguem assinou a matéria. Ficou por conta do “anônimo”.
Lamentável.
Ivan de Union
8 de março de 2016 11:43 pmLamentavel O TEXTO. O
Lamentavel O TEXTO. O TEXTO.
Note que eh coisa de 5 dias mais tarde e “as muieh” nao desdisseram o item nem se preocuparam em o fazer. Nem a propria o fez, nem o mimiministro de merda.
Nao da pra acreditar nessa “solidariedade” toda dessas muieh ainda -que como muitissimo bem notado um pouco abaixo- nunca ofereceram uma gota de sua “solidariedade” a Dilma. Nem da pra acreditar no “machismo” dos “ataques” aa “jornalista” amante/concubina/esposa/namorada/fiqueisoumavez/outro.
Como eu disse, Cardozo pode colar isso no ouvido de Dilma. O meu ouvido nao eh paiol.
walter araujo
8 de março de 2016 11:13 pmbriosas
As briosas mulheres jornalistas da não menos briosa Editora Tres, aquela
que edita a “Quanto É”, obrariam melhor se ficassem caladas.
Correm sério risco de serem também desmentidas por um ex-ministro
e um envergonhado jornalista do estadão. A matéria dela não valia nada.
Foi um incansável “copia e cola” e mentiu desavergonhadamente ao
denominar “aquilo” de delação premiada. Uma desfaçatez. Não merece
o titulo de jornalista.
nilo walter
8 de março de 2016 11:15 pmQuantass e quantas
Quantass e quantas mentiras são espalhadas pela tal graande mídia e a istoÉ fica muda .
Sergio Saraiva
8 de março de 2016 11:32 pmReportagem investigativa.
“Por que o trabalho de uma mulher, e da colega Bergamasco em especial, não pode ser julgado pelo próprio mérito, pela reportagem que escreveu?”.
Mas é justamente o mérito que está sendo julgado.
A atual namorada de Ministro da Justiça escreve uma reportagem com dados sigilosos, mas que não seria estranho que fossem do conhecimento do ministro namorado ou de pessoas a quem a jornalista teria acesso por ser sua namorada.
Como dizia Pulitzer, jornalista não tem amigos, quanto mais namorado no governo.
Rui Daher
8 de março de 2016 11:41 pmSérgio,
machismo como antítese de desonestidade jornalística pode?
Sergio Saraiva
9 de março de 2016 12:10 amNão.
Jornalismo é um tipo de “ismo” bastante excludente.
Não cabe machismo, coleguismo, partidarismo e oportunismo.
Idealismo cabe, mas muitas vezes é considerado ingenuidade.
Henrique O
8 de março de 2016 11:59 pmJORNALISTA DE REVISTA GOLPISTA APELA PARA FEMINISMO
Vão se enxergar, os republicanistas que caiam nesta.
Nilva de Souza
9 de março de 2016 12:20 amConcordo com o Rui
Concordo com o Rui Daher.
Machismo não pode ser contraponto a desonestidade intelectual
Sergio Saraiva
9 de março de 2016 1:31 amNeste caso específico, a questão no caso não é machismo.
É conflito de interesses.
Em ambientes organizacionais, relacionamentos amorosos são regulados pelo conceito de conflito de interesse.
Tivessemos uma ministra da justiça, e ela um namorado jornalista, ele não deveria estar na editoria de política. Haverá sempre a questão da legitimidade da fonte das informações que usar nos seus textos.
O Rui Daher, por exemplo, deveria deixar de escrever sobre política agrícola, caso começasse a namorar a Katia Abreu.
emerson57
9 de março de 2016 12:23 amfogo
Põe fogo no pais.
(E nem sabemos se o que a revista publicou é verdade. Mas já serviu para um asno porcalhão escrever no asfalto da minha rua: dia 13/3 fora Dilma. )
Goza de informação privilegiada.
Não me interessa se é homem ou mulher.
Bateu como homem merece apanhar como homem.
…………..
Parabéns a todas pelo dia das mulheres. Não fossem vocês nós não existiríamos. Nem saberíamos o que fazer.
bfcosta
9 de março de 2016 12:31 amObjetivamente, onde está o
Objetivamente, onde está o machismo ? Houve uma matéria do DCM dizendo que ela é namorada do ex-ministro da Justiça, o que é aliás informação relevante para o caso, e dizendo também de passagem que se separou do ex-marido por conta desse namoro. Não sei se a última informação é relevante nem mesmo verdadeira, mas mesmo que não seja, isso por si só é machismo ? Só pelo fato de ela ser mulher ? Se um homem sofrer qualquer ataque difamatório parecido de uma jornalista mulher, ninguém vai falar que é femismo. A mim, pareceu uma tentativa de tentar escapar sobre o que está objetivamente em questão: seu papel como informante da revista e de quebra so ex-ministro da justiça também.
soaresdearaujo88
9 de março de 2016 1:03 am“Fofocas, insinuações,
“Fofocas, insinuações, difamações…”
Bati o olho nesse trecho e jurava que a carta de repudio na verdade se referia ao mérito (se é que houve algum) da reportagem “A Delação de Delcídio”.
Até porque nas redações da velha mídia só existem anjos tocando harpas. Jornalistas irresponsáveis, de índole duvidosa, manipulando a opinião pública, a fim de condenar os envolvidos, mesmo que estes não tenham sido formalmente acusados de qualquer crime, tocando o fogo no país em parceria com agentes públicos inescrupulosos, é coisa apenas de Hollywood.
Quanto à jornalista em questão, sua vida particular não nos interessa em absolutamente nada (mas a do zé, agente público e um dos principais responsáveis por este pandemônio, talvez).
PauloBR
9 de março de 2016 1:55 amAproveitando…
As jornalistas da IstoÉ, já que são contra o machismo, têm algo a dizer sobre: mulheres que fizeram aborto e acusam uma candidata a presidente de ser assassina de criancinhas? Ou sobre homens que ditam dois abortos de sua amante e a mantém num exílio de duas décadas, usando meios um tanto nebulosos para tal? Nem vou dizer de homem que bate em mulher -seria, como o próprio diz, uma leviandade. E aí, jornalistas?
Roberto Bezerra Ramos
9 de março de 2016 2:13 amA jornalista publicou uma
A jornalista publicou uma notícia devastadora contra o governo popular que mais fez pelas mulheres do país, e agora vem reclamar de perseguição? Pois que vá pedir consolo na direita machista que lhe apoia. Aqui não. Pode espernear mas do lado de cá vc sempre será vista como a concubina oportunista de um ministro inoperante e traíra, e nada mais.
marcosomag
9 de março de 2016 3:36 amNão enganam ninguém com este jogo de cena.
Um “furo” jornalístico na “Quanto É”, a revista do homem “brilhante”, segundo o “esqueçam o que escreví”? É claro que não!
No episódio da “delação” de Delcídio e posterior sequestro do Nunca Dantes ficou claro que a revista do homem “brilhante” foi escolhida para que não ficasse muito evidente a politicagem toda envolvida caso as revistas “parceiras” semanais e muito promíscuas da “República de Curitiba” fossem escolhidas para o serviço imundo do “vazamento”.
E ai das meninas da redação da “Quanto É” caso não aceitassem fazer o tal “manifesto” pastelão!
Marília-MG
9 de março de 2016 5:48 amAcho oportuno dar os
Acho oportuno dar os parabéns à nossa Presidenta Dilma, pelo dia das mulheres! O que a Sra. tem sofrido, não é digno que nenhuma mulher sofra, quanto mais uma mulher que enfrenta o machismo todos os dias, inclusive de muitas mulheres e inclusive de algumas que se dizem jornalistas, com críticas pessoais e rasteiras (não falo das críticas ao seu governo, porque essas são do ofício). O meu respeito e minha solidariedade como mulher que a admira pela coragem, altivez e tenacidade, de conduzir um país tão contraditório e injusto como o nosso. Quero dizer que tenho o maior orgulho de ter uma presidenta MULHER no comando do meu país e manifestar minha tristeza com tantas e tantas críticas mesquinhas e machistas. Só quem é mulher, mãe e no seu caso avó, sabe a luta diária para ser respeitada no trabalho. Sabemos que não é fácil a sua luta diária! Parabéns presidenta Dilma, pelo dia de hoje, você é exemplo de quem não foge à luta, de quem trabalha com afinco para tentar dar aos brasileiros um país melhor, você já mostrou que é guerreira! Um dia a história também lhe fará justiça e lhe reconhecerá o brio e o esforço contínuo de luta pela democracia e pelo seu país, e, certamente, essa mesma história nem se lembrará de certas jornalistas, que destilam ódio pelas presas, mais se assemelhando a cobras. Viva Dilma, viva o Brasil, viva a Democracia! NÃO VAI TER GOLPE!
Fulvia
9 de março de 2016 11:13 amDebora Bergamaschio
Debora Bergamaschio
serralheiro 70
9 de março de 2016 2:31 pmbulling?
Reprovo qualquer ofensa pessoal a citada jornalista, quanto ao seu trabalho entretanto acho que são cabíveis, A começar pelo veículo empregado, revista de fundo de insinuações e fofocas. 2º lugar o timing perfeito para a operação golpista da república do Paraná denotando claras intenções malévolas da autora. 3º falta de cuidado para citar o contraditório, o texto foi negado pelo pretenso denunciante. 4º em se tratando de denuncia feita no judiciário ao tornala pública a profissional está lesando direitos, ,atingindo pessoas ou invalidando provas o que é totalmente descabido.