5 de junho de 2026

Os Silva são diferentes, por Eliane Brum

Enviado por Leo V

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Eliane Brum sempre brilhante. Brilhante síntese sociológica dos caminhos de Lula e Maina que se refletem nas suas visões de mundo e tendências políticas.

do El País

Os Silva são diferentes, por Eliane Brum

Lula e Marina, os dois fenômenos políticos mais fascinantes da história recente, são filhos de Brasis que se desconhecem

Há uma ideia no Brasil de que os pobres são todos iguais. É uma visão de senso comum, mas que assinala a análise também de intelectuais. Ela explica a afirmação de que Luiz Inácio Lula da Silva e Marina Silva têm biografias parecidas – e a de que Marina teria sido a sucessora mais natural de Lula, não fossem as divergências que a levaram a deixar o Ministério do Meio Ambiente e depois o PT. Para chegar ao poder num país desigual como o Brasil, Lula e Marina fizeram uma travessia impressionante, uma espécie de jornada de herói. Mas as semelhanças acabam aí. Há enormes diferenças entre a trajetória de um filho de sertanejo que fez o caminho de São Paulo e se tornou operário e depois líder sindical, na região mais industrializada do país, e a trajetória de uma filha de seringueiro, seringueira ela também, na floresta amazônica, que iniciou sua carreira política em um estado como o Acre. Para alcançar a riqueza desse momento histórico do Brasil é preciso compreender que os Silva são diferentes.

Lula e Marina são ambos filhos do Brasil, mas de Brasis bem diversos. E é exatamente por causa de diferenças fundamentais de visões de mundo que, a certa altura, Marina não encontrou mais lugar no projeto do “lulismo”, usando a expressão do cientista político André Singer. A explicação para que a inserção de milhões de brasileiros, no governo Lula, tenha se dado pela via do consumo, é complexa. Mas pelo menos uma parte dela pode ser encontrada no desejo de Lula. No que significa para um operário ascender na escala social. Casa melhorada, roupa boa, geladeira nova e cheia, TV de tela plana, um carro na garagem.

Lula não encarna o sertanejo com uma relação íntima com o sertão, entendido aqui como natureza e cultura. Mas o movimento de transição de um mundo decodificado como passado, para um outro que é futuro. Ele é filho de uma família retirante que queria primeiro fugir da fome, depois subir na vida pelo ingresso na fábrica, pela via do “progresso” e da industrialização. Vencer na vida no mundo do Outro, apropriando-se dele e tornando-o seu pelo acesso aos seus signos. É esse universo de sentidos que ele compreende e com o qual dialoga, talvez como nenhum outro político da história do país. E é para estes pobres que seu governo significou inclusão social.

Marina, não. Ela se cria na floresta e é moldada por ela. Seu pai, migrante nordestino, tinha naquela região amazônica um ponto de chegada. Mesmo quanto a família tentava sair, era para o seringal que acabavam voltando. A iniciação política de Marina se dá nos “empates”, uma tática de resistência na qual homens, mulheres e crianças se dão as mãos para fazer uma corrente em torno da área ameaçada e impedir o seu desmatamento – e, com ele, sua expulsão daquele mundo. O mentor de Marina é Chico Mendes e a luta ali, naquele momento, é expressão de uma relação profunda com a mata, na qual um não se reconhece sem o outro. É uma luta por permanência, não por partida.

O conhecimento que funda Marina, analfabeta até os 16 anos, está contido nessa cultura em que é preciso saber a vocação de cada pé de pau para dominar a tecnologia complexa que permite a sobrevivência, na qual a terra não é mercadoria, mas vida. Sua capacidade de fazer a ponte entre esse saber, transmitido de geração em geração pela oralidade, com a palavra escrita, os livros e a produção acadêmica, é um dos capítulos mais bonitos da sua biografia. Marina só vai chegar ao centro-sul aos 36 anos de idade, já como senadora. Seu movimento pelo mapa se dá com o objetivo de levar ao coração do poder político o universo de sentidos do mundo que deixou não como passado, mas para que possa ser futuro. Se para Lula a possibilidade de ascender está na inclusão no mundo do Outro, para Marina o Outro é aquele que se experencia para alcançar a si mesmo.

Não se trata de dizer que Lula é melhor do que Marina – ou Marina melhor do que Lula. Apenas assinalar que Lula e Marina, os fenômenos políticos mais interessantes da história recente do país, carregam experiências diferentes de brasilidades. Às vezes, as necessidades imediatas da disputa eleitoral borram as nuances mais fascinantes. Se a ascensão de Lula ao poder já produziu no Brasil, só pelo fato em si, uma enorme mudança simbólica, a de Marina ainda é potência e incógnita. A incógnita aqui não colocada como um defeito, mas como possibilidade.

É bastante claro por que Dilma Rousseff, uma mulher urbana, de classe média, com tendência desenvolvimentista, tenha sido, para Lula e o conjunto de valores que o constitui, uma opção muito mais lógica como sucessora. Dilma é alguém com quem Lula tem muito mais afinidades do que Marina, apesar das evidentes diferenças entre eles. É nos sucessivos embates com Dilma, quando esta era ministra de Minas e Energia e depois ministra-chefe da Casa Civil, e Marina ministra do Meio Ambiente, que a ex-seringueira vai perdendo espaço dentro do governo do ex-operário e, em seguida, do Partido dos Trabalhadores. É óbvio que as opções de Lula e do PT se devem a questões de ordem política e econômica, a maioria delas bem pragmáticas, mas não se pode nem se deve esquecer a influência do universo de sentidos que forma o homem e do lugar a partir do qual ele enxerga o país. Para ser objetivo é necessário jamais perder de vista as subjetividades.

A partir do final do segundo mandato de Lula, algumas das lideranças históricas dos movimentos sociais na Amazônia, como por exemplo Antonia Melo e o bispo Don Erwin Kräutler, ambos do Xingu, começam a perceber que o ser/estar no mundo dos povos da floresta, se antes pelo menos em tese tinham lugar no governo, já não têm mais espaço. E, a partir de Dilma Rousseff, nem mesmo interlocução. Para eles, a hidrelétrica de Belo Monte tornou-se a prova definitiva de que o projeto para a Amazônia de Lula e de Dilma guardava semelhanças com o da ditadura civil-militar: a floresta seguia sendo um corpo para exploração, e os povos da floresta um entrave a um tipo de desenvolvimento que nega sua existência e seu modo de vida. Nesse olhar, a Amazônia, para virar futuro, precisa tornar-se passado.

Lula – e Dilma ainda menos do que ele – pouco entendem dessas outras formas – e é importante assinalar que elas tampouco são homogêneas – de perceber o Brasil e de viver no Brasil. Mas, talvez mais grave do que não compreender outras maneiras de ser brasileiro é não achar que é preciso compreender. Compartilham essa ignorância com uma parte significativa da população, para a qual a Amazônia é longe demais em múltiplos sentidos, o que torna mais fácil perpetuar os crimes contra povos indígenas, ribeirinhos e quilombolas. Assim como continuar ignorando, apesar dos sinais inequívocos que já marcam a vida cotidiana, que a mudança climática e as questões socioambientais nela implicadas são, senão o maior, um enorme desafio para qualquer governante desse tempo. Para essa parcela da população, o sonho de todo índio ou ribeirinho é ser pobre na periferia de uma cidade grande. E a pauta socioambiental é coisa de idealistas, sonhadores ou “ecochatos”, incapazes que são de perceber tanto a crise do planeta quanto o fato de que questões como saneamento básico, escassez de água e proliferação da dengue são socioambientais.

Em 2011, quando se começava a implantar o canteiro de Belo Monte, na região de Altamira, no Pará, passei um dia com o chefe de uma das famílias que seriam obrigadas a deixar a terra onde viviam para a construção da maior obra do governo. A certa altura, ele abraçou uma castanheira e desandou a chorar. Tentava me explicar por que ele não podia ser – sem ser ali. Ou a impossibilidade de habitar um mundo sem aquela árvore específica. De repente, o choro estancou e sua voz se encheu de raiva. Ele disse: “Fico revoltado quando Dilma diz que somos pobres. Por que ela pensa que somos pobres? De onde ela tira isso? Essa é a maior mentira”.

Aquele homem quase nada tinha de bens materiais, nem os desejava. Sequer os conhecia e, se conhecesse, não teriam lugar no seu cotidiano. Seu conceito de pobreza e de riqueza era totalmente outro, incompreensível para os fazedores de política do momento. E taxarem-no de pobre, no discurso de Brasília, o ofendia, porque se considerava rico. Não como um discurso bonito e um tanto abstrato, mas porque era de fato como rico que se enxergava, na medida em que a floresta lhe dava tudo o que precisava. Não só no nível concreto, mas também no simbólico. Para ele, a vida que ali tinha era boa.

Me parece que esses ricos e esses pobres Lula – e Dilma menos ainda – jamais conseguiram, ou mesmo quiseram, entender. Embora, como já foi dito, Lula tenha compreendido e dialogado com outros pobres – e com outros ricos. Quando Marina Silva afirma, no primeiro debate entre candidatos à presidência, na Rede Bandeirantes, que o líder seringueiro Chico Mendes, assassinado por sua resistência, era elite, é a partir dessa outra visão de mundo que ela também fala.

Essa ponte entre os vários Brasis, ainda inédita no comando da nação, Marina é a mais apta a fazer. Se de fato o fará, não há nenhuma garantia. Nem Lula foi um operário na presidência, nem Marina é hoje uma seringueira, ambos acrescidos e transformados por outras experiências vividas no curso de trajetórias bem extraordinárias. Mas, assim como Lula levou pela primeira vez ao poder uma visão de mundo muito diversa dos que antes haviam ocupado o Planalto, Marina poderá, caso for eleita, ser a primeira a carregar para o centro das decisões a experiência de quem vive na floresta e a compreensão de que o futuro pode não existir se essa experiência não for incluída no projeto de país. Nesse sentido, ela é muito mais século 21 do que sua principal rival na disputa pela presidência.

Uma curiosidade. Na campanha de 2002, quando Lula se elegeu pela primeira vez presidente, depois de outras três tentativas, havia um encantamento com sua presença vestida em ternos de grife nos salões de parte do PIB paulistano. Recebido pelo casal Eleonora (psicanalista) e Ivo Rosset (empresário, dono da Valisere, entre outras marcas), amigos de Marta Suplicy, Lula era uma espécie de operário que havia chegado ao paraíso. No poder, sua mulher, Marisa Letícia, logo fez plásticas, aplicou botox, mudou o figurino e adotou Wanderley Nunes, um dos cabeleireiros da moda. Muito antes, ainda em 1979, quando despontava como líder sindical nas greves do ABC paulista, Lula assim respondeu aos ataques por ter ido jantar no Gallery, a boate dos ricos e famosos da época, a convite da revista Manchete: “Eu quero que todo operário ganhe o suficiente para frequentar o Gallery”. Desde essa época ele já repetia que “pobre gosta de se vestir bem”.

Marina, a “seringueira, empregada doméstica e negra”, circula de outro modo nos salões paulistanos. Suas roupas são sóbrias, com detalhes étnicos, como a usada na entrevista do Jornal Nacional. Os adereços usam materiais naturais, como sementes da Amazônia, o batom é feito por ela mesmo, com suco de beterraba, já que tem alergia a produtos industrializados. O cabelo é um coque. Marina é vista como chique e moderna, dona de seu próprio estilo, em especial por um tipo de rico que vê na ostentação uma vulgaridade. Sua principal interlocutora nesse mundo é a socióloga Maria Alice Setúbal, mais conhecida como Neca Setúbal, acionista do Banco Itaú, mas também fundadora do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária), uma das organizações mais respeitadas na área educacional. Se Lula era “pop”, Marina é “cool”. Vale a pena prestar atenção em como são decodificados aqueles que até há pouco tinham outro lugar nessa geografia para, de novo, não perder as nuances.

É preciso ter cautela com os fundamentalismos. Quem acusa Marina de ser “fundamentalista” está pasteurizando diferenças. Marina não é uma fundamentalista ambiental, como a acusam setores do agronegócio. Para uma parte do movimento socioambiental, o defeito de Marina é justamente ser menos radical do que os desafios do momento histórico exigem. O “desenvolvimento sustentável” que ela defende, para muita gente respeitável é apenas um conceito vazio, palatável para conversas bem comportadas, mas que oculta contradições profundas.

Marina tampouco é uma fundamentalista evangélica. Dizer isso é acreditar que Marco Feliciano, o deputado-pastor que barbarizou a comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, e Marina Silva são iguais. É confundir denominações religiosas que estão sob o mesmo guarda-chuva, mas que guardam diferenças bastante substantivas entre si. Compreender o Brasil evangélico, em toda a sua complexidade, é um desafio dessa época.

A quem interessa chamar Marina Silva de fundamentalista? A muitos, em especial a lideranças ruralistas, no que se refere à discussão socioambiental, e aos religiosos de fato fundamentalistas, no que diz respeito a questões como aborto e casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ao fazê-lo, rebaixam o debate, na tática mais do que conhecida, e forçam mudanças que beneficiam seus interesses e fortalecem seu lugar de representantes de seus respectivos públicos.

Isso não significa que o eleitor deva deixar de prestar – grande – atenção ao fato de Marina Silva ter posição contrária às pesquisas com células-tronco embrionárias, já ter se declarado “pessoalmente não favorável” ao casamento gay, ter defendido na eleição de 2010 um plebiscito para o aborto e, principalmente, ter cometido na semana passada o ato lamentável, para dizer o mínimo, de voltar atrás no seu programa de governo, um dia depois de tê-lo lançado, no que se refere às políticas para a população LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros).

Com Marina Silva com chances de ganhar, o que se desenha para o Brasil é uma eleição muito mais desafiadora e complexa. É legítimo afirmar que seu discurso é “difuso”, assim como a “nova política” que diz encarnar pode ter ecos de um passado perigoso. Mas é preciso perceber que esta é a sua força nas urnas, não sua fraqueza. A tal “pauta difusa”, uma das fragilidades que setores da sociedade e da mídia viram nas manifestações de junho de 2013, mobilizou multidões. Marina atua nas redes sociais há muito e sabe escutá-las. Circula por elas desenvolta, enquanto outros as frequentam apenas em épocas eleitorais ou em momentos estratégicos, fazendo uma paródia digital das tradicionais visitas de políticos às favelas para as quais não voltam depois, tão à vontade em um e outro lugar quanto bagres num shopping.

“Amadora” e “aventureira” é como Marina têm sido chamada por seus opositores. “Improviso” é outra palavra escolhida para atacar seu discurso. Sem entrar nem em juízos de valor nem na adequação ou não desses termos à Marina Silva, vale a pena lembrar a quem os esgrime, na tentativa de provocar rejeição à candidata, que eles deixaram de ser ofensas há algum tempo, para se transformar em virtudes. A “indefinição”, outra palavra usada para atacá-la, parece ter sido até agora a opção de parte dos eleitores, para os quais a “definição” de outros candidatos é sentida como insuportável. Tudo indica que, de várias maneiras, este é um momento em que, para muitos, os pontos de interrogação soam como possibilidades – e o risco parece ter se tornado uma alternativa melhor do que certezas que preferem rejeitar.

O que isso significa? A chance de começar a desvendar os tantos sentidos dessa eleição fascinante é devolver a complexidade aos protagonistas. Compreender, por exemplo, qual Silva é Marina.

Eliane Brum é escritora, repórter e documentarista. Autora dos livros de não ficção Coluna Prestes – o Avesso da Lenda, A Vida Que Ninguém vê, O Olho da RuaA Menina Quebrada, Meus Desacontecimentos e do romance Uma Duas. Site: elianebrum.com Email:[email protected] Twitter: @brumelianebrum

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

101 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. Ivan de Union

    3 de setembro de 2014 7:21 pm

    ““Amadora” e “aventureira” é

    ““Amadora” e “aventureira” é como Marina têm sido chamada por seus opositores. “Improviso” é outra palavra escolhida para atacar seu discurso. Sem entrar nem em juízos de valor nem na adequação ou não desses termos à Marina Silva, vale a pena lembrar a quem os esgrime, na tentativa de provocar rejeição à candidata, que eles deixaram de ser ofensas há algum tempo, para se transformar em virtudes. A “indefinição”, outra palavra usada para atacá-la, parece ter sido até agora a opção de parte dos eleitores, para os quais a “definição” de outros candidatos é sentida como insuportável. Tudo indica que, de várias maneiras, este é um momento em que, para muitos, os pontos de interrogação soam como possibilidades”:

    “Amadora, aventureira, improviso, e indefinicao” sao profecias a respeito da presidencia dela.  Nao eh mero name calling.

    Quem vivar…  vereh.

  2. Carlos Dias

    3 de setembro de 2014 7:23 pm

    ENVIADO por LEO V

    Não leio!

     

    1. Ivan de Union

      3 de setembro de 2014 7:31 pm

      (Ditto.  Esqueci e

      (Ditto.  Esqueci e arrependi.)

    2. Francy Lisboa

      3 de setembro de 2014 8:10 pm

      Maldaaaade.

      Maldaaaade.

  3. Ivan de Union

    3 de setembro de 2014 7:28 pm

    “Em 2011, quando se começava

    “Em 2011, quando se começava a implantar o canteiro de Belo Monte, na região de Altamira, no Pará, passei um dia com o chefe de uma das famílias que seriam obrigadas a deixar a terra onde viviam para a construção da maior obra do governo. A certa altura, ele abraçou uma castanheira e desandou a chorar. Tentava me explicar por que ele não podia ser – sem ser ali. Ou a impossibilidade de habitar um mundo sem aquela árvore específica. De repente, o choro estancou e sua voz se encheu de raiva. Ele disse: “blah blah blah blah…”:

    Eu acho que vou vomitar de novo…

    1. peregrino

      3 de setembro de 2014 8:23 pm

      KKKKKKKKKKKKKKKKK…

      só agora percebi que vc trocou por blah blah blah blah

      genial, genial

      1. peregrino

        3 de setembro de 2014 8:28 pm

        só faltou dizer que depois de chorar…

        adormeceu aos seus pés, dela, a rainha da selva

    2. Free Walker

      3 de setembro de 2014 9:53 pm

      Nao vomita nao, tenho certeza

      Nao vomita nao, tenho certeza que entre os tarja preta, perdido, tem um Dramin..hehehe

  4. Jorge Rebolla

    3 de setembro de 2014 7:29 pm

    Comentário para o Marina Silva online, hospedado no GGN

    Breve biografia:

    Eliane Brum é farsante, vendida e globalista. Autora de ficção jornalística e artigos sob encomenda. 

     

     

     

  5. Fabriciomcp

    3 de setembro de 2014 7:31 pm

    Algumas coisas me incomodam

    Algumas coisas me incomodam no texto, principalmente a tentativa dela nivelar Lula e Marina, (mesmo diferenciando-os, já que isso é a base do texto) como “fenômenos igualmente fascinantes”. É bem sutil, digno dela, mas… obviamente, Lula é um zilhão de vezes maior que Marina. Depois, a comparação da Marina com Marisa, quase chamando a ex-primeira-dama de brega. 

    Agora, sobre Chico Mendes, tenho certeza absoluta que a Marina não o chamou de elite no contexto exposto aqui por Eliane Brum. E a Neca Setúba sendo defendida como educadora, enfim… Mas Eliane Brum tem razão: o Brasil visto por Lula e Dilma é diferente do de Marina. A redução da desigualdade social não é um valor tão forte para Marina como o é para Lula e Dilma, daí pouco se importar com todas as potencialidades do pré-sal, como um trilhão de reais na educação e bilhões para a saúde, e daí vem a ideia dela de “autonomia do Banco Central”. Nao percebe como isso pode ser perigoso.

     

    1. Yacov

      3 de setembro de 2014 8:03 pm

      Na linha ‘semi-idiótica’ da

      Na linha ‘semi-idiótica’ da autora, LULA e DILMA nasceram em cidades, e não na floresta onde todos são iguais perante a mãe natureza e felizes em abraçar castanheiras, daí a importância que dão à ascensão social, associada pela autora ao acesso ao Bottox e ao Gallery…. Como se ascensão de milhões e a retirada de outros tantos milhões da linha da miséria fosse coisa de menos importância.

       

      “O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO é um braZi-Zil-Zil para TOLOS”

    2. Leo V

      3 de setembro de 2014 10:01 pm

      O seu é o primeiro comentário

      O seu é o primeiro comentário que leio que tem alguns argumentos contra algumas passagens do texto.

      Também não comprei muito a hipótese de que Marina chamou Chico Mendes de elite pelos motivos que a autora retrata.

       

  6. Free Walker

    3 de setembro de 2014 7:32 pm

    Embora eu ache os dois Silvas

    Embora eu ache os dois Silvas complementares, uma veio do outro, acho que a segunda Silva nao tem a verve da mentira como teve e tem o Silva I. Lula eh mentiroso de cara dura, soh nao ve seus adoradores…

     

     

  7. Rogerio Maestri

    3 de setembro de 2014 7:34 pm

    Mais uma visão romântica da miséria!

    O artigo começa bem, depois desanda a maionese. Toda a interação homem natureza de forma romântica como estes não desejassem mais do que belas árvores cai na contradição de dois fatos notáveis.

    Marina no Acre não conseguiu mais de 10% de votos com o seu discurso ambientalista.

    Além disto, há uma distorção bem clara dos movimentos dos seringueiros capitaneados por Chico Mendes era um movimento SINDICALISTA com os movimentos ambientais capitaneados pelas elites urbanas.

    Se um índio ou um caboclo qualquer da floresta quiser plantar uma roça para sua sobrevivência ele vai preferir utilizar uma motosserra a um machado de pedra. Para limpar o mato ele vai fazer uma pequena queimada, pois ele sabe que depois de sair da terra em dez anos a mata se recompôs.

    Se um ambientalista quiser comer ele não plantará a mandioca, pois cortar a mata com machado de pedra dá muito trabalho e tocar fogo na mata é um crime ambiental. Logo ele procurará estar sempre mais próximo possível de um restaurante de comida natural!

    Por mais caricata que pareça a minha intervenção, o que levou a Marina perder votos no Acre foi a sistemática perseguição aos pequenos produtores durante a época que ela era ministra do meio ambiente, que aprovou o “uso sustentável” da Amazônia por grandes empresas extrativas e recriminou os meios de sobrevivência da população que lá vive.

  8. Schell

    3 de setembro de 2014 7:36 pm

    Interessante: há pouco li,

    Interessante: há pouco li, aqui no Nassif, uma entrevista com a mulher que teria sido a primeira patroa (e no seringal, eram donos?) da Marina e, lá, ela contou que a Maria Osmarina chegou em sua casa aos 14 anos, para poder estudar. Então, ou a mulher a explorou por 2 anos, ou ela levou 2 anos para ser alfabetizada. Tem caroço nesse angu. Tanta farsa leva a esse tipo de coisa: as histórias não batem. Nunca bateram. Nem nunca baterão: apenas encomendas para a série “me engana que eu gosto”. Haja paciência com essa gente.

  9. Yacov

    3 de setembro de 2014 7:38 pm

    Que baita PAPO FURADO

    Que baita PAPO FURADO pseudo-sociológico, ‘semióptico’ e mistificador, véio …. Pelamor …. Márina é apenas uma RESSENTIDA VENDIDA e DOIDIVANAS !!! Se ama tanto a sua florestas não deveria ter saído de lá !!! Alguém acredita que a Márina voltaria a viver na Floresta hoje ?!?!?  A autora simplesmente corta o filme dos 16 aos 36 anos da Márina e já a apresenta no olho do furacão da Político, em BRASÍLIA, portanto bem longe da sua Floresta, como SENADORA.

    Até parece que era Senadora por conta própria e não pelo PT, onde mamou até onde pôde, e de onde saiu atirando para todos os lados e posando de ÈTICA, sem sequer cogitar devolver o cargo ao Partido pelo qual se elegeu. E hoje posa de ‘Salvadora da Pátria’, de mística e ungida, apoiada pelo que há de mais retrógrado, arcaico e decadente na política nacional da qual ela se diz diferente e REDENTORA. Ahhh, tenha dó …. MÁrina é uma FRAUDE !!!

     

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÂO – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO é um braZil-ZIl-ZIL para TOLOS”

  10. José X.

    3 de setembro de 2014 7:39 pm

    Vixi, quanta besteira…mas

    Vixi, quanta besteira…mas vindo do pessoal do MPL não há muito o que esperar.

    PS. O programa da candidata Marina é a negação de tudo aquilo que os manifestantes de junho de 2013 (inclusive o MPL) pediram. Pediram mais educação, mais saúde, mais transportes, etc. Com um programa mais neo-liberal que o do PSDB, o que aqueles manifestantes iriam conseguir seria menos educação, menos saúde, menos tranportes, etc. (Isto tudo além do fato da candidata aparentar ser louca de pedra, já que é contra o petróleo, contra o pré-sal, contra hidrelétricas, contra energia nuclear, etc).

  11. DESILUDIDO

    3 de setembro de 2014 7:42 pm

    PANFLETO DE PROPAGANDA ENVIESADO

     

    Há diferenças evidentes entre os Silva, muito embora não destacadas no texto.

    A principal delas é que Lula da Silva, através de seu projeto de governo, bem como de sua prática efetiva, privilegiou inequivocamente os mais pobres, que sempre suportaram as agruras da vida no país, ainda que tenham beneficiado os mais ricos.

    De partida, o projeto de governo de Marina da Silva dá as costas aos pobres brasileiros.

    A opção de beneficiar EXCLUSIVAMENTE os grandes bancos e os grandes capitais é inequívoca.

    Aí está a primeira grande diferença omitida: Lula da Silva NÃO ESQUECEU os COMPROMISSOS firmados com aqueles que lhe deram os primeiros impulsos políticos, ao passo que Marina da Silva ESQUECEU os COMPROMISSOS firmados com os seringueiros e pobres do Acre, tanto que foi por eles desautorizada.

    A segunda grande diferença é que Marina da Silva é dissimulada, porque esconde sua opção exclusiva pelos mais ricos em um discurso no qual não explicita as consequências de seu projeto econômico para os mais pobres.

    Lula não se escusa de flertar politicamente com os mais ricos, mas não dissimula para eles que pretende beneficiar os mais pobres, ainda que indiretamente. Lula da Silva não é dissimulado.

    A terceira grande diferença, é que Marina da Silva é evidentemente entreguista, contra a soberania nacional, bastando ver que sua prática política é vinculada às ONGs ambientalistas, TODAS financidas por estrangeiros.

    Seu discurso adota os chavões da OPEN SOCIETY FOUNDATION, de George Soros, o que já foi notado por diversos observadores, nacionais e estrangeiros.

    Marina da Silva não é uma defensora dos indígenas, pois tudo indica que os entregará aos interesses das grandes finanças.

    Quem quiser saber o que isso signfica, basta consultar alguns sítios e separar (por si próprio) o joio do trigo:

    http://andradetalis.wordpress.com/2013/10/13/holocausto-no-brasil-genocidio-na-amazonia-e-campo-de-concentracao-em-minas-gerais-os-crimes-escondidos-no-brasil-das-mineradoras-internacionais/

    http://sites.icasei.com.br/pandora/en/pages/show/1567329

    http://www.terra.com.br/istoe-temp/1626/1626vermelhas.htm

    http://www.cartacapital.com.br/blogs/blog-do-milanez/em-defesa-das-almas-indigenas-9424.html

    Portanto, Marina da Silva não é uma portadora de comovisão indígena.

    Se associar a interesses internacionais, principalmente anglo-saxões, é muito perigoso, pois o discurso deles é um, a prática é outra.

    Uma atualidade comprova: eles chancelas as violências praticadas pela Junta de Kiev, mas alegam que devem intervir militarmente na Síria quanto às alegadas (aqui também vale o estudo prórprio e a separação do joio do trigo) violências por ele praticadas contra o povo Sírio.

    E não se esqueçam que Marina andou sendo convidada para convescotes com a realeza…

    Lula da Silva é nacionalista, o que vale dizer: dentro do geo-politicamente possível, a riqueza nacional deve ser usufruída pelos brasileiros.

    E trabalhou para que esse espaço geopolítico se ampliasse.

    São diferenças fundamentais.

    E falar de novo de Belo Monte em termos ambientais É UMA OBSCENIDADE, depois de tudo o que já foi explicitado.

    Comparar os projetos a fio d´água de hoje, na Amazônia, ao desastre de Balbina é MUITA MÁ-FÉ.

    Há ainda diversas diferenças, mas o tempo não permite.

    Chega de romantização de Marina da Silva.

    Saudações cordiais.

     

     

     

  12. Eduardo Bessa

    3 de setembro de 2014 7:43 pm

    Os Silva são diferentes, por Eliane Brum

    Ok. Tudo muito bonito. Mas essa bandeira não é do PV?

    Por quê o PV não apoia Marina?

  13. Ron

    3 de setembro de 2014 7:49 pm

    Pena alugada.

    O adjetivo egoísta  nunca vai se transformar em virtude.

  14. Ricardo Pereira

    3 de setembro de 2014 7:49 pm

    Se a fonte é o El País….

    Algo me diz que tem o mesmo tipo de aposta que o Satãder faz.  Obrigado, mas atualmente estou mais interessado no que diz o Gramna ,o Russia Today, o Counterpunch…Deu pra entender?

    1. Joraci de Barros

      3 de setembro de 2014 11:50 pm

      Não. Pode desenhar?

      Não. Pode desenhar?

  15. Fabiana C.

    3 de setembro de 2014 7:51 pm

    Seria interessante se a

    Seria interessante se a presidente Dilma abrisse mão da candidatura a reeleição e deixasse o presidente Lula voltar a governar o país.

    1. Anarquista Lúcida

      4 de setembro de 2014 11:12 pm

      Comentário de lobo em pele de cordeiro

      Além de indesejável em si mesmo — o país nao pode depender eternamente de 1 so homem, e Lula já é idoso — seria uma desmoralização completa. 

  16. Luis S

    3 de setembro de 2014 7:51 pm

    A hora e’ de Marina

    Se a Marina vai ganhar, eu nao sei, ainda faltam semanas ate a eleicao. Mas a hora agora e’ dela e se ela conseguir manter essa imagem de “diferente”, e’ dificil segurar.

    Primeiro, Marina representa o voto anti-PT. Contra isso nao da mais tempo de lutar. Ha anos tem-se discutido a incapacidade do governo de conversar com o pais e de rebater corretamente as criticas e manipulacoes da oposicao midiatica.

    Mas alem disso, sinceramente, ha anos estamos dizendo que o PT aprendeu a viver de passado. Converse com um petista e ele vem logo com aquela montanha de numeros, representando as “realizacoes” do PT. Parece o Maluf… Mas esquece-se que ninguem vota em ninguem pelo que “fez”, mas pela expectativa do que “vai fazer”.

    Qual a proposta do PT? Ninguem sabe. Continuar fazendo o que ja vem fazendo. E convencer as pessoas de que isso e’ o que e’ bom pra elas.

    Mas, de fato, Marina representa uma esperanca de “algo novo”, algo “diferente de tudo o que esta ai”. E o povo parece disposto a apostar. A ideia de que se pode manter o “tripe economico” do PSDB e as “conquistas sociais” do PT pode soar incoerente, mas ainda se for uma utopia, e’ um desejo real da maioria das pessoas.

    E, na verdade, nao e’ tao utopico. Os estados de bem-estar social da Europa conviveram com ambos por muito tempo. O Canada e a Australia ate hoje mantem boas condicoes fiscais com excelente apoio social. Quem diz que isso nao funciona e’ tao ideologico quanto quem diz que o “tripe” e’ a salvacao de tudo.

    Que Marina nao consiga defender essa ideia minimamente e’ desalentador e mostra que provavelmente nao tera condicoes de realiza-lo. Mas no final das contas e’ esse o desejo do povo – seguir avancando social e economicamente. Coisa que o PT tem provavelmente muito mais condicoes de fazer, mas tem sido ainda mais incapaz de comunicar que Marina.

    Infelizmente, o PT sempre foi arrogante – antes de vencerem, por serem “imaculados”, agora por terem “acabado com a miseria” ou coisa que o valha. Semi-deuses a quem temos de agradecer por tudo de bom que existe no pais. Entao, para que falar de futuro – deixem nas maos deles que esta tudo resolvido!

    “Se você quer construir um navio, não chame as pessoas para juntar madeira ou atribua-lhes tarefas e trabalho, mas sim ensine-os a desejar a infinita imensidão do oceano.”

    Ou adaptando: se quer o voto, nao adianta repetir o que ja fez no passado, tem que fazer as pessoas desejarem o que voce pode realizar no futuro!

    (PS: Eu voto no PT e nao pretendo mudar. Mas nao deixo de ter uma pontinha de alegria de ve-los pagando pela arrogancia dos ultimos anos. Quantas vezes fiz ou vi fazerem estas criticas aqui no blog e vi petistas simplesmente ignorando e voltando a repetir tudo de bom que fizeram… A proposito, acho que ha muitos apoiadores do governo do PT sentindo o mesmo que eu… )

  17. Rogerio Maestri

    3 de setembro de 2014 7:53 pm

    E por que o Acre não gosta de Marina?

    O artigo começa bem, depois desanda a maionese. Toda a interação homem natureza de forma romântica como estes não desejassem mais do que belas árvores cai na contradição de dois fatos notáveis.

    Marina no Acre não conseguiu mais de 10% de votos com o seu discurso ambientalista.

    Além disto, há uma distorção bem clara dos movimentos dos seringueiros capitaneados por Chico Mendes era um movimento SINDICALISTA com os movimentos ambientais capitaneados pelas elites urbanas.

    Se um índio ou um caboclo qualquer da floresta quiser plantar uma roça para sua sobrevivência ele vai preferir utilizar uma motosserra a um machado de pedra. Para limpar o mato ele vai fazer uma pequena queimada, pois ele sabe que depois de sair da terra em dez anos a mata se recompôs.

    Se um ambientalista quiser comer ele não plantará a mandioca, pois cortar a mata com machado de pedra dá muito trabalho e tocar fogo na mata é um crime ambiental. Logo ele procurará estar sempre mais próximo possível de um restaurante de comida natural!

    Por mais caricata que pareça a minha intervenção, o que levou a Marina perder votos no Acre foi a sistemática perseguição aos pequenos produtores durante a época que ela era ministra do meio ambiente, que aprovou o “uso sustentável” da Amazônia por grandes empresas extrativas e recriminou os meios de sobrevivência da população que lá vive.

  18. Yacov

    3 de setembro de 2014 7:53 pm

    Um texto sem pé nem cabeça

    Um texto sem pé nem cabeça para provar o improvável, que o BRASIL precisa da ‘experiência’ da ‘BIBLIARINA’ no poder para finalmente incluir os índios e ribeirinhos e a sua feliz vida na floresta, em suas políticas. Pelamor…. Que pobreza… E qual o problema da Dona Marisa ter colocado Bottox, ido ao CAbeleireiro, e comprado roupas de griffe quando passou a frequentar as altas rodas das política ?!?! Queria que ela fosse fantasiada de emrpegada !!?!? Essa BRUM faria melhor se voltasse ao pilotar o seu tanque de lavar roupas.

     

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO é um braZi-Zil-Zil para TOLOS”

  19. Odonir Oliveira

    3 de setembro de 2014 7:55 pm

    É, esse negócio, esse NEGÓCIO- tá ficando difícil.

    Será que valeu o tempo que gastei lendo tal texto?

    Nem sabia quem era a autora… agora já sei.

  20. Nilva de Souza

    3 de setembro de 2014 7:58 pm

    Nossa, quanta adoração a

    Nossa, quanta adoração a Macumarina!

  21. MarcosAS

    3 de setembro de 2014 7:59 pm

    Agora sabe-se bem a que serve

    Agora sabe-se bem a que serve todo ativismo “revolucionário” do sr. Leo. A mim nunca enganou.

    1. Leo V

      3 de setembro de 2014 9:58 pm

      A que serve

      A que serve especificamente?

      Incrível como cabos eletorais são incapazes de ler uma análise que não seja apologia a seu candidato ou rebaixamento do candidato adversário.

      Fla x Flu pobre.

      Esse tipo de cabismo eletoral serve à ignorância e obscurantismo. Fundamentalismo não é só de evangélicos, é de cabos eleitorais tbém.

  22. RobertoN

    3 de setembro de 2014 7:59 pm

    Ai ai ai, um texto longo

    Ai ai ai, um texto longo destes, para chegar a um “qual Silva é a Marina”.

    Poderia concluir, escrever os dois últimos parágrafos assim:

    O que isso significa? Marina está demosntrando pelas alianças que está a fazer no campo econômico e com a elite financeira do eixo SP RJ, que ela não tem a menor idéia do mal que pode causar o país por estas escolhas, ou se tem, é uma política ambiciosa e sem medidas, capaz de tudo para chegar ao poder.

  23. Cristiana Castro

    3 de setembro de 2014 8:02 pm

    Isso aí foi publicado num

    Isso aí foi publicado num jornal??????

  24. peregrino

    3 de setembro de 2014 8:04 pm

    quando se apela às comparações entre os dois…

    o que se quer na verdade é igualar talentos

    em Lula tudo e em Marina nada

    é o que se quer esconder

    1. peregrino

      3 de setembro de 2014 8:07 pm

      deve ser a continuação daquela escrotidão…

      a tal de que Marina é o Lula bem vestido, de saia

  25. nosde

    3 de setembro de 2014 8:05 pm

    E nem todos os Brums são

    E nem todos os Brums são iguais . . . . . .

  26. Yacov

    3 de setembro de 2014 8:07 pm

    Tu é TUCANOS nassif !! E esse

    Tu é TUCANOS nassif !! E esse teu bloguezinho é uma bosta ….

     

    “O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÂO – O que passa na REDE GLOBO DE SONEGAÇÃO é um braZil-Zil-ZiL para TOLOS”

  27. RACS

    3 de setembro de 2014 8:09 pm

    Me desculpem! Que merda de

    Me desculpem! Que merda de texto é esse? A diferença entre Lula e Marina é que ele é braSileiro, ela, tá mais pra braZileira. Essa Eliane Brum deve se achar a última bolacha do pacote prá querer comparar Lula com essa maluca.

  28. Ana Paula Andrade

    3 de setembro de 2014 8:14 pm

    Marina a serviço dos abutres

    Infância pobre nada signfica se o histórico da pessoa, ao final, é de traição, como o caso de Marina que, é claro, sendo eleita, sabotará as conquistas do povo brasileiro, tanta diferença ne

     

  29. peregrino

    3 de setembro de 2014 8:16 pm

    se eu não me engano…

    tentaram fazer o mesmo com Serra e Dilma

    o Serra, aquele que já foi visto como bem preparado para ser tudo ou qualquer coisa, sem nunca ter sido nada em termos desses mesmos brazis

  30. Free Walker

    3 de setembro de 2014 8:17 pm

    Nao quero pisar sobre os

    Nao quero pisar sobre os corpos (sou cristao , mas que da vontade de sorrir isso da, a vontade singela de pisotear os fundamentalistas do PT atualmente em amplo desespero.. 

  31. Marcos Nascimento

    3 de setembro de 2014 8:18 pm

    A realidade eh que a Dilma

    A realidade eh que a Dilma tem grandes chances de perder a eleicao, e provavelmente vai perder.

    O que muitos aqui nao querem enxergar eh que a Dilma fez um governo muito ruim. Da mesma maneira que o segundo mandato catastrofico de FHC permitiu a eleicao de Lula, o mesmo aconteceu agora com a Dilma.

    E como existem viuvas de FHC ateh hoje, provavelmente um novo grupo de viuvas da Dilma vao surgir.

    Os comentarios deste blog tem se comportado exatamente como outros blogs se comportavam em relacao ao Lula. Em um provavel governo da Marina, este blog e os blogs da Veja se unirao!

    1. Trocador Perdedor

      3 de setembro de 2014 9:51 pm

      Trocando 6 por 1/12 avos de dúzia

      Ora, colega, vamos aceitar por hipótese que vc esteja com a razão eque o governo de Dilma teria sido “muito ruim”.

      E que o de FHC tenha sido catastrófico.

      O sr. quer trocar o ruim e voltar ao catastrófico?

      Pense!

      E vote bem!

    2. Gui Oliveira

      4 de setembro de 2014 1:13 am

      Se…

      Se ela não entregar a chave do cofre pro banqueiro em um monetarismo tosco, adotando uma agenda de desenvolvimento e inclusão social,  tenho certeza que todos aqui apoiaremos. Caso – ao contrário – faça o que está anunciando, perderá o apoio da maioria não por fundamentalismo, mas pelo sofrimento covarde e assujeitado que imporá ao país – principalmente aos mais necessitados.

  32. Calvin

    3 de setembro de 2014 8:24 pm

    Texto fantástico!

    E só ver alguns trogloditas atacando me convence mais ainda….

    1. sergio m pinto

      3 de setembro de 2014 9:44 pm

      Com fundamentalistas não são

      Com fundamentalistas não são necessários argumentos. Acreditam porque acreditam. Quando aparece um texto de ficção a favor, vão dormir contentinhos. Quando o texto mostra a realidade aí é perseguição.

  33. Homero Pavan Filho

    3 de setembro de 2014 8:28 pm

    O gato subiu no telhado?
    Queisso, tão querendo me preparar pra derrota da Dilma?

  34. Lima N

    3 de setembro de 2014 8:28 pm

    Como é possível

    Como é possível uma candidata tão evangêlica quanto Marina, que se afasta tanto de Satanás, se aproxima tanto do neoliberalismo (entenda-se PSDB).

  35. NALDO

    3 de setembro de 2014 8:30 pm

    Elite é quem possui os meios

    Elite é quem possui os meios de produção e o capital, é o que sempre me ensinaram na escola, o resto é o resto, na hora H quem manda mesmo são estes, o povo só é lembrado nesses incomodos tempos eletivos (para eles); a candidata marina se aliou a essa elite e como o Brasil sempre foi desigual ha seculos e ninguem nunca se importou muito com os nordestinos comendo calango, ou a luta dos mais pobres nos grandes centros para sobreviver, se juntar a essa gente é retrocesso; essa candidata pode ter a historia de vida pregressa que for, mas ao se juntar aos velhos chupadores de sangue do povo escolheu um caminho já pot todos conhecido, e até agora essa união nunca deu coisa boa para o povo; a elite – essa sempre deu um jeito de jogar a conta para a viuva.

  36. autonomo

    3 de setembro de 2014 8:32 pm

    Dentro de poucos dias o

    Dentro de poucos dias o futuro do pais sera definido para um lado ou para outro.

    Não da para muito bla bla bla.

    Pergunto, mais uma vez, ao nobre Leo V, representante dos black blocs por aqui, em quem votara?

    Aproveito e pergunto tambem se sabe o que significa “independencia do Banco Central”?

    1. Leo V

      3 de setembro de 2014 9:55 pm

      Sou a favor da independência

      Sou a favor da independência do Banco Central em relação ao capital.

      Voto na esquerda no primeiro turno, isto é, não voto em Dilma, Marina ou Aécio no primeiro turno.

      No segundo turno voto nulo, ou quem sabe em Dilma contra Aécio ou Marina.. ou em Marina contra o Pastor Everaldo.

      1. Tania S

        4 de setembro de 2014 3:31 am

        Dá pra explicar o que

        Dá pra explicar o que significa “independência do Banco Central em relação ao capital”? Porque quando se fala em independência do Banco Central se está falando em ele ser autônomo para decidir a política monetária,  sem interferência do governo – ou seja, subir os juros quando bem entender e obrigar o governo a cortar investimentos para poder pagar juros aos bancos. É isso mesmo que vc gostaria? É que a Marina propõe,  pois agrada à família Setúbal e a todos os demais banqueiros. 

        1. Almeida

          4 de setembro de 2014 12:55 pm

          Explico: é tudo o que o Banco Central hoje não é.

          A prática que você se refere, “subir os juros quando bem entender e obrigar o governo a cortar investimentos para poder pagar juros aos bancos”, vem acontecendo, desde sua fundação, ou seja, o Banco Central foi desde sempre dependente do capital. Não foi diferente nos governos petistas. A causa do Banco Central independente do capital é uma causa republicana, é uma obrigação para quem se diz de esquerda abraçar; não tem nada a ver com a nebulosa proposta que Marina apresentou, que nada mais é do que a institucionalização da total dependência do capital, que de fato hoje possui. Independência do capital significa primordialmente a independência em relação à banca, apelidada também de mercado.

          Um Banco Central republicano deve cuidar, antes de mais nada, do interesse público, que não coincide com interesse de banqueiro; um Banco Central independente do capital deve cuidar de metas eleitas de interesse público. Liberalismo extremado, assim como individualismo idem, são causas em essência anti-republicanas. Os três últimos governos devem fechar, ao final deste ano, uma fatura de R$ 2,8 trilhões entregues ao mercado financeiro. São governos sem moral nenhuma, para acusar ninguém de ser “amigo de banqueiro”; para ser mais amigo de banqueiro, os números provam que é difícil bater os últimos governos:

           

          Comparem o que foi gasto de juros, em benefício do capital, com os gastos sociais do governo, com investimentos de infraestrutura. O capital ganha de goleada; é como se todo ano, o interesse social e republicano no Brasil levasse um sete a um dentro de casa.

           

           

          1. Erico Pontes Regis

            6 de setembro de 2014 12:47 am

            AH, ENTENDÍ!

            Quer dizer que quando o Governo detém poder sobre o Banco Central ele deixa de tomar medidas administrativas que lhe são próprias, tipo combater a corrupção, eliminar desperdício, investir corretamente, gastar menos, para usar o mecanismo da taxa de juros afim de controlar a economia. Porque pelo fato de o Governo ser o maior agente econômico do Pais, a sua má gestão financeira acaba influenciando a economia como um todo. Dessa forma, o Governo não muito preocupado com a eficiência da sua própria administração causa grande sofrimento para o setor produtivo do país, que perde a capacidade de investimento, e também para o povo pois os serviços públicos vão piorando a cada dia. A autonomia do Banco Central é basicamente liberar a economia para crescer, enquanto o Governo cuida da sua atividade financeira de forma a não ser um empecilho para o crescimento econômico e sim um estimulador do crescimento.

          2. Raulzitus

            6 de setembro de 2014 5:50 am

            A autonomia do banco central

            A autonomia do banco central seria o mesmo que  digamos que você tenha um salário e o seu gerente do banco o administrasse para você. Isso quer dizer que você perde total autonomia de tomar decisões importantes, como aumentar o juros ou diminui-lo, dependendo da fluidez economica. Além disso perde o controle sobre intervenções para combate a recessão, etc. Logo temos um exemplo clássico de que a política macroeconomica com bancos centrais autonomos são falhas, como a autonomia do banco central europeu, onde a crise só aumenta, junto com o desemprego e a qualidade de vida. Pergunte aos estrangeiros que estão migrando para o Brasil o quão bom é a política macroeconomica européia e você mudará de opinião.

      2. autonomo

        4 de setembro de 2014 12:35 pm

        Pela primeira vez, voce,

        Pela primeira vez, voce, representante por aqui da “rapaziada que saiu as ruas”, se definiu politicamente.

        Ou melhor, se indefiniu.

        O Brasil a beira de definir o seu destino para um lado ou para o outro e voce ainda não sabe em quem votar.

        Pior, “quem sabe” em um ou outro candidato.

        Não sabe, mas defende “manifestações” que alteraram a vida politica do pais.

        É aconselhavel  sairmos quebrando tudo, mas quando ja sabemos onde se quer chegar.

        Diante disso da para se ter uma ideia de como o “fervor da juventude” é manipulado, usado por forças politicas.

        Se voce “ainda não sabe” em quem votar, lhe aconselho a se informar antes o que significa de fato a independencia do Banco Central.

        Caso contrario periga voce votar em quem vai fazer o que voce não quer.

        Se é que voce ja sabe o que quer.

  37. João Luis

    3 de setembro de 2014 8:35 pm

    Mas que texto maravilhoso!

    Mas que texto maravilhoso! Seria perfeito se não fosse um pequeno detalhe. A realidade. Marina não tem votação na floresta. Lá quem manda é Lula. Quem quer Marina é o urbano de alto poder aquisitivo e o fundamentalista religioso que nada têm a ver com os “povos da floresta”.

    Isso significa que para po povo progresso é emprego e urbanização. E que se um ou outro chora, abraçado a uma castanheira e todos nós cheios de culpa e hipnotizados pela bobagem infantil de quinta categoria do filme Avatar choramos juntos, isso não pode atrapalhar a necessidade da maioria. Que venha o trator, ponha a castanheira abaixo, construa a represa para produzir energia para que tenhamos um país soberano capaz de curar as malárias das marinas e preservar tantas outras castanheiras nas nossas reservas. Pois sem soberania não existe preservação.

    A autora colheu também as opiniões dos que são favoráveis a Belo Monte ou ficou no anedótico midiático?

    Enfim, um texto de propaganda, marqueteiro, emocional. Um pega-trouxa meloso e vagabundo travestido de análise isenta. A maior prova de desonestidade intelectual é afirmar que Marina é a que tem mais condições de “fazer a ponte entre os brasis” e em seguida dizer que não há garantia de que ela o fará. É mais não é. Quer mas não quer. Fala mas não diz. Estilo Marina.

  38. Jaide

    3 de setembro de 2014 8:36 pm

     Prefiro a comparação do

     Prefiro a comparação do Nassif:

       “No plano simbólico, Marina tem uma imagem tão forte quanto à do Lula…

         As semelhanças ficam por aí.”

  39. Marcelo Castro

    3 de setembro de 2014 8:40 pm

    Brasil laboratório

    Realmente, quem enxerga o Brasil e sua sociedade como um laboratório deve achar a fada Marina um desbunde.

  40. Marcos Paulo

    3 de setembro de 2014 8:41 pm

    Nem o Diabo seria tão perspicaz

    “Os adereços usam materiais naturais, como sementes da Amazônia, o batom é feito por ela mesmo, com suco de beterraba, já que tem alergia a produtos industrializados. O cabelo é um coque.” Será que 1,6 milhões de reais que ela recebeu das indústrias que fabricam os produtos que ela tem alergia são para comprar sementes da Amazônia e batom de beterraba? Nossa! Não sabia que eram tão caros.

    A verdade é que a Marina é uma temeridade. O texto tenta demonstrar que a Marina pode ser a salvação dos povos da floresta, mas a verdade é que dos Ministros do Meio Ambiente do período Lula/Dilma, foi exatamente no período dela que ocorreu o maior desmatamento da Amazônia. Quem tem um projeto de desenvolvimento sustentável para a Amazônia é a Natura, que guarda muita semelhança com a sustentabilidade defendida pelos barões do café, que consistia em proteger os pés de café para “sustentar” os escravos. 

    Seu programa de governo é obscuro. Primeiro volta atrás nos direitos LGBTs após quatro twitters do Silas Malafaia (pelos menos eu sei quem pressionou), difícil é saber quem a pressionou para retirar a parte que garantia a ampliação da energia nuclear (será que teve pressão externa?).

    Depois tem aquele história de não priorizar o pré-sal, que significa tirar uma importante fonte de recursos para educação e saúde, além de desestruturar toda uma cadeia industrial que depende da exploração do pré-sal, como por exemplo, o setor naval.

    Outra proposta é acabar com a obrigatoriedade do conteúdo nacional, que entre os inúmeros benefícios a indústria brasileira já garantiu a construção de 12 novas fábricas de automóveis no país através do inovar-auto. 

    E pra fechar com chave de ouro a independência do Banco Central, que significa nos tornar dependente da Neca Setubal. Nem o Diabo seria tão perspicaz, com Neca Setubal controlando a nossa economia e o Silas Malafaia ditando as políticas de direitos humanos o inferno vai paracer o paraíso.

     

     

  41. Andre B

    3 de setembro de 2014 8:47 pm

    sem perder de vista a objetividade…

    1) Estava esperando uma manifestação do pessoal ‘autonomista’, ‘nacional marquisista (assim mesmo, não é erro de digitação é erro de identificação) libertário’, defensores da tática black block e ao que parece também anarcoprimitivistas a favor de MArina. Demorou, mas veio. OK os autonomistas, anarquistas e assemelhados são anti-estado – o que em certa medida acho louvável -, mas não sabia que eram pró-mercado – o que é deplorável. Vão se aliar aos libertários de direita, os partidários de Ron Paul, fenomeno já existente em todo o mundo e que se chama ‘terceira posição’. Já estou vendo o pessoal autonomista dando palestras no Instituto Von Mises; afinal a ‘multidão’ é inclusiva, cabe todo mundo: da herdeira do ITaú a que se acha herdeira do Chico Mendes! A pós-modernidade chegou à politica brasileira. O objetivo é claro: acabar com qualquer coisa semelhante a uma esquerda, do rosa palído desenvolvimentista ao vermelho carmim revolucionário, passando pela quase falecida social-democracia (a verdadeira não a daquele partido do Brasil). Auto denominados Anarquistas e autonomistas tem servido de cavalo de tróia do grande capital contra o trabalho em todo o mundo. Quem acompanha a conjuntura internacional detidamente já chegou a essa conclusão.

    2) “Para ser objetivo é necessário jamais perder de vista as subjetividades.” Mas para entender porque certas ‘subjetividades’ chegam a posições ‘objetivas’ como a presidencia é preciso não perder de vista os grupos de interesses, condições e estruturas objetivas. Sinto falta disso no debate brasileiro; sobre subjetividades é o que mais e sempre se fala na politica brasileira; até o modo de vestir parece ser mais importante que os grupos objetivamente definidos que apoiam este ou aquele candidato(a). Desse ponto de vista me interessa menos saber sobre as subjetividades dos silvas, mas porque o grande capital, que é quem faz e desfaz presidentes em quase todo o mundo, apoiou um – meio a contragosto – e agora apoia o outro, dessa vez morrendo de felicidade.

    1. Leo V

      3 de setembro de 2014 9:53 pm

      Dogmatismo eleitoral que não

      Dogmatismo eleitoral que não consegue ler uma análise, só conseue ler apologia ao seu candidato.

      No artigo Eliane Brum não defende nenhuma candidatura, mas sua análise serve para pontuar diferenças. E claro, ela não trata de programas políticos de candidatos. Aliás, a comparação é com Lula, não com Dilma.

      A autora traça algumas diferenças conceituais entre ambos relacionadas a trajetória de vida de cada um. E nisso é brilhante, embora num curto artigo. Entender essas diferenças, entender essas características de cada um serve para elaborar uma boa crítica tanto a alguma scarcterísticas do governo do PT quanto a possíveis características de um governo de Marina.

      Mas é demais para cabos eleitorais tentarem pensar por si próprio.

      1. Andre B

        4 de setembro de 2014 12:46 am

        Leo, não decida meu voto por mim!

        Leo, como sempre me atribui uma defesa do governo que eu não fiz. Lembre-se que existem mais de 10 candidatos a eleição e não só duas como é do interesse do capital que a população creia.  Seu pensamento é dualista: se não está com Marina é porque está com o governo, se não está com você está com o governo. Isso é de envergonhar até stalinistas, bloqueia qualquer pensamento crítico em nome de um dogmatismo anarquista: só se pode criticar quem está no governo e mais ninguém. Isso só reforça o primeiro ponto do meu comentário.

        Se voce observar bem todos os meus comentários aqui você verá que todos eles são críticas a alguém ou de alguma ideia. Não há comentários meus defendendo o governo , procure que você não vai achar. Minhas criticas a Marina decorrem de uma avalição de que ela vai ganhar pois o grande capital assim quer e é ele quem faz e desfaz presidentes: leia bem a segunda parte do meu cometário sobre o outro Silva. Só não vou fazer coro com o tipo de crítica que a extrema direita faz ao governo, a minha crítica é diferente. Escolho meus aliados não somente pelo critério de ser contra o governo, isso é muito ‘dogmático’ para mim.

        E com licença, tem até uma defesa da Neca como ‘grande educadora’ no texto, diminuindo seu papel como representante do grande capital e reforçando a defesa que Marina faz da participação dela na sua campanha. Talvez seja a abordagem ‘subjetiva’ do texto – Neca apesar de objetivamente ser uma representante do capital, subjetivamente é uma pessoa de boa vontade. Se é uma ironia do texto,acho  ficou muito mal colocada dando margem a interpretações dúbias.

        Além de tudo o texto é desinformado: conheço pessoas que fazem a luta dos trabalhadores e do ambiente no ACre ha muito tempo, não são governistas e nenhuma delas confia em Marina, nunca confiaram. Ela, como o outro silva, não mudou subjetivamente, é o que sempre foi. Condição de classe não é consciencia de classe.

  42. Antonio B. Neto.

    3 de setembro de 2014 8:53 pm

    Não dá para navegar nessa

    Não dá para navegar nessa tentativa de relativizar o desenvolvimento frente a um simbolismo de representação do idílico amazônico, no esforço para sacralizar a floresta e seus povos na personalidade Marina Silva, em contraste com o “ex-retirante” urbanizado e obcecado pela ascensão do Brasil à classe média, em parceria com sua sucessora Dilma Rousseff, como se a primeira fosse representante do autêntico, da sustentabilidade, do mais puro, capaz de conciliar o “bom selvagem”, o “sertanejo” e o mundo urbano, enquanto que Lula é apenas o mentor do distributivismo capitalista, como se quisesse apenas levar os operários ao paraíso do consumo.

    Não dá para comparar essa Marina com o Lula, ela que já trocou de partido pelo menos três vezes e já disse que vai criar o “seu” partido, numa demonstração cabal do quanto está distante de suas origens, mas apenas busca desenfreadamente a presidência e aceita parcerias as mais distintas, numa sequência de tentativa e erro para se candidatar ao cargo máximo do país, até ser bafejada pelo infortúnio da morte de Eduardo Campos, às portas da eleição, permitindo-lhe o que era o desejo secreto desde que foi se aninhar no PSB.

    Ora, o que esta senhora propõe de novo e de revolucionário para ser comparada ao Lula, quando se verifica seu programa de governo(?!) e seu discurso, agora divulgado ad nauseam, senão o velho e carcomido neoliberalismo de outros tempos, o aprofundamento de modelo macroeconômico baseado num tripé criado há quinze anos por gente que  se sustenta no credo dos juros altos, do arrocho salarial, da contenção, a qualquer preço, da atuação do estado, na conversa de que o salário mínimo só pode crescer com o “aumento da produtividade”.

    A presença de Neca Setúbal Itaú como coordenadora do programa de seu governo é elucidativo da distância de MS do mundo amazônico, sobre o qual ela mesma já disse que “profeta não faz milagres em sua própria casa”, quando perguntada sobre sua fraca votação no Acre.

    Em matéria de política externa o que a santa da Amazônia propõe de novo, pretende indicar algum cacique para o MRE, não, claro que não, ela quer voltar aos tempos de servilismo, da frouxidão diplomática, da falta independência, do alinhamento automático aos poderosos de plantão, da liberdade total para as ONGS internacionais ligadas, supostamente, à defesa do meio-ambiente, desde que caiam dólares nas suas polpudas contas.

    No campo da melhoria das condições sociais do povo brasileiro o que ela propõe de diferente, senão a manutenção de todos os programas sociais criados pelo Lula, mas ao mesmo tempo fala em ajuste na economia a apresenta um programa de investimentos em mobilidade urbana – em quatro anos – cujos gastos seriam tão elevados que ela teria que demitir metade dos servidores públicos brasileiros para implementar (economizaria metade da folha de pagamento de cerca de 240 bilhões de reais e teria 120 bilhões para fazer os investimentos que propaga).

    Chamar MS de “amadora”, “aventureira” e dizer que ela atua com improvisação é apenas uma observação bastante razoável da realidade.

  43. alexis

    3 de setembro de 2014 9:05 pm

    Intelectualizando obviedades – menos, menos!

    Marina está aí (nas pesquisas) por conta do apoio global do setor financeiro. A autora do post tenta demonstrar que um grão de feijão parece com uma melancia, num exercício imaginativo, próprio de escritora de romances. Estamos treinados, pois, de tempos em tempos, o Nassif nos deleita com exercícios mais complexos, onde nos apresenta ao Aécio como estadista ou sobre como os economistas poderiam salvar o Brasil.

    Marina apresenta perfil de musa da natureza misturado com Maria Madalena, adicionado a um papel permanente – no teatro da vida – de viúva padrão do Brasil (Chico Mendes, Lula e Eduardo Campos, recentemente), combinando bem neste país de tragédias, onde todos são heróis e ganham eleições “depois de falecidos” (até o Ayrton Sena teria maioria de eleitores hipotéticos se o seu nome tivesse sido cogitado nas pesquisas, depois do trágico acidente). Tancredo Neves é um bom exemplo de transformação da mediocridade pós-morte, que gera bônus para o seu neto até nos dias de hoje. O papel de viúva cai bem neste Brasil.

    Marina não é mais do que a melhor (melhor encontrada pelo “mercado”) expressão física da dor de cotovelo, dentre muitos outros que queriam ter sido “o Lula do Brasil” e não conseguiram ser, ainda considerando que não tiveram essa “trágica” sorte aeronáutica. Somando a campanha anti-PT e anti-Dilma lançada há tempos pelo PIG (e que parece excederam na dosagem), temos aí um quadro excepcional nas pesquisas, que superou inclusive ao candidato oficial do PIG. 

    1. Luis S

      3 de setembro de 2014 9:27 pm

      Bobeira

      Diagnostico errado leva a acoes erradas. Se os petistas querem acreditar que “Marina está aí (nas pesquisas) por conta do apoio global do setor financeiro”, tudo bem, mas podem ir se preparando para uma derrota fragorosa.

      Marina esta onde esta porque soube capitalizar o sentimento de mudanca. Certo ou errado, honesta ou desonestamente, ela hoje representa o “novo com continuidade”, prometendo manter o que e’ bom, mas mudar a mentalidade politica. Seja la o que isso quer dizer, e’ a melhor traducao do que o “povo” quer ouvir. O mesmo povo que elegeu Lula elegeu FHC antes dele. Achar que uma ou outra escolha foi ideologica, ou foi por apoio ou por oposicao do setor financeiro e’ uma grande bobeira. Os dois em seus momentos representaram o desejo  da epoca, um de acabar com a inflacao, outro de acabar com a exclusao.

      Lula para se eleger tambem teve que prometer manter o tripe economico (e manteve, para nosso profundo azar!). E Marina diz agora que vai manter o “bom” do FHC e o bom do “Lula”. Isso quer dizer que o eleitor e’ bem mais inteligente do que os arrogantes podem imaginar. O povo sabe o que quer: manter a estabilidade e a inclusao social, mas mudar a mentalidade politica.

      Se Marina e’ capaz ou nao de entregar a promessa, e’ algo para se discutir. Minha opiniao e’ que nao. Mas esse discurso petista de que o povo esta sendo enganado por um conluio dos poderosos (ainda que parcialmente verdadeiro) vai levar a uma derrota inesquecivel. Abram o olho e ajustem o discurso se quiserem ganhar voto. Ou continuem acreditando que esta tudo certo e voltem pra casa!

  44. Cunha

    3 de setembro de 2014 9:06 pm

    Por que o mercado está tão

    Por que o mercado está tão eufórico com essa candidata, se, conforme o texto, ela é quase uma Mujica?

    El País, Santander, rei Juan Carlos………   Tudo a mesma sopa…..

     

  45. CELSO ORRICO

    3 de setembro de 2014 9:07 pm

    Brum uma informação..

    vc sabia que o candidato da Rede ao Governo do Pará desistiu e disse que depois que viu os prununciamentos de Marina não dava para contiuar apoiando..que o escritor também da Região Amazônica desistiu de vota nela por ter s decepcionado com suas poisções? quem a conhece não vota nela, pergunte ao Povo do Acre??

    1. CELSO ORRICO

      3 de setembro de 2014 9:08 pm

      acrescentando

      o escritor é Milton Hatoun

       

  46. Cunha

    3 de setembro de 2014 9:07 pm

    Não é só a candidata que

    Não é só a candidata que sofre de desordem neural.

  47. Brasileira

    3 de setembro de 2014 9:16 pm

    Nunca vi tanta besteira

    Nunca vi tanta besteira junta, oh textinho fora da realidade, será que esta escritora não viu o programa de governo da fadinha? é só corte de direito dos trabalhadores, anda com banqueira e com o dono da Natrura pra cima e pra baixo, o Presidente do City Banck do Brasil era o tesoureiro da campanha dela em 2010( deve ter feito o programa de governo junto com a educadora Neca de Piripitiba)já ganhou R$ 1.600.000,oo com palestras, alias esta mulher hoje em dia quer é ganhar fazendo palestra de sustentabilidade, para morar super bem em São Paulo(como mora) e em Brasilia, que segundo eu li aluga casa por R$ 4.500,00. O País sendo entregue de bandeja ao capitalismo selvagem e a gente ainda tem que aguentar estes pretensos intelectuais.É dose!!!

  48. Dorival

    3 de setembro de 2014 9:16 pm

    O quanto é uma visão real dos Silva ?

    Me parece que esta analise da biografia dos referidos Silvas reflete mais um desejo do que algum vinculo com a realidade dos fatos, completamente descontextualizas da natureza do ser humano.

    Principalmente descreve uma Marina que parece mais um avatar desconectada da realidade que a serca , quando na verdade como um ser humano normal esta completamente envolvida com a realidade ao seu redor  e de fato atuando conforme seus apoidores desejam.Um ser humano fazendo isso em prol de um bem maior como a preservação da natureza não condiz com a nossa essencia e instinto de sobrevivencia. Na verdade uma analise fria e logica da historia da humanidade revela que de fato somos intrusos para ela e sendo assim ela faz de tudo para nos eliminar ou reduzir nossa permanencia. 

    O ser humano como conhecemos e a natureza de fato estão guerra pelo dominio do planeta e estamos ganhando,  mas até o momento é uma guerra sem vencedor e talvez no final de tudo isso possa nascer um planeta onde a naureza e os seres que habitam nela convivam  em harmonia, a realidade de hoje isso não é possivel e so resta  ser humano criar uma natureza pra chamar de sua ou outro planeta para chamar de seu

  49. mz

    3 de setembro de 2014 9:21 pm

    A Marina pode ter o passado

    A Marina pode ter o passado que for, louvável como história de vida e  está sendo platinado agora nas vésperas de eleição, para não dizer santificado. Mas o que  interessa ao povo neste momento é o futuro. Afinal a pretensão dela é chegar ao  poder máximo do país. Suas indicações são temerárias, colocam em risco todas as conquistas sociais dos últimos 12 anos quando alinha seu discurso ao rentismo e neoliberalismo. A Marina seringueira não existe mais.

    1. Leo V

      3 de setembro de 2014 9:47 pm

      Mas é isso tamém o que o

      Mas é isso tamém o que o artigo diz. A Marina seringueira não existe mais, como não existia mais o Lula operário.

      Mas um tanto da visão de cada um pode ser explicada pela vida que cada um teve…

  50. André Que Não Consegue Postar Comentários

    3 de setembro de 2014 10:03 pm

    Em que mundo um artigo que

    Em que mundo um artigo que critica a ignorância dos brasileiros sobre os habitantes da floresta e taca um “Para essa parcela da população, o sonho de todo índio ou ribeirinho é ser pobre na periferia de uma cidade grande.” pode ser considerado brilhante? Então é errado a minoria desconhecer o que quer a minoria, mas uma jornalista pode ignorar (ou inventar) o que quer a maioria?

  51. André Que Não Consegue Postar Comentários

    3 de setembro de 2014 10:11 pm

    E esse trecho “No poder, sua

    E esse trecho “No poder, sua mulher, Marisa Letícia, logo fez plásticas, aplicou botox, mudou o figurino e adotou Wanderley Nunes, um dos cabeleireiros da moda.” é simplesmente nojento. Por que cargas d´água tem que usar a esposa do Lula, que nem é pessoa pública, para desqualificar o sonho de consumo da nova classe média? Depois reclama de slut-shaming, etc.

  52. Daniel Krein

    3 de setembro de 2014 10:13 pm

    Vale mais o Maluf

    Essa autora é uma desqualificada, para os cumpanheiro opinião honesta é a do Maluf.

  53. Gerson Pompeu

    3 de setembro de 2014 10:56 pm

    Passado, presente e futuro.

    A eleição é para saber quem tem um passado mais bonito e comovente ou é para, de acordo com o que cada um representa no presente, escolher os caminhos de um futuro promissor?

  54. Alberto Moura

    3 de setembro de 2014 10:56 pm

    os evangelicos não são

    os evangelicos não são coesos, basta ver a luta do Edir macedo contra o Valdomiro pela fatia do mercado!  será que as outras congregações desajam ter o Malafaia com tanto poder ao ponto de influenciar a presidente da republica?

    os catolicos ainda dormem em berço esplendido, mas representam a maior seita cristã do pais, e sim tem um camando unico, uma ação forte pode ser o fator decisivo dessa eleição!

  55. Alberto Moura

    3 de setembro de 2014 10:56 pm

    os evangelicos não são

    os evangelicos não são coesos, basta ver a luta do Edir macedo contra o Valdomiro pela fatia do mercado!  será que as outras congregações desajam ter o Malafaia com tanto poder ao ponto de influenciar a presidente da republica?

    os catolicos ainda dormem em berço esplendido, mas representam a maior seita cristã do pais, e sim tem um camando unico, uma ação forte pode ser o fator decisivo dessa eleição!

  56. Cristiano Mendonça

    3 de setembro de 2014 10:58 pm

    Os Silvas são diferentes, por Eliane Brum

    Eliane Brum marinada,  delicadeza e sensibilidade ao paladar, contraste interessante, feminino, com uma forte presença de interesse dissimulado. Para acompanhamento: um pró-seco espanhol ou chá verde.

     

    1. Gerson Pompeu

      3 de setembro de 2014 11:16 pm

      Ai, que fome…

      Parece com aqueles pratos do chef Ferran Adriá, cheios de espuma e, quando mastigamos, faz “puf” e descobrimos que é só aparência e textura sem sabor.

      Ao final, só resta a fome.

  57. dr0pe

    3 de setembro de 2014 11:17 pm

    Ótimo texto!
     
    Pena que a

    Ótimo texto!

     

    Pena que a maioria dos leitores daqui(pelo menos dos que tem tempo e saco para comentar) não tem a sabedoria de reconhecer o símbolo da Marina Silva e entender que ela é uma incógnita tanto quanto era o Lula antes de se eleger.

     

    Abs

    1. Ulisses s

      4 de setembro de 2014 3:39 am

      A diferença não é sutil

      São as atitudes e quem a cerca que me causa calafrios. O Lula tinha a CUT e todos os que o cercavam ligados aos movimentos socias e nunca misturou religião com política. A Marina coloca a religião acima da política e está junto aos banqueiros, economistas do PSDB que quebraram o país na decada de 90 e ficaram miionários. As diferenças são brutais para sua visão tão simplista.

  58. Sergio Navas

    3 de setembro de 2014 11:28 pm

    Tenho grande respeito pela

    Tenho grande respeito pela trajetória da Marina, sua biografia confirma seu verdadeiro carater, e tenho absoluta certeza que ela sabe que poderá contar com o PT, sua verdadeira escola política, mas ainda assim meu voto será para a Presidenta Dilma.

  59. Tagutti

    3 de setembro de 2014 11:28 pm

    Arma eleitoral poderosa

    Diferente ou não de Lula, como visto com o ex-Presidente, a origem humilde, o carisma e a história de superação fazem o eleitor dos grotões sentir empatia com o candidato, traduzindo-se em inúmeros votos.

    Quando, no 2º turno, aumentar exponencialmente seu tempo de TV, certamente sua campanha explorará ao máximo sua biografia, mostrando Marina Silva como uma candidata que vivenciou e se solidariza com a extrema-pobreza, tornando-a apta não só a continuar, mas aperfeiçoar as políticas do “lulismo”.

    Isso é especialmente preocupante, quando pode roubar votos justamente no reduto Dilmista, o eleitor dos grotões.

    Só Lula para se contrapor e tentar neutralizar essa arma eleitoral fortíssima de Marina.

  60. Assis

    3 de setembro de 2014 11:55 pm

    Pq os Ecochatos não falam do

    Pq os Ecochatos não falam do Rio Tietê e Pinheiros? Pq o PT não trás este tema que envergonha e leva fedo para milhões de Paulistanos todos os dias? Pq o PT não conhece SP e não quer ganhar aqui. Desculpa, desabafei…

  61. Erico Pontes Regis

    4 de setembro de 2014 12:05 am

    BRASIL UM PAÍS DE TODOS

    Caros companheiros

                           Vamos levar em consideração que Marina Silva já declarou o seu compromisso de não ser outra vez candidata a presidente do Brasil. Portanto, a nova política, embandeirada por Marina, não é a extinção do debate entre direita e esquerda, mas a criação de um novo ambiente, em que os representantes de distintas visões políticas precisarão assumir novas posturas, mais abertas ao diálogo e ao entendimento, sendo capazes de encontrar soluções conjuntas, apesar de pertencerem a visões de mundo antagônicas. Este será o grande benefício incorporado à política durante o provável governo de Marina Silva. Afinal de contas, já nos diz o lema do governo Petista: “Brasil um país de todos”.

    1. Marcos Bresttw

      4 de setembro de 2014 1:42 am

      Ok, agora avisem os

      Ok, agora avisem os russos. 

       

      Se estivéssemos todos nos anos 60, usando lsd do bom, daria até pra cair nesse papo de que no dia seguinte da posse de Marina, os corações do país serão todos aquecidos pela nova política.. num gesto de união e entendimentos.. kkk

       

       

      1. Erico Pontes Regis

        4 de setembro de 2014 2:53 am

        NÃO CUSTA TENTAR…

        Afinal ainda somos brasileiros e queremos que as coisas melhorem por aqui. Sei que é difício entregar o poder, mas é mais importante continuarmos avançando. Ser humilde o suficente para entregar a batuta é uma grande virtude. Vimos essa atitude no expresidente Fernando Herique, mantendo a governabilidade de Lula no primeiro mandato.

        1. Raulzitus

          6 de setembro de 2014 5:44 am

          Pelo amor de Deus essa mulher é o atraso.

          Custa tentar sim. O Programa dela é retrógrado e plagia ideias ortodoxas economicamente, o que já se demonstrou um fracasso na era FHC. Além disso a política dela de não intervenção só interessa aos mais ricos. Eu comprei carro com redução de IPI, dou aula no Pronatec, dou tutoria em um das centenas de cursos técnicos abertos pelo governo petista e ainda poderei estudar no mestrado com bolsa de estudo. Além disso sei que existem pessoas que realmente necessitam de atenção socioassistencial do Estado para que a história de Marinas e Lulas não se perpetuem no país. Neste sentido vendo que nestes ultimos anos a sociedade civil ampliou sua participação nas ações do governo federal e tendo em vista os milhões de brasileiros que hoje estudam e trabalham graças aos programas do governo federal me faz avaliar o quanto essa Marina é uma cilada formada de um lado pelo fundamentalismo  cheio de odio de malafaia e de outro de uma elite raivosa em retomar a prioridade que sempre teve nos programas de estado.

  62. Alexandre Weber - Santos -SP

    4 de setembro de 2014 12:45 am

    A forma objetiva das políticas integradas da Marina existe?

    Vitor Carvalho escreveu, no post

    https://jornalggn.com.br/noticia/os-resultados-da-eleicao-com-os-dois-grandes-grupos-que-seguem-marina#comment-422559

    “Por isso queridos, a Marina será eleita: não porque defende uma política para o desenvolvimento do país, e é capaz de explicá-la de forma objetiva em políticas integradas. “

    Discurso difuso, com programa genérico não aponta para desenvolvimento em área nenhuma. O discurso da Marina, como bem o texto aponta, é para os que acreditam que “rico é quem está contente com o que tem” , o que implica necessáriamente em reverter o comando diabólico que torna mercadorias concupiscente. 

    Marina como Dilma são candidatas fraquíssimas, não tem planos ou estratégias, vão para um governo ridículo sem Norte, sem Rumo e sem Estrela.

    A tragédia social e econômica será inevitável.

    1. Erico Pontes Regis

      4 de setembro de 2014 1:01 am

      Sim. Um exemplo são as universidades.

      Uma descrição do que é uma Universidade: “Uma universidade é uma instituição pluridisciplinar de formação dos quadros de profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano.1 Uma universidade provê educação tanto terciária (graduação) quanto quaternária (pós-graduação). Segundo Mazzari Júnior “as universidades gozam de autonomia para executar suas finalidades, em estrita observância ao texto constitucional, porém este direito não proibe o Estado de verificar o uso desta prerrogativa nas atividades que lhes são próprias.” Um grande exemplo de que capacidades e conhecimentos diferentes podem compartilhar objetivos comuns.

  63. joselacerda

    4 de setembro de 2014 2:45 am

    Pontos importantes esquecidos

    A autora não tocou nos pontos que considero os mais importantes:

    1. A autonomia do Banco Central e sua relação com a história de Marina Silva.

    2. O fato de Marina continuar defendendo a imunidade tributária das igrejas. Conheço duas igrejas que são utilizadas descaradamente para lavar dinheiro provindo do roubo de cargas. Há uma relação entre igrejas e lavagem de dinheiro. Avisem a ela!

  64. Ricardo Cavalcanti-Schiel

    4 de setembro de 2014 4:25 pm

    Vastos idealismos e lógicas imperfeitas
    Freud definia o sonho como, fundamentalmente, “vastas emoções e pensamentos imperfeitos”. A política, quando se torna estritamente onírica, acaba sempre enveredando pela “forçassão-de-barra” da mistificação.

    Eliane Brum no seu artigo “Os Silva são diferentes” tenta colar, sem muitas mediações (que é exatamente o universo relacional da política), a lógica de um ethos pessoal com uma causalidade de poder e de manejo dele. Acaba praticando uma espécie de sub-antropologia.

    Na década de 40, uma corrente de antropólogos norte-americanos tentou demonstrar que o “caráter” das formações coletivas poderia ser representado sob a forma de uma “personalidade” ideal. Era a assim chamada escola “cultura e personalidade”. Os antropólogos que se seguiram constataram que, em nome da reificação de uma meia dúzia de “padrões” largamente contingentes, o que seus antigos colegas estavam fazendo era dar asas a um idealismo estigmatizador.

    Visão de mundo, cosmologia, é uma coisa. Mas se a política, no contexto da diversidade, é exatamente o mundo das mediações, projetar a idealização de uma visão de mundo particular como determinante suficiente das ações políticas pode não ser necessariamente o que se chama hoje de “cosmopolítica”, mas, sim, mera caricaturização.

    A política da Dilma é muito mais que a personalidade da Dilma. E se a política da Marina for, presumivelmente, muito mais que sua personalidade, seguramente podemos antever melhor o que significa querer levar consigo para o governo federal a fina-flor dos interesses dos banqueiros neoliberais. Por curiosidade, é exatemente a lógica das alianças que define a política, e não a lógica das personalidades.

    Reduzir a política à autocracia é uma simplificação grotesca, caricatural. Mas é talvez isso o que melhor sintetize a tal “nova política”: simplesmente a anti-política… em nome dos sonhos mais delirantes.

    1. Erico Pontes Regis

      4 de setembro de 2014 8:46 pm

      PARA COMPREENSÃO DE TODOS SEJAMOS MAIS DIDÁTICOS

       

      Entendo “nova política” como uma forma de tornar estas relações mais aquilibradas e justas.

      1. Ricardo Cavalcanti-Schiel

        4 de setembro de 2014 10:38 pm

        “Nova política” ou mistificação?
        “… tornar estas relações mais aquilibradas e justas”… É exatamente esse tipo de mágica retórica (que prescinde até mesmo dos conceitos…daí o seu alto grau de messianismo) que constitui as (tão estritamente) “vastas emoções e pensamentos imperfeitos”.

        1. Erico Pontes Regis

          4 de setembro de 2014 10:55 pm

          Quais conceitos?

          “… É exatamente esse tipo de mágica retórica (que prescinde até mesmo dos conceitos…” 

          Conceito da verdade? Conceito da Justiça? Conceito da honestidade? Quais seriam os tais “conceitos”? Para que avaliemos se realmente precisamos deles.

          1. Ricardo Cavalcanti-Schiel

            5 de setembro de 2014 1:55 pm

            Basta se esfoçar…
            Deixo isso para a sua reflexão.
            Espero que você consiga.

          2. Erico Pontes Regis

            5 de setembro de 2014 5:36 pm

            Conceito de Responsabilidade Política

            Obrigado caro Ricardo!

            Com um pouco de reflexão, análise e releitura de postagens antigas cheguei a esta conclusão: Nós, sociedade brasileira e seus representantes políticos, precisamos assimilar o conceito de responsabilidade política. Então já pesquisei algumas fontes de informação sobre o tema, e publico aqui para quem mais se interessar. Vamos multiplicar esse conhecimento.

            http://www.servulo.com.br/pdf/administrador.pdf

            http://halshs.archives-ouvertes.fr/docs/00/12/63/23/PDF/RP_Fortaleza.pdf

            http://www.idb-fdul.com/uploaded/files/2013_08_08075_08117.pdf

            http://www.scielo.br/pdf/rbcsoc/v12n35/35cheib.pdf

            http://repositorio.unb.br/bitstream/10482/11603/1/2012_PriscillaCavalcanteNormando.pdf

            http://online.unisc.br/seer/index.php/direito/article/view/1799/1592

            http://www.juspodivm.com.br/i/a/%7BD33EA273-9F40-47EE-99E6-FA6FCAFDBDB2%7D_agentes_politicos_responsabilidades_por_culpa.pdf

            http://portal.anpocs.org/portal/index.php?option=com_docman&task=doc_view&gid=8109&Itemid=217

            http://www.almedina.net/catalog/product_info.php?products_id=7005

             

  65. altamiro souza

    4 de setembro de 2014 7:52 pm

    é um errro,
    a partir dos

    é um errro,

    a partir dos dados que já temos,

    acreditar que marina é um ainógnita.

    a história dela é interessante como qualquer ser comum brasileiro,

    mas como candidata

    (que é o que importa agora e no futuro)

    já´escrachou,

    já mostrou a que veio,  seus desejos

    e seus coadjuvantes e auxiliares na condução  economica

    entregrará o país nas mãos dos representantes neonliberais do atraso fernandeenriquista que quebrou o país tres vezes naquela  época. os mesmos representantes dos interesses que quebraramm a europa e os eua desde 2008…

    os mesmos que criaram o maior desemprego da história da espanha

    – 50 por cento dos jovens espanhóis não conseguem arrumar emprego.   

    e a marina vem com esse papo de nova política?

    lula mora no coração do abc,

    marina mora no coração dos banqueiros da paulista….

     

     

     

Recomendados para você

Recomendados