10 de junho de 2026

Para Coutinho, auditoria na JBS esclareceu injustiças

Investigação conduzida por empresa norte-americana não encontrou irregularidades na atuação do banco brasileiro
Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil - Fotospublicas.com

Jornal GGN – As injustiças cometidas contra o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e seus funcionários foram esclarecidas em auditoria externa que investigou as operações da instituição na JBS. A afirmação foi dada pelo ex-presidente do banco, o economista Luciano Coutinho.

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Em entrevista concedida ao jornal Valor Econômico, Coutinho afirma que o relatório foi oportuno por não só confirmar os resultados da auditoria interna, mas todos os pronunciamentos realizados por ele e por outros executivos do banco, defendendo a integridade de todos os procedimentos realizados.

“Depois de consultar mais de três milhões de mensagens, e-mails, ligações telefônicas, mais de 400 mil documentos e de ter ouvido dezenas de pessoas, a auditoria não detectou nenhum sinal de comportamentos ilícitos que estivessem de alguma maneira relacionados à corrupção ou a favorecimento, ou ainda ingerência indevida nos processos da instituição”, afirma Coutinho.

“Neste sentido, (o resultado da investigação) põe a nu a enorme injustiça e o dano moral que foi infligido às pessoas, funcionários íntegros e decentes. Esse dano moral foi feito de forma, no mínimo, irresponsável, sem qualquer prova ou evidência concreta. Baseada apenas em presunção de culpa, se partiu para um processo de conduções coercitivas, buscas e apreensões quando a tradição do banco sempre foi prestar todos os esclarecimentos”, ressalta o ex-presidente do BNDES.

A auditoria foi solicitada para contrapor o procurador Ivan Marx, do Ministério Público Federal, que entrou na Justiça pedindo que a JBS pagasse R$ 21 bilhões para ressarcir o BNDESPar sob a justificativa de irregularidades nos investimentos do banco entre 2007 e 2011, e que o empresário Joesley Batista omitiu as informações em sua delação premiada.

A íntegra do resultado da investigação pode ser consultada aqui.

Redação

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4 Comentários
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  1. Anônimo

    30 de dezembro de 2019 6:21 pm

    Eu quero ver a abertura da caixa preta da ALERJ, e de uma certa loja da Kopenhagen

  2. Carlos Elisio

    31 de dezembro de 2019 3:50 am

    Com certeza, no processo foi gasto uma nota azul entre auditorias, principalmente a externa sobre a qual, aliás, seria interessante identificar a empresa que a conduziu.
    Então, fica uma pergunta: haja vista o caráter leviano das acusações, que levou a toda esta perda de tempo e assassinatos de reputações, alem de um esperado ressarcimento financeiro aos atingidos pelo assedio, quais penalidades serao aplicadas ao promotor responsavel por tamanha ignomínia?
    E este que conduz este desgoverno infame tambem é responsável por esta cagada, pois vive vomitando asneiras como “abrir caixas pretas”.

  3. BERNARDINO COELHO DA SILVA

    31 de dezembro de 2019 1:57 pm

    Onde está o comentário que fiz? Então aqui só vale quem concorda com a linha editorial esquerdista? Eu passei mais de dois anos investigando os irmãos Batista e os arquivos do meu primeiro livro “Nome aos Bois” foram entregues quase dois anos antes para o MPF e que redundou nas investigações contra a J&F. Agora sou barrado por conta de um comentário? Afinal, vocês são de esquerda ou simplesmente de quem paga mais?

    1. AMORAIZA

      31 de dezembro de 2019 6:17 pm

      Carmô?

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