
Jornal GGN – O volume de requerimentos de recuperação judicial bateu novo recorde histórico nos sete primeiros meses do ano, conforme levantamento elaborado pela consultoria Serasa Experian: ao todo, foram registrados 627 ocorrências, patamar considerado recorde desde 2006, após a entrada em vigor da Nova Lei de Falências (junho de 2005).
As micro e pequenas empresas lideraram os requerimentos de recuperação judicial de janeiro a julho de 2015, com 323 pedidos, seguidos pelas médias (174), e pelas grandes empresas (130).
A consultoria também apontou em julho um número recorde de requerimentos de recuperação judicial em relação a todos os meses de julho desde o início da série histórica do indicador: 135, um aumento de 28,6% em relação ao mês anterior, quando foram requeridas 105 recuperações. Novamente as micro e pequenas empresas ficaram em primeiro lugar no número de requerimentos em julho, com 68. Em seguida, as grandes empresas, com 40, e as médias empresas, com 27.
Quanto aos pedidos de falência, foram realizados 971 em todo o país nos primeiros sete meses do ano, representando um aumento de 4,1% em relação aos 933 requerimentos efetuados no mesmo período de 2014.
Do total de requerimentos de falência efetuados de janeiro a julho de 2015, 499 foram de micro e pequenas empresas, alta de 6,9%, comparado ao mesmo período de 2014, quando foram requeridos 467; 216 de médias empresas (recuo de 8,9% em relação a 2014, quando o número foi de 237) e 256 de grandes empresas (alta de 11,8% em relação a 2014, quando o número foi de 229).
Ainda segundo o Indicador, julho teve um número de falências requeridas 8,8% maior em relação a junho/2015: foram realizados 173 pedidos em todo o país contra 159 do mês anterior. O número também é superior ao de julho do ano passado, quando foram requeridos 141 pedidos de falência. As micro e pequenas empresas foram responsáveis pelo maior número de pedidos em julho de 2015: 89. Em seguida, as grandes empresas, com 49 solicitações, e as médias, com 35.
De acordo com os economistas da consultoria, “a solvência das organizações tem sido impactada negativamente com os aumentos nas despesas financeiras das organizações, geradas, principalmente, pelas elevações das taxas de juros e, no aumento do endividamento em moeda estrangeira das empresas que têm contratos indexados ao dólar, derivado da elevação da taxa de câmbio. Além disso, o atual quadro recessivo da atividade econômica dificulta também a geração de caixa das empresas, agravando sua situação financeira”.
Carlos Lima
5 de agosto de 2015 5:24 pmO GOVERNO DILMA, DESTRUIU AS MICRO EMPRESAS
Venho batendo na mesma tecla a anos, DILMA não gosta da micro empresa, O BNDES mente, e o Banco do Brasil escravisa. Vou lhe citar apenas poucas caisas que contribuem para isso: FECOMERCIO MG – R$ 368,98, + IMPOSTO SINDICAL URBANO, 265,00 + IMPOSTO SINDICAL R$ 146,00 p/ Micro empresa com até 5 funcionários + CONSELHO DE FARMACIA – 1.279,00 + FORA A ANUIDADE DA FARMACEUTICA – ESSAS TAXAS ANUAIS NÃO TEM NADA EM TROCA. Ai entra famigerada SUBSTITUIÇÂO TRIBUTÁRIA que chega a ser 101% no valor do produto, mais DIFERENÇA DE ICMS que chega até 14% se o protudo for importado, ei vai tem taxa até para o micro provar que ele é micro…Obrigatoriedade de máquina de CUPON FISCAL ..TAXA de incêndio, taxa para tirar a taxa e ai vai…FOI O pior governo para as micro empresas, O PIOR. R$ 500,00 de anuidade da ANVISA + 798,00 de vigilância sanitária. Não tem micro que sobreviva com isso, isso beira ao roubo, gatunagem, pilhagem..Isso não é governo é confiscador. Os micro empresários estão todos doentes, alcoolatras, viciados e escravos de todos os níveis de governos. Tudo que os governos falam dos micros é mentira, é tudo um bando de mentirosos.