Ana Gabriela Sales
Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.
Camila Bezerra
Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...
Carla Castanho
Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN
Marcos Videira
21 de fevereiro de 2018 1:33 pmMilitares: entreguistas e nacionalistas
Os militares historicamente podem ser classificados em duas categorias fundamentais: os entreguistas e os nacionalistas.
Os nacionalistas são aqueles que defendem a nação brasileira, mesmo que precise entregar a própria vida.
Os entreguistas são aqueles que entregam o Brasil para defenderem sua boa vida.
Paulo Pedreira
21 de fevereiro de 2018 7:27 pmAs faces da verdade
Assunto para ponderar. Nem os militares estão livres de crítica e nem seus opositores (à época) merecem endosso e louvores por suas atitudes e rebeldia. A truculência correu solta e crimes foram cometidos pelos dois lados. Para um Manoel Fiel Filho há uma Dona Lídia da OAB, um recruta Kozel assassinado na guarita do quartel do Pq D.Pedro, etc. Mas como voce fala em classificação (entreguistas e nacionalistas), como classificar os que pensando estrategicamente criaram a Eletrobras, Programa Nuclear (Angra I e II, Nuclebras), Embrapa, Proalccol, Tucuruí, Ilha Solteira, CNPQ, Finep, Capes, Infraero, Zona Franca de Manaus, Embraer, FGTS………e muito mais?
Eduardo Outro
21 de fevereiro de 2018 7:54 pmPitaco ao Desinformado: 1)
Pitaco ao Desinformado: 1) Para um Manoel Fiel Filho NÃO há uma Lidia da OAB. Ambos foram mortos por aqueles que não queriam a Democracia. 2) O recruta Kozel não foi assassinado, foi uma lamentável vítima colateral da guerra travada na época. Diferente dos combatentes de uma das alas que, estes sim, foram assassinados APÓS captura. De muitos deles não se encontram nem os restos mortais, que devem permanecer “ad aeternum” nas profundezas do mar oceano.
Maria Luisa
21 de fevereiro de 2018 1:49 pmOntem e hoje
Da para fazer uma correlação com a Operação Lava Jato. Se perguntassem para alguns procuradores da dita-cuja ou policiais porque certas pessoas estavam presas ali, não saberiam responder.
joel lima
21 de fevereiro de 2018 7:12 pmSe esse diálogo entre Paulo
Se esse diálogo entre Paulo Freira e o capitão fosse uma peça de ficção, provavelmente seria criticado por ser inverossímel demais.