PT e o win win

Os americanos gostam de usar o termo ‘win-win’, quando uma situação, ou política, gera ganhos duplos, ou seja, passa a ser amplamente favorável: redução drástica de custos, aumento da eficiência e, de quebra, maior efetividade, impacto, etc.

O que o PT fez com sua nova campanha publicitária é um caso clássico de win win.

Objetivamente, fez uma campanha ao povo, dando-lhe um recado mais do que óbvio e da maneira mais criativa e incisiva possível: lembre-se do passado, era muito pior, hoje está melhor, não perca suas conquistas, etc. Tudo isso num filme que é uma paulada.

O outro lado do ‘win’, o ganho a mais, foi ter jogado um anzol para a oposição e ela ter mordido a isca com precisão milimétrica. Estão respondendo com críticas ao filme do PT. Muitas críticas. Estão assumindo que pertencem àquele passado ou, diversamente, que uma situação indesejável pertence a elas. 

O ‘win’ foi tão ‘win’ que até o Eduardo Campos desandou a criticar.

Foi tão ‘win’ que a grande mídia acusou o golpe.

É uma sacada de tirar o chapéu.

Quem acha que o PT apelou, tudo bem, é legítimo. Mas esta atitude do partido foi menos por reação e mais por cálculo. Deve ter mais no horário eleitoral…

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99 comentários

  1. Como eu falei pra uma faceamiga:

    Só com pesquisa qualitativa para saber como a população vai captar a mensagem.

    Eu acho que é melhor a oposição não dar muita bola para isso, pra não ficar parecido com o mimimi da situação com Ney Matogrosso.

     

    • Ele exagerou.

      Oi Gunter,

      Em que pese meu respeito pelo artista genial, e pela pessoa fantástica que é o Ney ( o digo pela impressão de muitas entrevistas que assisti, não o conheço pessoalmente) ele exagerou nas cores de sua pintura e ficou a impressão de uma pessoa muito mal informada a respeito de seu próprio país e alijada de informações mais precisas.

       

      • A mim me parece que os

        A mim me parece que os “intelectuais” brasileiro sabandonaram os bons livros e artigos mais profundos. Só andam lendo as manchetes do Jornais e TVs. O Ney que me desculpe, parece aqueles comentadores dos blogs limpíssimos.

  2. O apelo à propaganda é sintomático

    Quando um governo, para mostrar que é “bom”, precisa apelar para a propaganda, é porque o negócio está mesmo é ruim. Caso contrário, a propaganda seria despicienda.

    Aliás, quem gostava de propaganda era o Dr. Goebbels. Os nazistas eram muitos bons em propaganda. Os stalinistas também.

    “O outro lado do ‘win’, o ganho a mais, foi ter jogado um anzol para a oposição e ela ter mordido a isca com precisão milimétrica. Estão respondendo com críticas ao filme do PT. Muitas críticas. Estão assumindo que pertencem àquele passado ou, diversamente, que uma situação indesejável pertence a elas.”

    Não há uma terceira via aí não? A exemplo de “é tudo mentira, propaganda enganosa, para enganar otário” ou “o Brasil existia antes do PT” ou, ainda, “a filha do búlgaro que temporariamente ocupa a presidência não fez a economia deslanchar, como esperado”?

    O torcedor opina como se a premissa fosse verdadeira, construindo uma falsa dicotomia. Na análise, implícita a ideia de que tudo o que aparece na propaganda, que eu não vi nem ele se dignou de trazer para o post, vai ser interpretado como verdadeiro. Aí fica fácil falar em “win-win”. Epic fail.

    Eu vou achar pouca graça quando outubro chegar hehe. Já tô até vendo a choradeira. Só vai restar dizer que a eleição foi fraudada rsrs.

    Eduardo Campos ainda vai crescer nessa campanha. A página dele no Facebook já passou de 900 mil curtidas. A de Dilma não chegou a 500 mil.

    • Nesse caso, qual a

      Nesse caso, qual a necessidade de se fazer uma eleição, não é mesmo? É só somar as curtidas e pronto. E o Eduardo Campos está eleito. Já imaginou a economia de recursos ? Sem a necessidade de campanhas caríssimas, sem a necessidade de caixa 2 p/ nenhum candidato. E vamos curtir o Ilmo. dr. Argolo e sua original idéia (de jerico ?)

      • A alta popularidade de Campos no Facebook é uma realidade

        A campanha ainda não começou e muita coisa ainda vai acontecer. Temos uma Copa do Mundo que será disputada sob muita tensão política. A CPI da Petrobrás, com forte teor político, nem começou ainda. Sem falar do mensalão, que será explorado até dizer basta durante a campanha. Dilma será obrigada a se pronunciar. E aí eu quero ver. Os tucanos também serão desgastados nesse tiroteio entre corruptos. Campos ganha larga vantagem neste aspecto. Ninguém vai considerar eventuais acusações envolvendo escândalo de letras, etc. Isso é um assunto técnico demais e o povo brasileiro, na média, não gosta muito de tentar entender coisas complexas. Perde logo a paciência. Essa eleição vai ser resolvida na base de quem aguentar mais os ataques, porque vai ser só baixaria. Também neste quesito, Campos sairá incólume.

         

        • Campos só sai incólume se não

          Campos só sai incólume se não entrevistarem os pernambucanos na campanha. Pergunta aos professores que recebem o pior salário do país o que eles acham do ex- governador; ou então como ele explica que seu secretário da saúde era o mesmo que recebia (como OS) dinheiro para administrar UPAs e hospitais públicos. Pode também perguntar como é que o TCE vai julgar as contas dele se os auditores estavam todos no seu governo e depois foram transformados em prefeito de Recife e em candidato a governador de Pernambuco.  Incólume? Só porque você quer.

        • “A campanha ainda não começou

          “A campanha ainda não começou e muita coisa ainda vai acontecer”. Nossa! Quanta profundidade. Lembra-me os comentaristas de futebol despreparados, citando os “onze contra onze” e a “caixinha de surpresas” do futebol. Deve ter demorado um tempão para produzir algo dessa magnitude. “Temos uma copa do mundo que será disputada sob muita tensão política”. Que análise! Que brilhantismo! Depois da juventude do Brasil inteiro ter ido pras ruas durante um ano inteiro, isso de fato deve produzir algumas manifestações também durante a copa. Alessandro, o brilhante, conseguiu vislumbrar isso. Épico. “A CPi da Petrobras, com forte teor político, nem começou ainda”. Quem diria, uma CPI com teor político, algo inédito na história das nações, só o Alessandro para enxergar algo assim. “Sem falar do mensalão, que será explorado até dizer basta durante a campanha”. Ninguém havia pensado nessa possibilidade. Que coisa! É bem possível que isso ocorra mesmo, hein, ô, Alessandro? E o fecho de ouro, aquilo que somente um pensamento de altíssimo nível conseguiria produzir: “Dilma será obrigada a se pronunciar”. Céus, a Dilma, logo ela que é candidata a reeleição, será obrigada a se pronunciar durante a eleição. Pô, Alessandro, será que não dá pra livrar ela dessa não, hein? Quebra essa aí, vai. Parabéns, Alessandro, por novamente abrilhantar o blog do Nassif com suas indispensáveis manifestações.

          • Hahaha, agora é tarde!

            Já foi flagrado como analfabeto funcional! Agora não adianta disfarçar a pobreza intelectual!

            Para você ficar com mais raivinha de mim e ter uma ótima noite de sono, aproveita e tenta ler (algo difícil para você haha) o que eu escrevi em resposta ao teu comentário em que você rodou a baiana só porque teve a burrice desvelada!

             

          • A tática do doutor reaça

            Toda vez que te flagram em contradição você apela para a falta de conhecimento de seu contraditor, mas, por estes comentários, está evidente que o burro e analfabeto não é o Marcio.

          • Dama do Bispo, antigamente conhecida como “beata de padre”

            Você leu a explicação do por que ele, como você, é burro?

            Se não leu, do que você falando, beata de padre?

            A propósito, já encontrou hoje, debaixo da batina, o que tanto procura?

        • Para o Campos Traíra basta

          Para o Campos Traíra basta colocar aquele vídeo dele elogiando a Dilma, na campanha passada. Vai ficar tal e qual os vídeos do Arnaldo Jabor por ocasião do início dos protestos de Junho e que foi comentado pela imprensa Argentina. Muitos não são bobos, como é que se muda de idéia tanto assim em 4 anos ? Só ele e a sua digníssima candidata a vice.

    • Visão estreita. “Apelo à

      Visão estreita. “Apelo à propaganda”. Como se algum partido governista, às vésperas da eleição, fosse tão confiante em si mesmo e em suas conquistas que renunciasse ao direito à propaganda eleitoral. O Alessandro poderia, gentilmente, apontar um exemplo concreto. Talvez nos EUA, talvez na Europa, ou quem sabe em Marte, de um comportamento parecido. Comparar uma mera propaganda eleitoral com propaganda nazista, é mais do que falácia, é desespero. Apontar defeitos no governo é fácil, todos têm. Ou será que em Pernambuco tudo está às mil maravilhas? Por outro lado, negar toda e qualquer conquista, duvidar de todo e qualquer número positivo, é mero exercício de retórica vazia e sem sentido. Quando a boca se abre só para o negativo, o problema talvez esteja na boca.

      • Mais um que deveria voltar à escola e aprender a ler direito

        “Comparar uma mera propaganda eleitoral com propaganda nazista, é mais do que falácia, é desespero.”

        Tem certeza que eu fiz isso? Ou apenas disse que os nazistas gostavam e eram bons em propaganda? Percebe a diferença ou terei que desenhar?

        Não quis dizer que a propaganda era nazista, até porque eu nem vi, mas apenas que nem sempre ela se presta para algo bom, que é uma estratégia historicamente manjada de enganar o povo, etc.

        Sobre renunciar à propaganda, outra deficiência na interpretação de texto. Critiquei a ênfase dada à propaganda como trunfo político para mostrar o quanto o governo é bom. Quis dizer que se o governo fosse mesmo bom, seus apoiadores não precisariam estar falando de propaganda.

        Que argumento é esse? Você viu o quanto a propaganda foi boa? WTF? É o governo que é bom ou é a capacidade dele de fazer boas propagandas que é boa? Uma boa propaganda pode servir muito bem para enganar, logo…

        • Alessandro, você pensa que

          Alessandro, você pensa que possui um pensamento refinado. Ledo engano, é só grosseria. Não preciso voltar aos bancos escolares, sou exímio em interpretação de texto. Você, penso que não, já que não possui noção sequer do que escreve. Sim, Alessandro, lamento informá-lo, você produziu uma comparação da propaganda petista com a propaganda nazista. Claro, pulou um parágrafo e achou, pois seu pensamento é raso, que a ironia estaria bem disfarçada. Aliás, ironia é coisa de pessoas inteligentes, a homenagem que o vício faz à virtude. Se fez, ainda que mal feita, por que fugir à autoria? E quando você critica a própria criação da propaganda, está sim insinuando uma renúncia ao direito de produzi-la. O seu problema, Alessandro, é que há uma deficiência entre o que você pensa e o que você escreve. Em outras palavras, você não consegue transformar o pensamento bruto em linguagem compreensível. Concluo isso a partir de sua crítica grosseira e rasa, novamente. É isso, ou então você age de má-fé, ou, quem sabe, trata-se apenas de um lunático. Boa sorte com seu psiquiatra.

          • Não preciso de psiquiatra, mas vc precisa voltar à escola

            Mostrou não saber interpretar textos, ou seja, provavelmente sofre de analfabetismo funcional. Onde foi, nervosinha, que eu comparei a propaganda-chantagem do governo, vídeo que eu não tinha até então visto, com a propaganda nazista?

            A tua interpretação, quanto à comparação, é ridícula. Falei apenas que nazistas gostavam de propagandas e eram bons nisso. A ideia disso é muito clara: nem sempre ser bom com propaganda implica um bom governo, dizer a verdade etc.

            Sobre a renúncia à propaganda, não fiz exatamente isso. Posso ter falado nisso en passant, até porque, neste ponto do meu comentário, o cerne é que um governo que é bom não precisa de propaganda para mostrar isso. Não precisar de propaganda é uma afirmação objetiva, com significado único e não implica renunciar à propaganda. Pode-se normalmente fazer uma propaganda, mas não precisar dela para mostrar que é bom. No caso, o governo federal precisa da propaganda para mostrar que é bom, pois, de outra forma, não consegue.

            Você consegue perceber, depois dessa explicação, que dizer que um governo bom não precisa de propaganda para mostrar isso não implica renunciar à propaganda? Simplesmente não depende dela para mostrar que é bom! Ela existe, mas não é determinante nessa percepção! Falta conhecimento de lógica formal!

            No entanto, a crítica mais certeira foi feita à ênfase que é dada no post à competência em fazer a propaganda e não no que o governo realmente tem que fazer para mostrar que é bom. E não se mostra que um governo é bom só fazendo propaganda. Isso qualquer pessoa inteligente entenderia do que eu escrevi. Mas você não entendeu, fazer o quê?

            Tua reação nervosinha mostra que você não entendeu o que eu quis dizer, o que conota baixo intelecto, e ficou puto porque eu esfreguei o teu latente analfabetismo funcional para todo mundo ver. Só restou a você dizer que eu não escrevi o que realmente quis dizer, quando ficou muito claro o que eu quis dizer. Mas você, baixo intelecto, foi incapaz de entender o que foi dito. E aí só restou o ataque pessoal. Típico.

          • O cara posa de campeão da

            O cara posa de campeão da igualdade, guerreiro contra os preconceitos e finaliza seus textos com louvores à justiça. Porém, ao analisar uma propaganda acusa-a de ser preconceituosa contra pobres e nordestinos, quando claramente, para qualquer pessoa sã, remete ela a uma comparação entre o passado e o futuro das mesmas pessoas. Aí, quando uma pessoa critica sua crítica, apresenta-se como realmente é: preconceituoso, elitista e intolerante. Começa a denominar uma pessoa desconhecida, que ele sabe do sexo masculino, como “nervosinha”. Intuito? Óbvio, sugerir uma homossexualidade, além de demonstrar misoginia. O intuito é claro, mas a missão fracassou. Cito o ocorrido apenas para revelar ainda mais o caráter dessa pessoa. Que, aliás, já é conhecido aqui do blog. Textos rasos e argumentos ad hominem são uma frequência para o Alessandre de Argolo. Lê um texto de uma pessoa que obviamente sabe fundamentar seu pensamento nas formas escrita e falada, mas o acusa de analfabeto funcional. Nem ele acredita nisso, mas a intenção, claro, é ofender, não argumentar com a realidade. Não me ofende, pois sei quem sou. Aliás, sei quem sou e tenho convicão quanto ao tipo de pessoa ele é. Já denunciei comentários seus diversas vezes aqui no blog e continuarei a fazê-lo sempre que necessário. Creio que outros comentaristas também o façam de vez em quando. E não falo isso porque estou “nervosinha”. Estou calmo. Falo por ser a realidade. Você, Alessandre de Argolo, encarna o anti-pensador, aquela pessoa que possui um pouquinho de conhecimento, mas que se arvora em intelectual. E, por falta de profundidade, não somente escolhe as batalhas equivocadas, como não hesita em atropelar os adversários, quando contrariado, pretendendo impor-se pela força e não pela convicção. Não é um analfabeto funcional, porém não possui a complexidade de pensamento abstrato necessário para compreensão da totalidade. Essa dificuldade, aliada a uma visível dificuldade na linguagem, o torna o que é. O problema que se acha um pensador e é essa arrogância que aflora quando se vê acuado. Aí o ataque instintual é praticamente inevitável, pois é o refinamento intelectual que evita que nos soquemos por qualquer banalidade, e nele isso é inexistente. Na verdade, Alessandre, tenha certeza, praticamente ninguém aqui admira o que você escreve. São superficialidades com pretensão de intelectualidade. Argumentos toscos, grosserias, desqualificações contra os interlocutores. Admiração certamente você não tem, agora, desprezo…

    • Eu comparo a evolução das páginas

      e também notei que a de Eduardo Campos cresce muito mais rápido que a de Aécio Neves. Por volta do fim de março o ultrapassou. (Eu não sigo a página de Aécio, mas a de Campos é legal, manda bastante informação.)

      Mas acho que ‘Dilma Bolada’ é mais representativa da popularidade de Dilma.

      De qualquer modo, isso só mostra uma tendência limitada ao público que frequenta facebook, que provavelmente tem renda média maior que a média dos eleitores.

      Se formos pegar as preferências eleitorais no segmento “instrução superior” (incluindo incompleto) dá percentuais próximos a essas curtidas de facebook.

      Mas que há problemas de imagem para o governo sem dúvida há. E o jeito de saber sobre isso é esperar as pesquisas de popularidade.

      Percentuais de ótimo/bom não caem de 60% há dois anos para 35% agora apenas com o poder da mente da oposição.

      Há uns meses atrás eu imaginava que no 2º turno o teto de Dilma seria 56%. Isso continua válido, pois como coisas pioraram entre 2010 e 2014 e como alternativas de oposição surgiram, bom, é até esperado que a eleição seja mais apertada.

      Mas também imaginava que o piso seria 50%. 

      O que mudou mesmo do começo do ano para agora é que o piso talvez agora possa ser estimado como inferior a 50%, isto é, já há riscos para a reeleição.

      E eu continuo achando que o PT fará menos deputados e governadores em 2014 que em 2010.

      Acho que no fim da semana que vem sai a primeira grande pesquisa do Ibope, aquelas com 10 mil questionários, que perguntam por governadores também. Se for isso mesmo será bem interessante.

      Também acho que Campos vai crescer, mas sem o esperado apoio da mídia já não será tão fácil.

      De qualquer modo, o que não acontecer em 2014 acontecerá em 2018.

      Que haverá desgastes na área econômica nos próximos anos é mais fácil de prever do que quem será presidente.

       

       

      • Resumindo…

        Resumindo: 1) O pastor manda e os fiéis entram na página daquele sujeito que a Marina oportunamente vai derrubar. 2) As tais páginas são a única coisa em que a oposição evolui.

      • Gunter,Como você sabe que eu

        Gunter,

        Como você sabe que eu não tenho FB, nem preciso adiantar que muito do que vou falar tá mais baseado na teoria que prática, mas de qualquer forma, vamos lá…

        Até que ponto o número de “curtidas” é realmente relevante para uma campanha, já que, em princípio, representariam um universo limitado (daqueles que já gostam do candidato) dentro da rede social?

        Será que o material que circula de forma viral, entre os próprios usuários da  rede, não teria mais impacto em atrair novos eleitores? E aproveitando, o que você tem visto de material (semi-)oficial dos 3 principais concorrentes sendo compartilhado?

        E não acho que o problema maior de 2014 para a frente vai ser na economia e sim naquelas áreas “básicas”, principalmente educação e segurança (deixo saúde de fora pois o Mais Médico alivia a área por um tempo), que dificilmente serão melhoradas sem trabalho sério e planejamento que envolva todo o país, algo complicado de por em prática com o clima beligerante que está sendo construído nesta campanha.

        Abraços,

         

    • Meu pai já dizia…Não basta

      Meu pai já dizia…

      Não basta ser honesto, é preciso que pareça honesto.

      O PT com todo o trabalho que fez e está fazendo, realmente não rpecisaria de  propaganda.

      Mas com a mídia martelando 24 horas por dia corrupções inventadas ou não… enquanto a falta de água em São Paulo é obra do divino e espirito santo… num país rico em recursos hídricos…

      Diga isso a Jango, a Vargas…

      Só falta vc dizer que a mídia da tratamento igual a Lula e a FHC…

      http://www.youtube.com/watch?v=17W9vSUHSAA

       

  3. O medo venceu…

    A inserção do PT pareceu um filme de terror mal feito. A qualquer momento tinha-se a impressão que o obaminável Aécio das neves iria surgir e devorar o primeiro incauto que aparecesse. A atmosfera depressiva transmitiu a idéia do povo refém de um governo incapaz de iluminar o dia a dia das pessoas.

    Quando se inicia a narração é impossível dissociar o filmete de agora com a ridícula Regina eu tenho medo Duarte de mais de uma década atrás. Uma guinada de 360º no período, voltamos ao mesmo lugar. Não tem nenhuma pesquisa qualitativa sobre a ideia do marqueteiro jênio, mas dificilmente ele transmitiu uma idéia favorável a reeleição da Dilma. Mexeu com o lado ruim do emocional, leva os mais despreparados a procurarem um salvador. Papel que sabemos a Dilma não passa nem perto.

     

    • DISCORDO totalmente de você.

      DISCORDO totalmente de você. Já estávamos cansado dessa mídia hipócrita e partidarizada, desses discursos vazios desta oposição que é incapaz em todos os seus representantes de apresentar um programa para fazer o Brasil mudar ainda mais para melhor, desses arautos da justiça que não conseguem resistir aos seus próprios egos, desses que acreditam que serão capazes de fazer novamente o Brasil e os brasileiros se tornarem seus reles serviçais, por essa razão esse vídeo nos serviu como uma resposta a tudo isso. E acertamos em cheio e os oposicionistas de plantão e a torcida do quanto pior melhor, dos acometidos do complexo de vira-lata e desta nefasta horda de comentaristas, articulistas que fazem de concessões púbicas instrumentos de difamação e manipulação, porque eles acusaram o golpe, como comentários, permita-me dizer, o seu.

      Parabéns a quem produziu este vídeo, pois foi ele a resposta que estava atrevessada em nossa garganta e que já não víamos a hora de pô-lo para fora. Digo isso porque tenho NOME e SOBRENOME – mesmo que não o tenha recebido de batismo, considero-me com muito orgulho um SILVA  – e não sou daqueles que se escondem por trás de alguma alcunha para dizer o que lhe mandam falar.

      Se o que foi dito não é verdade, desafio essa inócua oposição e seus asseclas a dizer qual é a sua verdade, que se contraponham com argumentos e não com bravatas, que apontem onde estão as falsidades da comparação que foi feita acerca da vida daqueles personagens, que representaram os brasileiros EXCLUÍDOS anos a fio por essa falsa elite política, social e econômica.

      Sinto-me honrado de ter vivido a experiência de ver um TRABALHADOR fazer, enquanto presidente deste país,uma nação muito melhor do que muitos que doutores, sociólogos ou economista (?!) fizeram ou fariam. 

      Há pessoas que não construíram seus próprios destinos, passando a viver do legado deixado por seus pais e avós, daí não estarem comprometido com as causas pelas quais dizem defender. E dessas pessoas sem identidade, o país em nada demonstrado que precise delas para seguir seu rumo, E não vai ser agora que isso vai acontecer. Esses discípulos não possuem discurso próprio e quando o querem formar vão á elite se dizendo estar pronto para servi-la. mas é da rua que ecooa o grito que merece ser ouvido e não ignorado. 

    • Rebolha voce vai poder

      Rebolha voce vai poder exercitar sua cidadania, teremos mais e mais  manifestações

      ou seja a cada uma dela voce pede a cabeça da Dilma , lembra-se?  Não perca a 

      cabeça.

  4. o nível do debate entre os

    o nível do debate entre os petistas está indo ladeira abaixo. Primeiro tem que defender um evento FIFA, agora tem que defender uma campanha desastrosa e absurda que apela ao MEDO para ganhar votos. O partido não tem nada mais interessante para apresentar à população do que MEDO? Considerando o quanto se está gastando em aparatos repressores para garantir o silêncio durante a Copa, parece que não.

  5. E viva o “mimimi”

    Não há nada mais engraçado do que o “mimimi” dos antipetistas quando o PT resolve devolver o bombardeio no mesmo nível.

    Podem fazer beicinho e chorar o quanto quiserem. Essa campanha vai ser na base do “tiro por punhalada”, do “bateu, levou”. 

  6. modéstia à parte, é só para quem pode…

    nem todos os partidos podem conversar face-a-face com seus eleitores……………

    motivo da surpresa, talvez

     

    mas, repito, ainda não temos novidade

     

  7. E vai ficar mais win win

    Agora que a ministra Laurita Vaz proibiu a veiculação da propaganda partidária do PT, porque atendeu ao pedido dos tucanos que disseram que a Dilma está fazendo propaganda do seu governo, e mandou trocar o filme, kkkkkkk, o PT vai colocar no lugar esse filme que a oposição tanto odiou. Toooooma! win win pro PT.

  8. UM CONTO PETISTA
    Concordo. O video é genial! Sabe quando você sente que aquilo lhe tocou porque acertou em cheio? Mesmo quando quer manter a serenidade e a frieza para avaliar da forma mais isenta possível e, mesmo assim, o arrepio involuntário da espinha lhe vem? Foi isso que se passou comigo. Doze anos de história da gestão petista estão resumidas, ali, naquilo que é sua marca: mudou o Brasil para melhor! A duplicação dos personagens é uma solução estética maravilhosa. Ao meu ver, a referência é o classico de Charles Dickens “Um Conto de Natal” ( A Chistmas Carol). É um alerta para que não nos comportemos, todos, como Scrooges, ensimesmados e avarentos querendo sempre mais, sem valorizarmos o que temos de mais importante. Os fantasmas do passado estão a espreita, não para nos conduzir para vermos, como no conto de Dickens, o que perdemos, e sim para perdermos o que conquistamos. O vídeo coloca o povo( e até mesmo a elite, porque não dizer) diante do espelho e da historia. Sem apelação força-os a enfrentarem a decisão sobre qual espírito seguir: o do passado ou do presente, risonho, alegre e que lhe alerta para os perigos do futuro?

  9. Amigo, não é por nada não,

    Amigo, não é por nada não, mas tu não sabe o que quer dizer win-win. 

    Win-win é o que o PT vem fazendo desde 2005 para sustentar a tal da governabilidade.

    Ganha ele que fica no poder e ganham os partidos que administram orçamentos em ministério de porteira-fechada.

    Tinha também o win-win do mensalão, mas nesse aí entrou areia.

    Antes dele tinha o win-win dos tucanos.

    Só quem é loser aqui nesse país é o povo.

  10. Pausa no jogo do Cruzeiro x São Lourenço (jogo muito bom)

    Coloquem aí a propaganda! Cadê o vídeo?

    Eu quero ver!

    PS: O time do Cruzeiro tem uns quatro jogadores que são absolutamente craques. Só tocam de trivela, impressionante. Não fosse o visível medo dos jogadores, estaria vencendo a partida.

      • Comentei o post

        Não precisava ver o vídeo para comentar a ideia do post. Mas acabei de ver a chantagem que acharam “win-win”. Existe no mínimo uma contradição na linguagem do vídeo e a ideologia do governo: ao mesmo tempo que o governo discursa em favor dos que estão na base da pirâmide, estes são usados como exemplo negativo na propaganda, algo que se deve evitar.

        A ideia foi dizer que a pobreza deve ser evitada, que trocar o governo implicaria voltar àquilo. Mas inevitável não associar com falta de solidariedade, preconceito, discriminação e uma certa defesa da exclusão social ao transferir o objeto da crítica. Os pobres são vistos com uma certa ojeriza no vídeo e o que é criticado não é a ojeriza, mas sim o fato dos pobres existirem. A crítica termina se concentrando nas vítimas do sistema, usados como símbolo do negativo.

        Minha opinião: o vídeo é péssimo em termos políticos e, principalmente, em termos de propaganda. Horrível, de péssimo gosto.

        • Calma Argolo, na próxima irão

          Calma Argolo, na próxima irão apelar para o ressurgimento de uma sub-raça nordestina caso o PT perca a eleição.

          Lembra dessa ? KKKKKKK

          • Lembro, foi o Lula que falou

            Lula disse que quem comia ficava bonito, quem não comia ficava feio, algo assim, referindo-se às diferenças entre os pobres do sul-sudeste do país e os do norte-nordeste. Foi alguma coisa neste sentido.

          • E o Lula estava errado, não

            E o Lula estava errado, não é, Argola?

            Pessoas desnutridas são bonitas, fortes, coradas.

            O reacionarismo do Argolo não tem jeito, agora ele vê beleza na fome, na desnutrição, só pra criticar o PT.

          • Que mané reacionarismo

            Pachecão me perguntou se eu me lembrava do episódio da sub-raça. A única coisa parecida com isso que eu consegui me lembrar foi um discurso aloprado do Lula em que ele falou que comer era tão importante que até os pobres do sul-sudeste eram mais bonitos do que os do norte-nordeste porque comiam melhor do que estes últimos.

            A crítica que se faz a esse tipo de afirmação nada tem a ver com a verdade que eventualmente possa existir na afirmação de que quem não come fica ou é feio (apesar de que a afirmação nem verdadeira é: tem gente que pode comer como for que nunca vai deixar de ser “feia”).

            O problema é o preconceito e o racismo de sempre contra o povo do nordeste, especialmente o pobre, embutidos na afirmação. A comparação feita entre os pobres do sul-sudeste e os pobres do norte-nordeste, dizendo que os primeiros eram mais bonitos do que os segundos, é totalmente anti-ética, politicamente incorreta, uma coisa que não se diz, muito menos um presidente da república. Enfim, é um comentário aloprado, do tipo de quando se chega em Windhoek, capital da Namíbia, e diz que a cidade é “tão bonita e limpa que nem parece que se está na África”. É um comentário de baixo nível, por mais supostamente verdadeiro que seja.

            No entanto, não me surpreendo no fato de você não ver qualquer problema no que foi dito alopradamente pelo Lula em 2010.

  11. já, os holandeses gostam de usar o termo vil! vil!

    já, os holandeses gostam de usar o termo vil! vil!, para designar a propaganda lulopetista do doutor joão santana, o neoteólogo do marketing político inspirado em preceitos tão antigos como nas Sagradas Escrituras estudadas e interpretadas e desconstruídas por Espinosa mais Chaui….

    ” Que vínculo secreto une superstição e teologia política? Haverá, aliás, teologia que não seja política? A resposta exige, primeiro, que descubramos a causa da superstição.

    “Se os homens pudessem, em todas as circunstâncias, decidir pelo seguro, ou se a fortuna se lhes mostrasse sempre favorável, jamais seriam vítimas da superstição. Mas, como se encontram frequentemente perante tais dificuldades que não sabem que decisão hão de tomar, e como os incertos benefícios da fortuna que desenfreadamente cobiçam os fazem oscilar, a maioria das vezes, entre a esperança e o medo, estão sempre prontos a acreditar seja no que for. […] A que ponto o medo ensandece os homens! O medo é a causa que origina e alimenta a superstição, […] os homens só se deixam dominar pela superstição enquanto têm medo; todas essas coisas que já alguma vez foram objeto de um fútil culto religioso não são mais do que fantasmas e delírios de um caráter amedrontado e triste; finalmente, é quando os Estados se encontram em maiores dificuldades que os adivinhos detêm o maior poder sobre a plebe e são mais temidos pelos reis.”

    Ora, prossegue Espinosa, se o medo e a esperança, fazendo o ânimo balouçar na incerteza ou contingência dos males e dos bens, são a causa da superstição, três conclusões se impõem. A primeira é que todos os homens estão naturalmente sujeitos a ela, e não, como afirmam os teólogos, porque teriam uma ideia confusa da divindade, pois, ao contrário, a superstição não é efeito e sim causa da ignorância a respeito da deidade. A segunda é que ela deve ser extremamente variável e inconstante, uma vez que variam as circunstâncias em que se tem medo e esperança, variam as reações de cada indivíduo às mesmas circunstâncias e variam os conteúdos do que é temido e esperado. A terceira é que só pode ser mantida ou permanecer mais longamente se uma paixão mais forte a fizer subsistir, como o ódio, a cólera e a fraude. Facilmente os homens caem em todo tipo de superstição. Dificilmente persistem durante muito tempo numa só e na mesma. Se nada é mais eficaz do que a superstição para dominar as massas, nada é mais difícil do que estabilizá-las:

    “Por isso é que estas [massas] são facilmente levadas, sob a capa da religião, ora a adorar os reis como se fossem deuses, ora a execrá-los e a detestá-los como se fossem uma peste para todo o gênero humano. Foi, de resto, para prevenir esse perigo que houve sempre o cuidado de rodear a religião, fosse ela verdadeira ou falsa, de culto e aparato, de modo a que se revestisse da maior gravidade e fosse escrupulosamente observada por todos.””

    Política em Espinosa. Marilena Chaui. Companhia das Letras, 2009.

     

  12. A paulada doeu na

    A paulada doeu na oposição.

    Abri uma exceção e fui ver o JN. Não deu uma palavra. Preferiram censurar totalmente o fato político da semana.

    Ainda vão continuar um tempinho passando gelo mas vão voltar à carga já, já.

    Mas eu ainda acrescentaria nesse programa (e nos próximos) as expressões retrocesso e oposição demagógica, incompetente e desinformada.

  13. tem gente que tem raiva de petista…

    só porque não tem uma oposição à altura………………..

    aí a gente mete o malho nessa oposição de merda por desejar uma oposição de verdade e eles ficam com mais raiva da gente

     

    como é difícil entender

  14. O que resta ao governo? 
    A

    O que resta ao governo? 

    A população quer mudança!

    Antes da subida das oposições nas pesquisas, os governistas, numa mistura de torcida e desespero, lançaram a teoria tosca de que eleitores queriam mudança com Dilma.

    Com na avaliação pessoal da presidente desabando, perceberam que era questão de tempo identificar a mudança com a oposição.

    Restava o que? Ruim com ela pior sem ela?  Isso já não deu certo antes!

    Como realizações não há , discurso do medo é o que sobrou. Uma verdadeira hora da xepa política.

    Esse win win tá mais com cara de cadê o bote do Titanic…

    • Realizações não há?
      Onde você

      Realizações não há?

      Onde você mora? Só o mais enrustido dos cegos não percebe a mudasnça que este país teve nos últimos doze anos. Correção: os enrustidos, os leitores da veja e espectadores da Globo..

      O gente ignorante!!!!!

      • São uns caras de pau esse

        São uns caras de pau esse pessoal da oposição. Essa militância antissocial não se manca que por onde eles passam nem grama cresce. Falta água, falta luz, falta emprego, falta salário e ainda fazem pose de “graaandes administradores”. Um país como o Brasil não pode voltar a cair nas mãos desses malucos, não.

        Essa guerra total de comunicação que a matrix vem promovendo desde quando “caiu a ficha” – muito atrasadamente, somente depois de três eleições – de que com emprego e salário a continuidade é preferida, só pega os “odiotas” de sempre e as crianças que não tem como lembrar como as coisas eram nas décadas de 80 e 90, principalmente.

         

    • Como assim não ha realizações?
      Esse filme do PT é um tapa na cara de todo mundo!
      Se não houvessem realizações, o PT não teria como fazer essa comparação brilhante que fez.

  15. Só essa propaganda já deu um

    Só essa propaganda já deu um nó na cabeça da oposição tucanomidiática, que não sabe nem como reagir.

    Não sei não, mas acho que os últimos pronunciamentos de Dilma e Lula indicam o in[icio de uma mudança de comportamento do PT, que parece estar disposto a enfrentar aquele que é o verdadeiro partido de oposição no Brasil, a máfia midiática.

    Espero estar certo porque se isso acontecer iremos avançar realmente na consolidação da democracia e em busca de uma justiça social inédita neste País.

  16. Tem uma segunda e uma

    Tem uma segunda e uma  terceira propaganda, realmente a isca foi mordida.

    Resta ao PSDB ser honesto e bater de frente, dizer a que veio e tentar provar

    o contrário, nada mais justo., o povo decide, simples assim.Basta mostrar que

    nos tempso de FHC  não havia corrupção, havia pleno emprego  e etc..há quem

    ainda se lembre dele, vale a pena arriscar!

  17. Escrevi este comentário

    Escrevi este comentário básico no começo mês, nem tanto para o público politizado aqui do Nassif, mas penso que tem tudo a ver:

    http://jornalggn.com.br/blog/johnnygo/o-futuro-e-uma-escolha

    O futuro é uma escolha

    Dizem que a oposição não tem projeto de governo. Discordo. Projeto eles têm. O problema de Aécio Neves – e aderentes – é que eles defendem um produto vencido. Vou falar um pouquinho sobre esse projeto/produto mais à frente. No caso, a palavra vencido pode ser aplicada em dois sentidos: vencido porque ultrapassado, com data prescrita, como um remédio velho e amargo que ficou no fundo da gaveta; e vencido, também, porque já exposto em três eleições presidenciais e sucessivamente rejeitado pelo eleitor brasileiro.

    O importante agora é perceber que tudo parece ausência de projeto porque a oposição se envergonha dele, daí defendê-lo com meias palavras, em linguagem cifrada. Dia desses, por exemplo, o candidato tucano reuniu-se com a nata do empresariado brasileiro e disse que, caso eleito, adotaria medidas impopulares. Bati três vezes na madeira. A tal da nata presente aplaudiu com efusividade. Lógico, as tais medidas impopulares, como o próprio nome diz, valeriam apenas para o povo, um grupelho abjeto ao qual não pertencem, portanto nada a ver com eles. Vou escrevendo e percebo que me saem umas palavras irritantes para os tucanos. Povo é uma delas, tucano é outra. Tem um jornal que não aceita o termo tucano. Pelo menos não aceitava. Faz tempo que deixei de comentar por lá. A gente precisava escrever tu.ca.no, assim, separado por pontinhos, senão o filtro moderador (?) tesourava. Ora, o tucano é o símbolo do PSDB. Eles passaram a se envergonhar da própria marca. Do produto, então, nem se fala. Sem marca e sem produto, parece que não têm projeto. Só que têm.

    O modelito proposto por tucanos – e aderentes – chama-se neoliberalismo. Quando a gente usa essa palavra, os caras também piram. Pior pra eles. Aí é que a gente usa mais ainda o chulo da política. Afinal, não somos tão bonzinhos assim. Todo mundo sabe que a verdade pode doer, principalmente quando ela desenterra velhos fantasmas do passado, sofrimentos que foram esquecidos desde a passagem do século. Neoliberais empedernidos, neoliberais relutantes, neoliberais e ponto. Se a gente chamar essas pessoas apenas de liberais, tudo bem, aceitam numa boa. Alguns lembram-se orgulhosos de Adam Smith, David Ricardo e até de Hayek. Chiques. Mas, se botarmos o “neo” na frente, ficam tiriricas da vida. Não que isso signifique lhes atribuir alguma deficiência de caráter. No meio dessa turminha, tem gente bem intencionada, mas que resiste bravamente a qualquer tipo de mudança. Falo aqui da mudança verdadeira, que mexe com os brios de classe, diferente daquela proposta pelo rei no Gatopardo de Lampedusa (já leu?), em que se deve mudar para que tudo continue igual.

    Boa parte dessa gente bem intencionada que odeia o atual governo petista (ressalve-se aí uma contradição entre ódio e boa intenção) insere-se no perfil denominado conservador, outra palavrinha incômoda. Além de ser um rótulo besta, ninguém quer mostrar o desejo de conservar nada, já que vivemos na era das revoluções vazias. Quando anéis reluzentes estão em jogo, então, é melhor não dar bandeira. A outra parcela dos bem intencionados – constituida principalmente por jovens de pouca leitura – não sabe muito bem o que quer, apenas segue tangida como gado pelas manchetes azedas da grande mídia. Somos náufragos desorientados na superfície de cacos flutuantes denominada internet. Sofremos da comichão perturbadora dos tempos modernos. Uma raiva funda e inexplicável, você sabe como é. No meio de campo, entre uns e outros, fulgura a tal da velha mídia. Esta, sim, sabe muito bem o que quer: identifica-se com o primeiro grupo, de fato é integrante do mesmo, conhece as ferramentas sofisticadas da ilusão, domina a arte de persuadir.

    Mas, em termos práticos, no que consiste o projeto neoliberal? Basta rever o filme ou, para quem é novinho e está boiando, basta assistir pela primeira vez. O que foi feito nos anos 90 em nosso Brasil varonil? Basicamente, o país saía de uma longa ditadura que mantinha a renda concentrada a ferro e fogo, deixando uma herança perversa chamada inflação. Era preciso combater o monstro. O método aplicado foi “lampedúsico”: mudar para deixar tudo igual – ou até pior.

    Diziam: o problema está no tamanho do Estado, que é gastador e ineficiente. Empresas públicas passaram a ser execradas, a sociedade precisava de liberdade para o empreendimento individual, urgia uma nova liberdade (daí o termo neoliberal) que expurgasse as interferências do Estado corrupto. Compramos a fórmula. A bem da verdade, importamos a fórmula. Sabe aquele esmalte de unha que a apresentadora platinada recomenda nos comerciais de televisão, mas não usa? Foi assim. Todos os países tidos como desenvolvidos possuíam Estado forte, mas o nosso tinha que ser mínimo. E para ser mínimo, tinha que arrancar pedaços. Vieram as privatizações e desregulamentações. Caramba, este texto está se transformando numa fieira de palavrões horríveis. Os pedaços do Estado foram arrancados e entregues para aqueles mesmos que defendiam sua redução. As amarras sufocantes da lei foram afrouxadas, para não atrapalhar. No frigir dos ovos, vendemos quase tudo aquilo que nossos pais e nossos avós construíram com tanto suor. Ficamos quase pelados, tudo em nome da tal liberdade, e tudo para fazer caixa, uma vez que o passivo da nação era imenso. Só que vendemos as chamadas joias da coroa por um precinho camarada, mas não adiantou, saímos com roupa de mendigos. O tal espírito empreendor não desabrochou e o caixa do governo afundou no vermelho. O FMI mandava fazer a lição de casa, o noticiário falava toda hora em remédio amargo. Por quê?

    Aí entra a parte mais interessante do projeto neoliberal-tucano-conservador. Putz, nessa hora vejo alguns dos meus leitores imaginários franzirem o cenho e encerrarem a leitura, contrariados. Sem problema, vamos em frente. Para baixar a inflação, os caras precisavam reduzir o consumo. Dizem os sábios que quando a oferta de produtos não é suficiente para atender a demanda (procura), os preços sobem. Como reduzir o consumo? Isso é fácil: basta reduzir os salários. Sem grana, ninguém compra nada. Nos dias de hoje, o consumismo é desbragado. Serve até para aplacar as nossas angústias. A turminha que ontem defendia os baixos salários reclama hoje do consumismo, e olha que se dizem capitalistas! Não veem que ainda tem muita gente para entrar na festa. Tem muita gente que ainda lava roupa no tanque, que esquenta comida na lenha, que não tem casa, carro e sapato bonito. A ideia de que o consumo é um erro do governo parte daqueles mesmos que consumiam nos tempos de Fernando Henrique e continuam a consumir hoje, dos mesmos que viajavam confortáveis em seus aviões, sem a companhia repelente da plebe. Falar de aumento do salário mínimo, para eles, significa aumentar o gasto público, um horror. Foi o que fizeram nos anos 90. Assim, o salário não aumentava nem a pau, Juvenal.

    Outra maneira de reduzir o consumo é aumentar os juros. Quando o salário está apertado, quase todo mundo arruma um jeito de descolar um empréstimo para comprar o carrinho em suaves prestações. Se os juros sobem, o bicho pega, pois a prestação não cabe no pequeno salário. Aquilo que os mercados chamam de política contracionista deixa um efeito colateral terrível: os mais ricos, aqueles que conseguem juntar bastante dinheiro, deixam sua grana aplicada a juros altos e ficam ainda mais ricos. Só eles podem receber as suas bolsas, disfarçadas com o nome pomposo de taxa Selic.

    Com salários baixos e juros altos, a economia do país vai esfriando. As empresas não vendem, não investem em novas máquinas para produzir mais, os lucros diminuem. Adivinhe o que acontece? As empresas demitem seus trabalhadores. Ocorre algo que, felizmente, já estamos esquecendo: o desemprego. O Brasil vive hoje uma situação de pleno emprego. Falta mão de obra qualificada para preencher as vagas. Ontem mesmo, ouvi no rádio que empresas brasileiras estavam contratando haitianos para trabalhar na construção civil e em restaurantes. Nos tempos de Fernando Henrique, a coisa fedia. Não havia emprego nem a pau, Juvenal.

    Já deu para perceber que, com salários arrochados, negócios em baixa e desemprego galopante, a inflação pode até cair, mas a vida se torna um inferno. Até o Maluf, que é um cara antiquado e conservador, dizia que é preciso pedalar para que a bicicleta fique de pé. Os resultados das políticas neoliberais dos anos 90 foram malignos. Uma verdadeira desgraça. O Brasil ficou sem patrimônio, sem reservas, com uma dívida gigante e uma inflação latente (com Plano Real e tudo o mais, Lula assumiu o governo e pegou 12,5% de inflação – hoje está pela metade e o pessoal reclama). A tal herança maldita (novamente eles piram) significou índices de desemprego assustadores, renda concentrada, muita pobreza e o escambau. No fim das contas, os brasileiros ficaram de saco cheio. Já podiam votar mesmo, botaram os tucanos pra correr, resolveram encarar o metalúrgico de nove dedos e o país deslanchou.

    Falar que deslanchou tem um pouco de exagero, pois ainda existem grandes dificuldades. Tudo tem que ser negociado arduamente, pois vivemos a chamada democracia de coalizão, uma verdadeira bosta. Para conseguir tocar adiante os projetos de governo, tem que ceder muito. Se não ceder, já viu, volta pra casinha. Pra levar um projeto que é exatamente o oposto de tudo o que falei acima, tem que aguentar o PMDB, o PP, o PR, a Rede Globo, o Álvaro Dias e o diabo a quatro. Teve que fazer Carta aos Brasileiros. Teve que, no início, nomear como presidente do Banco Central um tucano de carteirinha. Apesar dos solavancos, a renda do brasileiro cresceu, o desemprego praticamente sumiu, a fome desapareceu do Jornal Nacional. A miséria absoluta está quase extinta.

    Restou o discurso oposicionista contra a corrupção, como se a oposição não abrigasse corruptos, como se a corrupção fosse um problema recente. A maioria dos brasileiros desconfia desse discurso eivado de hipocrisia. Não que concorde com a roubalheira. Ela vê as notícias na TV falando de desvios de dinheiro, fica indignada, mas sabe que isso é conversa pra boi dormir. Não fique puto com corrupção se você já deu um dinheirinho para tirar a carteira de motorista, se você molhou a mão do fiscal da prefeitura, se corrompeu o policial rodoviário, se ficou quieto com um troco errado a seu favor, se trafegou pelo acostamento. O PT também não é perfeito. É feito de seres humanos como você. Existirá um governo perfeito? Difícil, né?

    A diferença está no projeto, na maneira de ver o mundo, uma questão ideológica, até o Cazuza falava nisso. Vão dizer que é tudo a mesma coisa, que esquerda e direita não existem. Só que sim! Se você acha que direita e esquerda não existem, ou ainda não estudou bem o assunto, ou é de direita. Basicamente, a direita diz que é preciso primeiro crescer para depois distribuir. A esquerda tenta fazer o contrário. Um lado acha que o individual é mais importante, o outro acha que é o conjunto. Essas visões de mundo já nascem conosco, são difíceis de mudar. Tudo é parte de um processo civilizatório, que busca lentamente domesticar aquilo que o sócio-biólogo Richard Dawkins (já leu?) chamou de gene egoísta. Ainda somos todos macacos. Existe esquerda e direita, existe o muro e até o ET de Varginha. São estas visões que estão em jogo. O que você prefere?

  18. Esse vídeo “Fantasmas do Passado” é simples e objetivo!

    Embora as diversas situações em cena evoluam bem rapidamente diante do espectador, as imagens são, de fato, impactantes! É mesmo muito difícil não se emocionar com a lágrima que desce dos olhos daquela triste menina ao ver a si mesma, suja, maltrapilha, comendo restos de comida recolhidos no lixo na penúltima cena! Esse vídeo “Fantasmas do Passado” é simples e objetivo, mas ao mesmo tempo “demolidor” e “profundo” porque de forma sensível toca na “memória afetiva” de muita gente, como, por exemplo, a minha que naquele tempo ao terminar meu curso técnico fiquei dois anos procurando emprego! Era angustiante e você se sentia impotente diante da vida. Na verdade me achava o pior dentre os piores! O “filme” não prega o “medo do desconhecido” tal como foi feito pela atriz Regina Duarte na campanha do José Serra de 2002, onde ela fez claro uso de seu “talento artístico para a dramaturgia” com o intuito de disseminar o pânico entre os eleitores. Pelo contrário, aqui traz a memória “momentos reais” que muitos de nós talvez desejássemos esquecer, mas recordar é viver. Não é mesmo? Quem o vê logo o associa a alguma experiência pessoal no passado, de algum parente, vizinho ou amigo próximo quando o desemprego era algo real que atingia imensas parcelas da população. Era comum se formarem enormes filas de desempregados quando algum estabelecimento anunciava a contratação de funcionários mesmo para posições que exigiam pouca qualificação. Não era difícil encontrar “engenheiros” ou profissionais mais especializados nessas filas. E hoje isso nem é constatado nas pesquisas como a maior preocupação dentre os brasileiros, quando anteriormente o desemprego era o item principal da pauta nacional. A “sacada” genial do João Santana aqui foi se utilizar, agora a favor do governo do PT, do “temor ao desemprego” da mesma forma que o “terrorismo midiático” vem sendo empregado pela “grande mídia/oposição”, que dia sim outro também dissemina a ideia do “descontrole inflacionário”, “apagão energético” ou “caos social” das manifestações e greves. O filme é voltado para a “família brasileira”, mas também buscar atingir aos jovens e as referências são claras. E aí surgem o Aécio Neves e o Eduardo Campos “entre quatros paredes” e anunciam para os “Donos do PIB Nacional” as tais “medidas impopulares”? Xô! Tô fora! Essa é, de fato, a primeira “bofetada” para ver se esse “gigante adormecido em berço esplêndido” realmente acorda pra vida, mas tudo indica que virão outras quando os dados de educação, saúde, IDH, PIB e inflação forem honestamente divulgados e comparados com o passado recente do período tucano de FHC. Aliás, os tucanos interessados em “lustrar a imagem” e “ressuscitar o finado FHC”, talvez buscando associá-lo ao candidato Aécio Neves, vivem recitando o mantra de que “O Brasil só funciona hoje pelo que o FHC fez ou deixou de legado ao Lula”. Balela! Mentira descarada! Cinismo em estado puro! O programa Bolsa Escola, por exemplo, era SIM uma “esmola dada aos pobres” no seu governo! Foi “copiado” no final de 2001, penúltimo ano dos oito anos do desastroso Governo FHC nunca tentativa desesperada e fracassada de se apresentar com algum “verniz social” que pudesse justificar o “S” do social da sigla PSDB no pleito presidencial do ano seguinte, 2002! Era, originalmente, uma proposta do Senador Cristóvão Buarque, então govenador de Brasília pelo PT, que lá o implantou em 1995. Assim como outros programas “sociais” da Era FHC, como o vale gás, seu valor era terrivelmente irrisório, pior do que já é hoje, e ninguém naquele governo insensível o levava a sério – talvez somente a Dona Ruth como uma de suas ocupações de Primeira Dama, mas ela, “coitada”, como bem sabemos, não contava muito, nem recebia a atenção adequada de FHC que a questão exigia – ou via o Bolsa Escola como um Programa de Estado para, efetivamente, reduzir a pobreza, muito menos à fome que assolava imensas legiões de brasileiros no Nordeste, nas periferias ou grandes centros urbanos. Lula não apenas “mudou o nome” para Bolsa Família como querem nos fazer crer, insistentemente, alguns desses “farsantes” que aparecem por aqui! Ele ampliou a abrangência do programa, como também deu transparência, unificou os programas, estabelecendo critérios públicos e republicanos, melhorando o Cadastro Único, que era um “lixo” imprestável, com o apoio das prefeituras, após constatar que o Fome Zero, seja pela logística, seja pelas enormes carências, não daria conta das reais necessidades. E o mais importante: condicionou o pagamento do benefício do Bolsa Família à frequência escolar, rompendo o ciclo vicioso da exclusão social através do aumento dos anos de escolarização e com isso reduziu drasticamente o trabalho infantil, já que muitas crianças trabalhavam no campo ou nos semáforos dos grandes centros urbanos para contribuir com a renda da família. Na verdade, a Equipe de FHC, neoliberal por definição, acreditava, ou fingia acreditar, que o “Deus Mercado” daria conta por “geração espontânea” dos milhões de empregos necessários ao país, quando na realidade essa miopia neoliberal não permitia que enxergassem que governavam para 20 milhões de brasileiros, se tanto, que podiam consumir nos poucos Shoppings até então existentes, que trocavam de carro, viajam de aviação nas férias, tinham conta corrente e aplicavam na renda fixa, porque os juros eram generosos com os “de cima”! O resto da classe média baixa e do povão era o cocô do cavalo do bandido! E que “se vire nos trinta” pra ganhar a vida e continuar vivo naquele sufoco. E se fizesse greve ou exigisse terra pra plantar, tomava bordoada da polícia ou do Exército como na famosa greve da Petrobras. A ideia era “quebrar a espinha dorsal” do movimento sindical no Brasil. Deu tudo errado! E como dizia o compositor Cazuza, em “O Tempo Não Para”, uma de suas mais belas canções “Transformaram o país inteiro num puteiro, pois assim se ganha mais dinheiro!”. Em suma, FHC entregou a Lula um país quebrado, endividado, com uma crise energética, com enormes problemas sociais e imensos esquemas de corrupção no serviço público, sem esquecer as “tenebrosas transações” fruto das privatizações do patrimônio público. Um país que havia recorrido por três vezes ao FMI e ao Clube de Paris. Por isso, quando Lula assumiu, nós ainda recebíamos aqui aquelas famosas e famigeradas “Missões do FMI”, que vinham aqui fiscalizar nossas contas e nos dizer como deveríamos geri-las. Era humilhante! Hoje, ninguém mais fala nisso, nem a mídia familiar que se diz “isenta”! Mas nós não esquecemos e nem pretendemos esquecer! Não tem jeito, não! Eu vou é cravar 13 em outubro! Eu e minha geração devemos isso ao PT! É Dilma, outra vez, em 2014! Meu manifesto: #Ley de Medios Já! #PSDB nunca mais! Veja em http://www.youtube.com/watch?v=MgFE0lvyC8g

  19. Eu fui uma das pessoas que

    Eu fui uma das pessoas que fez “mimimi” com a entrevista do Ney.

    Talvez porque eu prefira “essa gente que faz filho pra receber bolsa família”  àquela gente que, tentando parecer superior e ilustrada, quando abre a boca deixa à mostra somente o foco no próprio umbigo, sua visão estreita de mundo, seu comportamento de manada, pois só se informa por uma mídia viciada em manipular dados e criar factoides.

    E não aceito que eu não deva criticá-lo. O Ney fez uma defesa POLÍTICA de suas opiniões e opinião política pode ser criticada sim, principalmente quando é feita em bases falsas. Ele poderia ter feito as críticas de forma mais embasada, não tão rasa e cheia de clichês.

    Ah, mas ele é artista. Pois é, eu poderia até não apreciar sua arte, já gostei mais, porém não é isto que está em discussão.

    Ah, mas ele já foi de esquerda. Era chato não ser de esquerda nos anos 70/80. Conheço vários assim.

    Ah, mas ele votou no Lula e fez campanha em 1989. Até a Elba Ramalho que iria votar no Collor, mudou pro Brizola e acabou fazendo campanha pro Lula naquela eleição. Era saudável pra a classe artística, vide Claudia Raia e Marília Pêra que pagaram por terem feito campanha pro Collor.

    O Ney é conservador, certinho, disciplinado, focado no trabalho, na sua vida particular, na dele. Segundo suas próprias palavras está satisfeito pela sua contribuição contra os tabus sexuais. Está tudo certo. Mas se arvorou a comentarista político e deu um monte de fora, deixou transparecer preconceitos arraigados, “dissecou essa gente” esperta, fez um discurso senso comum,. Se estiver correto em 20% do que disse é muito e eu concordo com esses 20% de crítica.

    Artista não é deus pra ser cultuado por quem tem fé.

    É formador de opinião por ser figura pública e, principalmente por isso deve ser responsável  por aquilo que propaga. Falou besteira, leva porrada. Simples assim.

  20. Discurso antológico do Lula no 2º Congresso de Diários Interior

    Sensacional! Lindo! Ouçam o discurso antológico do Lula no 2º Congresso de Diários do Interior. Tremei tucanos! Tremei! É o Lula na área! Valeu Lula! Você é o cara! Não tem jeito não! É Dilma, outra vez, em 2014! Meu manifesto: #Ley de Medios Já! #PSDB nunca mais! Vejam a íntegra do vídeo no YouTube em http://www.youtube.com/watch?v=BLWWOJl4wY0

  21. O problema do PSDB, como

    O problema do PSDB, como sempre digo, foi já ter sido Governo. Agora paga pelos seus pecados de não ter tido agenda social. É o passado cobrando o seu preço. E na boa, dizer agora que o PT tá jogando sujo é sacanagem né? O que nós vimos de coisas ardilosas vindas da oposição não está no GIBI. Esse pessoal é engraçado, PT apanhar calado pode, quando resolver agir vira “apelão”. Escuta bem o PSDB  e a oposição como um todo estão longe de ser “café com leite”, logo o jogo é a vera. Quem ficou irritado realmente achou que o PT iria fcar assim, apanhando apahando até não poder mais. Vai te catar, se não quer ser revidado nem entra no embróglio.

    As criticas a propagando são de fato desespero da opoisção que acreditou que poderia ficar batendo no partido bananão do PT, acho que eles esqueceram que existem horário eleitoral, longe do controle da editorialização feita pelos “amigos”.

  22. Eu não tenho a conclusão do

    Eu não tenho a conclusão do “win, win”, pois o PSDB tem o instrumental do Facebook a qual procura desconstruir o PT com suas práticas rotineiras. Se alguém e deve ser todo mundo, verificou um tal de TV Revolta, verificará um espaço enrustido: com boas idéias, boas frases, mas que esconde toda a ideologia do tucanato. Por exemplo, não há nenhuma menção do PSDB nos casos reiterante, como da Sabesp/ Cantareira, Metrô, Alston etc. Um caso de corrupção do metrô remete a… Salvador, do PT! Os jovens adoram, acham que são esclarecidos e é esse público que cada vez mais o PT perde votos. 

  23. E ainda tem uns comparando

    E ainda tem uns comparando com a história da Regina Duarte.

    Uma coisa é vender o “medo do desconhecido”, que foi o que o PSDB fez.

    Outra coisa bem diferente é mostrar o que havia antes e dizer que não podemos retroceder. O medo que o povo deve ter do PSDB não é por ser o “novo”, o “desconhecido”. O medo de que o PSDB volte é justamente porque o conhecemos bem.

  24. wrong wrong

    Para atuação do Ministro da Justiça e para a Polícia Federal. Dois pontos fracos no governo Dilma. Além de ter que carregar nas costas os mercadantes, as martas, as Idelis, os pimenteis. etc. tudo peso morto que atrapalham o governo.

  25. Pra começar o “win win” é

    Pra começar, o “win win” é usado em situações de jogos competitivos ou negociações onde todos os participantes podem sair ganhando ao mesmo tempo (por isso o ganha-ganha). Ou seja, não tem relação alguma com a situação atual. Considerando que mesmo ganhando a eleição, esse tipo de abordagem queima a imagem do PT, pois reforça o discurso de alguns oposicionistas que acham que querem manter o poder de qualquer forma, estaria mais para perde-perde.

    E embora o contexto seja diferente, pois na situação atual o PT fala de um passado real (e que o PSDB não nega querer novamente), enquanto lá com a “namoradinha do Brasil” o PSDB falava de um futuro hipotético, a tática em si é a mesma, o uso do medo na disputa política que deveria ser feita idealmente de forma limpa e construtiva, olhando para o futuro.

    O “bom” desse tipo de situação é que revela a hipocrisia que impera de ambos os lados da política brasileira. De um lado aqueles que já adotaram a tática no passado fazem o papel de vítima agora, enquanto as vítimas do passado são os algozes de hoje, dizendo que agora pode, é diferente, não é a mesma coisa, etc.

    E antes que alguém me acuse de tucano (ou de campista e marineiro), não deixo de acreditar no PresenTe, mas acho lamentável que não estamos planejando e discutindo o futuro.

    • Amigo, não sei não… mas o

      Amigo, não sei não… mas o seu comentário tem um quê de que, apesar do erro sobre o significado do win-win – o que ele citou seria algo como um Double-win – enfim, apesar desse pequeno erro, parece que há um certo medo no seu comentário de que ele esteja certo… só acho!

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