Rodrigo Maia barra impulso tributarista de Guedes

Presidente da Câmara já avisou que encargo sobre transação financeira não passa na Câmara

Jornal GGN – O imposto sobre transações digitais em meios digitais não será aprovado na Câmara. A declaração foi dada pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ).

“A resposta da Câmara vai ser não”, disse Maia a jornalistas, segundo informações do jornal Folha de São Paulo. “Imposto sobre movimentação financeira, com o nome que se queira dar, é não. Pode dar o nome que você quiser, apelido”, disse.

“Já falei com eles [equipe econômica] que não passa. O que digo a eles é que o DEM está nisso desde 2007, quando foi derrubada a CPMF. Não posso ter ficado contra a CPMF no governo do PT e no governo em que a agenda econômica é mais convergente com a que eu penso, defender a CPMF, seria uma incoerência”, ressaltou.

O presidente da Câmara também disse que a reforma tributária deve apresentar outra solução para a desoneração da folha de pagamento, um argumento usado pela equipe do governo para a criação do novo imposto, mas não detalhou qual caminho seria esse.

A resposta é uma ducha de água fria nos planos do ministro da Economia, Paulo Guedes. Ontem (18/12), Guedes disse que o governo estuda incluir um imposto sobre transações financeiras em meios digitais (como via internet banking ou por aplicativos de celular) dentro da reforma tributária.

A argumentação usada para defender a proposta é que o novo encargo não seria semelhante à extinta CPMF, que já foi barrada pelo presidente Jair Bolsonaro.

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1 comentário

  1. Ora .. .os lacaios do rentismo-abutre nunca deixariam essa trolha passar…..alguns doutos diziam que a rejeição nao é pelo imposto a pagar e sim pelo receio do acesso da receita as suas contas e transações financeiras……it’s figures…..diriam os lojistas…….

    Mas a destruição da previdência pública e a abolição da aposentadoria do trabalhador aprovaram comum sorriso nós lábios………..lacaios!!!!!

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