Com 40%, contra 27 de Marina e 18% de Aécio, segundo o DataFolha, Dilma luta para recuperar ao menos quatro pontos da candidata peessebista para levar a eleição no primeiro turno. O que os levantamentos atuais estão dizendo é que presidente já tem a totalidade dos votos dos que consideram o governo “ótimo” e “bom”, mais que natural, mas não muito mais que 10% dos que o consideram “regular”.
Cientistas políticos geralmente não atentam para esta questão de fundo semântico. Quando alguém avalia o governo ou o mandatário como “regular”, ele pode estar dizendo “não-bom” ou “não-ruim”. O que são opções muito diferentes entre si. A avaliação do cenário discursivo do momento, levando em consideração a luta pela interpretação por parte dos atores políticos, é fundamental para compreender o que o eleitor quer dizer, e como ele se identifica com um discurso ou outro.
Os grandes meios de comunicação venderam a ideia e convenceram a muitos de que o país passaria por uma crise generalizada em todos os níveis: institucional, político, econômico, nas esferas da saúde, e da educação, da segurança etc.
Ora, depois de tanto esforço, o que se tem? Em torno de 25% da população concorda com essa avaliação. É muito pouco se levarmos em conta o poder de produção de consenso que os grandes meios ainda detêm hoje.
Para este quarto da população, nenhum esforço de DIlma para convencê-los do contrário será bem sucedido. Por outro lado, entre 34 e 38% da população nunca deixaram de considerar o governo “ótimo” ou “bom”. A mídia passou longe de conseguir convencê-los do contrário.
O campo de batalha, portanto, seria entre aqueles que consideram o governo “regular”, hoje variando entre 35 e 39%. Oposição e grande imprensa apostam na soma da avaliação “regular” com “ruim” e “péssimo”. Só expressão de um desejo. Neste caso, a eleição de Dilma estaria perdida definitivamente. Não é difícil imaginar que entre estes há quem considere o governo “de razoável para ruim”. Mas não se pode deixar de considerar que também há aqueles que dizem que DIlma é uma governante de “razoável para boa”.
Dimensionar estes dois subgrupos seria necessário, e os institutos de opinião não tiveram a simples ideia de desmenbrar este contingente – vamos chamá-lo aqui por puro comodismo de contingente de “regulares”, para contrastá-los aos “pessimistas” e “otimistas”. De qualquer forma, o que era espantoso é que não só Dilma vinha perdendo todos os “pessimistas”, o que era mais que natural, assim como aqueles que a consideram “medíocre” (de razoável para ruim), mas também todos que possivelmente estariam no grupo dos que avaliam o governo entre “bom e razoável”. Até recentemente DIlma só conseguia os votos dos otimistas convictos, quem estava convencido de que este governo é “ótimo” e “bom”. Isso não é comum.
E não é comum ainda porque o consenso que a grande mídia visava era justamente a de uma situação caótica. Avaliação de governo como “regular” num cenário discursivo deste tipo é indício de resistência.
Mas por que então Dilma estaria perdendo mesmo os que a consideravam de “razoável” a “boa”? A chave da interpretação é o fator Marina. Ao enxergar na candidata do PSB uma espécie de “continuidade melhorada” do governo DIlma/Lula/PT, é possível que parte do contingente satisfeito “ma non troppo” tenha migrado de forma expressiva para a candidata do PSB. Era a tal da imagem “Lula de Saias” (o que se reforçou com o déficit de carisma de Dilma). Mas o PT vem conseguindo marcar diferença, e a própria Marina vem se colocando como antítese dos governos Lula e Dilma.
O eleitor que considera o governo de “razoável a bom” não quer mudanças radicais (e é incrível o primarismo como a ideia de “mudança” foi interpretada pela maioria dos meios e mesmo cientistas políticos). É este eleitor que pode estar voltando para Dilma. Principalmente, baseado na nova classe média. E há margem para crescimento, mesmo até 5 de outubro, visto que a candidata à reeleição precisaria de não muito mais que 30% do contingente de quem avalia o governo como “regular”, o que nas pesquisas eleitorais apareceria como um acréscimo de oito a dez pontos percentuais a mais (no embate direto com Marina, “roubando”, portanto, de quatro a cinco pontos da candidata do PSB) . Resta saber qual o universo total daquele subgrupo.
Fácil não é. Visto que Marina tem mais cara de “nova classe média” do que DIlma. E aqui não há nada próximo à tolice divulgada há poucos dias de que certos grupos “votariam emocionalmente”. “Ter cara” significa compreender os anseios e esperanças, compartilhar vivências. Dilma realmente não sustenta nenhuma imagem de “nova classe média”, mas como o desmonte de Marina, muito mais próxima hoje de uma filiação a um modelo tucano do que de um paradigma petista de governança, está longe de ser impossível uma vitória em primeiro turno da atual presidente.
hilario muylaert da silva lima
27 de setembro de 2014 7:51 pmComo Dilma já amealhou ( pela
Como Dilma já amealhou ( pela pesquisa Datafolha, de ontem ) 3% dos que consideram o governo regular, basta manter os 3%, e agregar mais ou menos 20% da avaliação regular ( 20% de 39% ) —- o que convenhamos, é possível de ocorrer. Ou seja, Dilma, está próxima de vencer já no 1º turno.
Marly
27 de setembro de 2014 8:14 pmAmém!
Para o bem do país e dos brasileiros,que os anjos digam amém!!!!
robertog
27 de setembro de 2014 8:17 pmEsse cacoete da imprensa e
Esse cacoete da imprensa e “acólitos” de considerar a avaliação “regular” como fazendo parete do bolo da reprovação é uma das muitas jabuticabas dessa gente que costuma identificar jabuticabas somente nos seus adversários. Em qq lugar do mundo civilizado a avaliação “regular” soma no positivo. Aqui inventaram essa “desconstrução” para animar o canil dos viralatas e justificar o bombardeio incessante contra o governo. Bem se vê que nossas oposições, seja a midiática, seja a diretamente política, não estão preparadas para um debate no mundo que eles chamam de civilizado.
Fabio Passos
27 de setembro de 2014 8:50 pmPor que Dilma cresce sem parar e marina despenca?
Porque a verdade está derrotando a mentira.
Notívago
27 de setembro de 2014 9:09 pmNúmeros da semana final antes do primeiro turno
Aguardem para a pesquisa Vox Populi a ser publicada na próxima terça-feira, os seguintes percentuais: Dilma 43%; Marina 23%; Aécio 19%.
E na última pesquisa Datafolha, a ser publicada na sexta, a confirmação da vitória da Dilma em primeiro turno, com direito a manchete na Folha de São Paulo no dia da eleição: “Dilma 46%, Marina 22%, Aécio 20%. Com esses números a eleição poderá ser definida no PRIMEIRO turno”.
E aberta as urnas, e ainda no dia 5 de outubro à noite, teremos o resultado final: “Dilma reeleita com 51,5% dos votos válidos, ou cerca de 2,2 milhões de votos de diferença”.
Está bem pertinho, só falta 7 dias. Quem viver, verá.
Eliane Ribeiro
27 de setembro de 2014 9:35 pmA santa ,ja ta usando a
A santa ,ja ta usando a Materia furada do esgoto,para atacar Dilma.
Conversando com pessoas que não acompanham politica”:Não tem como votar na Marina nossa eu vi ela no Bom dia Brasil ela não entende nada,so ficou espetando a Dilma”.
Eu e a Dilma?”nossa a Dilma ja entendia tudo o que se passava com o Brasil”.
JB Costa
27 de setembro de 2014 11:19 pmJá fui mais cauteloso com
Já fui mais cauteloso com relação a uma possível vitória de Dilma já no primeiro turno. Com a estagnação de Aécio “Te vira nos 20” Neves e a espetacular reversão da Marina, acho agora não ser tão improvável assim o encerramento do pleito presidencial no próximo domingo.
O grande diferencial de Dilma para arrebanhar esse delta que falta para complementar os 50% + 1 dos votos é a militância aguerrida do PT que não ensarilham armas assim tão facilmente. Ao contrário dos apoiadores das outras duas candidaturas. Os de Marina, por exemplo, depois do processo de decaimento de votos. murcharam que foi uma beleza. Estão mais abatidos que jumentos em beira de estrada.
joao
27 de setembro de 2014 11:19 pmSabado a noite!
Weden
Você me fez lê sem parar. Não que seja um texto politico ou analise mais muito bom e me fez lembrar um bom camarada. Inteligente e um belo texto. Posso dizer uma coisinha: O JB online esta procurando profissionais. Arrebatou o velho aqui.
Weden
28 de setembro de 2014 12:04 pmObrigado João…
Abraços
Obrigado João…
Abraços
sergio m pinto
28 de setembro de 2014 12:45 pmWeden, eu também agradeço
Weden, eu também agradeço pela matéria e espero que o pessoal da candidatura da presidenta esteja orientado nesse sentido. Vamos esperar também pelo direito de resposta no detrito de maré baixa, como a chama o PHA.
Caíque Pereira
28 de setembro de 2014 1:39 amAnalise equilibrada!
Creio que essa análise foi bastante equilibrada e faz muito sentido. Eu creio numa vitória direta, já no 1º turno.
Marco Antonio L.
28 de setembro de 2014 1:47 amDilma será reeleita em
Dilma será reeleita em primeiro turno com 47% dos votos, Marina 19% e Aécio 16%.
Bispo da Dama
28 de setembro de 2014 2:29 pmDeus te ouça, Marco Antonio
E que a turma de ateus que habita aqui não me veja falando “Deus”. Senão…
J.Roberto Militão
28 de setembro de 2014 2:16 amExcelencia de texto confirma a tese oposta…
Mas o WEDEN não faz nenhuma alusão ao voto dos afro-brasileiros em MARINA. Afinal isso não conta?
Conforme demonstra o artigo, a candidata DILMA conserva os dilmistas/petistas convictos ou dependentes dos programas de transferência de rendas (comissionados ou pela renda mínima), sobretudo nas regiões mais empobrecidas do norte/nordeste, para quem, desinformados, o medo de perderem o pouco conquistado já tão explorado na campanha e não conquista novos adeptos. Mesmo dispondo da poderosa máquina e de milhões de beneficiários diretos, não consegue ampliar a base eleitoral.
Ou seja, conforme aponta o WEDEN, se 38% consideram o governo DILMA, ótimo e bom, e o Sensus aponta 35,1% e o Datafolha 40% de votantes em DILMA, isso significa o teto e que os 34/39% que consideram o governo de ´regular para bom´ e ´regular para ruim´, se somam aos 22/25% antipetistas ´irrecuperáveis´ constituindo aquela maioria folgada que deseje mudanças (em torno de 70% do total), sendo que tais mudanças devam ser com o sentido de continuidade (MARINA) e não mudanças em outra direção (AECIO).
Enfim, aqui explicado o desespero para ganhar no 1º turno e impedir ao povo o saudável período de reflexão política que apenas dois candidatos facultam com maior paridade de armas.
Se o governo de DILMA tem sido tão bom para a maioria quanto alegado pelo discernimento dos acríticos por qual razão não o submeter ao bom e democrático debate? Por que não exibi-lo, galhardamente, no horário eleitoral livres das manipulações da mídia?
Mas, aproveitando a oportunidade não posso deixar de observar ao WEDEN e pedir uma apreciação, sob o ponto de vista também da análise estatística, a respeito do que significa para nós, afro-brasileiros e afrodescendentes em geral, a eleição de MARINA SILVA que, convenhamos, não é qualquer uma. O que significa para o mundo ter uma pacifista e ambientalista, de cor de pele escura, de origem humilde, combativa ativista pelos direitos civis por meios pacíficos, na mesma linha de MAHATMA GANDHI e LUTHER KING, alcançando pela via eleitoral e plenamente democrática a representação política de uma grande nação?
Diante das agressões e enorme preconceitos que tem sido desferido contra MARINA e suas origens (além da aparência física pela cor não verbalizada) que tentam carimbar como se ´fragilidade´, despreparo, falta de experiência e subordinação a ´patrões´, além da desconsideração de sua extraordinária trajetória amplamente reconhecida a nível mundial, a campanha tem beirado o racismo pernóstico ou não?
Afinal, a eleição de MARINA, na mesma quadra histórica de MANDELA, dos miscigenados CHAVES, LULA e OBAMA e de outras mulheres como MICHELLE, CRISTINA, DILMA, ÂNGELA MERKEL não representaria um ganho civilizatório para toda a humanidade?
Qual a importância disso para todos? E por qual razão na análise do WEDEN não há nenhuma abordagem desse voto de identificação de MARINA com os afro-brasileiros? Isso não conta?
Cabe relembrar, em especial, que em 2008 na eleição de OBAMA vimos à absoluta maioria dos intelectuais afro-americanos se aliando ao simbolismo da candidatura, até mesmo republicanos conseguiram superar as profundas diferenças ideológicas e partidárias e reconheceram a importância da eleição de um afro americano mesmo com ele recusando ser um candidato com qualquer recorte ou compromisso étnico alcançando mais de 90% do eleitorado da comunidade.
Evidente que isso não conta tanto quanto contou para as duas eleições de OBAMA, e isso graças ao fato de os brasileiros não terem um grau de pertencimento racial, o que nos é saudável, ao contrário dos EUA, de qualquer forma, me parece que a identificação simbólica da afro-brasileira MARINA com a maioria dos brasileiros também conta uns pontinhos nas pesquisas.
Eliane Ribeiro
28 de setembro de 2014 1:49 amEu como negra e moradora da
Eu como negra e moradora da `Periferia e São Paulo te Garanto os negros estão com Dilma!
José Lidio Moura Pinho
28 de setembro de 2014 2:44 amBoa noite ex-esquerdista!.
Boa noite ex-esquerdista!. por enquanto!
Gilson AS
28 de setembro de 2014 3:12 amEntre os movimentos negros, a
Entre os movimentos negros, a Marina é a candidata com maior rejeição.
Talvez seja pela sua orientação religiosa, que é o contrário de uma boa parcela de membros que compõem esses movimento.
Li uma reportagem sobre esse assunto mas infelizmente não tenho o link.
Donadio
28 de setembro de 2014 3:35 amMais provavelmente, é porque,
Mais provavelmente, é porque, mesmo sendo não-branca, não tem história de envolvimento com a questão racial.
morallis
28 de setembro de 2014 4:09 amMano Brown que o diga, apesar
Mano Brown que o diga, apesar dele não se considerar “afro-descendente”
e sim negro-brasileiro,mesmo sendo “brown” sem ser James.
Feijoada é melhor que Mac donalds!
E Obina era melhor que Eto’o!
Bispo da Dama
28 de setembro de 2014 11:05 amAh não! De novo não, Militão!!!
Não tente nos convencer que alguém é bom pela cor de sua pele.
Aqui não existem tolos.
Se conhecemos MAHATMA GANDHI e LUTHER KING também conhecemos OBAMA e JOAQUIM BARBOSA.
altamiro souza
28 de setembro de 2014 3:13 amo aluno que rcebe um
o aluno que rcebe um nota
regular está mais satisfeito do que decepcionado.
tá bom, né, não to tão ruim assim,
dá pra ir levando.
se dá pra ir levando,
fica como está…
talvez se esta interpretação estiver correta
para esta análise eleitoral,
a dilma possa mesmo
levar no primeiro turno.
Donadio
28 de setembro de 2014 3:18 amO Cristovam Buarque chegou a
O Cristovam Buarque chegou a 80% de “bom” e “ótimo”, e perdeu a eleição.
Não dá pra prever resultado eleitoral com base em avaliação do governo. E emenos com especulação sobre como vão votar os eleitores que consideram o governo “regular”.
Sabe-se lá o que está pensando alguém que considera o governo regular.
Eu mesmo considero o governo ótimo, comparado com o de FHC. E ruim, comparado ao que eu gostaria que fosse. E voto na Dilma sem pestanejar.
Imagino que o oposto exista – gente que acha o governo bom, comparado com o do FHC, mas que uma aventura com Marina poderia ser ainda melhor. Como outro comentarista aí, que pensa que Marina significa “mudança com continuidade” por oposição ao Aécio, que significaria “mudanças em outra direção”.
A eleição se ganha com voto na urna, e voto na urna se consegue convencendo, politicamente, as pessoas de que a Dilma é a melhor alternativa. Não tentando adivinhar o que “governo regular” significa.
Donadio
28 de setembro de 2014 3:26 amE reafirmo o que já disse o
E reafirmo o que já disse o Lula: ganhar no segundo turno é melhor, por que se faz o debate e se desmonta o principal oponente. Alckimin teve menos votos no segundo turno do que no primeiro, e acho que Marina corre o risco de repetir a façanha. Um debate frente a frente, Dilma contra Marina, chega a ser covardia. Imponderáveis fora, a tendência é Marina virar purê.
Medo nenhum do segundo turno. E inclusive prefiro a Marina ao Aécio. Primeiro que, já que estamos falando de Itaú, o PSDB fora do segundo turno “não tem preço”. Segundo que a Marina não tem para onde crescer, perde voto quando fala, e, ao contrário do Aécio, não tem piso, não tem um eleitorado fiel que vote nela independente da realidade.
Jaime Balbino
28 de setembro de 2014 9:03 amLembram do Não Vai Ter Copa?
http://www.facebook.com/events/640852772647209?id=772354919496993&_rdr
Erico (Globo cadê o DARF?)
28 de setembro de 2014 10:35 amAcrescento outros
Acrescento outros detalhes:
1) As pesquisas não vão onde está o trabalhador rural, o trabalhador que corre para todo lado e não tem tempo de responder pesquisa; a maioria é Dilma;
2) O engajamento dos petistas na reta final;
3) o voto útil, votar em quem está na frente;
4) A capilaridade do PT;
5) A falta de estrutura do PSB.
6) O que vale é a pesquisa com o voto espontâneo, que a mídia esconde, onde Lula é ainda lembrado e associado a Dilma.
Albertina Paulo Candido
28 de setembro de 2014 10:48 amEleição de Dilma no primeiro turno
Tomara que esse raciocinio seja verdadeiro, pois DEUS É BRASILEIRO
Alexandre Aqua
28 de setembro de 2014 11:15 amFora Dilma!
Tá louco! Mais 4 anos com essa doida no comando da nação é certeza do nosso País se enterrar de vez na falência. O colunista aqui é esquerda caviar, lógico. Ou ganha mensalidade do PT para escrever essas idiotices aqui.
O restante é um bando de fracassado que quer meter a mão na grana daqueles que venceram na vida por sforço próprio.
Chamam os não petistas de “coxinhas” , então, os petistas são os “cabecinhas”… kk
FORA PT!
Ionesio
28 de setembro de 2014 11:26 amA escolhida
Bom dia!
A verdade vai vencer a mentira!
A ética vai vencer a corrupção!
A Inteligencia vai vencer a medriocridade!
Marina vai vencer o PMDB e o PMDB2 vulgo PT.
marcio henrique rodrigues
28 de setembro de 2014 11:28 amVAI DILMA DETONA A OPOSIÇAO.
VAI DILMA DETONA A OPOSIÇAO. POIS NÃO QUERO SEGUNDO TURNO. PLEASE. POIS SE VOCE NÃO GANHAR AS ELEIÇOES, SIGNIFICA QUE VENCERA O RETROCESSO OU A AVENTUREIRA.. MIL VEZES NÃO..
HAMILTON
28 de setembro de 2014 11:59 amQuebraram a petrobrás que virou ptbrás
Deus ilumine o Brasil e que o Brasil eleja a Marina!!!
Que os Brasileiros tenham sabedoria e cede de justiça!
amém deus livrai-mos do pt!!!!
sergio m pinto
28 de setembro de 2014 12:48 pmA saída é mudar para Miami!
A saída é mudar para Miami! Ficando aqui, vai ter que tolerar mais um governo da “poste”!
Bispo da Dama
28 de setembro de 2014 2:35 pmVai com deus !
Esse deus é o JB que até já comprou sua indulgência em Miami.
Paulo Vasco
28 de setembro de 2014 1:35 pmSe tu quiseres se livrar do
Se tu quiseres se livrar do PT, mude para Miami, amigo. Pelo menos até 2022 o partido estará no comando, com Lula de volta em 2018 ou Haddad no lugar dele.
Brincadeirinha, pra tirar sarro dos coxinhas: acho que Dilma deveria ser magnânima com a oposição e no seu segundo mandato criar o programa “Coxinha Sem Fronteiras”, dando ao interessado uma passagem aérea (só de ida) para um dos seguintes endereços (para opção do coxinha): Faixa de Gaza, Estado Islâmico, Afeganistão e Ucrânia.
Bispo da Dama
28 de setembro de 2014 2:41 pmCede de Justiça ?!
Já não basta a vocês cederem o Banco Central? Agora querem também ceder a Justiça?
Ora, faça-me o favor!
Franbeze
28 de setembro de 2014 2:45 pmDe uma coisa eu tenho certeza absoluta:
os programas eleitorais da Dilma estão excelentes. Muito didáticos com o intuito de mostrar para o povo o que o Governo Federal vem fazendo pelo Brasil. Estou na expectativa que a Dilma ganhe no primeiro turno. Se isso acontecer ela vai começar o segundo mandato muito mais forte. Mas não subestimo a direita raivosa e mantenho os pés no chão. Em 2010 eu quebrei a cara porque estava crente que a Dilma ganharia no primeiro turno e aquela noite não dormi e fui trabalhar no dia seguinte muito desanimado.
Auri Célia Lirdello
28 de setembro de 2014 2:54 pmpovo ignorante
Infelizmente esse Brasil ta sem jeito..o povo defendendo a Dilma.Vai se lascae cambada de idiotas. ..
Mariabia
28 de setembro de 2014 5:51 pmQuanto esse comentárista está
Quanto esse comentárista está gangando do PT para ser tão tendencioso? Leia numeros da macro economia para ver a verdadeira Dilma.
Airton
28 de setembro de 2014 7:43 pmQuem reelegerá a Dilma
Quem reelegerá a Dilma é o bolsa-família, o Prouni, o Pronatec, o Mais Médicos, O Minha Casa Minha Vida, a isenção de IPI (vejam linha branca, carros,etc.), 23 milhões de empregos criados com carteira assinada, aumento do poder de compra com aumento real do salário mínimo em 73%, mais de 20 milhões que sairam da miséria absoluta.Pessoas para as quais os governos anteriores à Lula e à Dilma nada fizeram. Além, claro, do sem número de grandes obras realizadas ou em realização. E com o meu voto , pois entendo que um governo com tantas realizações, sempre buscando diminuir as desigualdades sociais, dando prioridades a quem mais necessita tem de ter continuidade para tornar esse nosso país mais justo.
Thiago Pereira
28 de setembro de 2014 10:24 pmOs do contra
Gostaria de ver a fisionomia dos do contra no dia 06/10. Principalmente do Eduardo Azevedo e Miriam leitão.