Sugerido por IV Avatar
Do Diário do Centro do Mundo
Dávila fez uma entrevista “Caras” com Joaquim Barbosa
Por Paulo Nogueira
Roberto Dávila fez uma entrevista “Caras” com Joaquim Barbosa na estreia de seu programa de entrevistas na Globonews, neste final de semana.
Não incomodou em nenhum momento seu entrevistado, o que é a prova maior de uma entrevista desprezível no jornalismo sério.
Só faltou a ele falar com Joaquim Barbosa de joelhos dobrados.
Pela amostra, dá para imaginar o que serão os futuros programas: completamente dispensáveis.
Boas entrevistas contêm inevitavelmente tensão e adrenalina. A Playboy americana levou ao estado da arte as entrevistas, e virou referência mundial. Uma delas foi interrompida momentaneamente quando o entrevistado, de Niro, jogou o gravador do jornalista na parede, diante de uma pergunta que o irritou.
Chances de levar a conversa para algo mais quente não faltaram. Joaquim Barbosa disse, por exemplo, que está processando um jornalista por racismo.
Dávila simplesmente ignorou o assunto. Fugiu dele ou por inépcia ou por medo de sair da zona de conforto à base de sorrisos e rapapés.
Não foi sequer pronunciado o nome de Noblat, o processado.
Dávila também se furtou a entrar na história da nomeação de JB para o Supremo.
Poderia ter perguntado a ele se confirmava a versão de Frei Betto segundo a qual Barbosa o abordou no aeroporto de Brasília e se apresentou como uma resposta para a busca de Lula por um ministro negro.
A impressão que sobrou é que a entrevista foi toda ela combinada. Ficou, portanto, emasculada.
O melhor da conversa girou sobre racismo. Estavam os dois de pé, por causa das dores nas costas de Barbosa. Com razão, JB disse que o Brasil é imensamente racista.
Isto é uma verdade doída, mas também é verdade que ele nada fez pelos negros como presidente do Supremo.
Poderia ter feito um pronunciamento, um só, para levantar o debate – mas nada fez. Sua voz jamais se ergueu na defesa dos negros, o que é uma lástima, uma grande oportunidade desperdiçada.
Ainda nesta semana, ele teria agido bem se falasse algo em defesa de Claudia Ferreira, arrastada e morta barbaramente por policiais no Rio de Janeiro.
Mas nada.
Dávila foi tão bajulador que conseguiu dizer que, aos 59 anos, Barbosa é “muito jovem”. Ora, aos 33 Alexandre tinha ganhado e perdido o mundo. Penso aqui comido que, aos 57, devo me julgar um adolescente, talvez.
Como o DCM já noticiou, JB disse que não será candidato em 2014. A razão é óbvia: ele não tem voto.
Provavelmente não será candidato a nada expressivo jamais, porque virou um herói da direita, e isso dá holofotes mas não votos.
Se Dávila perdeu sucessivas chances de produzir uma conversa minimamente excitante, Joaquim Barbosa não deixou escapar a oportunidade de bater em Lula.
Disse que várias vezes Lula, quando presidente, o convidou para fazer parte da comitiva em viagens para a África.
Disse que sempre recusou por entender que Lula queria fazer “marketing” – mostrar aos africanos uma imagem racial muito distante da realidade brasileira.
Não obstante, JB ficou sentido com Dilma por não ter sido incluído no grupo que foi ao funeral de Mandela.
Joaquim Barbosa parece jamais haver superado as marcas do racismo de que foi vítima antes de ascender socialmente, e é compreensível.
O que é incompreensível é sua falta de ação para promover seus iguais. Teve palco, teve microfone, teve tudo para isso, sobretudo no ápice do Mensalão, quando a imprensa lhe deu um espaço extraordinário.
Mas ficou quieto.
Luciano Prado
25 de março de 2014 1:05 pmEntrevista?
Para que serviu essa entrevista? Nem para enaltecer possíveis qualidades do entrevistado.
Prestou-se, porém, a demostrar que se o entrevistado poder vir a ser útil no futuro vale levantar sua bola e passar o recado de que ele “pode contar conosco”.
Prémio babaquisse do ano. Para os dois.
vera lucia venturini
25 de março de 2014 1:05 pmA entrevista pode ser sido
A entrevista pode ser sido ruim. Mas deu um ibope para o programa…
Foi manchete em portais e só aqui no blog já foi manchete 3 vezes. Quanto as entrevistas feitas por jornalistas brasileiros…ontem mesmo foi publicada uma entrevista com FHC criticando a democracia brasileira e em nenhum momento a repórter se “lembrou” de perguntar ao “sociologo democrata” porque o partido dele não apoia as reformas políticas, o marco civil da internet, a assistência médica feita por médicos cubanos etc.
Foi-se o tempo em que eu perdia tempo em assistir ou ler entrevistas com nossos luminares políticos e jurídicos pois são feitas apenas para tapar buracos de jornais e tvs e passar a mensagem que o dono da empresa, caninamente obedecido por seu diretor de jornalismo, quer passar. Ingenua que sou, demorou para entender esse processo…
Luciano Prado
25 de março de 2014 1:14 pmEscolhido o entrevistador
O ibope viria com qualquer entrevista concedida por Barbosa a qualquer entrevistador. Barbosa ainda tem muito o que explicar e a conversa “entre amigos” não se prestou a isso, mas a dá prestigio ao entrevistado.
Fica explicada a razão de Dávila ter furado a fila.
Schell
25 de março de 2014 1:08 pmO Roberto é assim desde o
O Roberto é assim desde o tempo em que morava em Passo Fundo e nas dependências da (então) sede “campestre” do Clube Comercial já ensaiava suas “entrevistas” infanto-juvenis. Se verificarem suas entrevistas – desde sempre – verão que ele jamais sai ou tira o entrevistado da zona de conforto. Conversa de comadres, diria. Já o JB, sabem as onças pintadas, só foi entrevistado por que a estréia do Roberto na Globo teria de passar por ele: incensado nos corredores platinados de quem se julga “casa-grande”. Ou seja, um não tinha o que perguntar e o outro nada a responder. Água com açúcar no pior estilo “pollyana”.
Callegari
25 de março de 2014 1:12 pmvc está confundindo
vc está confundindo entrevista com interrogatorio da KGB!
pergunte ao Nassif se ele for agressivo com um entrevistado se ele conseguira que outra pessoa venha ao seu programa!
Malú
25 de março de 2014 2:52 pmA entrevista para ser
A entrevista para ser interessante tem que procurar buscar algo novo, algo que o entrevistado ainda não disse, se for para ficar no mela-mela que graça tem? Buscar a novidade não é interrogatório, se for para ser encarada assim, para que entrevistas? Ninguém precisa colocar o entrevistado no pau-de-arara para ter uma bela entrevista, basta ser bom e não ter medo do entrevistado.
Callegari
25 de março de 2014 3:36 pmMalú,
concordo totalmente
Malú,
concordo totalmente com vc! mas meu post era para o tom do artigo do avatar, veja no inicio o que ele escreveu e me diga se era igual a sua opinião:
Não incomodou em nenhum momento seu entrevistado, o que é a prova maior de uma entrevista desprezível no jornalismo sério.
Motta Araujo
25 de março de 2014 1:16 pmQuando o entrevistador quer
Quando o entrevistador quer ser e parecer simpatico, a entrevista perde importancia. Bom é o aspero e sem firulas Geneton Moraes Neto que faz a pergunta sem mover os musculos da face, perguntas durissimas e ele nem ri e nem quer ser agradavel. Entrevistar com pose de mocinho bonito e namorador não tem a agressividade para entrevista politica que não pode ser levantada de bola para o entrevistado, 90% das perguntas para um politico como Joaquim Barbosa são
desagradaveis para o entrevistado ou então a entrevista não é coisa séria, é chá das cinco.
Juliano Santos
25 de março de 2014 2:58 pmÉ verdade, AA, para deixar
É verdade, AA, para deixar claro que eu não discordo de voce “ad nominem’, assino embaixo. Bom entrevistador é o Geneton, da qual alias foi reprisado esses dias uma entrevista com o general Nilton Cruz.
Mas o pior momento do Barboso foi quando o bajulador perguntou sobre o bate-boca com os colegas do Supremo. E ele respondeu que se irriita quando as pessoas “dizem ilegalidades com voz suave” (mais ou menos isso). Como assim? Considerar votos dos colegas do STF como ilegais? Pode isso, Arnaldo?
Motta Araujo
25 de março de 2014 3:24 pmA UNICA voz suave no STF é a
A UNICA voz suave no STF é a do Ministro Luis Roberto Barroso, quer dizer que esse professor de Direito Constitucional,
considerado o de maior expressão no Pais não sabe o que fala? Legalidade é só a do Ministro Barbosa?
Ou será que legalidade é deixar o Jose Dirceu em regime fechado, quando sua pena lhe dá direito ao semi aberto MAS na legalidade do Ministro Barbosa a lei é a que ele quer, não o que está na sentença. E ainda fala em ilegalidade da voz suave.
Rodrigo Negrão
25 de março de 2014 1:21 pmBarbosa não será candidato
Barbosa não será candidato por um motivo simples.
Chegou no ápice da carreira para qual escolheu para si.
Não faria qualquer sentido ingressar na política, que como se sabe, é um campo onde a competência conta muito pouco. O mais importante são os conchaves e conversas a portas fechadas para se discutir interesses pouco republicados.
Barbosa, absolutamente, não tem esse perfil.
É autoritário e não aceita discutir posições, ficando impossível que venha a aderir aos conchaves.
AlvaroTadeu
25 de março de 2014 1:22 pmNo Século XXI, apenas zumbis voltam dos mortos.
Se a entrevista foi feita nesses termos, Roberto D”Avila sujou sua biografia. Deveria continuar aposentado, isso foi muito feio.
Lionel Rupaud
25 de março de 2014 1:24 pmSendo na groboniuse era de se esperar!
“Chances de levar a conversa para algo mais quente não faltaram. Joaquim Barbosa disse, por exemplo, que está processando um jornalista por racismo.
Dávila simplesmente ignorou o assunto. Fugiu dele ou por inépcia ou por medo de sair da zona de conforto à base de sorrisos e rapapés.
Não foi sequer pronunciado o nome de Noblat, o processado.”
Sem falar que o tal Noblat é homem do grupo globo!
Entrevista, entrevistado e entrevistador totalmente dispensáveis.
Iara G
25 de março de 2014 1:53 pmNão aguentei 10 minutos da entrevista
A globo sabe muito bem editar, fazer boas tomadas: câmeras de baixo para cima, revelando altivez. Tomadas de pé, revelando proximidade e uma pessoa “aberta” e “sincera”
Pura marmelada, na tentativa vã de criar como seu falso caçador de marajá, agora sim um marajó (criador de rixas)
Não que seja má pessoa o sr. Barbosa, pode ser a máscara mais usada num carnaval, mas vencer eleição majoritária, só se for em município pequeno ou médio. Para disputar eleição grande, iria ter de engolir muita coisa, que parece que sua própria saúde não aguentaria.
E. Lengre Isse
25 de março de 2014 1:33 pmEx da Ex
Talvez a preferência dada a Roberto Dávila seja o fato de ele ser (ex) primeiro-damo da (ex) ministra Ellen Gracie, não?
Branca Teresinha
25 de março de 2014 1:33 pmQuem te viu e quem te vê.
Quem te viu e quem te vê. Roberto D´Ávila antes de aderir à direita cheirosa tupiniquim foi do PDT e Brizolista de coração até perceber que para continuar no jornalismo por cima tinha de vender a alma ao diabo. Vendeu há muito tempo. E perdeu a credibilidade que tinha. Virou mais um oportunista da mídia.
Marcelo de Sousa Nascimento
25 de março de 2014 1:55 pmPor isso o Papa acabou de excomungar essa imprensa mentirosa
Papa condena e Mídia veste o capuz
A mídia corporativa brasileira, também conhecida como grande imprensa, ou ainda como PIG (Partido da Imprensa Golpista), vestiu o capuz e não repercutiu a fala do Papa Francisco de crítica e condenação àdesinformação, calúnia e difamação muito presente na imprensa.
jura
25 de março de 2014 1:58 pmBarbosa entrevistou D’Ávila
“Chances de levar a conversa para algo mais quente não faltaram. Joaquim Barbosa disse, por exemplo, que está processando um jornalista por racismo.
Dávila simplesmente ignorou o assunto. Fugiu dele ou por inépcia ou por medo de sair da zona de conforto à base de sorrisos e rapapés.”
Hahaha, acho que foi o Barbosa quem entrevistou o D’Ávila!
Carioca
25 de março de 2014 2:06 pmA rapaziada se assuta sempre
A rapaziada se assuta sempre com a mesma coisa. Roberto D´Ávila é o antecessor do Amaury Junior. Seus programas sempre foram de amenidades, e agora na GloboNews, em ano eleitoral, coincidência?, pode vir a ter propósitos. Para a GloboNews, audiência porque as chamadas prometem coisas que não entregam. Para Roberto D´Ávila mais um emprego. Inclusive, pelo passar do tempo, está perdendo o traquejo. Não perguntou ao entrevistado se ele jogava bafo-bafo e bola de gude na infância.
Durvaldisko
25 de março de 2014 2:40 pmFaltou iniciativa. Dávila,do
Faltou iniciativa. Dávila,do alto de sua experiência conjugal com a ministra Hellen Gracie,poderia,desta , ter colaboração de peculiaridades que ou não são divulgadas ou deliberadamente ocultadas do público consumidor sobre o entrevistado.
Mas prevaleceu o comodismo e a pusilanimidade de quem escolheu o conforto da proximidade da aposentadoria.
Malú
25 de março de 2014 2:43 pmD’Ávila estava visivelmente
D’Ávila estava visivelmente se borrando de medo, chegava a completar as frases do Joaquim e até a indicar caminhos para a fala dele. Uma vergonha de entrevista. Se o Joaquim havia recusado tantas vezes o convite do Lula para ir à África, para que a Dilma irira convidá-lo mais uma vez? O Roberto D’Ávila não fez nenhuma pergunta que comprimisse a coluna do Joaquim, preferiu saber sobre o que ele gosta de ouvir no campo das músicas. Um fiasco total. Não teve nem curiosidade de perguntar a ele sobre o que vai fazer com o Dirceu agora que ele é dono do seu destino. Covardia pura.
Maria Luisa
25 de março de 2014 2:53 pmDe carona, so se for com o Merval
Quer dizer então que depois de tudo o que disse durante o julgamento da AP 470 sobre o PT e seus afiliados, Joaquim Barbosa queria ir no mesmo avião que Lula e a presidente Dilma, às homenagens a Mandela ?! A presidente Dilma ainda tem que engolir JB enquanto Ministro do STF, mas Lula? De mais a mais, não é ele que diz e repete que o Lula fez marketing com sua escolha ? Então, que pegasse um avião de carreira e fosse ao enterro por conta propria, porque aposto que naquele avião não tinha um, nem FHC, que o queria por companhia. Eh triste, mas não é por causa da cor ou da origem, muito pelo contrario, que Lula tem origens tão humilde e teve uma infância tão dificil quanto, mas é pelo carater.
Robson Barbosa Farias
25 de março de 2014 3:02 pmSem novidades
Não via a citada entrevistas, mas faz tempo que as entrevistas do citado jornalista são pura bajulação.
Lucinei
25 de março de 2014 3:07 pmEu nem perdi meu tempo pra
Eu nem perdi meu tempo pra ver. Roberto Dávila e Joaquim Barbosa na Globonews?! Pela repercussão o resultado foi mais anódino do que eu esperava. Nem os prosélitos se impressionaram.
Marcio Cruzeiro
25 de março de 2014 3:29 pmE a montanha pariu um
E a montanha pariu um rato………Sempre soube que o Dr. Joaquim não tem nada a oferecer para o Brasil……tampouco ao STF…….
Athos
25 de março de 2014 3:40 pmNão vai ser fácil pegar o
Não vai ser fácil pegar o Barbosa.
Ele agora vai se esconder atrás da cor de sua pele.
Tufaile
25 de março de 2014 3:42 pmFoi vergonhosa a atitude do
Foi vergonhosa a atitude do D’Ávila; parecia que estava com medo do entrevistado!
André Oliveira
25 de março de 2014 4:27 pmHahaha,
Que festival de
Hahaha,
Que festival de grosserias. Roberto D’ávila é, de longe, o melhor entrevistador da tv brasileira há muitos anos. Se ele fosse o tipo de entrevistador que o jornalista admira o Barbosa simplesmente não daria a entrevista.
Daytona
25 de março de 2014 5:13 pmAmaury Jr é melhor, tem mais
Amaury Jr é melhor, tem mais profundidade.
André Oliveira
25 de março de 2014 11:22 pmÉ um festival de baboseiras
É um festival de baboseiras em um post só.
D’ávila tem um currículo excepcional. Como deputado constituinte ajudou a elaborar e aprovar a constituição de 88. Como entrevistador, entrevistou as maiores personalidades do século XX, justamente por não ser um trator que atropela o entrevistado. Se ele entrevistasse o Lula ou a Dilma seria elogiadíssimo nesse blog pela sua educação e respeito pelas grandes lideranças políticas nacionais. Mas como o entrevistado foi o Barbosa o entrevistador tinha obrigatoriamente de espremer o ministro nas cordas e desferir uns diretos no queixo. Como não o fez foi imediatamente posto no pelourinho e açoitado pelos nobres frequentadores do blog que não têm a menor cerimônia em atacar a reputação de seus desafetos. Deviam ter vergonha.
Daytona
26 de março de 2014 5:44 pmComo namorado da ex-ministra
Como namorado da ex-ministra ellen Gracie(aquele que não conseguiu vaga na CIJ porque não possuia os conhecimentos necessários)foi citado várias vezes pela polícia como um dos “jornalistas do Dantas”.
Algumas pessoas precisam de um mínimo de inteligência para ter algum interesse(não é seu caso, claro).
Amaury Jr continua sendo o rei da trivialidade, mas o Ávila um dia chega lá!
Fabio !
25 de março de 2014 4:36 pmVamos esperar a próxima
Vamos esperar a próxima pataquada : a estréia do programa de Mario Sergio Conti .
Demarchi
25 de março de 2014 5:34 pmTentando entender as razões …
“No relatório em que teoriza sobre a rede de jornalistas de Daniel Dantas (leia aqui), o delegado cita Roberto D’Ávila, namorado de Ellen, em três ocasiões.
Protógenes conclui que o jornalista D’Ávila “é um dos facilitadores das atividades de (Naji) Nahas e, por extensão, de Daniel Dantas”. Com a rede de espionagem clandestina que montou, é bem provável que o namorado da ministra tenha tido suas conversas monitoradas.”
http://www.cabecadecuia.com/drops/2009-04-07/protogenes-pode-ter-grampeado-ellen-gracie-e-seu-namorado-roberto-davila-44516.html
http://www.conjur.com.br/2009-abr-06/veja-nomes-jornalistas-grampeados-prototogenes-queiroz
Verita
26 de março de 2014 2:46 pmAtualizem-me!
A Ellen Grace voltou o namoro? Ela não andou até namorando FHC depois ? Atualizem-me, ando defasada quanto aos bastidores amorosos do mundo político hehehe. Quanto à entrevista, a melhor parte prá mim foi o Roberto DÁvila, já fazer uma chamadinha pra próxima entrevista com Paulinho da Viola. Acho que viu que a primeira ia ser um fiasco, mas deve ter sido cláusula contratual (usar um jornalista novo, considerado educado, pra ver se emplacava a entrevista do JB) e ele já foi logo soltando cenas dos próximos capítulos tipo: “continuem me assistindo que a coisa melhora e esta viola já foi pro fundo do baú”. Entrevista combinada, insosa, insípita e inodora.
Calvin
25 de março de 2014 5:49 pmDiscordo. 1º voto tem, 15%
Discordo. 1º voto tem, 15% quando seu nome é colocado. 2º, tem que acabar com essa mania de que todo negro tem que ser militante racialista. Um negro que trabalhe normalmente, sem ser evangelista de causas, também está ajudando a mehorar a imagem de sua etnia, mostrando que é uma pessoa normal. Por fim, o post levanta a mesma tese do Noblat, de recalque do ministro pelo que sofreu. E Dilma, a enfezada, será que é assim porque tem raízes búlgaras? Ora….
Rar de Toque
25 de março de 2014 6:05 pmQuerem uma entrevista boa de (e da) verdade?
Manda o Joca “Fiz Mesmo” Brabo lá pro Hard Talk da BBC.
O FHC “rrrrecomenda”!
Ele gosta muito do Stephen Sackur…
Hehe
Humberto Pereira
25 de março de 2014 11:36 pmMais “Caras” tem sido o diario do centro do mundo.
Quem está sendo uma Caras são as postagens no Diario do Centro do Mundo, do autor do post. Só amenidades em cima de amenidades. E ai de quem discordar no seu blog, no mesmo tom com que se refere a esse ou aquele personagem. Quanto ao entrevistador, bom é o entrevistador que não aparece mais do que o entrevistado, que o deixa falar (e o que não fala, isso fica para o bom entendedor). Os entrevistados de Roberto D´ Ávila, seu programa, são pros bons entendedores. Falam de Geneton, que é bom, sim, mas não foi de bom tom, pra não dizer desrespeitoso, e apelativo, quando ao final de uma de suas entrevistas, deixou, fez com que o público ouvisse um telefonema de Joel Silveira recorrendo a ele, provavelmente na sua solidão, falando, avisando que estava morrendo. Disso ninguém fala.
Cláudio Pinho
26 de março de 2014 1:21 amÀ princípio de conversa,
À princípio de conversa, Roberto D’ávila – do qual não sou fã -, nunca fez uma entrevista contundente. Talvez não saiba fazê-lo; talvez fira seu senso do que é ser um jornalista ou âncora de programa de entrevistas; talvez… Qto a Nassif, conseguiu um sub texto jornalístico infinitamente inferior ao programa e entrevista k critica; inclusive, pela desonestidade dos seus argumentos; o exemplo de the Niro é, simplesmente, de matar por indigestão o mais ingênuo dos seus leitores – independente de filiação partidária rsrs ! Afirmar que o Pres. do Supremo não fez nada pelos negros é desconhecer ou ignorar alguns fatos importantes, sobretudo, àquele relacionado às Cotas nas Universidades públicas; do qual o Sr. Joaquim é um defensor fervoroso, em diversos momentos e em textos inatacáveis, k certamente feririam as pupilas sensíveis e cansadas de Nassif ! Por outro lado, se o Ministro não fez nada à favor dos pretos, na afirmação vazia do colunista, é, no mínimo, estranho que a maioria dos pretos ao qual Nassif se refere, tenha em Barbosa seu herói de capa. Não ficaria surpreso k por sentimento de distinção de classe e/ou de cor, o Senhor Nassif considere que os pretos amam sem saber o que e a quem ! Sem me delongar mais num texto que realmente não vale a pena o comentário, não conheço nenhum preto brasileiro que, em sã consciência, possa afirmar ter cicatrizado as feridas de nosso racismo ultrajante de todos os dias; mesmo quando, Ministro do Supremo Tribunal Federal de uma país que rejeita reiteradamente a História e a Presença de si, do referido Ministro e da maioria absoluta de sua população !
Mázio Ribeiro de Souza
1 de abril de 2014 5:47 amEntrevista com Joaquim Barbosa: autorracismo
Do ponto de vista profissional, não gosto das atitudes do Joaquim Barbosa.
Acho ele muito espetaculoso e desarmonizador, quando deveria tratar a Justiça, como juiz que é, e, portanto, “solucionador” de conflitos, com mais discrição e mais, digamos, longanimidade…
Mas…esse senhor, não há como deixar de observar, deve ter sofrido muito preconceito racial.
E olhe que do ponto de vista do racismo à brasileira, ele é “quase branco”, já que hoje é presidente de um dos três poderes da República…
Mas você percebe, claramente, que quando se toca no assunto, ele deixa a aparente indiferença (frieza) de lado, e a emoção o toma.
O rancor; a autodefesa constante; e, a eterna análise das atitudes dos outros em relação a sua pessoa o transformam em alguém triste e solitário…
Chega até a parecer que há um autorracismo, um complexo de inferioridade, que se manifesta com arrogância e altivez.
Para os que acham que Joaquim Barbosa representa os negros do Brasil, do ponto de vista da igualdade e ascensão social, ele mesmo confirma:
“Eu sou uma exceção”. E é!
Mas sobre as agruras que subjazem o preconceito racial existente em nosso país, ele não foi e não será o único. Infelizmente!