4 de junho de 2026

Temer critica radicalização e divisão interna do PMDB

 
Jornal GGN – Em evento do PMDB, o vice-presidente Michel Temer criticou a radicalização no pais e as divisões internas do partido. Para Temer, a crise política exige equilíbio e moderação. “Não podemos radicalizar em nenhum momento”, afirmou. Ele também disse que as divisões internas do PMDB não farão o partido crescer. 
 
Do Valor
 
 
O vice­-presidente Michel Temer criticou nesta sexta­-feira o cenário de radicalização no país e as divisões internas do PMDB. As declarações do pemedebista, que foram feitas durante evento do partido, na capital paulista, ocorrem no momento em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB­-RJ), manobra para desgastar o governo ao ameaçar nos bastidores entregar o comando de CPIs aos partidos de oposição. 

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“Estamos passando por uma fase delicada no Brasil, que demanda muito equilíbrio. Não podemos radicalizar em nenhum momento”, disse Temer para a plateia de correligionários. No discurso, o vice­-presidente ressaltou que o PMDB tem sido o “centro” da governabilidade desde 1988 e que no momento de descrença com a classe política é preciso ter equilíbrio e moderação.
 
“Não podemos pensar que divisões internas poderão fazer crescer o PMDB. O que nos faz crescer é a unidade”, declarou. Questionado depois se as declarações eram um recado a Cunha, Temer desconversou e repetiu a importância do equilíbrio para enfrentar o cenário de crise. 
 
Cunha rompeu com o governo depois que foi acusado pelo delator Julio Camargo de cobrar propina em contratos da Petrobras investigados pela força- ­tarefa da Lava ­Jato. 
 
No Congresso há expectativa de que o presidente da Câmara coloque em votação a chamada “pauta bomba”, que aumenta despesas e compromete o ajuste fiscal do governo federal. 
 

Redação

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5 Comentários
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  1. marcosomag

    1 de agosto de 2015 2:50 pm

    Deveria enfrentar os golpistas-terroristas.

    Ele deveria ser um dos primeiros a criticar duramente o atentado terrorista contra o Instituto do Nunca Dantes. Teve papel importante como advogado na resistência a Ditadura e aplicou políticas democratizantes no governo Montoro, do PMDB. O seu silêncio sobre o atentado é preocupante pois mostra mais uma vez a postura pusilânime do governo diante da direita.

  2. janes salete

    1 de agosto de 2015 3:35 pm

    Esse partido prostituto e

    Esse partido prostituto e corrupto, não tem cueca limpa!  Chiqueiros são mais limpos que os componentes desse partido SEMPRE OPORTUNISTA e QUE VIVE NAS SOMBRAS com seus golpes contra a nação. Tem boçal que não percebe isso. Todas as empresas investigadas eram,, são comandadas pelo pmdb e psdb. Esses partidos são os verdadeiros aliciadores dos órgãos públicos. Têm justiça, mp, tcu, tce, imprensa e tais no bolso. Tudo, para esses oportunistas, resume-se em assalto aos cofres públicos. O PT paga caro por não ter colocado pessoas de confiança em cargos estratégicos como o psdb, quando governo fez,, só pegou carguinhos irrelevantes. Em matéria de política, relamente o PT ´sempre foi muito ingênuo.

  3. Ugo

    1 de agosto de 2015 5:16 pm

    mais um deslumbrado

    Temer, o pmdb é uma franquia, nada mais. Quando aconteceu a ultima conversa com o pmdb do Requião?

    Tal qual o moro e joaquim o pig está enchendo o teu ego.

    Você é o que a casa grande precisa neste momento.

  4. Selma G

    1 de agosto de 2015 6:01 pm

    Isso que dá votar em

    Isso que dá votar em “pessoas” e não em partido.  O pior é que o brasileiro em geral estufa o peito de orgulho para dizer que vota em pessoas, não em partidos. O PMDB é governo (tem o vice), mas o presidente da Câmara, que é do PMDB, resolveu ser oposição. Só no Brasil mesmo.

  5. Cris Kelvin

    1 de agosto de 2015 8:07 pm

    O discurso é bonito, contanto…

    …não seja apenas para a plateia.  Tenho dúvidas sobre o que move  o vice-presidente e poque a pregação da umidade só vagora, seis meses após a posse e o PMDB impor várias derrotas ao governo. Estratégia?

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