5 de junho de 2026

Brasil na mídia: veículos internacionais destacam crise de Flávio Bolsonaro

Reuters, AP e El País repercutem encontro de Flávio Bolsonaro com Donald Trump, em meio a crise de imagem de 01
Unsplash

O Brasil voltou ao centro do noticiário internacional após reportagens de veículos como Reuters, Associated Press (AP) e El País associarem a aproximação entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump em meio a crise política enfrentada pelo bolsonarismo. Veja:

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A repercussão nos EUA

Reuters — “Brazil senator and presidential contender Flavio Bolsonaro meets Trump at White House” — A agência destacou a reunião de Flávio Bolsonaro com Donald Trump na Casa Branca. A reportagem afirma que os dois discutiram tarifas, minerais estratégicos e crime organizado, além da situação jurídica de Jair Bolsonaro.

Reuters — “Brazil Senator Bolsonaro seeks White House meeting amid campaign crisis, sources say” — A Reuters relatou que Flávio Bolsonaro buscava aproximação com Trump para tentar conter a crise política causada pela revelação de negociações financeiras envolvendo a cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Associated Press (AP) — “Brazil’s Flávio Bolsonaro leans into Trump connection as scandal shakes his presidential bid” — A AP informou que Flávio Bolsonaro tenta usar a aproximação com Trump para conter o desgaste provocado pelo escândalo envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro e o financiamento da cinebiografia “Dark Horse”. A reportagem destaca que aliados do bolsonarismo já discutem alternativas para a disputa presidencial de 2026.

Associated Press (AP) — “Brazilian government commits $617.5M to Amazon ecological investment” — A reportagem mostrou o anúncio de novos investimentos bilionários em projetos ecológicos para a Amazônia e ressaltou que o governo brasileiro tenta equilibrar preservação ambiental e crescimento econômico.

A repercussão na Europa

El País — “El banquero, la película y el escándalo que amenaza la candidatura de Bolsonaro hijo” — O jornal espanhol afirmou que o escândalo envolvendo Daniel Vorcaro e a produção da cinebiografia de Jair Bolsonaro abalou a campanha presidencial de Flávio Bolsonaro e gerou tensão no mercado financeiro brasileiro.

El País — “Trump recibe a Bolsonaro hijo en el Despacho Oval tres semanas después de Lula” — A publicação destacou que Trump recebeu Flávio Bolsonaro apenas 19 dias depois do encontro com Lula e avaliou a reunião como um impulso político importante para o senador brasileiro em meio à crise eleitoral.

Nota da redação: Este texto, especificamente, foi desenvolvido parcialmente com auxílio de ferramentas de Inteligência Artificial. A equipe de jornalistas do Jornal GGN segue responsável pelas pautas, produção, apuração, entrevistas e revisão de conteúdo publicado, para garantir a curadoria, lisura e veracidade das informações.

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  1. Rui Ribeiro

    28 de maio de 2026 9:15 am

    Três argumentos pra desmontar a chorumela dos patrões e de seus lambe-botas acerca do fim da escala de trabalho 6×1:

    1. *“Quem pagou a máquina foi você”*
    De 1950 pra 2025, o que um trabalhador produz por hora mais que triplicou. A jornada só caiu 4h. Cadê as outras 20h de ganho? Viraram lucro. Fim da 6×1 não é aumento. É devolução do que já te roubaram em produtividade. Você financiou o autoatendimento. Agora quer folgar domingo. Justo.
    2. *“6×1 não segura emprego, segura gente doente”*
    Patrão diz que se folgar 2 dias vai demitir. Mas ele já demite todo dia e bota máquina no lugar. Caixa virou totem, porteiro virou app. 6×1 não protege vaga. Só garante que quem sobrou trabalhe exausto. Ou divide a jornada, ou divide o desemprego. Qual você prefere?
    3. *“Teu patrão folga no fim de semana”*
    CEO, gerente, economista da TV: todo mundo na 5×2. Só quem atura 6×1 é quem tá no balcão, na cozinha, no caixa. Se escala boa é 6×1, por que a Faria Lima não adota? Porque ninguém aguenta. Se é ruim pra eles, é ruim pra você. Lei tem que ser igual pra baixo e pra cima.

    Dois dados pra calar economista de TV*
    1. *Lucro vs Salário no Brasil*
    Participação dos salários na renda nacional: 35,7% em 2024. Na OCDE a média é 47%. Lucro líquido dos bancos em 2023: R$ 145 bilhões, recorde histórico. Lucro do varejo alimentar: subiu 22% em 2023 mesmo com “crise”. Tem margem. Só não querem dividir.
    2. *Saúde e turnover*
    OIT: jornadas >55h/semana aumentam risco de AVC em 35% e infarto em 17%. 6×1 + busão + extra bate 55h fácil. Comércio tem rotatividade de 5,2% ao mês. Custa 15% a 20% do salário treinar um novo. Folgar 1 dia sai mais barato que contratar todo mês. Planilha que ignora isso é planilha burra.

    Um jeito de enquadrar o Pastore em contradição*
    *Usa o Marx que você citou contra ele:*

    Pastore diz: “Fundo de salários é fixo. Se aumentar, repassa ou demite.”
    Responde com Weston: “Ué, se o fundo é fixo, o patrão também não poderia baixar salário. Mas ele baixa todo dia. Admitir que patrão baixa é admitir que o fundo mexe. Se mexe pra baixo, mexe pra cima também.”

    *A contradição:*
    Pastore trata lucro como lei da natureza e salário como crime contra a economia. Mas quando o lucro sobe 20%, ele chama de “eficiência”. Quando salário sobe 10%, chama de “catástrofe”.
    Ou o bolo é fixo pros dois, ou não é fixo pra ninguém. Se o patrão pode encher o bolso porque “quis”, o trabalhador pode encher a folga porque “se organizou”.

    *Fecho pra ele:* “Dr. Pastore, o senhor não tá defendendo emprego. Tá defendendo que só um lado da mesa pode mexer no preço. Isso não é economia. É carteirada.”

    *Placar: 6×1.*
    Explicar o motor é o começo. Agora é saber quem tá sendo moído na engrenagem e desligar a máquina. Tamo junto nessa.

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