Nesta edição do Viva a África, propomos uma jornada que conecta as salas de conferência das Nações Unidas aos palcos vibrantes do continente africano: da ONU ao Jazz na África.
Analisamos como a diplomacia tradicional e institucionalizada nas grandes organizações globais muitas vezes falha em capturar as dinâmicas reais de influência e soberania no Sul Global. Em contrapartida, investigamos o poder do soft power cultural e a história de resistência e conexão que o Jazz estabeleceu entre a diáspora e o continente africano.
Discutiremos como a cultura, a música e a identidade emergem em 2026 como ferramentas geopolíticas potentes, capazes de construir pontes, contestar narrativas hegemônicas e redefinir o papel da África no cenário internacional muito além dos relatórios e das resoluções burocráticas ocidentais.
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