Notícias STF
Terça-feira, 25 de março de 2014
Carta do ministro-presidente à revista Época
Leia a íntegra da carta encaminhada pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, à revista Época.
Carta à revista Época
Sr. Diretor de Redação,
A matéria “Não serei candidato a presidente” divulgada na edição nº 823 dessa revista traz em si um grave desvio da ética jornalística. Refiro-me a artifícios e subterfúgios utilizados pelo repórter, que solicitou à Secretaria de Comunicação Social do Supremo Tribunal Federal para ser recebido por mim apenas para cumprimentos e apresentação. Recebi-o por pouco mais de dez minutos e com ele nao conversei nada além de trivialidades, já que o objetivo estabelecido, de comum acordo, não era a concessão de uma entrevista. Era uma visita de cunho institucional do Diretor da Sucursal de Brasília da Revista Época. Fora o condenável método de abordagem, o texto é repleto de erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa.
A matéria é quase toda construída em torno de um crasso erro factual. O texto afirma que conheci o ministro Celso de Mello na década de 90, e que este último teria escrito o prefácio do meu livro “Ação Afirmativa e princípio Constitucional da Igualdade”. Conheci o ministro Celso de Mello em 2003, ano em que ingressei no STF. Não é dele o prefácio da obra que publiquei em 2001, mas sim do já falecido professor de direito internacional Celso Duvivier de Albuquerque Melo, que de fato conheci nos anos 90 e foi meu colega no Departamento de Direito da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Mais grave, porém, é a acusação de que teria manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. O objetivo seria submeter o ministro a pressões da “mídia” e de “populares”. Isso não é verdade. Ofensiva para qualquer cidadão, a afirmação ganha contornos ainda mais graves quando associada ao Chefe do Poder Judiciário. Portanto, antes de publicar informação dessa natureza, o repórter tinha a obrigação de tentar ouvir-me sobre o assunto, o que pouparia a revista de publicar informação incorreta sobre minha atuação à frente da Corte.
No campo pessoal, as inverdades narradas na matéria são ainda mais ofensivas e revelam total desconhecimento sobre a minha biografia. Minha mãe nunca foi faxineira. Ela sempre trabalhou no lar, tendo se dedicado especialmente ao cuidado e à educação dos filhos. O texto, que me classifica como taciturno, áspero, grosseiro, não apresenta fundamentos para essas afirmações que, além de deselegantes, refletem apenas a visão distorcida e preconceituosa do repórter. O autor da matéria não apresenta elementos que sustentem os adjetivos gratuitos que utiliza.
Também desrespeitosa é a menção aos meus problemas de saúde. Ao afirmar que a dor causou “angústia e raiva”, o jornalista traçou um perfil psicológico sem apresentar os elementos que lhe permitiram avaliar o impacto de um problema de saúde em uma pessoa com a qual ele nunca havia sequer conversado.
Outra falha do texto é a referência à teoria do “domínio do fato”. Em nenhum momento a teoria foi evocada por mim para justificar a condenação dos réus no julgamento da Ação Penal 470. Basta uma rápida leitura do meu voto para verificar esse fato.
Finalmente, não tenho definição com relação ao momento de minha saída do Supremo e de minha aposentadoria. Muito menos está definido o que farei depois dessa data, embora a matéria tenha afirmado – sem que o jornalista tenha sequer tentado entrevistar-me sobre o tema – que irei dedicar-me ao combate ao racismo.
Triste exemplo de jornalismo especulativo e de má-fé.
Joaquim Barbosa
Presidente do Supremo Tribunal Federal
alfredo machado
25 de março de 2014 8:42 pmIrritação
Nassif,
JBarbosa parece que é cego ou vive em outro planeta, um ET.
A prática da qual diz ser vítima, matéria montada pelo editor, é expediente escandalosamente banal para a grande mídia tupiniquim, que nem direito de resposta oferece.
Ao invés de reclamar por ele próprtio, o JBarbosa que mostra condenar a prática cretina já deveria ter reclamado por aqueles que não possuem o palanque como o STF.
CELSO ORRICO
25 de março de 2014 8:49 pmqueima de arquivo..
ele está sendo deixado na beira da estrada, quem mandou se juntar á máfia? é mais um que não serve mais e vira suco..
rios
25 de março de 2014 8:51 pmO repórter só se baseou em
O repórter só se baseou em fatos superficiais para fazer um julgamento personalista de questões que lhe interessavam sem levar em conta a veracidade do que defendia. Ou seja, ele deu uma de Joaquim Barbosa para fazer a reportagem.
@giorgioxeno
25 de março de 2014 8:55 pmCOnsidero a parte em que ele
COnsidero a parte em que ele fala do domínio de fato como de uma desonestidade intelectual gritante.
J. Barbosa retirou qualquer menção à teoria depois que a mesma foi desacreditada pelo autor e por estudiosos, mas foi com ela que condenou José Dirceu e Genoíno, por exemplo.
Se alguém recuperar os vídeos das sessões, vai ver o quanto ele usou tal teoria.
Cristiano Torres
25 de março de 2014 8:55 pmOra, mas quem escreveu foi o
Ora, mas quem escreveu foi o Diego Escosteguy. Isso já diz tudo. Ele é um grande defensor da ética!
(para os outros, é claro, já que se acha no direito de fazer qualquer coisa).
Ivan de Union
25 de março de 2014 8:57 pmPROCESSE, barbosinha!
PROCESSE, barbosinha! PROCESSE A REVISTA. Vamos ver se ela tem mais nome e endereco do que Noblat, nao eh?
Donizeti
25 de março de 2014 8:57 pmDá vontade de perguntar: e
Dá vontade de perguntar: e aí jb, foi bom para voce ?
Pimenta nos olhos dos outros é colírio, diz sábio ditado popular.
Silvio Torres
25 de março de 2014 9:15 pmÉ, Senhor Joaquim Barbosa, tá
É, Senhor Joaquim Barbosa, tá vendo?
Renato kern
25 de março de 2014 9:20 pmO Ministro mente
Segue abaixo a transcrição do STF do AP 470/MG – 120
Assim, o relator julgou procedente a pretensão acusatória para condenar José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares, Marcos Valério, Ramon Hollerbach, Cristiano Paz, Simone Vasconcelos e Rogério Tolentino por corrupção ativa (CP, art. 333). Considerou que a defesa dos réus não conseguira infirmar o conjunto fático probatório colacionado pelo Ministério Público. No que se refere a José Dirceu, ressaiu que ele controlaria os destinos da empreitada criminosa, de modo a deter o domínio final dos fatos. Quanto a José Genoíno, verificou que as provas indicariam que ele teria participado do conluio estabelecido entre os corréus e os parlamentares corrompidos, a partir da negociação de valores a serem repassados a integrantes do PP e a Roberto Jefferson. Relativamente a Delúbio Soares, salientou que este indicaria quem deveria receber os valores a serem pagos pela engenharia criminosa. No tocante aos membros do “núcleo publicitário” e a Rogério Tolentino, rememorou a sistemática de suas atuações já apreciadas anteriormente. Por outro lado, absolveu Geiza Dias e Anderson Adauto, com base no art. 386, VII, do CPP. No que concerne a esta ré, curvou-se ao que decidido pelo Pleno sobre a circunstância de ela ser funcionária de menor graduação e não deter conhecimento dos fatos. Com relação a este último acusado, assinalou que, conquanto ele tivesse se colocado à disposição para fornecer recursos do PT a Romeu Queiroz — então Presidente da Comissão de Transportes da Câmara dos Deputados —, inexistiria demonstração de haver auxiliado para a concretização do pagamento, que efetivamente ocorrera.
AP 470/MG, rel. Min. Joaquim Barbosa, 1º, 3 e 4.10.2012. (AP-470)
morallis
25 de março de 2014 9:22 pmMe assusta a rapidez do
Me assusta a rapidez do desmonte do Joaquim Barbosa pela
mesma mída que até ontem o vendia como salvador, e olha
que houve gente que acreditou ser “picuinha” , irrealidade e
meras previsões ressentidas.Fala Joaquim ! Joga no ventilador!
Sandra Sofia
25 de março de 2014 9:22 pmPimenta nos olhos dos outros!
“A matéria é quase toda construída em torno de um crasso erro factual”
E o julgamento do mentirão foi quase todo contruído em torno de um crasso erro factual, mas pimenta nos olhos dos outros é refresco!
AdalbertoP
25 de março de 2014 9:24 pmChegou a hora do Barbosa de
Chegou a hora do Barbosa de sentir o ferrão desta imprensa que esta ai , bem feito.
maria rodrigues
25 de março de 2014 9:34 pmJoaquim Barbosa, finalmente,
Joaquim Barbosa, finalmente, sentiu na pele como é difícil conviver com uma imprensa que, por manobras, mente e desinforma, se é que realmente tudo que disse o repórter foi criação maldosa. Poderia, mediante o ocorrido, pensar que assim age sua imprensa contra os coitados que ele já prendeu injustamente, e nem assim os deixa em paz dentro da carceragem. Tomara que mais repórteres o incomodem, pelo menos pra ele saber que ter tanta visibilidade tem seu bônus e seu ônus. Como diz o ditado: “Quem tá na chuva é pra se molhar” (é isso?).
tiosilvano
26 de março de 2014 11:21 amjb
prá se queimar…rsrs.
Lionel Rupaud
25 de março de 2014 9:38 pmBem feito!
“Revista Época. Fora o condenável método de abordagem, o texto é repleto de erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas, além de sérias acusações contra a minha pessoa”
Uai, é o que ela e as associadas veja e cia fazem o tempo todo. Pelo visto só deveriam fazer para os petistas, né sr capitão do mato!
Murdok
25 de março de 2014 9:44 pmÉ sr. Ministro. Isso é pq o
É sr. Ministro. Isso é pq o sr. é um negro Ministro. E nós negros cidadãos?. Como é que o sr. acha que nós estamos nas mãos dessa gente?.
Ugo
25 de março de 2014 9:56 pmthe end
Saiu do habitat que não saiu dele.
Joaquim quanto mais entrar em contradição mais gravações vão aparecer para te desmentir.
Joaquim no stf o teu serviço acabou.
Joaquim palavra por palavra o teu desmentido é tudo mentira.
implacavel
25 de março de 2014 10:01 pmdescartável
Agora que o JB não serve mais como instrumento da mídia, sofrerá o pão que o diabo amassou…
mauro silva 1
25 de março de 2014 10:04 pmnulidade absoluta
Mas ele, Joaquim Barbosa, “não manipulou” apenas a manifestação de ministro: fraudou todo o processo, conhecido como AP470, vulgarmente chamado mensalão, e ainda confessou pelo menos uma fraude em sessão do Supremo, diante dos pares, do PGR e vários advogados.
Portanto, aquele julgamento é nulo;absolutamente nulo, pois JB, além de manipular ilegalmente uma condenação que é crime gravíssimo (existe alguma ordem de advogados no Brasil?), confessou-se, indiretamente, IMPEDIDO.
E essa é apenas uma das dezenas de nulidades do processo.
O judiciário brasileiro nunca afundou tanto na lama.
Nonato Amorim
25 de março de 2014 10:25 pmFALA SÉRIO, BARBOSA!
Vc sabe muito bem, até pelo domínio do fato, que ao conversar com qualquer repórter piguento o que vale mesmo é a versão, não importa o que aconteceu. Esse domínio dos fatos V. Exca. não pode jamais negar. Acredito inteiramente no repórter. Abraços por trás…
MarFig
25 de março de 2014 10:38 pmEu ainda não entendi porque o
Eu ainda não entendi porque o pau tá quebrando entre o JB e o PIG. Até poucos meses atrás eles se davam tão bem. Não faz sentido isso acontecer tão rápido. Tem coelho nesse mato.
Osvaldo Ferreira
25 de março de 2014 10:40 pmJB apenas prova um pouco do
JB apenas prova um pouco do veneno que destilou por meses. Ele é responsável também pelo nível deplorável da imprensa brasileira. E como Ministro da Suprema Corte junto com outros ministros deveria saber que em nenhum outro país civilizado a imprensa faz o que faz no Brasil. Cadê a lei de imprensa para coibir esses absurdos hein senhor Ministro? Cadê uma lei de imprensa para dar ao cidadão o sagrado direito de resposta imediato?
Mauro Segundo 2
25 de março de 2014 10:46 pmSem entrar no mérito do
Sem entrar no mérito do resto, esse trecho aqui me fez rir sozinho:
“O texto, que me classifica como taciturno, áspero, grosseiro, não apresenta fundamentos”.
Em que mundo JB vive? Todo mundo tem televisão e já assistiu inúmeros exemplos de atitudes dele que fundamentam essa afirmação.
Vantuil Barbosa Filho
25 de março de 2014 10:47 pmsinceramente….
tô com dó kkkkkkkkkk…..
Paulo Vasco
25 de março de 2014 10:56 pmFico com o repórter
É Darth-Barbosa, tá sendo duro ouvir certas verdades ditas por antigos aliados, né?!!
janes salete
25 de março de 2014 10:58 pmPensou que o poder de deus,
Pensou que o poder de deus, que ele mesmo se delegou, não acabaria? Não passa de outro idiotizado pelo poder passageiro. Fez tanta cacaca para aparecer, que agora não tem como limpar. Tá tudo gravado.
MThereza
25 de março de 2014 11:04 pmPensei que jb acreditava em
Pensei que jb acreditava em tudo que a mídia tosca escreve. Não foi com base em “reportagens” que ele mandou trancafiar Dirceu? Que viu verdades factuais onde só havia invencionice? que tirou levou adiante o julgamento de uma denúncia que ele próprio considerou inepta? que seus olhinhos brilhavam, ao ver um holofote ou um microfone? Agora, taí o resultado. bem feito. bem feito. bem feito.
Marly
25 de março de 2014 11:09 pmMinha avozinha!
Minha avozinha costuma dizer que o castigo vem a cavalo!!!!
PauloBR
26 de março de 2014 1:50 amErrata
Desculpe corrigir: “O castigo veio ao cavalo.”
Cristiana Castro
25 de março de 2014 11:14 pmÉ, Barbosão, vai vendo aí o
É, Barbosão, vai vendo aí o que passaram e passam os réus da AP 470, por conta da mídia e, tb o seu colega, Ministro Lewandowski que foi abordado pelos malucos por mídia nas eleições. Caso acompanhasse o Blog do Nassif, já saberia que seria descartado e esculachado pela Globo, assim que não servisse mais a seus interesses… Agora, chupa essa manga, Excia! Vaza do STF e aceite concorrer a qq cargo eletivo por qq legenda e conquiste imunidade parlamentar para poder se defender da tribuna ( pelo menos ), do contrário, tá lascado!
MThereza
26 de março de 2014 12:35 amvereador de Paracatu está de
vereador de Paracatu está de bom tamanho. Pode ser que a família vote nele. E vai ter uma tribuna pra se “defender”, mas precisa melhorar os argumentos.
Sergio Saraiva
25 de março de 2014 11:19 pmDeus joga dados.
sab, 22/03/2014 – 17:30 – Atualizado em 22/03/2014 – 17:41
A decisão do Juiz Bruno Ribeiro da VEP Vara de Execuções Penais do Distrito Federal, sexta 21/03/2014 de remeter de volta ao Ministro Joaquim Barbosa a decisão sobre o caso de José Dirceu em relação ao cumprimento da pena em regime semiaberto comporta outras leituras que a de uma simples ação administrativa.
Entre elas a de que Joaquim Barbosa esteja jogando.
Joaquim Barbosa já emitiu vários balões de ensaio, inclusive o de que se aposentaria este ano ainda. E ficou observando a reação. Não deve ter sido a que esperava, uma grita na grande mídia pedindo o “fica Barbosa”.
Joaquim Barbosa é desde sempre um funcionário público que sabe utilizar as regras do funcionalismo ao seu favor. Por exemplo, soube como custear suas férias na Europa. Só se aposentaria se isso fosse lhe vantajoso. Não sei se é o caso em uma aposentadoria antecipada.
Outro balão de ensaio foi o de que se candidataria a presidência da República. Ocorre que teve tal pretensão interditada pela figura interposta de FHC e direta de Merval Pereira. Joaquim Barbosa deve ter reconhecido o nome e o sobrenome de quem lhe falava. À vice-presidente ou a senador não creio que se candidatará. Seria trocar o certo pelo incerto e Joaquim Barbosa não parece ter arrojo para tanto. Voluntarismo não é arrojo. Como candidato, despir-se-ia da toga e, para Joaquim Barbosa, isso seria o mesmo que estar nu.
Ocorre que sua carreira na magistratura parecer estar encerrada também. Pelo menos para quem a observa daqui do sopé da pirâmide.
O faça o que decida fazer, no entanto, Joaquim Barbosa tem pouco tempo para fazê-lo. Tem até o dia 5 de abril para decidir-se se desincompatibiliza ou não como ministro do Supremo para concorrer às eleições de outubro. Faltam 15 dias. Depois disso, ficando como ministro seu “valor de face” cai drasticamente. Joaquim Barbosa perderá o “investiment grade”.
E é aí que pode estar José Dirceu sendo seu sete de copas.
Joaquim Barbosa escolheu o juiz Bruno Ribeiro a dedo. Cometeu, inclusive, a impropriedade de afastar o juiz natural para colocá-lo cuidando da pena de Dirceu. Foi duramente criticado por isso. A OAB, num gesto simbólico, pediu ao CNJ investigações sobre o fato. Gesto simbólico dado que o próprio Joaquim Barbosa preside o CNJ, mas gesto de muito significado. Uma crítica dura e pública. E não foi a única.
Por que Joaquim Barbosa se sujeitaria a isso se não tivesse o querer de controlar pessoalmente a execução da pena de Dirceu? Barbosa jamais deixou o caso de Dirceu em outras mãos que não as suas. Chegou mesmo a desautorizar o ministro Lewandowski, que na condição de presidente interino do STF, nas férias de Barbosa, havia decidido pelo semiaberto a Dirceu. Qual o custo disso? Um juiz que desautoriza outro juiz desautoriza a si mesmo.
Agora, se fosse para punir Dirceu com a suspensão do regime semiaberto ou mesmo a transferência para um presídio federal, não seria mais adequado que tal decisão fosse tomada pelo juiz Bruno Ribeiro? Bastaria Joaquim Barbosa comunicar lhe a sua decisão, estaria resguardado.
Por que então chama-la para si? Para poder dar pessoalmente uma bofetada na cara de seus colegas do STF que decidiram contra o crime de formação de quadrilha, e, portanto pelo regime o semiaberto, jogando por terra seu “trabalho primoroso? Humilhar publicamente a quem chamou de “maioria de circunstância formada sob medida”? Pode ser, seria bem ao seu estilo.
Mas há outra leitura.
A grande imprensa está armando o cenário para que a ação chicaneira de transformar a decisão do STF de semiaberto para regime fechado tenha um subterfúgio minimamente defensável. Daí as tais “regalias” e o “suposto” uso do celular.
Mas Joaquim Barbosa não está feliz com a grande imprensa. Mandou-lhes um recado na primeira pessoa do singular através do processo contra Ricardo Noblat. E Noblat é a Globo, quem duvida?
Estaríamos próximos de ver José Dirceu começar abril cuidando de uma biblioteca?
A conferir no noticiário sobre Joaquim Barbosa na nossa grande imprensa nos próximos dias.
MThereza
26 de março de 2014 12:31 amO tal juiz da vep do DF vai
O tal juiz da vep do DF vai ser investigado e transferido para a Vara de Família. Temo pelas famílias. Mas parece que jb está sendo descartado sumariamente e até seu poder sobre Dirceu não vai durar muito mais (eu acho).
oscar2
25 de março de 2014 11:22 pmFolclórico e pitoresco
Pitoresco e Folclórico. Faz lembrar um colega de oficina que se tornou pândego. Esse tal colega aprontava
toda sorte de sacanagens e deslealdades com os demais companheiros. Era especialista em colocar
apelidos em todo mundo, inventava estórias desabonadoras e sacaneava o trabalho das suas vítimas.
Sempre aplaudido. Era um herói dos aprontões. O mais divertido era quando alguem o sacaneava.
Aí ele se fazia de vítima e se queixava tão amargamente que, quem não o conhecia poderia pensar
que ele era um puro, uma pobre criatura tremendamente injustiçada. Quer leu a carta do meritíssimo
e não viu sua atuação persecutória na AP470, vai ficar com raiva dessa imprensa cruel. Eu não.
Celio Mendes
25 de março de 2014 11:22 pmOra veja(com trocadilho),
Ora veja(com trocadilho), nosso ilustre menino pobre que mudou o país esta descobrindo o que acontece depois dos 15 minutos do Andy, ele achou que seria o batman para sempre?
Jorge Fernandes
25 de março de 2014 11:27 pmO notorio espancador de
O notorio espancador de mulheres deveria processar a revista.
Sônia Bulhões
26 de março de 2014 12:04 amJá disse que esse zinho é
Já disse que esse zinho é doido de pedra. Ninguém me dá créditos.
J. andrade
26 de março de 2014 12:49 amNão se avexe não! Eu lhe dou
Não se avexe não! Eu lhe dou todo o credito, e esclareço: JB é um paranoico de livro; ele não sente nenhum sentimento ou merito ao fato de ter sido menino pobre, que enfrentou dificuldades. Ele simplesmente se considera “diferente” (entrevista ao Roberto Dávila) dos outros. Não bastasse a evidente constatação, a quem ele mais admira? Napoleão – e acrescenta: não o militar, o estadista. Dávila provavelmente não tinha a intenção, mas expos o cidadão na sua inteireza…
Schell
26 de março de 2014 12:20 amNão entendi a questão de a
Não entendi a questão de a mãe dele ter trabalhado ou não fora de casa. Pelo que sempre li, visto o caráter de humildade (o pobre garoto negro) de que se revestiu, sempre pensei que todos – sem exceção – tivessem ter de trabalhado para fora, para, pelo menos, terem o que comer. Agora, fiquei inseguro.
Fiódor Andrade
26 de março de 2014 1:29 amTambém achei curiosa essa
Também achei curiosa essa questão da profissão materna. Não sei se a mãe do ministro trabalhava fora ou era só dona de casa, como ele diz, mas percebi que para ele, ser “filho de faxineira” é algo vergonhoso, desabonador.
JorgeLuis
26 de março de 2014 12:29 amSe com o “queridinho” Barbosa
Se com o “queridinho” Barbosa já é assim, imagine com os que são odiados pela mídia, como Lula, Dirceu e demais.
Agora já sabemos de onde vem as críticas “em off” de Lula em relação ao governo Dilma e que o ex-presidente precisa toda hora afirmar que são inventadas.
Agora sabemos de onde vem as “denúncias” de regalias de Dirceu e Delúbio.
“Em off” = “Imaginação do jornalista”.
Gabriel Mendonça
26 de março de 2014 12:45 amleve como pata de elefante..
o texto tem trechos que eu imaginei ele falando (na linguagem chula) : você me chamou de áspero e grosseiro? vai tomar no seu !*(@&#¨….eu não sou grosseiro….
Fulvia
26 de março de 2014 1:30 amLargaram um amigo ferido na
Largaram um amigo ferido na beira da estrada. Por que será??????????????????????/////
Luciano Prado
26 de março de 2014 1:46 amQue se explodam
O “jornalista” e o “juiz” se merecem
PauloBR
26 de março de 2014 1:56 amCoitadinho
Está na hora de o Barbosa tomar muito cuidado. Mais dia, menos dia, vai ter algum repórter tentando entrar em seu quarto de hotel e pondo filmadora no corredor…
lenita
26 de março de 2014 2:00 amÉ !!!! Pois é, né? Quem
É !!!! Pois é, né? Quem diria ser tão rápido o “despachamento” do Ilmo Presidente. A não ser que exista algo do qual não tenhamos conhecimento. Eu estou mais é acreditando no Papa Francisco. Será que o JB o leu?
Tina
26 de março de 2014 2:16 amQuem é barbosa para falar de
Quem é barbosa para falar de “artifícios e subterfúgios”?
Com que autoridade acusa alguém de “erros factuais, construções imaginárias e preconceituosas”?
Como pode se ofender ao ser classificado de “taciturno, áspero, grosseiro”?
Ah, barbosa, vai te catar, vai!!
Manoel Pinheiro
26 de março de 2014 2:41 amComo são eficientes esses
Como são eficientes esses procuradores quando se trata corporativismo. hein? Pior para Noblat, ou Bláblá, seria se houvesse matéria constitucional e a relatoria fosse do FUX…ai, ai ai! Mas mesmo assim, no momento, tem o nefasto blogueiro um grande abacaxi pela frente.
Fabio Passos
26 de março de 2014 2:49 amEstão trocando caneladas? É combinado…
Em minha opinião, as rusgas do joaquim barbosa com funcionários / veículos da oligarquia marinho são movimentos combinados.
Simulação de independência.
Material deliberadamente construído para calar críticas e suspeitas sobre a ligação globo-joaquim no futuro.
Vera
26 de março de 2014 11:04 amConcordo contigo….
Concordo contigo….
Pedro II
26 de março de 2014 4:10 amEssas rusgas da Globo
Essas rusgas da Globo envolvendo NOblat e esse protesto do JB são suspeitíssimas!!, a CORJA GLOBAL esta preparando o terreno para pular do barco que certamente vai fazer água logo…logo. O descaramento deste sujeito JB
é irritante , depois de jogar no lixo o restinho de dignidade do STFdeixado pelo Gilmar Mendes, ainda quer posar de vítima. Se liga JB!!! vc já cravou seu nome na história deste país.Por falar nisso, sera que o JB já escolheu o cargo que vai ocupar no INSTITUO INNOVARE??
IV AVATAR
26 de março de 2014 8:45 amBarbosa esquentou o sabugo: Holofotes se apagando!
Ahhhh achei foi muito engraçado ver o Barbosa queimar o sabugo por questões de somenos importância,…ficou pê da vida pq a reportagem constou que sua mãe não era do lar…..isso só prova que Barbosa é um ser imaturo e incapacitado para as adversidades e embates da vida, imagina só esse sujeito sendo presidente da república e a imprensa criticando-o como criticou e ainda critica Lula…Nessa parte a Época acertou: “Mais grave, porém, é a acusação de que teria manipulado uma votação, impedindo deliberadamente que um ministro do STF se manifestasse. O objetivo seria submeter o ministro a pressões da “mídia” e de “populares”. Isso não é verdade. Ofensiva para qualquer cidadão, a afirmação ganha contornos ainda mais graves quando associada ao Chefe do Poder Judiciário. Portanto, antes de publicar informação dessa natureza, o repórter tinha a obrigação de tentar ouvir-me sobre o assunto, o que pouparia a revista de publicar informação incorreta sobre minha atuação à frente da Corte”
Nessa parte[em grifo] a Época não mentiu não, na verdade Barbosa queimou o sabugo pq sabe que a Globo fala prá muita gente e vai lá qe sentiu que os holofotes estão se apagando,..enfim, a reação de um rei constatando que está nu
Marcelo de Sousa Nascimento
26 de março de 2014 9:02 amÉpoca responde e dá puxão de orelha em Barbosa
A nota de redação da época em resposta à carta de Joaquim representa um duro recado ao ministro:
“Nota da Redação: ÉPOCA se pauta sempre pelos Princípios Editoriais das Organizações Globo, repudia as acusações de desvio ético e má-fé – e lamenta os erros factuais contidos na reportagem, pelos quais pede desculpas.”
Espero, sinceramente, que Joaquim Barbosa tenha compreendido os “Princípios Editoriais das Organizações Globo,” e bem assim de imensa parte da imprensa brasileira.
luka
26 de março de 2014 10:27 amBoa hora para levar as
Boa hora para levar as questões tributarias das empresas de mídia ao supremo.
Marcelo de Sousa Nascimento
26 de março de 2014 10:34 amBarbosa quer amordaçar a imprensa
Aqui em GO o Marconi Perillo tem se saído bem ao amedrontar a imprensa através de ações judiciais contra jornalistas, parece que Barbosa tem o DNA tucano no sangue, e esse matéria que teria irritado Barbosa nem é recente, agora que ele veio se estribuchar, parece ser uma tática de marketing do ministro querendo mesmo aparecer
http://osamigosdopresidentelula.blogspot.com.br/2014/03/epoca-revista-da-globo-rompe-o-namoro.html
Marcelo de Sousa Nascimento
26 de março de 2014 10:37 amO Aécio Neves também usa essa técnica de prender jornalistas
Barbosa aprendeu com o jeito tucano de governar, que o diga o Kajaru, em MG é a mesma coisa
Marcelo de Sousa Nascimento
26 de março de 2014 10:41 amBarbosa aprendeu com o padrinho Aécio a amordaçar a imprensa
http://frasesdadilma.wordpress.com/2013/04/23/a-promiscuidade-entre-aecio-neves-psdb-rj-e-joaquim-barbosa/
altamiro souza
26 de março de 2014 7:12 pmos imunem é que se entendam –
os imunem é que se entendam – é isso?
Anita Aparecida Werder
26 de março de 2014 8:38 pmIndignação
Sou uma dona de casa sem muito estudo, infelizmente, mas muito atenta em ler e aprender. Fico indignada em ver, ler e ouvir o comportamento dos jornalistas hoje em dia. Vocês não fazem jornalismo, vocês fazem terrorismo, onde vale tudo pela audiência ou pela venda de revistas. Jornalista tem que dar a noticia, ponto! Não comentar a opinião própria, pois a sua opinião pode fazer com que outras pessoas pensem como você. Foi-se o tempo em que dava para se ver o jornal. Hoje em dia, jornalista aumenta, inventa e distorçe. É muito triste. Enfim, é o país que vivemos, sem comando, onde só importa ser o primeiro e estar na frente.