4 de junho de 2026

A discussão entre um morador e o Batman no Leblon

Enviado por Antonio Carlos Silva

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21 Comentários
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  1. Ivan de Union

    24 de janeiro de 2014 9:57 am

    Eu quero ver essa “ocupacao

    Eu quero ver essa “ocupacao totalitarista”!  Quero quero quero quero quero qu…

  2. Pereira Pereira

    24 de janeiro de 2014 11:07 am

    isso foi mt bizarro, mas o

    isso foi mt bizarro, mas o rapaz fantasiado de batman foi o maior absurdo de todos. meu deus! como aquele cara é otário.

    1. jossimarj

      24 de janeiro de 2014 1:04 pm

      Talvez estivesse vestido de

      Talvez estivesse vestido de batman para protestar conta o inimaginável Joaquim Barbosa.

      Foi acusado de comunista pela morena burra. 

      Como JB é a expressão máxima do conservadorismo de direita e ídolo destes  conservadores velhos, o protesto só poderia ser contra ele.

      Aliás, até quando o JB vai proteger o DD?

  3. mauro silva 1

    24 de janeiro de 2014 11:50 am

    é a copa?


    É curioso.

    Por que nunca; jamais se viu algo parecido com essa ‘indignação unânime’ em relação aos “gastos da copa”, quando o assunto foi outro: os gastos com “juros que se pagam aos bancos”?

    Talvez porque ‘juros’ seja de um tema muito mais ‘nervoso’; ‘perigoso’ … ‘delicado’; afeto, exclusivamente à “casa-grande”.

    Gerar empregos nas obras dessa Copa é absurdo, mas não o é pagá-los, absurdos, para agiotas encherem suas burras em nome de hipótéticas ‘estabilidades financeiras’ ou ‘combate’ a inflação. Uma ‘inflação’ que não se desamarra da virtualidade; uma ficção criada por agentes daqueles mesmo especuladores, instalados a soldo gordo nas empresas de jornalismo, com única função gerar comoção e pânico nos cidadãos em benefício de seus senhores.

    Não entendi muito bem o vídeo porque o cineasta foi confuso e o pseudo ‘super-herói’, uma lástima.

    O personagem “Batman” vive na caverna e dela sai para exercitar as próprias razões, sem a devida e necessária investidura, com a justificativa de “combater o crime”.

    É um “herói” ou um bandido?

    Num Estado de Direito, é bandido.

  4. Juliano Santos

    24 de janeiro de 2014 12:39 pm

    O côroa que bebia seu

    O côroa que bebia seu chopinho no boteco só perdeu a razão porque ofendeu o patético Batman. Não havia a necessidade de chamá-lo do babaca. Mas sim de burro, coxinha e desinformado.

    Já na parte que dá entrevista ao reporter francês saiu-se melhor, falando o óbvio, a começar por explicar ao gringo perdidão que aquele grupo não tinha nada a ver com favela.

    1. Alessandre de Argolo

      24 de janeiro de 2014 12:42 pm

      Eu entendi que o “Batman”

      Eu entendi que o “Batman” estava protestando contra o preconceito dirigido aos rolezinhos.

      Não sei dizer o que a personagem Batman tem a ver com isso, mas foi o que eu entendi.

      1. mauro silva 1

        24 de janeiro de 2014 7:16 pm

        tb ‘num intindi’

        Prezado Argolo

        Tive outra impressão: o ‘batman’ era coxinha! Pela lástima de sua retórica, mostrou-se um irrelevante; um vácuo.

        Porém, aquela que se dizia “de direita” ….

        Não corro risco de ameaçar a verdade: tem mais conteúdo que muitos dos fascistoides que declinam suas opiniões neste forum.

        Como sempre, a direita fez-se representar á altura: o rés do chão; mediana.

        Quando mediano deixará de ser pejo de média?

        Trata-se de prognóstico difícil.

  5. ArthurTaguti

    24 de janeiro de 2014 12:47 pm

    kkkkkk

    Tô achando que este negócio é armado. Não é possível, são muitos clichês para uma cena só! haha

    -O manifestante coxinha;

    -O cineasta cult, com tom professoral, a la Jô Soares, vomitando informação e arrogância.

    -A fotógrafa Olavete/Sherazadete que teme a ocupação comunista;

    -O francês antropólogo querendo saber se há alguma discriminação com o fato do Batman vestir cor negra.

    Bem, combinado ou não, serve como um curta de 8 minutos melhor do que 99% das produções cinematográficas feitas nos últimos anos.

    1. Antonio Carlos Silva - RJ

      24 de janeiro de 2014 1:51 pm

       
      O Rodolfo Brandão dirigiu

       

      O Rodolfo Brandão dirigiu um filme que foi um grande sucesso nos anos 80 (participação de um elenco estelar) .

      O filme fala sobre a alienação durante a época da ditadura militar no Brasil. Dedé é neto de avós anarquistas e de pais comunistas, mas, após crescer sempre isolado devido aos constantes deslocamentos derivados das perseguições do governo, pouco se importa para o contexto de repressão e desinteressa-se em se engajar na resistência de esquerda. Quando o pai é vítima de uma emboscada militar e desaparece, a família entra em crise, mas Dedé só quer curtir sua juventude. Sua vida, porém, se complica quando, ainda nos anos 70, começa a se envolver com a cocaína e o seu nascente tráfico.

      A discussão ocorrida nas ruas do Leblon tem tudo a ver com o este bom filme, vejam  :

      [video:http://youtu.be/BHUtEzjqfHM%5D.

  6. jossimar

    24 de janeiro de 2014 12:57 pm

    O Brasil só vai mudar um

    O Brasil só vai mudar um pouco quando esta geração de velhos conservadores for para o quinto dos infernos.

    O cara afirma ganhar bem como se isto fosse algo que lhe desse alguma superioridade. Ainda diz que é cineasta. No Brasil só se faz cinema com dinheiro do governo, ou seja, público. Vive as custas do governo. 

    Ah! Jamais vi tamanha demonstração de burrice quanto aquela expressada pela mulher morena. PQP.

    1. Galvão

      24 de janeiro de 2014 3:52 pm

      Surprendente…

      Os coxinhas estão lendo o Nassif.

  7. Daytona

    24 de janeiro de 2014 1:14 pm

    O preocupante é perceber a

    O preocupante é perceber a confusão que a mídia corporativa conseguiu instaurar com sua campanha de desinformação. Misturou-se tudo, rolezinho, black bloc, Joaquim Batman, etc. Pela discussão, percebe-se que o discurso fascista da campanha de desinformação da mídia corporativa está conseguindo apagar as distinções entre o que é esquerda e o que é direita.

  8. Antonio Carlos Silva - RJ

    24 de janeiro de 2014 1:21 pm

     
    É muita doideira, né ?
    Tudo

     

    É muita doideira, né ?

    Tudo misturado, só faltou um Napoleão do hospício, mas ele está na Europa fazendo palestras .

    “..Palmas pra ala dos barões famintos
    O bloco dos napoleões retintos
    E os pigmeus do bulevar
    Meu Deus, vem olhar
    Vem ver de perto uma cidade a cantar
    A evolução da liberdade
    Até o dia clarear

    Ai, que vida boa, olerê
    Ai, que vida boa, olará
    O estandarte do sanatório geral vai passar
    Ai, que vida boa, olerê…” (Vai Passar – Chico Buarque)

  9. Gardenal

    24 de janeiro de 2014 1:24 pm

    No “1968, O ANO QUE NÃO

    No “1968, O ANO QUE NÃO TERMINOU”, o Zuenir fala de uma mulher que na festa do reveilon, toda nua, deitada no chão da sala, sem a menor noção do que se passava e depois de cheirar algumas, gritava a todo pulmão “EU QUERO TRANSAR, EU QUERO TRANSAR! ”  Eu creio que ela sobraviveu e está aí, com uma câmera na mão e com o mesmo objetivo, porém denunciando o  plano totalitário de ocupação totalitarista. Perderam totalmente o senso do ridículo.

  10. Antonio Carlos Silva - RJ

    24 de janeiro de 2014 1:38 pm

    Cineasta “de esquerda”, já trabalhou com Glauber e Cacá Diegues
     

    Cineasta que brigou com ‘Batman’ no Leblon queria protesto com Lampião

     

    Gabriel Mestieri
    Do UOL, em São Paulo

     
    O cineasta Rodolfo Brandão discute com manifestante fantasiado de Batman, no Leblon

    O cineasta Rodolfo Brandão discute com manifestante fantasiado de Batman, no Leblon

    Protagonista de um vídeo que se espalhou rapidamente na internet, o cineasta Rodolfo Brandão disse ter ficado “indignado” por ver um manifestante “gritar palavras de ordem contra a injustiça social do país” vestido de Batman, “o ícone do capitalismo”. “Se veste de Lampião, cara”, afirmou Brandão por telefone ao UOL, nesta quinta-feira (23).

    O vídeo viralizou ao mostrar um homem vestido de Batman discutindo com um cineasta que, em certo momento, é apoiado por uma senhora que se diz de direita. Até mesmo franceses que filmavam a manifestação entraram na discussão, que ocorreu no último domingo (19), após seguranças do Shopping Leblon, na zona sul do Rio, impedirem a entrada de Batman e seus amigos no estabelecimento.

    “Estou de saco cheio, não aguento mais esses caras enchendo o saco”, disse Brandão, que é diretor de “Dedé Mamata”, filme que tem como pano de fundo a ditadura e participou da competição oficial do Festival de Veneza, em 1988. “Aí o cara me vem dizer da injustiça social, que o governo está uma merda, vestido como o paladino da Justiça americana, como o ícone do capitalismo? Até brinquei com ele, se veste de Lampião, cara, se veste de Zumbi”, afirma Brandão, que disse ter participado da campanha pelas Diretas durante a redemocratização do país, na década de 80.

    Questionado pelo fato de ter sido apoiado por uma mulher que se diz de direita, Brandão ri da situação. “No começo ela me apoiou, disse que era ‘isso mesmo, que o Carnaval não começou'”, afirma. “Depois ela começou a berrar “comunistas” e o cacete, e aí aquilo virou uma confusão. ‘O comunismo está invadindo o país (risos)’. Tem de tudo, meu amigo, desde o Batman à pessoa que acha que o comunismo está invadindo o país”, afirmou.

    Para o cineasta, “tem alguma coisa errada” com um rolezinho que acontece dentro de “um templo de consumo”. “Tem uma porção de cientista politico e sociólogo querendo explicar o rolezinho. Para mim isso é terror, é idiotice sem tamanho”, opina, sobre os passeios de jovens em centros comerciais que viraram um dos assuntos mais discutidos do país no início do ano.

    Brandão diz também considerar os “black blocs”, que associa aos rolezinhos, “de direita”. “Alguns são até financiados por partidos de direita, Garotinho e tal, a gente sabe disso”, diz. “São caras que se aproveitaram do movimento dos vinte centavos, aquele sim um movimento sério e bacana, para tocar o terror”, completa.

    Ele diz ainda que os grupos que hoje vão às ruas protestar só têm esse direito graças à geração da qual faz parte, que participou da campanha pelas eleições diretas no país. “Esse cara só está na rua protestando porque eu protestei antes dele. Eu fiz a redemocratização, ele não estava lá”, diz. “Hoje ele pode ir para rua tacar o terror, para fazer palhaçada com black bloc. Democracia é assim. Eu posso reclamar dele, ele reclamar de mim, botar na rede social, paciência. Lá quando eu ia para rua não era assim, não”, afirma.

    Questionado se o acontecimento registrado no vídeo daria material para um filme, Brandão diz que não. “Não, não quero isso não, amigo. Como essa questão da internet é muito efêmera, amanhã já vai ter um novo vídeo para vocês assistirem e está tudo certo. Eu tenho outros projetos”, diz.

    Além do filme que dirigiu, Brandão já trabalhou com Glauber Rocha, como assistente de som em “Idade da Terra” (1981), e Cacá Diegues, como diretor de produção em “Quilombo” (1984). Foi ainda produtor de “Um Trem para as Estrelas” (1987), também de Diegues, “Menino do Rio”, de Antônio Calmon, entre outros.

     

  11. JB Costa

    24 de janeiro de 2014 1:49 pm

    Comédia. Só comédia. Bem

    Comédia. Só comédia. Bem representativa do contexto.

    O mais engraçado, sem dúvidas, é a participação dquela senhora com a câmara na mão. Quase dava entrada na emergência de um hospital de tanto rir quando baixou nela a entidade “olavodu” e passou a exclamar: “os comunistas estão tomando o Brasil”(mais ou menos assim)!!!!!!!!!!!!!!!

    1. Antonio Carlos Silva - RJ

      24 de janeiro de 2014 1:58 pm

      Parece que esta hilária

      Parece que esta hilária discussão foi inspirado no ótimo filme, Dedé Mamata, cuja direção esteve a cargo da figura central deste furdunço nas ruas do Leblon .

      Postei o filme em resposta ao Arthur Tagutti .

    2. Lucinei

      24 de janeiro de 2014 4:48 pm

      Tudo isso, JB,num bairro

      Tudo isso, JB,

      num bairro onde se autodenominam “bem informados”! Mal dá pra entender o que falam, menos ainda o que berram!

      Muito chique, haha!

  12. Ramalho12

    24 de janeiro de 2014 3:53 pm

    Interessante

    Interessante. Legal ver cidadãos comuns, desvinculados de grupos articulados politicamente, ao menos parece ser isto, se manifestando politicamente nas ruas. Lembra um pouco, mas eram outros tempos, os gregos, na fase áurea, discutindo filosofia (eram outros tempos) nas ruas e praças, discussões das quais Sócrates, por exemplo, participaria. Mas como a coisa aconteceu no Rio, não podia faltar o chopinho no bar. Legal.

  13. ckoliver

    24 de janeiro de 2014 7:43 pm

    A biografia do cienasta que briga com o batman

    http://www.imdb.com/name/nm0001657/?ref_=nv_sr_1

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