5 de junho de 2026

A OMC e a moderação da diplomacia brasileira

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Jornal GGN – Desde o primeiro governo do presidente Lula, o Brasil assumiu um protagonismo maior nas relações internacionais. No âmbito do comércio exterior, isso começou a se desenhar nas negociações da Organização Mundial do Comércio (OMC) que ficaram conhecidas como a rodada de Doha.

A discussão ainda está em andamento, e busca rever os subsídios agrícolas das grandes potências, que prejudicam a competitividade e os negócios internacionais dos países em desenvolvimento.

O papel do Brasil é fundamental nesses diálogos, pois o país é moderado e vem buscando representar os interesses dos países menores de maneira que não pareça agressiva às grandes potências. Dessa forma, as negociações têm avançado.

O tema foi um dos assuntos abordados pelo ex-ministro Celso Amorim em conversa com o jornalista Luis Nassif.

“A grande obra de arquitetura diplomática naquele momento foi juntar países em desenvolvimento. Alguns eram grandes exportadores agrícolas, outros nem tanto, até compravam mais. Mas o ponto comum, o traço comum, é que todos eram altamente prejudicados pelos subsídios das grandes potências. E por isso nós conseguimos juntar países diferentes, de estruturas diferentes. E isso foi um fator fundamental para mudar a dinâmica de negociação da Organização Mundial do Comércio”, disse.

https://www.youtube.com/watch?v=FCuXdKT-Xys&feature=youtu.be width:700 height:394

Entrevista concedida aos jornalistas Luis Nassif e Luiz de Queiroz

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

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6 Comentários
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  1. M.C

    28 de março de 2015 4:50 pm

    Esse megalomaníaco acha que

    Esse megalomaníaco acha que representou algo em algum momento!

    Qual o efeito prático da política externa do idiota?

    Nada!

    O Brasil está fora do novo eixo de desenvolvimento da Ásia, abraçado com bolivarianos caloteiros, que estão nos trocando pela grana da China.

    Europa, Japão, Rússia estão no Banco de Infraestrutura, e nós? Isolados, pasmém, juntamente com os EUA!

    Ele confunde birra com protagonismo.’Na hora de tomar decisão, ninguém nem lembra do Brasil, do Lula e desse imbecil imodesto.

    1. Eden SP

      28 de março de 2015 5:25 pm

      onde você morou entre 2003 e 2010, my dear M.C.?

      Em Londres, Tokyo, Nova York, Paris ou  Ouagadougou?

    2. Treidi

      28 de março de 2015 6:36 pm

      M.C não viaja!BRICS, G20,

      M.C não viaja!

      BRICS, G20, UNASUR, principal lider regional, protagonista em inumeras negociações.

      E só pra vc saber o Brasil será membro-fundador do Banco de Investimentos Chinês, e isso foi um convite formal do governo chinês. Alias, esse novo banco já conta com Alemanha, França e Itália.

      Pare de falar bobagens e analise melhor a política externa brasileira! Ou vc acha que seria melhor se aliar aos EUA e entrar nas guerras malucas deles?

  2. Nícolas Colares

    29 de março de 2015 12:16 am

    ONU

    – Esse cavalheiro será um excelente substituto do sr. Ban Ki Mon !…

  3. hilson mergulhão breckenfeld filho

    29 de março de 2015 10:16 am

    mudanças

    um grande trabalho do Brasil conversar com países diferentes dos tradicionais e abrir possibilidades de negociações melhores do que as habituais normalmente intermediada de acordo com interrese do E.U.A 

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