
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT tem a aprovação de 51,2% dos brasileiros, segundo pesquisa da AtlasIntel divulgada nesta sexta-feira (24), além de favoritismo em uma possível disputa eleitoral no próximo ano.
Em setembro, o índice de aprovação do terceiro mandato era de 0,8%. Neste hiato, a desaprovação caiu de 48,3% para 48,1%, enquanto 0,6% não souberam opinar.
Entre os 14.063 eleitores entrevistados entre 15 e 19 de outubro, 48% classificaram a gestão petista como boa ou ótima. Mas para 47,2 pode ser considerada ruim ou péssima. Por fim, 4,8% disseram que o governo é regular.
Eleições 2026
De acordo com a pesquisa que projetou cenários para a disputa presidencial no próximo ano, Lula aparece em posição de vantagem em relação a todos os possível adversários.
Se pudesse disputar o pleito, Jair Bolsonaro (PL) teria 41,3% dos votos, enquanto Lula segue na liderança com 48,8%. O ex-presidente, no entanto, está inelegível até 2030, além da condenação a 27 anos e três meses de prisão inicialmente em regime fechado por tentativa de golpe de Estado e outros quatro crimes.
Em relação ao provável nome da direita, Tarcísio de Freitas (Republicanos), a vantagem é ainda maior. Lula teria 51,3% dos votos no primeiro turno, contra 30,4% do governador de São Paulo.
Michelle Bolsonaro (PL) também não teria condições de vencer o atual presidente. A ex-primeira-dama teria 26,2% dos votos, ante 51% de Lula.
O petista mantém os 51% dos votos na disputa com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), que somaria apenas 15,3% dos votos.
Até Fernando Haddad (PT) seria capaz de vencer Tarcísio em uma eventual disputa sem o presidente Lula. O ministro da Fazenda somaria 43,1% dos votos, enquanto o republicano teria 30,1%.
O levantamento demonstra vantagem ainda no segundo turno:
- Lula 52% contra Tarcísio 44%
- Lula 52% contra Michelle 43%
- Lula 52% contra Jair Bolsonaro 44%
- Lula 52% contra Romeu Zema 35%
- Lula 52% contra Ronaldo Caiado 36
- Lula 52% contra Ratinho Jr. 37%
Intenção
Nesta semana, Lula admitiu pela primeira vez a intenção de disputar novas eleições. Se vencer, será o seu quarto mandato. A declaração foi feita durante encontro na Indonésia, em que o presidente brasileiro defendeu novas parcerias comerciais e que irá se encontrar muitas outras vezes com líderes do país asiático.
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