4 de junho de 2026

“Pandemia foi superdimensionada” e “tivemos alguns sucessos”, diz Bolsonaro

"Na questão da saúde, tivemos alguns sucessos em relação ao restante do mundo, em especial quando colocamos um general no Ministério da Saúde"
Jair Bolsonaro em posse de Eduardo Pazuello no Ministério da Saúde - Foto: Agência Brasil

Jornal GGN – O presidente Jair Bolsonaro voltou a minimizar, nesta quarta (14), a pandemia do coronavírus que já matou mais de 151 mil brasileiros e atingiu mais de 5 milhões de infectados. “O problema da pandemia foi superdimensionado”, disse o mandatário, durante um evento na Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro).

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“Entramos 2020, tivemos o problema da pandemia que, no meu entendimento, foi superdimensionado”, afirmou Bolsonaro, durante cerimônia de posse das novas Diretorias da Firjan e do Centro Industrial do Rio de Janeiro (CIRJ).

Em sua fala, o mandatário ainda criticou a campanha mundial “Fique em Casa”, recomendada pelas organizações mundiais para enfrentar o coronavírus e, ignorando que o atual cenário sanitário do país, disse: “Se nós e parte do empresariado tivesse embarcado na onda ‘fique em casa’ que a economia a gente vê depois, com toda certeza estaríamos numa situação bastante complicada no momento.”

Por fim, Bolsonaro fez um balanço positivo sobre a epidemia no Brasil, que colocou o país entre os mais afetados do mundo, ainda estando na chamada “primeira onda” do vírus.

Elogiando o general Eduardo Pazuello na pasta, afirmou: “Na questão da saúde também tivemos alguns sucessos em relação ao restante do mundo, em especial quando colocamos um general no Ministério da Saúde, não por ser general, mas por ser, em especial um grande gestor.”

“Graças a um bom Ministério que montamos conseguimos, em especial, junto com o Ministério da Economia implementar medidas que fizessem com que os efeitos colaterais da pandemia fossem bastante mitigados”, completou.

As declarações de Bolsonaro podem ser conferidas a partir dos 45 minutos da transmissão da cerimônia:

 

Redação

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3 Comentários
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  1. emerson57

    14 de outubro de 2020 2:27 pm

    bolçodoria está tão chapado de cloroquina que ele acredita nas lorotas que conta!

  2. andre rs t

    14 de outubro de 2020 3:03 pm

    para o genocida 150 mil é pouco.
    O carniceiro dos trópicos quer mais cadáveres
    Coisas do necropopulismo

  3. André

    14 de outubro de 2020 8:12 pm

    O psicopata é aquele que acredita na sua loucura!
    E mais, o mundo tá cheio deles, pois entram na loucura do irmã psicopata e, irmanados com os pilantropatas, se aproveitam da onda insana.

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