A instalação da CPI do MEC, que detinha assinaturas suficientes para a abertura, sofre desistências e poderá não ser aberta. Senadores teriam sido convencidos a retirar o apoio para investigar lobby de pastores e outras irregularidades na pasta.
Enquanto que o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), anunciou na sexta (08) que obtinha apoio suficiente, informação da Folha de S.Paulo mostrou que a mobilização sofreu um retrocesso neste final de semana e que 3 senadores teriam decidido retirar suas assinaturas.
A comissão investigaria indícios de superfaturamento em licitação e o lobby de pastores com o ex-ministro Milton Ribeiro. Nesta sexta (08/04), o senador Randolfe anunciou que conseguiu reunir assinaturas suficientes para instalar a CPI. É necessário, pelo menos, 1/3 de parlamentares a favor para iniciar a apuração dentro do Senado, ou seja, 27 senadores.
Entretanto, segundo o jornal, graças a uma mobilização do governo Bolsonaro, Oriovisto Guimarães (Podemos-PR), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Weverton (PDT-MA) decidiram retirar o apoio para criação da comissão, o que pode tornar a instalação inviável.
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