
Jornal GGN – A presidente Dilma Rousseff disse que foi um “escândalo” a denúncia de que o chanceler brasileiro, José Serra, tentou comprar o voto do Uruguai no Mercosul para se posicionar contra a Presidência da Venezuela no bloco.
“É impossível um chanceler brasileiro tomar aquela atitude em relação a um chanceler uruguaio. O Brasil não pode ser dar ao luxo de achar que compra algum país. Nós não somos imperialistas, nunca fomos. Nós não podemos tratar países dessa forma”, disse a presidente afastada, durante um encontro com movimentos de mulheres, no Palácio da Alvorada.
Durante o evento, Dilma também frisou que comparecerá ao Plenário do Senado, no dia 29, às 9h, para fazer a sua defesa pessoal do processo de impeachment. Afirmou que não teme ataque de senadores favoráveis à sua saída definitiva e que estará na defesa do projeto de governo que representa.
“Diziam que eu não iria ao Congresso falar aos senadores. Erraram. Eu vou. Falarei aos senadores com o respeito que eles merecem. (…) Em relação à conduta deles, não tenho nenhum temor. Acredito que diante dos olhos do mundo, será importante que o Senado brasileiro honre a sua tradição histórica”, disse a presidente.
“Comparecerei ao Senado, mas não exclusivamente para fazer a minha defesa, mas a defesa do que eu represento, as mulheres desse país, os negros, os índios, todas as populações marginalizadas, os sem-terra, as classes média e os trabalhadores”, completou.
Assista ao vídeo completo:
Com informações do Brasil247
Airão
18 de agosto de 2016 10:23 pmNojeira!!! Temer fede.
Como o factoide sobre o sumiço da faixa presidencial foi armado por gente de Temer
Postado em 18 Aug 2016
por : Kiko Nogueira
Uma fonte do DCM nos conta a história abaixo:
No sábado passado, a assessoria de Dilma foi surpreendida com reportagem da IstoÉ citando o desaparecimento de itens do patrimônio da presidência da república, segundo auditoria inconclusa do TCU.
PUBLICIDADE
Na semana anterior, Jorge Bastos Moreno, no Globo, publicou o sumiço de uma cabeça de cervo dado a Dilma pelo governo búlgaro. A assessoria preparou duas notas, publicadas no site Dilma.com.br, com esclarecimentos.
Ainda no sábado, a Veja publicou a história de que a faixa presidencial havia desaparecido. Na segunda, funcionários foram atrás da história.
O antigo chefe do cerimonial de Dilma, embaixador Renato Mosca, disse que a faixa estava guardada, junto com a joia, na antiga sala dele. E que testemunhas viram quando ele mostrou ao sucessor onde estava guardada.
A essa altura, o Planalto já havia passado a informação do desaparecimento para a grande imprensa. Trataram do desaparecimento como escândalo. A assessoria de Dilma disse aos repórteres que pediria medidas legais cabíveis para apurar o desaparecimento.
O Planalto soltou nota anunciando a abertura de sindicância para apurar responsabilidades. Na terça, o Alvorada descobriu que a faixa estava lá, mas sem a joia.
Que reapareceu na quarta, “descoberta” por um faxineiro na sala do chefe do cerimonial de Temer. Ou seja, era um factoide. Feito por determinação do Planalto para desmoralizar a titular.
Um acinte à inteligência. O Alvorada considera o episódio patético e “uma molecagem típica de Geddel Vieira Lima”. Depois da demissão de garçons, do cerco ao Alvorada, do corte do avião para Dilma, do cartão alimentação era o que faltava para mostrar em que nível o governo interino age e funciona: mesquinharia total.
j.marcelo
19 de agosto de 2016 12:24 pmPRA CIMA DELES DILMAAA !!!!
PRA CIMA DELES DILMAAA !!!!