Roberto Requião acertou nesta semana os últimos detalhes para a sua filiação ao PT, atendendo a ao convite que foi feito pelo ex-presidente e atual pré-candidato presidencial Luiz Inácio Lula da Silva.
A chegada de Requião ao novo partido também confirma que ele será o pré-candidato do partido ao governo estadual do Paraná, dentro de federação conformada também pelo PCdoB e pelo PV. Antes, o político paranaense chegou a cogitar propostas de outras legendas, como o PSB, mas terminou aceitando a oferta petista, em grande parte dela intervenção de Lula, com quem conversou pessoalmente sobre essa possibilidade.
A filiação de Requião ao PT deve ser oficializada em evento marcado para o dia 18 de março, o qual poderia contar com a participação – presencial ou virtual – do próprio Lula.
Roberto Requião está sem partido desde agosto de 2021, quando deixou o MDB, partido pelo qual militou durante 41 anos, por divergências com a direção estadual do partido, que buscava uma aliança com o governador Ratinho Junior – quem, aliás, deverá ser seu principal adversário na disputa eleitoral.
Na disputa eleitoral deste ano, Requião tentará seu quarto mandato como governador do Paraná: sua primeira passagem pelo Palácio Iguaçu foi entre 1991 e 1994, mas naquele então não havia reeleição, o que adiou seu retorno, que ocorreu em 2003, sendo reeleito em 2006.
Entre 2011 e 2018, ele exerceu o cargo de senador, representando o mesmo estado – foi seu segundo mandato na câmara alta, o primeiro foi entre 1995 e 2002.
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