21 de maio de 2026

Lula mantém liderança, mas diferença de Bolsonaro diminui, mostra FSB/BTG

Pesquisa mostra que saída de Sergio Moro da disputa prejudica o candidato Lula, que mesmo assim mantém a liderança
Bolsonaro x Lula
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil - Daniel Pinheiro/Agência Brasil

A nova pesquisa das eleições 2022 mostra que a saída de Sergio Moro da disputa prejudica o candidato do PT, Lula, ainda assim mantendo a liderança. A pesquisa foi feita pelo Instituto FSB com BTG Pactual.

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Sem Moro, houve uma queda de 5 pontos percentuais nas itnenções de voto de Lula, que se mantém à frente, com 41% das escolhas, contra 32% de Jair Bolsonaro.

Na pesquisa anterior, a diferença da liderança de Lula contra Bolsonaro era de 14 pontos percentuais, agora são 9 pontos.

Os resultados também sofreram impacto no segundo turno: Lula detinha antes 54% e caiu para 52% e Bolsonaro subiu de 35% para 37%. Individualmente, a diferença se enquadra na margem de erro, não significando uma efetiva mudança.

Entretanto, juntos, a distância entre Lula e Bolsonaro caiu de 19 pontos percentuais para agora 15 pontos percentuais.

Também essa nova rodada de pesquisa mostra que a opinião dos eleitores está mais decidida entre os dois candidatos, com menos concentração de votos em outras opções (juntos, todos os demais candidatos somam 17% das intenções, uma queda em comparação aos 25% anteriores), reforçando o que alguns analistas interpretam como “polarização”.

“Lula segue na liderança, mas sua vantagem diminuiu bastante no último mês”, analisou o diretor do Instituto FSB Pesquisa, Marcelo Tokarski.

Por outro lado, se a queda na distância – ainda substancial – com o preferido Lula tenha agradado Jair Bolsonaro, o mandatário ainda mantém alto índice de rejeição.

Ele é o segundo pré-candidato com maior rejeição, de 57% dos entrevistados. Em primeiro lugar, está João Doria (PSDB), com 63%. Em terceiro, aparece Ciro Gomes (49%) e Lula é o quarto nessa lista, com 45% de rejeição.

A pesquisa mostra também o principal eleitor de Jair Bolsonaro: homens (41%), ricos (a partir de 2 até mais de 5 salários mínimos), evangélicos (46%), e das regiões Sul (40%), Norte e Centro-Oeste (40%).

Já o eleitor de Lula são as mulheres (47%), mais pobres até um salário mínimo (60%) e de 1 a 2 salários mínimos (47%), católicos (46%) e quem não têm religião (51%), e das regiões Nordeste (55%) e Sudeste (38%).

Leia a pesquisa completa aqui.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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1 Comentário
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  1. Marcelo.j desculpa Patrícia eu d novo

    25 de abril de 2022 4:55 pm

    Cadê o índice de felicidade das empresas no período do PT o chamado Ptrômetro?Achei muita graça NEOLIBERAIS DE CARTEIRINHA implorar uma ajuda do governo na “Pandemia”,e aqueles q faliram ou ficaram desempregados e batiam no peito q SUBIRAM NA VIDA POR MÉRITOS PRÓPRIOS (Quem deu condições a eles?) Cadê essa gente?Nossa ECONOMIA é muito importante mesmo,sei q o Guedes vai melhorar pra todo mundo,tá um SUCESSOOOOO !

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