4 de junho de 2026

O tio Sam quer marcar novamente uma visita de Dilma

Enviado por Assis Ribeiro

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do Estadão

EUA querem marcar nova data para visita de Dilma

Agenda da presidente foi cancelada após revelações de espionagem americana no Brasil

Cláudia Trevisan – O Estado de S. Paulo

Washington – Os Estados Unidos estão prontos para discutir uma nova data para a visita da presidente Dilma Rousseff ao país e gostariam que ela ocorresse no início de 2014, antes que a campanha eleitoral tome as ruas do país, disse Roberta Jacobson, secretária assistente para o Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado.

Agenda inicialmente para outubro, a viagem foi cancelada por Dilma depois das revelações de que a agência de espionagem americana monitorou suas comunicações. O Brasil aguarda os Estados Unidos anunciarem a revisão da atuação da Agência de Segurança Nacional (NSA na sigla em inglês) para negociar uma nova data.

A Casa Branca anunciou na sexta-feira que o trabalho deve estar concluído em janeiro. “Eu não tenho dúvida de que o presidente (Barack Obama) gostaria muito que a presidente Rousseff viesse à Casa Branca”, declarou Jacobson em entrevista ao jornal Miami Herald.

“Obviamente há uma certa pressão com o calendário eleitoral”, observou. “Nem nós nem os brasileiros gostaríamos de fazer qualquer coisa que possa ser percebida como tendo um efeito indevido em procedimentos internos relacionados às eleições”.

Dilma e Obama tiveram um breve encontro em cerimônia em homenagem de Nelson Mandela, na terça-feira. “O mundo todo estava claramente olhando o cumprimento de Raúl Castro, mas eu estava muito mais interessada em quem estava em pé ao lado de Raúl Castro e em como seria o cumprimento de Dilma Rousseff”, lembrou. “Eu achei que o cumprimento foi bastante afetuoso.”

Resta saber se o Brasil ficará satisfeito com as conclusões do processo de revisão das atividades da NSA.

 

Lourdes Nassif

Redatora-chefe no GGN

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27 Comentários
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  1. Mário Mendonça

    15 de dezembro de 2013 1:37 pm

    Nassif
    Pedido de desculpas do

    Nassif

    Pedido de desculpas do Obama a Dilma, até agora nada…..Pra Merkel foi rapidinho….

    Brasil, esqueça os ianques, há outros mercados…….

    1. Motta Araujo

      15 de dezembro de 2013 5:31 pm

      Pediram desculpas à Merkel?

      Pediram desculpas à Merkel? Onde? Quando? A maior base militar americana fora dos EUA é em Stuttgart, sede do Comando Africano (AFRICON) da Força Aerea dos EUA.

      1. Ulisses s

        15 de dezembro de 2013 10:55 pm

        Nada fica escondido na internet

        http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/eua-ignoram-reacao-de-dilma-mas-pedem-desculpas-a-merkel/

        http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_10_26/Obama-assegura-Merkel-que-nao-sabia-de-escutas-ao-seu-celular-8877/

         

        Obama assegura a Merkel que não sabia do rastreamento de telefonemas

        Obama assegura a Merkel que não sabia do rastreamento de telefonemas 

        Foto: EPA

         

        O presidente dos EUA, Barack Obama, assegurou, durante uma conversa telefônica com a chanceler alemã, Angela Merkel, que não sabia das possíveis escutas ao seu celular pelas agências de inteligência dos Estados Unidos, informou a mídia.

        O presidente norte-americano acrescentou também que, se ele tivesse sabido de tais ações por parte da inteligência dos EUA, teria imediatamente dado ordem para as interromper.

        Além disso, Obama expressou seu profundo pesar e pediu desculpas a Merkel, divulgou a mídia.
        Leia mais: http://portuguese.ruvr.ru/news/2013_10_26/Obama-assegura-Merkel-que-nao-sabia-de-escutas-ao-seu-celular-8877/

         

        1. CELSO ORRICO

          15 de dezembro de 2013 11:18 pm

          perco o amigo mas..

          agora Inês é “motta”, perco o amigo mas não a piada..rs

  2. Marco St.

    15 de dezembro de 2013 2:23 pm

    Noticia sem sentido. De

    Noticia sem sentido. De acordo com que aprendemos em 2010, Dilma, se botar os pés em solo americano, será imediatamente presa.

    O resto é conversa.

    1. Motta Araujo

      15 de dezembro de 2013 6:22 pm

      Presa porque? Dilma esteve

      Presa porque? Dilma esteve nos EUA mais de vinte vezes desde 1985.

      1. Ulisses s

        15 de dezembro de 2013 11:00 pm

        Ironia!

        Caro Motta! Tá parecendo o Sheldon Cooper? Que fica perguntando aos amigos nerds se era ou não ironia!

  3. CELSO ORRICO

    15 de dezembro de 2013 2:25 pm

    sem pedido de desculpas..

    sem eles pedirem desculpas Wanda não vai nem a pau..

    1. Motta Araujo

      15 de dezembro de 2013 5:29 pm

      Não vão pedir desculpas de

      Não vão pedir desculpas de coisa alguma e a Dilma não vai porque seu publico interno não admite.

      1. Ivan de Union

        15 de dezembro de 2013 7:40 pm

        “Não vão pedir desculpas de

        “Não vão pedir desculpas de coisa alguma”:

        De fato, hombridade anda em baixa no governo americano.

      2. CELSO ORRICO

        15 de dezembro de 2013 10:58 pm

        “seu público interno”

        “seu público interno” é a quem ela deve atender, afinal ela está lá para trabalhar para ele..sem desculpas, neca de pitibiriba..

  4. macedo

    15 de dezembro de 2013 2:45 pm

    Querem fechar a compra dos caças antes da eleição.

    Querem fechar a compra dos caças antes da eleição.

    1. Motta Araujo

      15 de dezembro de 2013 5:28 pm

      Não vão fechar coisa nenhuma

      Não vão fechar coisa nenhuma e nem dependem disso para nada.

      1. Alexandre Weber - Santos -SP

        15 de dezembro de 2013 6:16 pm

        Agenda positiva

        Concordo com o Motta nesta, não vejo como interesses menores possam interferir num relacionamento, que se bêm entabulado, colocaria em xeque toda a geopolítica mundial.

        Os USA vêm mudando rapidamente de posições, principalmente no Oriente Médio, a mentalidade lá evolui e como todos sabem, são pragmáticos por excelência.

        Um acordo de amplo espectro, bom para os dois, onde se dê ênfase nos assuntos convergentes das duas nações seria uma realização de enorme importância para os dois países e chefes de Estado, que com isto, poderiam destravar uma cooperação, que face as caracteristicas e peculiariedades dos dois, sempre foi muito frutífera.

        Um acordo de livre comércio, por exemplo, trariam preços e tecnologias que não dispomos no Brasil hoje, trazendo ganhos para o povo e a nação brasileira e rompendo com uma subserviência a interesses inconfessáveis alienígenas que sobrevivem nas sombras da miséria e infortunio dos brasileiros.

        Dilma, dá trabalho, mas não é impossível, novos ares bafejam por lá, faça o que precisa ser feito para o bem do povo e da nação brasileira.

         

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          16 de dezembro de 2013 12:47 am

          Documento

          Dilma, antes de ir, confere este documento.

          http://wikileaks.org/Second-release-of-secret-Trans.html

      2. Ulisses s

        15 de dezembro de 2013 11:13 pm

        Os EUA não tem interesse em vender os F18 ao Brasil?

        São 36 caças que futuramente podem se transformar em mais 120 caças, com a retirada de serviço dos antigos aviões de combate, 68 caças F 5M, 52 caças bombardeiros AMX A1M e 12 caças bombardeiros Skyhawk da marinha e a padronização com um unico modelo de aeronave, o que é o sonho de todo oficial de logística! Considerando que cada caça custe 70 milhões de dolares é uma bolada de 10 bilhões de dolares! Fora os interesses estratégicos. Motta, os EUA não são bobos não.

        ‘Venda de caças não é o único interesse da Boeing no Brasil’

        Presidente da Boeing do Brasil fez carreira diplomática

        22 de julho de 2012 | 3h 08

         

          inROBERTO GODOY – O Estado de S.Paulo

        Empresa busca parcerias para investimentos em pesquisa

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        e identifica mercado para ‘mais de mil’ aeronaves no País

        O avião usado pela presidente Dilma Rousseff é um Airbus-A19 francês – o próximo, todavia, tem boas possibilidades de sair do complexo da Boeing, no Estado americano de Washington. Em maio, o Comando da Aeronáutica enviou à Boeing e à Airbus um pedido formal de oferta de dois aviões, para reabastecimento em voo e de longo alcance.

        A resposta deve chegar, no máximo, em 90 dias. O plano da Força Aérea prevê que os jatos analisados – o Boeing 767 e o A-330 – possam ser convertidos para o transporte de passageiros e carga. Um deles teria espaço preparado para receber uma seção executiva de uso da Presidência em viagens longas. A seleção pode considerar jatos usados, que seriam submetidos a um procedimento de modernização e revitalização.

        É um negócio prestigioso – todavia, não ocupa espaço na agenda da presidente da Boeing do Brasil, Donna Hrinak. Discreta, prefere evitar o assunto. Ex-embaixadora no País entre 2002 e 2004, e ex-vice-secretária de Estado para o México e o Caribe, está agora empenhada em firmar parcerias que consolidem a presença da empresa no mercado. Donna identifica no Brasil a oportunidade de vendas “para mais de mil aeronaves, ou seja, 40% da demanda de toda a América Latina até 2032 – veja bem: estamos falando de US$ 100 bilhões a serem contratados”.

        Morando em São Paulo, onde já viveu nos anos 80, quando era oficial diplomática no Consulado dos EUA, Hrinak está fazendo a redescoberta dos restaurantes italianos e japoneses – para ela, “estão entre os melhores do mundo”. Na sexta-feira, preparando uma caminhada pelo Parque Ibirapuera com o marido, Frans Boete, a presidente da Boeing falou ao Estado. A seguir, os principais trechos da entrevista.

        A Boeing está redescobrindo o Brasil?

        Nossa parceria com o Brasil é antiga. São 80 anos – em setembro de 1932 entregamos as primeiras aeronaves militares ao governo brasileiro. Além disso, fornecemos aeronaves às empresas aéreas brasileiras desde 1960. Geralmente, quando as pessoas ouvem o nome Boeing pensam em aeronaves, e elas não estão erradas, mas somos, acima de tudo, uma empresa de tecnologia. Por isso, as parcerias que esperamos estabelecer por aqui incluem também universidades, laboratórios de ideias e centros de pesquisa.

        Há resultados práticos?

        Já assinamos um acordo com a Embraer e com a Fapesp para colaborar na pesquisa e desenvolvimento de um programa para criar uma indústria sustentável de biocombustíveis. Outra oportunidade que nos empolga muito é a de participar do programa Ciência sem Fronteiras, uma iniciativa do governo brasileiro. Patrocinamos um ano de estudos de 14 alunos dos cursos de engenharia aeroespacial e engenharia aeronáutica em universidades norte-americanas e ainda oferecemos um estágio de dois meses na Boeing, que termina no dia 24 de julho.

        Em que estágio se encontra a implantação do Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Aeroespacial?

        O vice-presidente de Pesquisa e Tecnologia da Boeing do Brasil chegou no final de maio, vindo de Pequim, onde também estabeleceu um centro de pesquisa e tecnologia para a China. Desde então, manteve consultas com universidades, cientistas e autoridades governamentais para identificar áreas promissoras de cooperação. A partir de nossas conversas com potenciais parceiros brasileiros, achamos que essas áreas incluem pesquisas sobre materiais avançados e biomateriais, análise visual (visual analytics) e sondagem remota.

        Quais são as metas da Boeing do Brasil?

        Estamos no Brasil para ficar. Além de continuar o engajamento com nossos clientes na área comercial, queremos colaborar com o avanço e a competitividade da indústria de defesa do Brasil. Estamos avaliando novas oportunidades de negócio com foco no longo prazo, sempre nos alinhando com empresas locais para criar planos de negócios que sejam mutuamente benéficos. Na Boeing, temos muita experiência em aplicação prática de estudos e acreditamos que podemos trabalhar juntos nessa transição de colocar em prática no próprio mercado nacional, e também no internacional, as pesquisas elaboradas pelos brasileiros. Somos uma das três empresas finalistas na escolha para fornecer novos caças à Força Aérea Brasileira – mas este é apenas um de nossos interesses no País. Já identificamos 25 empresas locais que poderiam ser parceiras da Boeing nessa empreitada, gerando 5 mil empregos.

        Qual é o tamanho da frota de aviões da Boeing no Brasil?

        Aproximadamente 170 aeronaves da Boeing voam no Brasil atualmente, ou mais de 50% da frota total do País. Temos excelentes clientes. A Gol é a maior operadora – são cerca de 130 aeronaves, inclusive os novíssimos 737-NG.

        Qual é o resultado prático dos acordos de cooperação estabelecidos pela Embraer com a Boeing?

        Os acordos são uma evolução natural da relação da Boeing com a Embraer. Como empresas líderes no mercado aeroespacial global, faz sentido trabalharmos em conjunto em áreas nas quais compartilhamos interesses. Costumo dizer que quando falamos com a Embraer é como se estivéssemos falando com nós mesmos porque as culturas das duas empresas são muito parecidas. Na prática, nossos acordos vão possibilitar que ofereçamos produtos e serviços que tornem a aviação comercial mais eficiente e segura.

        A Boeing e a Embraer poderiam desenvolver, em projeto conjunto, um novo avião regional nos padrões exigidos pelo mercado?

        Temos um acordo para trabalhar juntos na área de aeronaves comerciais buscando eficiência e segurança, no desenvolvimento de pesquisas e tecnologias e em biocombustíveis sustentáveis para aviação. Outras parcerias nas áreas comerciais e de defesa estão sendo estudadas e serão anunciadas quando estivermos de acordo com relação às oportunidades de mercado. O arcabouço da colaboração foi estabelecido no acordo que assinamos em abril, paralelamente à visita da presidente Dilma ao presidente Obama. Desde então, anunciamos duas colaborações significativas na área de defesa e segurança: o apoio da Boeing ao programa da aeronave de transporte aéreo de médio porte KC-390, que a Embraer está desenvolvendo para a Força Aérea Brasileira, e a integração de armas ao Super Tucano, inclusive no que faz parte da oferta da Embraer na concorrência da Força Aérea dos EUA para fornecimento de 20 aviões de ataque leve para o Afeganistão.

        A sra. declarou que as restrições à transferência de variada tecnologia de ponta, atribuídas à proposta da Boeing na escolha dos F-X2, não passam de ‘lenda’? Como assim?

        Compreendo a importância da transferência de tecnologia dentro do contexto da concorrência dos caças. Todavia, me incomoda focar excessivamente nesse conceito porque ele me remete à ideia de relação “Norte-Sul” da segunda metade do século passado, quando falávamos de um “Norte” supostamente desenvolvido e sofisticado que transferiria seu conhecimento e sabedoria a um “Sul” supostamente despreparado e subdesenvolvido. Essa nunca foi uma descrição justa e muito menos completa de nossas relações econômicas e de nossos investimentos. Isto dito, em relação à escolha dos caças, apresentamos, repetidamente, garantias dos poderes Legislativo e Executivo do governo dos EUA, vindas dos dois partidos, de que endossam e garantem a oferta agressiva de tecnologia proposta pela Boeing. Nossa oferta inclui o mesmo nível de compartilhamento de tecnologia disponibilizado para nossos aliados da Otan, o que significa o mais alto nível de compartilhamento de tecnologia que praticamos.

        Na proposta da Boeing, quanto do caça F-18 E/F Super Hornet seria fabricado ou integrado no Brasil?

        A Boeing ofereceu formalmente ao governo brasileiro a possibilidade de montagem final do Super Hornet, não somente para as aeronaves brasileiras, mas também para as da Marinha dos Estados Unidos, além da fabricação de partes significativas da fuselagem. O Super Hornet trará oportunidades que vão além da produção da aeronave. A tecnologia para o suporte e upgrade da aeronave ficará no Brasil, o que permitirá aplicar esse conhecimento às aeronaves brasileiras no futuro. Como maior empresa aeroespacial do mundo, a Boeing pode trazer oportunidades inéditas para a indústria brasileira por conta das relações com fornecedores e outros players do setor aeroespacial e de defesa. Um exemplo concreto recente foi a seleção, no início de 2012, da empresa AEL Sistemas, subsidiária da israelense Elbit Systems, para fornecer o Display de Grande Área (LAD, na sigla em inglês) que integrará o Sistema Avançado de Cockpit (Advanced Cockpit System) utilizado nos Super Hornets da Boeing e na família de aeronaves F-15, incluindo a Silent Eagle. A AEL ganhará know-how que possibilitará expansão da sua atuação no mercado de capacidades avançadas de aviônicos do cockpit de vários tipos de aeronaves, inclusive helicópteros. São parcerias que permitirão à indústria elevar a posição no mercado global.

        Ex-embaixadora dos Estados Unidos no Brasil entre 2002 e 2004, na Venezuela (de 2000 a 2002), na Bolívia (de 1997 a 2000) e na República Dominicana (de 1994 a 1997). Foi vice-secretária de Estado para o México e o Caribe e também oficial diplomática no Consulado dos EUA em São Paulo. É a presidente da Boeing do Brasil desde setembro de 2011.

         

         

        1. Alexandre Weber - Santos -SP

          16 de dezembro de 2013 12:20 am

          Por enquanto não venderam nem um drone

          190 caças, 52 bombardeiros, ….!?!

          Onde é a guerra, dos tempos da idade da pedra lascada, diga-se de passagem de um drone KKKKKK!!!!!!!

  5. Assis Ribeiro

    15 de dezembro de 2013 2:46 pm

    (Sem título)

    http://bluebus.s3.amazonaws.com/wp-content/uploads/2013/09/obama-dilma-bluebus-660x440.jpg

  6. morallis

    15 de dezembro de 2013 2:51 pm

    É o ” mais petróleo.

    É o ” mais petróleo.

  7. Julio Palmieri

    15 de dezembro de 2013 5:13 pm

    a Boeing deve decidir se

    a Boeing deve decidir se encerra a linha de montagem do F-18 no segundo semestre de 2014, se não houverem mais encomendas!  a pressa americana está em conseguir o contrato e postergar o encerramento de produção do F-18!  Já que a Dilma disse que o caça frances e muito caro.  

    Se o caça frances e caro, e o sueco não tem nenhum produzido por ser um estudo, porque esses 02 foram relacionados para a analise final junto com o moribundo caça americano?   somente para referendar a compra do caça americano, que é o queridinho da FAB!

  8. Jane Pita de Souza

    15 de dezembro de 2013 6:14 pm

    CUIDADO PRESIDENTA !Acho que

    CUIDADO PRESIDENTA !

    Acho que nossa presidente tem é que tomar cuidado para não ser envenenada lá. Afinal, ela tem uma campanha eleitoral pela frente e, talvez, quatro anos de governo com Michel Temer na suas costas. Os americanos sempre foram capazes de tudo…ainda mais agora que andam meio em desespero.    CUIDADO PRESIDENTA !

  9. anarquista sério

    15 de dezembro de 2013 6:26 pm

    Querer,não é bem o recado-

    Querer,não é bem o recado- ATÉ POUCO SE LIXA PRA NÓS;

     Com muita boa vontade e,politicamente, diz que nos receberá- tampando o nariz;

             Isso lembra Aldo Rabelo,e pra bom entendedor…

                 ”Só falo português e não sou imperialista”.

                     Explica pro resto do mundo e em especial pra mais de 50 paises que ensinam inglês no ensino básico.

                   Será que me fiz entender?

                 Eu não brigo com fatos.

    1. morallis

      15 de dezembro de 2013 7:52 pm

                                   

                                                  

       

                                                

       

       

       

       

                                         

      1. Thiago Henrique

        16 de dezembro de 2013 12:05 pm

        kkkkkkkkkk,
        Não tinha visto

        kkkkkkkkkk,

        Não tinha visto essa foto ainda, ehhe.

        Que cena patética,  o presidente de uma nação como o Brasil se mijando de alegria, como se fosse uma criança, porque encostou no Clinton, é muita submissão, inaceitável para um país como o Brasil.

        Por essas e outras que não voto nesses caras, até poderia votar em uma oposição mais séria, mas (perdão pela expressão) “nego cagão” não dá.

  10. Véio Zuza

    15 de dezembro de 2013 9:35 pm

    Patrão estalou os
    Patrão estalou os dedos…
    Vamos ver o resultado…
    “banana” ou…ou… ou…
    “véio zuza” é um pudico…

  11. Cristiana Castro

    16 de dezembro de 2013 4:08 am

    Dilma tem que explicar que

    Dilma tem que explicar que não vai dar para viajar, agora pq os golpistas que eles contrataram para detonar o país fizeram a maior m…. não deram o golpe e ainda zonearam tudo… Depois das eleições ela vai lá conversar com o Obama.

  12. Claudio.SJ

    16 de dezembro de 2013 10:11 am

    Vai lá, Presidenta!

    Vai lá, presidenta! Não avale a pena brigar com o tio Sam. A Sra. tem é que enfrentar e brigar com a midia golpista e a elite reacionária em nosso país. Isso sim….

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