Operadores de drone em MG têm outras passagens pela polícia

Um dos envolvidos com ação em ato pró-Lula e Kalil em Uberlândia já foi detido por crime de estelionato ligado a desvio de cargas

Foto: Reprodução/regionalzao.com.br

Dois dos operadores de drone que jogou substâncias químicas em ato realizado pelo PT na última semana possuem outras passagens pela polícia, um deles sendo condenado por crime de estelionato.

Segundo o jornal Diário de Uberlândia, Daniel Rodrigues de Oliveira chegou a ficar detido por três dias na penitenciária de Uberlândia em 2017, por motivo não informado pelas autoridades.

Já Rodrigo Luiz Parreira foi preso duas vezes: a primeira em 2015, quando ficou detido por três meses, e em 2020 por outros dois meses, com passagens pelos presídios de Uberlândia e de Tupaciguara.

De acordo com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), Rodrigo cumpriu prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica entre maio e agosto de 2020.

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O jornal mineiro destaca que Parreira teve ligações com um grupo de criminosos condenado por estelionato ligado a desvio de cargas e falsa comunicação de crime, por conta do desvio de uma carga de algodão de uma empresa do Mato Grosso.

Na última quarta-feira, Parreira, Oliveira e Charles Wendel Oliveira Souza fizeram uso de um drone para soltar uma substância química nos presentes ao ato que marcou a pré-candidatura de Alexandre Kalil (PSD) ao governo do estado.

O evento em questão contou com a presença do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSB). Os acusados já foram detidos pela polícia.

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1 Comentário

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José de Almeida Bispo

- 2022-06-19 12:02:48

Pode puxar que vai aparecer o DNA: radicalizou contra o PT... É LADRÃO! É impressionante o nível de ódio.

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