21 de maio de 2026

Perseguição e anistia: como reagiram os filhos e aliados de Bolsonaro?

Clã adotou o mantra "Suprema perseguição. Querem matar [Jair] Bolsonaro"; presidente do PL se disse triste pela condenação de um homem honesto

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aliados pela tentativa de golpe de Estado e outros crimes nesta quinta-feira (11), fato que não repercutiu bem entre os demais membros do clã.

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Radicado nos Estados Unidos, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) retomou o discurso pela anistia.

“Anistia é sobre fatos, sobre pessoa é privilégio. Nada diferente de anistia ampla, geral e irrestrita deverá ser analisada ou surtirá qualquer efeito de pacificação. Chegou a hora de fazer nada menos do que o certo, o justo”, publicou o 03 nas redes sociais.

Já para o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), a condenação configura uma perseguição para matar o pai.

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), pediu proteção na entrada do Condomínio Vivendas da Barra, onde reside, alegando que militantes de esquerda promovem tumulto. Também reclamou que a polícia está cerceando o pai.

Por fim, o filho caçula, Jair Renan Bolsonaro (PL-SC), vereador de Balneário Camburiú (SC), repostou a mensagem de Flávio, reafirmando o que deve ser o mantra bolsonarista a partir de agora: “Suprema perseguição. Querem matar [Jair] Bolsonaro”.

Aliados

Já os expoentes do bolsonarismo, Nikolas Ferreira (PL-MG), deputado federal, e o pastor Silas Malafaia ainda não se manifestaram sobre a condenação de Jair.

As últimas publicações nas redes sociais exaltam o voto do ministro Luiz Fux, que na última quarta-feira (11) absolveu os acusados, condenando apenas Mauro Cid e Braga Netto por tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O presidente do PL, Valdemaar Costa Neto, classificou o dia como triste, tendo em vista a condenação de um “homem honesto”, que “liderou um governo sem corrupção”.

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Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É repórter do GGN desde 2022.

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Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

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3 Comentários
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  1. Carlos

    11 de setembro de 2025 8:46 pm

    Parabéns para o STF.
    Mas ainda há crimes praticados por este marginal que precisam ir a julgamento.No topo a chacina que promoveu na pandemia com sua desfaçatez e , algo imperdoável para o cargo que exercia.
    Este inseto merece pegar perpétua sem condicional

  2. Rui Ribeiro

    12 de setembro de 2025 10:43 am

    O golpista Aécio Lúcio Costa Pereira, de 51 anos, foi condenado pelo STF, inclusive com o voto do Fux pela condenação, a 17 anos de prisão por 5 crimes, não tinha foro privilegiado. Porque o Fux sustentou que o STF é incompetente para julgar o Bolsonaro, que, tal qual o Aécio Lúcio Costa Pereira não tem foro privilegiado, pelos mesmos crimes?

    Marco Aurélio Mello certa vez disse que processo não tem capa, tem conteúdo. Para o Fux, entretanto, processo não tem conteúdo, tem capa.

  3. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    13 de setembro de 2025 8:31 am

    Precisamos adptar o bordão do bandido bom para: Político golpista bom, tem que ser perseguido, ou melhor, condenado!

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