O PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, tem ignorado a análise do código-fonte da urna eletrônica, embora o código esteja à disposição para inspeção desde o último dia 04 de outubro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
Embora a inspeção não seja obrigatória, a análise das linhas de programação que tornam a urna eletrônica funcional é um dos principais pontos de auditoria dentro do processo eleitoral.
Além dos partidos, diversas instituições podem acompanhar o processo de análise, como OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Polícia Federal e Forças Armadas. Quem já avaliou os dados até agora foram CGU (Controladoria-Geral da União), MPF (Ministério Público Federal), o Senado federal e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Até o momento, a única visita feita pelo PL ao TSE relacionada ao tema ocorreu em 09 de dezembro, quando três representantes da sigla acompanharam apresentações sobre o processo eleitoral e os sistemas usados, além do funcionamento da urna e os dispositivos de segurança.
Enquanto isso, Bolsonaro tem ampliado os ataques contra as eleições: em live realizada no mês de maio, o presidente disse que o partido iria contratar uma empresa para realizar uma auditoria privada das eleições, o que ainda não foi oficialmente confirmado.
Em seu discurso, o presidente chegou a afirmar que os resultados de tal análise poderiam colocar o TSE em uma situação difícil caso a empresa, que começaria a trabalhar assim que contratada, mostre que é “impossível auditar o processo”.
As informações são do jornal Folha de São Paulo.
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Paulo Dantas
5 de junho de 2022 11:55 amAlguém aí saca de C , creio que seja C a linguagem ?
Os caras da “live” do seu Jair ? 🙂
As FA tem gente capacitada não vi notas deles sobre o fonte, eles viram.
Bem como os caras da acadêmiace segurança informação , só sinalizaram detalhes.
Eu !? Saco pouco de C.
https://en.m.wikipedia.org/wiki/Software_walkthrough
ed.
5 de junho de 2022 12:53 pmComo o governo federal e respectivas instituições participarão ou auxiliarão no processo da operação, infraestrutura e distribuição das urnas e votações, nem será necessário fraudar/interferir nos resultados, o que comprovadamente nunca aconteceu.
Basta levantar dúvidas, deslegitimar o processo e/ou seu resultado (o que já estão fazendo previamente).
Não será difícil fraudar uma “meia dúzia” de urnas, seja por “sequestro prévio, seja por substituição ou outros meios, como pendrives/SD’s e fake softwares “próprios” e depois divulgar e alegar que houve fraude generalizada (tudo facilitado pelo voluntarismo não solicitado de Burroso).
Com este desgoverno cada vez mais escancaradamente criminoso à luz do dia (e da noite), tudo pode acontecer, até atentados (fakes ou reais) e assassinatos como o de Marielle.
Estejamos preparados!
Pois até o momento não estamos…