
A entrevista de Dilma Rousseff à Folha foi relevante.
Dilma mostrou-se firme e, ao contrário de algumas avaliações iniciais, foi tratada com respeito pelo jornal. Não se manipulou a manchete, como costuma ser feito, nem as declarações de Dilma.
A firmeza demonstrada por Dilma afasta temores de que jogue a toalha. E, pelo contrário, alimentam as esperanças de que esteja saindo do imobilismo.
A própria Medida Provisória de ontem, para amenizar os impactos da crise sobre o emprego, foi uma mostra de mudança de estilo. A MP foi discutida por vários Ministros, foi cuidadosa em vários aspectos – inclusive no impacto fiscal -, mostrando uma mudança de estilo no governo, de parar de ficar a reboque exclusivo do ajuste fiscal e buscar formas inovadoras de amenizar a crise.
O veículo escolhido foi adequado. Não haveria o menor impacto se a fala de Dilma fosse para convertidos.
Odonir Oliveira
7 de julho de 2015 3:53 pmQual será a próxima, Nassif?
Quero me preparar , pois isso tudo está exigindo muita força, muito estômago e muita análise a posteriori.
Portanto, avise-nos a priori para que nos preparemos devidamente e consigamos interpretar nuances, pistas, ganchos etc. etc.
A bíussola está enlouquecida por aqui.
É, espero que só por aqui…
Álvaro Noites
7 de julho de 2015 3:54 pmSerá que não podemos
Será que não podemos interpretar também que essa entrevista foi um exercício inútil de pregação para convertidos de direita?
Ou seja, pouco importa o que ela disser por lá, sempre vai levar pau.
ELS
7 de julho de 2015 3:58 pmEsperemos
Depois de sua analise…esperemos que vc esteja certo. Por exemplo, escolheu Bendini e para minha surpresa foi exatamente o que a empresa necessitava.
Então para mim, só Dilma pode ser Dilma…Seja o coração Valente que a elegeu.
Tome as decisões que necessitamos, troque logo os cargos de confiança, faça uma reforma ministerial e troque os ministerio da Justiça.
Espero que não tome o caminho do Jango e que não repitamos os erros do passado, a democracia já pagou muito…
Athos
7 de julho de 2015 4:15 pmÉ incrível como a Petrobrás
É incrível como a Petrobrás pode ser bem administrada, principalmente quando ela pode determinar o preço dos produtos que vende.
Este presidente é bom heim.
Bom nada, ele é péssimo, acorda. Não é o nome da Petrobrás , é apenas o que serve no momento.
No longo prazo, ele líquida a Petrobrás! Serve para publicar o balanço. Já esta tempo demais…
ELS
7 de julho de 2015 5:20 pmVc discor ou concorda
“Bom nada, ele é péssimo, acorda. Não é o nome da Petrobrás , é apenas o que serve no momento.”
Cada presidente serve a um objetivo, nesse momento só um banqueiro, para falar com a auditoria externa, fosse vc ou outro eng. ou petroleiro não tinha jeito.
O rolo é contábil/financeiro, não é operacional.
Claro que não pode descuidar da área operacional, baste escolher bem os diretores.
Além de que para quem financia a divida da Petrobras, vendeu-se que “todos” da companhia estão envolvidos, então até a finalização dos processos nos EUA, acho que o melhor caminho é manter ele.
Espero que após o plano de investimento seja a prioridade do presidente, a escolha da banca e/ou acompanhamento de perto dos processo, que se bem defendidos podem não resultar em Nada.
Athos
9 de julho de 2015 8:45 pmAgora concordo.
Agora concordo.
Monica Far
7 de julho de 2015 4:05 pmEnfim alguém leu a mesma entrevista que eu!
Obrigada, Luis Nassif, por não me deixar falando sozinha!
Em análise anterior sobre a entrevista, publicada aqui no GGN (perdão, não me recordo a autoria) fiquei com a sensação de ter lido material diferente ao analisado pela autora do texto. Cheguei mesmo a duvidar da minha capacidade de interpretar textos e entrelinhas!
Até mesmo comentei na página que, ao contrário do que afirmava a autora do texto, a entrevista retratava uma mulher confiante, convicta do que afirmava.
Não sou petista, e muito menos dilmista (aliás, longe disso). Mas o que vi nas palavras da presidente foi uma demonstração de segurança. Suficiente para que eu considerasse olhar para as questões abordadas de maneira ainda mais crítica (na verdade – e contrariando minhas crenças recentes -, favorável à tese da presidente).
Foi a primeira vez em meses que uma fala da Dilma me fez respeitá-la.
.
ELS
7 de julho de 2015 4:14 pmEsse é o problema
Apesar das dificuldades de dialetica(discursso as vezes confuso), acho que Dilma tem que ir para “perto do povo com LULA pediu.
Acho que Nós fomos convencido que Dilma não pode falar, devido as sua dificuldades, quando na verdade nesse momento é essecial.
Cristiana Castro
7 de julho de 2015 4:11 pmDilma sabe muito bem o que
Dilma sabe muito bem o que ela simboliza: é a lider da resistência anti-fascista; não vao jogar a tolha nunca!
Gostem ou não; entendam ou não pessoal do PSOL e do PSTU : Por mais que se percebam e/ou queiram acreditar-se mais realistas que o rei; o fascismo tá aí em franca ascensão e já elegeu o INIMIGO. O símbolo resistência anti-fascista NÃO é Freixo, Luciana Genro, Marina, PSOL, PSTU… Quem simboliza a resistência anti-fascista no Brasil é o PT, cujo símbolo maior, atual, é Dilma Rousseff, Presidenta da República! Derrubar ou não blindar Dilma é expor a líder da resistência anti-fascista. Eu tô com Dilma e não respeito, politicamente, qq um que esteja tentando minimizar o que estamos vivendo. Vou repetir: PSOL e PSTU não representam ameaça aos fascistas, bem ao contrário. Estou postando para tornar pública minha percepção, como já fiz outra vezes; muitos amigos meus que se acham de esquerda estão de dizendo que o ” problema não é a Dilma… como se isso significasse alguma coisa; estão tentando se convencer que não escolheram um lado e que derrubar Dilma não é ” o problema”.. Eu Digo, É, o problema SIM PQ ELA é que é a líder da resistência antifascista ( tanto assim que é o alvo deles ). Detonar Dilma é dar a vitória aos fascistas, o resto é conversa fiada de pseudo- esquerda. Fica Firme, Dilma!!! Vai PT !!!! Os fascistas sabem bem quem é seu inimigo e se o seu nome não está na lista deles; envergonhe-se e lute ao lado de quem tem a honra de ser inimigo deles!
Vânia
7 de julho de 2015 4:21 pmNa boa, Cristiana
Não é hora de birrinha com o PSoL e o PSTU. Ao contrário, mais do que nunca o PT precisa de apoio deles. E o que tenho visto é que mesmo discordando do PT, muitos dos quadroes desses partidos têm mostrado repugnação pela tentativa de golpe e são criticos ferrenhos do Eduardo Cunha.
Menos… bem menos. Atribuir a culpa da situação atual aos “nanicos” PSoL e PSTU é desvirtuar totalmente a realidade, os fatos e principalmente jogar para baixo do tapete a responsabilidade do PT até aqui (pela fraqueza em enfrentar a mídia e a direita golpista, e por suas alianças em nome da (in?)governabilidade.
Mais que isso. É burrice mesmo. A hora é de união entre as esquerdas. Goste-se ou não de suas vertentes e posições específicas. Até o pessoal do psol e pstu entendeu isso. Se não todos, ao menos parte deles.
Cristiana Castro
7 de julho de 2015 4:57 pmTô de birra. não; só
Tô de birra. não; só lembrando e deixando meu ponto muuito claro pq faço questão de afirmar que a luta contra o fascismo não depende de convocação ou atrelada a ações da Dilma. O problema não é culpa, é postura que todo mundo exige do PT, de Dilma, de Lula mas não querem se posicionar. O qu eu faço e vou fazer sempre é me posicionar, claramente. Não vou fingir qu o único parido do Brasil é o PT; se o PT pode sofrer cobranças, os outros tb podem. Não acho qu o PT fuja das responsabilidade; os militantes estão firmes segurando todos os ataques, desde sempre. A diferença ´e qu o PT é governo e governo de todo mundo inclusve dos que qurem derrubar Dilma; não dá pra sair atirando como os outros podem fazer.
Encarar mídia golpista é um problema mesmo e, pelo jeito, bem maior e mais complicado do que imaginávamos. Eu custo a crer que alguém adore ser esculachado 24 por dia.
Só pra esclarecer não atribuo culpa a ninguém, até pa não se aproveita nada com isso. Mas assim como exigem do PT posturas firmes e claras, eu tb exijo isso dos demais partidos.
Vânia
7 de julho de 2015 5:07 pmVou ser sucinta:
Você está atacando as pessoas que podem apoiar o PT neste momento.
O PT errou sim. Como qualquer outro no poder erraria (mais ou menos).
Agora é hora de esquecer as querelas passadas. É hora de união entre quem se posiciona ideologicamente à esquerda.
O tipo de comentário (ataque) que você faz afasta quem você gostaria que apoiasse o contra-golpe.
A hora é de centrar fogo em quem tem realmente poder e está armando o golpe. A mídia, o PSDB, o DEM e até os “aliados” golpistas do PMDB, etnre outros (PF, MPF, etc)
Caso contrário, você corre o risco de fazer igual ao que critica no próprio PSoL e PSTU.
Ao invés de focar no verdadeiro “inimigo”, foca as críticas contra quem poderia ser um aliado.
Cristiana Castro
7 de julho de 2015 5:25 pmOk, entendi. Não tenho
Ok, entendi. Não tenho problemas com erros; tenho dificulades enormes com falta de posicionamento claro. Nada além.
NICKNAME
8 de julho de 2015 2:18 amVânia, parabéns. Deixe pra lá os “posicionamentos claros”
estagnados, enferrujados, dogmáticos, religiosos ( mas no sentido nada meritoso). No ser humano, só robôs e fiéis têm posicionamentos assim “claros”, e ainda se arrogam a julgamentos de seus pedestais (na nem tão sutil arrogância e autoritarismo). Faz parte da Irmandade que predomina no Posts do Dia. Exceções sempre há, claro.
Spin GGNauta
7 de julho de 2015 5:38 pmComo vai a frente de esquerda contra o avanço conservador
Nutro muito respeito pelas duas opiniões, e aproveito para postar um link para artigo sobre tentativa de união de uma frente de esquerda contra o avanço conservador, na verdade não sei em que pé isso está
http://leituradeconjuntura.blogspot.com.br/2015/03/boulos-psol-e-petistas-defendem-frente.html
Cristiana Castro
7 de julho de 2015 5:43 pmEsse é mesmo o único caminho
Esse é mesmo o único caminho e esperamos que dê certo. As últimas informações veiculadas aqui na rede não animaram muito, não. De qq forma, creio que continurão tentando chegar a um consenso.
Vânia
7 de julho de 2015 5:44 pmPT, PSOL, PCdoB, MST e
PT, PSOL, PCdoB, MST e centrais sindicais fundam frente de esquerda
Coalizão irá defender conquistas sociais e dar força e unidade popular aos partidos de esquerda
Dirigentes do PT, PSOL e PCdoB, representantes do Movimento Sem Terra (MST) e das centrais sindicais criaram, no último sábado (27), o Grupo Brasil. Em articulação desde 2014, a nova frente pretende fortalecer os partidos de esquerda no País.
Para o secretário Nacional de Comunicação do PT, José Américo Dias, essa “aglutinação de forças” torna o Grupo Brasil uma iniciativa importante para a história do Brasil. “A ideia é fazer defesa de teses em comum e lutar pelo o que une os partidos”, diz em nota divulgada pela Agência PT.
Segundo o petista, o grupo irá proteger as conquistas sociais importantes e fazer frente à “uma escalada conservadora na política brasileira e uma ameaça por parte da direita”. No entanto, o secretário afirma que não há qualquer viés eleitoral ou partidário no Grupo Brasil.
A frente marcou a primeira reunião para o dia 25 de julho, em São Paulo. A política econômica será tema do primeira debate, no qual serão elaboradas as diretrizes do grupo.
A primeira conferência nacional da frente de coalizão de esquerda está marcada para os dias 5 e 6 de setembro, com a presença esperada do ex-presidente Lula.
http://brasileiros.com.br/2015/06/pt-psol-pcdob-mst-e-centrais-sindicais-fundam-frente-de-esquerda/
Vânia
7 de julho de 2015 5:46 pmNegociação avança e frente de
Negociação avança e frente de esquerda é batizada de ‘Grupo Brasil’
As negociações pela criação de uma frente de esquerda avançaram neste sábado (27). Após uma longa reunião em São Paulo, dirigentes do PT, PSOL, PC do B e movimentos sociais, fecharam uma pauta de eventos para divulgar as atividades e anseios do que agora será chamado de “Grupo Brasil”, o embrião da coalizão.
Os cabeças do movimento marcaram um novo encontro para o dia 25 de julho, no qual vão discutir as diretrizes do grupo num encontro que contará com a participação de economistas que falarão sobre os problemas da economia e o ajuste fiscal promovido pelo governo da presidente Dilma Rousseff.
Dois nomes foram mencionados pelos integrantes da reunião deste sábado para integrarem o próximo encontro: Luiz Gonzaga Beluzzo e Márcio Pochmann. Ambos têm feito críticas à política econômica implementada no segundo mandato da presidente. Após essa segunda reunião, o grupo pretende lançar um documento apontando o que pensa sobre os rumos do país e da esquerda.
O “Grupo Brasil” também definiu que haverá uma primeira conferência nacional da frente, prevista para acontecer dia 5 ou 6 de setembro. A ideia é que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vá a esse encontro.
A iniciativa é uma aposta para fortalecer os partidos de esquerda, em especial o PT, que atravessa a mais grave crise institucional de sua história. No encontro deste sábado, integrantes do grupo argumentaram que está em gestação um escalada do conservadorismo no Brasil, que não mira só o petismo, mas uma série de pautas progressistas, como os direitos LGBT.
Apesar de fortalecer alas e bandeiras históricas do PT, a formação do grupo pode contribuir para pressionar ainda mais o governo Dilma a mudar os rumos de suas decisões na economia e a condução das negociações com o Congresso Nacional.
Retomada
Militantes de esquerda que se afastaram do PT desde sua chegada ao poder, em 2003, aceitaram conversar sobre a construção da frente e participaram da reunião do grupo neste sábado. Ex-preso político e ex-deputado federal, Wladmir Palmeira, que rompeu com a sigla por discordar de sua política de alianças, por exemplo, participou do debate.
O encontro foi convocado pelo líder do MST, João Pedro Stédile. Dirigentes do PT, como o presidente nacional da sigla, Rui Falcão, e o secretário nacional de comunicação, deputado José Américo Dias (SP) também ajudaram a organizar a reunião.
O PCdoB foi representado pela deputada Jandira Feghali e o ex-presidente da legenda, Renato Rabelo. O deputado federal do PSOL de São Paulo, Ivan Valente, enviou um representante. O sociólogo Leo Lince, articulador da legenda no Rio de Janeiro, também participou das discussões.
O grupo que promover, logo após seu lançamento nacional, na conferência em setembro, um “grande ato de massas”, com a presença de militantes das diversas siglas e integrantes dos movimentos sociais e sindicatos.
“A ideia é ter unidade popular mesmo, não é apenas uma questão eleitoral”, disse Rui Falcão, ao deixar o encontro.
http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/negociacao-avanca-e-frente-de-esquerda-e-batizada-de-grupo-brasil-683qse1oq0ljtjo97qpqtw9d6
Andre B
7 de julho de 2015 7:11 pmpor uma frente classista
Concordo totalmente Vânia.
A confiança foi sendo quebrada, especialmente depois de uma eleição em que várias pessoas independentes ou de partidos de esquerda votaram na Dilma contra o ajuste do Aécio e receberam em troca o ajuste da Dilma. E ao que parece muitos continuam achando que quebrar qualquer alternativa de esquerda ao PT – mesmo que seja uma frente meramente tática que inclua petistas, movimentos sociais ligados ao partido, ou o proprio partido com um elemento a mais e não o único ou o “dono” da frente – é mais importante que deter a ascenção da extrema direita. Nessas horas me lembro do Brizola…
Concordo com que é preciso união das esquerdas, mas o PT – ou pelo menos pessoas do PT ou movimentos sociais ligados a ele – tem que decidir se está do lado do Levy, da Kátia Abreu, do Collor e da familia Sarney ou da esquerda, se ainda houver tempo para isso. Não existe mais muro, não existe mais meio termo. Ou se está na esquerda ou não se está.
O fascismo atual inclui uma politica econômica que massacra a classe trabalhadora, que não é do interesse da maioria da população e que não foi decidida por ela – ao contrário foi rejeitada na última eleição – e que este governo mantêm. O primeiro passo parca um frente de esquerda classista que inclua o PT ou segmentos dele é o governo renunciar a essa politica econômica. Com atitudes e não só com palavras, palavras não enchem barriga de trabalhador.
Insistir na defesa de um partido a qualquer custo, no seu centralismo e no expurgo da crítica não contribui em nada para uma frente antifascista. Ao contrário, alimenta posições fascistas no interior da “(pseudo)esquerda”.
Acho que se deve formar um frente antifascista classista – e o classista é mais importante do que o partidário. A frente antifascista é para defender a classe trabalhadora – a maioria da população – e não um partido. A oposição de esquerda, com muita dificuldade, está construindo esse caminho. Falta as pessoas do PT de bom senso e que não colocam a idolatria irracional do partido acima de todas as coisas, aderirem a essa causa.
Anarquista Lúcida
7 de julho de 2015 9:27 pmHaja inversao da história…
Quem acha mais importante derrubar outro partido de esquerda do que lutar contra a Direita nao é o PT, quem sempre fez isso foi o PSOL. Concordo que, RECENTEMENTE, houve uma melhora nas posiçoes do PSOL quanto a isso, devido sobretudo a Wyllys e Freixo, que sao bons quadros. E que isso é ótimo e é o que deve ser. Mas inverter a história nao, alto lá.
Andre B
8 de julho de 2015 12:36 amNão conheço você, mas o PT eu
Não conheço você, mas o PT eu conheço a pelo menos 30 anos. E mais, convivo com petistas na politica cotidiana, de movimento – e não na partidária- e contra se trata de ir contra a esquerda eles votam junto com os psdbistas. Ninguém mem contou isso, eu cansei de ver e continuo vendo. A farsa desse partido acabou, é hora de tirar a máscara, sair de cima do muro e dizer de que lado está: dos trabalhadores ou dos leitores da Folha de São Paulo.
NICKNAME
8 de julho de 2015 2:13 amVânia, gostaria de sua presença mais por aqui.
tem uma Irmandade, franjas de centro a centro-esquerda, que são muito tolas.
Luiz B
7 de julho de 2015 5:52 pmMentira! A maior liderança do
Mentira! A maior liderança do psol, Luciana Genro, aparece dia sim e outro também, de maneira extremamente oportunista, atacando o PT.
Vânia
7 de julho de 2015 8:02 pmpersonalização
Você está personalizando o partido.
Luciana Genro não é o PSoL.
Eu tb tenho críticas a muitas posturas de membros do PSoL, mas não dá para generalizar e muito menos personificar.
Mas se você acha por bem demonizar o PSoL a essa altura doo campeonato. Vá em frente.
Pobre PT com uma militância intolerante dessa….
edna baker
7 de julho de 2015 4:23 pmP E R F E I T O! Atingiu o
P E R F E I T O! Atingiu o ponto! Mil parabéns! É D I L M A o nosso alvo de defesa e ninguém mais.
Lucinei
7 de julho de 2015 4:25 pmConcordo. É disso que se
Concordo. É disso que se trata. Também acho um tremendo erro de avaliação minimizar o que está acontecendo. Já será difícil botar o gênio de vollta na garrafa, imagina se eles triunfam?
Vânia
7 de julho de 2015 4:11 pmAgora sim.
Concordo com o Nassif.
Estranho que hoje mais cedo tinha sido publicado um post do próprio GGN criticando a entrevista e o veículo (Folha) por ter supostamente desvirtuado e descontextualizado as falas de Dilma. Até das fotos escolhidas houve crítica no tal post.
Fui procurar agora mesmo e vi que o post sumiu…
Enfim, melhor entrar em acordo com os “estagiários” 😉
Nira
8 de julho de 2015 2:50 amÉ, deve ser a tal agilidade
É, deve ser a tal agilidade da internet…
Carlos Henrique Pereira
7 de julho de 2015 4:20 pmAguardando os sinais…
A Dilma e todo o PT precisam entender que TODA a ESQUERDA e toda a militancia, aguardam os sinais de saida da inercia em que o Governo se encontra para REMAR JUNTO e MOSTRAR que pesquisas são fúteis em determinadas épocas…a esquerda – de qualquer linha – está contida, triste pois a vontade é brigar, DEMOCRATICAMENTE, mas precisa de SINAIS de chegada da hora…parece que está começando…
Manoel Teixeira
7 de julho de 2015 4:33 pmConcordo com PHA
Paulo Henrique Amorim está certo. Ela deveria falar em rede nacional de TV.
O que está em jogo é a Democracia, entrevista na FSP, por mais relevante que seja, não tem o impacto de uma locução via TV em horário nobre.
Malú
7 de julho de 2015 7:52 pmEm rede nacional? Só se for
Em rede nacional? Só se for para a oposição atingir o orgasmo de tanto bater panelas. Na Folha está bom.
Ulisses s
7 de julho de 2015 10:31 pmDeixa a direita bater panela
Vai acovardar por causa de paneleiros reaças? Tem quantos milhões de brasileiros no interior que nunca viu uma FSP na vida? Se ela aparecesse na TV e falasse meia duzia de verdades sobre Aécio, PSDB, mídia, Moro, PF e judiciário, acho que muita gente perderia a vergonha de defender ela. O povo esta com vergonha de defender o PT, mesmo sabendo do histórico corrupto da oposição, mídia e judiciário.
Sérgio da Mata
7 de julho de 2015 4:46 pmFi-lo porque qui-lo
A presidenta demonstra absoluta falta de senso de realidade. Se ela tivesse falado à Folha depois de assistir a excelente entrevista do Carlos Aires Brito no Roda Viva de ontem, e se entendesse um pouquinho mais de política, talvez o tom fosse outro, menos autista. Agora ela deu pra retomar toda hora a história de sua tortura (cujo aspecto traumático estamos longe de ignorar), como quem diz: já suportei de tudo, meus filhos. Isso aí é fichinha, “isso é moleza”!
Dilma é um caso perdido. E os sangrados somos nós, que merecíamos algo melhor que um Jânio Quadros de saias.
luiz mattos
7 de julho de 2015 5:05 pmO que nos diz
O que nos diz Turco?
https://drive.google.com/open?id=0BykvB0lbtAlrVzlrbzB3R3VNRjg
Carioca
7 de julho de 2015 5:09 pmPaís estranho mesmo. Uma
País estranho mesmo. Uma simples entrevista e tudo muda.Não há, nunca houve e nunca haverá. AGORA VAI!
Bom, quem é de rezar ….
Wellington Ferreira de Jesus
7 de julho de 2015 5:16 pmPode estar escuro
pode estar escuro… Mas eu canto, cantei e cantarei! (com a licença de meu poeta)
O coração de nossa companheira é valente… Não vai ser qualquer pilantra que vai derrubá-la!
Eu estou com adesivo no meu carro, com minha bandeira e camiseta!
E não tenho medo de ser feliz!
Que tal seguirmos juntos agora?… Não provoco ninguém, mas quem vier me provocar vou dar pernada a 3 por 4.
E me desculpem a grosseria de ontem, com relação ao sininhos e black, mas não é por acaso que afirmei ter dedo da P2 nas ações do ano passado!
NICKNAME
7 de julho de 2015 5:22 pmQue tal o artigo de FHC n’O Estadão contra Impeachment ?
a reproduzir por aqui, noutro Post-Título? Afinal , ele está atuante, presente, e é presidente de honra do PSDB, e se opõe a parte desse partido que defende saída (golpe em suas variantes) de Dilma. Creio que foi no domingo. (Há quem desdenhe FHC, use sempre vocabulário deselegante, e numa obssessão que talvez Freud explique, na hora de dormir aposto que vai espiar se ele não tá debaixo da cama). Não longe daqui, há blogueiros e alguns participantes que se coçam em ouvir falar seu nome… :-))) Como se houvesse (e se reforçasse) um maniqueismo – que acho tolo.
JB Costa
7 de julho de 2015 5:25 pmSimplesmente impecável.
Simplesmente impecável. Amenizou um pouco a irritação de muitos como eu que imploravam por essa incisividade.
O legal é a reação irada da oposiçãozinha aprendiz de golpista.
Continue assim Dilma!
sergior
7 de julho de 2015 5:28 pmBaixou centralismo democrático no blog
Baixou centralismo democrático no blog. Manda quem pode, obedece quem tem juízo!
A página “https://jornalggn.com.br/noticia/de-segura-para-fragilizada-a-inversao-da-entrevista-de-dilma
sumiu do blog.
lenita
8 de julho de 2015 12:22 amDe fato.
Tinha 2 resposts ao meu comentário, mas a página não apareceu. É a 1a. vez que vejo isto.
Nira
8 de julho de 2015 2:45 amCacilda, nem tive tempo de
Cacilda, nem tive tempo de ver . Problemas editoriais, é ?
Bento
8 de julho de 2015 3:05 pmEm tempos de internet, censura não cola.
http://www.vermelho.org.br/noticia/266932-6
JB Costa
7 de julho de 2015 5:30 pmFalta agora à presidente não
Falta agora à presidente não o discurso interno, voltado para dentro do governo, mas ações firmes e que deixem claro e insofismável QUEM VERDADEIRAMENTE É A CHEFE, A COMANDANTE.
Todos devem inferir ao que e a quem estou me referindo.
Fernando J.
7 de julho de 2015 5:43 pmJô Soares e Folha de São Paulo
A Presidenta da República se comunica com a sociedade por dois canais: conversando com o Jô e dando entrevista pra Folha. Só. Exclusivamente. Os demais que esperem. Valeu, Edinho!,
JB Costa
7 de julho de 2015 5:59 pmConcordo em parte, Fernando
Concordo em parte, Fernando J, Mas a entrevista nesse caso tem um fim específico: arrostar os que querem apeá-la do Poder na base do grito. E são esses veículos que reverberam, porque apoiam, os golpistas. Claro, aí estamos de acordo, que ela deve também outras mídias, incluindo a internet, para mandar seu recado.
Lucia Vasconcelos
7 de julho de 2015 5:47 pmRecordar é viver
Joel Neto
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Te compreendo meu “Cãndido”
seg, 02/02/2015 – 12:00
O que não significa concordar 100% contigo. Quanto a ser Polyana, kkkkk tua ironia é farofa grossa – não tem sabor -.
Mas, o tempo – ele, sempre ele, vai mostrar qal de nós errou na análise política do governo Dilma – .
Vamos apostar como Dilma – se não morrer – elege seu ou sua sucessora?…
Eu nem coloco Lula como candidato.
Vale quanto?
Allex
7 de julho de 2015 6:01 pmEntrevista na folha, enquanto
Entrevista na folha, enquanto se esperava um reação enérgica em rede nacional? Sim. E com direito a manipulação deslavada. Bem feito; todo castigo pra otário é pouco. E essa conversa exaustiva dos tempos da tortura cansou. Dilma não está a altura do cargo que ocupa. Como já dito aqui, ela é um caso perdido.
P.S.: E o outro post, bem mais crítico e realista, sobre o tema? Foi enquadrado, censurado, retirado da realidade? O tal Edinho ligou e passou pito? Sinistro.
Nira
8 de julho de 2015 2:42 amQue post ?
Que post ?
jc.pompeu
7 de julho de 2015 6:03 pmé tarde demais… pra chiliques & # @
é tarde demais… pra chiliques & # @
o ponto de mutação do Poder de Estado
está na realpolitik PMDB por dentro do poder e
correndo por fora… a massa nas ruas: poder do povo
Luís IX (1214-1270) pregou que o apoio do povo fiel da coroa
pode remover montanhas e dar garantia e defesa popular ao reino.
Dilma caindo pelas tabelas na aprovação popular não conta com o povo…
logo, [ elementar meu caro lula ]
a tua renúncia é instituto sábio e honrado da democracia e do Estado de Direito.
“De onde vem o poder de Eduardo Cunha?“
essa é facinha..
adveio da ruindade atroz de se fazer política congressual e política midiática ou de opinião pública da presidenta Dilma e do seu governo de autismo político, autismo social e de realismo proto-stalinista na política econômica desonerativa dos campeões nacionais do BNDES/FAT…[ corrupção sistêmica dos políticos e partidos ao butim do erário é tão somente a cereja do bolo dos negócios de estado & velho patronato cartorial & ilicitamente intermediado à base de criar dificuldades pra vender facilidades pelos “despachantes” políticos, lobistas, consultores-advogados, consultores-médicos, operadores, lavadores lava jato e palestrantes honoris causa causante de notório saber… dos labirintos e catacumbas e escaninhos e gabinetes e salões do poder leviatã, o guardião da chave do cofre do tesouro nacional ].
Lula tirou da cartola o ilustre poste sem luz própria Dilma e o ilustre poste Dilma, pelo conjunto da obra mística no poder, criou e deu condições, graças a vacuidade e ruidade do discurso político do poder lulopetista, ao poder oportuno isperto meio copo vazio meio copo cheio de Eduardo Cunha.
não obstante, existe a ressalva de mérito próprio ao governo Dilma:
estala-me nas ideias o vislumbre de que a presidenta de boca fechada é uma estadista de mão cheia.
sergior
7 de julho de 2015 6:04 pmDilma e o PT: mirem se no exemplo daquelas pessoas de Atenas
Dilma e o PT: mirem se no exemplo daquelas pessoas de Atenas
julho 6, 2015 23:22
por Rodrigo Vianna
A “Folha” abriu de forma curiosa o texto em que noticia a vitória do NÃO na Grécia: “em um resultado surpreendente…” De fato, o rechaço ao programa liberal imposto aos gregos foi surpresa – mas apenas para quem se baseia nas agências de notícias internacionais e nos comentaristas da GloboNews.
Acontece que o mundo real não aboliu a política.
Vejamos: o ajuste ultraliberal imposto à Grécia nos últimos 5 ou 6 anos foi aceito pelo PASOK (histórico partido de centro-esquerda, que se desmoralizou e perdeu base social justamente por ter cedido ao FMI e à União Europeia/UE). Humilhados, os socialistas do PASOK tiveram que ser substituídos por um governo “técnico” liderado por Samaras (e este seguiu na mesma linha ultraliberal).
O ajuste provocou uma tragédia social. O resultado veio nas urnas. O partido Syriza ganhou em 2014, dizendo que romperia com o ajuste liberal.
O que fizeram os banqueiros, o FMI e os burocratas da UE? Disseram assim: danem-se as urnas, o programa liberal não muda, e deve ser aplicado seja qual for o vencedor nas urnas. É como se a democracia tivesse sido substituída por uma tecnocracia econômica que diz o que é bom pra todos nós.
O Syriza não aceitou a chantagem. Não foi tampouco “juvenil” nem panfletário. Sentou à mesa, tentou negociar. Diante da arrogância europeia, resolveu consultar o povo. O referendo de domingo foi um reforço no mandato popular que o Syriza já possuía.
O paralelo com o Brasil é evidente. Claro que a crise grega é dez vezes mais grave. O Brasil não adotou um ajuste tão severo como o imposto a Atenas. Ok. Mas o paralelo serve para entender a questão democrática.
Dilma foi eleita dizendo que não cederia à chantagem do “mercado” e cunhou a famosa frase: “nem que a vaca tussa”. Passada a eleição, virou as costas para o programa vencedor.
É como se o Syriza tivesse aceito a chantagem da UE…
Dilma cedeu à chantagem liberal, desagradou sua base eleitoral, e não ganhou o outro lado que já a detestava.
Em fevereiro isso já estava claro. Foi o que escrevi há cinco meses (clique aqui para ler o texto completo):
O PT manterá alguma capacidade para ser força aglutinadora (uma entre várias forças) de uma nova Frente de Esquerda – que parece ser a saída para se enfrentar o novo ciclo histórico?
O Quinto Congresso do partido, que acontece este ano, terá papel definitivo. Se o PT seguir amortecido, incapaz de se renovar como força aglutinadora do bloco popular, terá selado seu destino.
O tempo dos acordos e do “reformismo fraco” está encerrado. Sem renovação imediata, o PT não vai “acabar” (como afirmou Marta, de forma açodada e oportunista), mas definhar. Nesse caso, o PT não seria derrotado pelo “mar de lama” – como afirmam mervais e colunistas toscos na revista da marginal. Mas pela falta de capacidade de reagir à agenda conservadora, e pelo fato de não propor um novo modelo de desenvolvimento alternativo ao neoliberal.
O PT, se não reagir, abrirá caminho para sua pasokização (PASOK é o partido socialista grego, que costumava ter um terço dos votos, e depois de trair os trabalhadores com um programa ultraliberal, teve menos de 5% na última eleição).
A esquerda, nesse caso, terá que encontrar outras instrumentos políticos para enfrentar a ofensiva conservadora – que tende a se tornar ainda mais dura nos próximos anos.
Esse processo, na verdade, já se iniciou. Mas não está definido.
De lá pra cá, não houve reação. Dilma afunda em 10% apenas de ótimo/bom. E a direita prepara-se para avançar num golpe paraguaio. Quem defenderá Dilma nas ruas, agora?
Reparem que, para o PSDB de São Paulo e Eduardo Cunha, o ideal seria prolongar a agonia do governo Dilma. Mas a inação governista pode levar a um desfecho mais rápido. Se Dilma cair num golpe, Temer assumiria para completar o mandato(e aprofundar o ajuste)? Ficaria com a pecha de traidor, e talvez atraísse para o PMDB a ira popular por um ajuste que levará a desemprego e recessão…
Outra saída: Dilma e Temer seriam derrubados, e haveria novas eleições.
Reparemos que, na teoria, há mais de 60% de brasileiros insatisfeitos com a forma de Dilma governar. Mas Aécio, o “grande líder da oposição”, aparece com 35% dos votos se uma nova eleição ocorresse hoje.
Isso significa que a base lulista (em boa parte) abandonou Dilma, mas não se bandeou para o tucanato. Uma nova eleição pode ser a chance dessa base se reorganizar – em outros termos.
Por isso, a direita ainda titubeia. Nova eleição não significa (necessariamente) vitória de Aécio – apesar de isso ser possível.
Ninguém deve-se iludir. A marcha do golpe começou. E o certo é que Dilma, com esse ajuste liberal, não sobrevive. Isso está claro.
O PT, se mantiver a subserviência ao governo, vai virar um PASOK.
Uma nova frente de esquerda (incluindo a imensa base petista, combativa e disposta a romper com o liberalismo de ocasião) parece ser a melhor ferramenta para quem pretende manter as conquistas dos últimos 12 anos, e aprofundar as reformas.
Isso precisa ser feito agora. De forma rápida. Com coragem, sem devaneios panfletários.
Alguns, nas redes sociais, se irritam quando digo isso. “Ah, você deveria defender a Dilma!”
Defendo a Democracia – sim – e rechaço golpismo. Defendo um programa de reformas, que foi vitorioso nas urnas em 2014. O governo Dilma é que deixou de defender esse programa. Esse é o no da questão. Não adiante brigar com os fatos.
sergior
7 de julho de 2015 6:07 pmStedile: Governo Dilma não
Stedile: Governo Dilma não entendeu a crise nem a ebulição na sociedade
julho 7, 2015 09:33
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Do Brasil de Fato
Liderança do MST, maior movimento popular do campo no Brasil, João Pedro Stedile vê um cenário difícil e complexo para a classe trabalhadora, “um período de confusões que não se resolverá a curto prazo”.
Para ele, as dificuldades de cenário fazem com que, “de um lado, o povo vê todos os dias a burguesia tomando iniciativas contra ele, e um governo inerte e incapaz. E de nossa parte, não conseguimos chegar até a “massona” com nossas propostas, até porque a mídia é controlada pela burguesia”.
Em entrevista ao Brasil de Fato, Stedile apontou como enxerga as movimentações do governo, das elites e dos setores populares. Criticou o ajuste fiscal que o segundo mandato de Dilma vem implementando e reconheceu a necessidade e os desafios em se elaborar uma proposta política alternativa unitária ao que está posto: “se o governo não mudar de rumo, ele continuará se afundando ainda mais na impopularidade e na incapacidade de sair da crise”.
Confira a entrevista abaixo:
Brasil de Fato – Como você está vendo o cenário político brasileiro?
João Pedro Stedile – O Brasil está passando por um período histórico muito difícil e complexo. O que temos debatido nas plenárias dos movimentos populares é que estamos passando por três graves crises.
Uma é a crise econômica, com a economia paralisada, a falta de crescimento da indústria e sinais de desemprego e queda da renda da classe trabalhadora.
Outra é a crise social, cujos problemas, sobretudo nas grandes cidades, como a falta de moradia, de transporte público, aumento da violência contra a juventude nas periferias e de milhões de jovens que não estão conseguindo entrar na universidade apenas aumentam. Os 8 milhões de jovens que se inscreveram no ENEM, por exemplo, disputaram 1,6 milhões de vagas. E os que não entraram, para onde vão?
A última é a grave crise política e institucional, em que a população não reconhece a legitimidade e a liderança nos políticos eleitos. Isso se deve ao sistema eleitoral, que permite que as empresas financiem seus candidatos. Para se ter uma ideia, apenas as dez maiores empresas elegeram 70% do parlamento. Ou seja, a democracia representativa foi sequestrada pelo capital, e isso gerou uma hipocrisia dos eleitos e uma distorção política insuperável.
Isso se reflete nas pautas que o parlamento adota e nas ideias que eles defendem, que não tem nada a ver com seus eleitores. Vejam só um caso: na sociedade brasileira temos 51% de mulheres. Foi apresentado um projeto para garantir 30% de representação feminina, mas eles bloquearam. E, com isso, vamos manter apenas as atuais 9%!
Como você avalia as propostas que predominam no debate público para superar esse cenário?
As classes dominantes, aqueles que detêm o poder econômico na nossa sociedade, são muito espertas. Não à toa que eles governam há 500 anos. Eles perceberam a gravidade da crise, e por isso abandonaram o pacto de alianças de classe com os trabalhadores, representado pela eleição de Lula e Dilma, que resultou no programa neodesenvolvimentista.
O neodesenvolvimentismo, enquanto programa de governo, se esgotou. Os setores da burguesia que faziam parte e se beneficiavam deste programa caíram fora, e agora apostam num outro programa.
O programa deste setor para sair da crise é basicamente a defesa do Estado mínimo, utilizando-se de máscaras como a diminuição de ministérios, menos ingerência do estado na economia, na retirada de direitos trabalhistas – com o objetivo de que o custo da mão de obra diminua e se retome as altas taxas de lucro, podendo competir melhor no mercado mundial com seus concorrentes.
O terceiro elemento é o realinhamento da economia e da política externa aos Estados Unidos. Por isso criticam as políticas dos Brics, da Unasul, do Mercosul e defendem abertamente a volta da Alca.
Esse é o programa da classe dominante para sair da crise. Não é outra coisa que a volta do neoliberalismo. E para alcançar estes objetivos acionam seus operadores políticos nos espaços em que detém hegemonia completa, como é o caso do Congresso Nacional, do Poder Judiciário e da mídia burguesa.
Estes três poderes estão atuando permanentemente e de forma articulada entre si para que este programa seja implementado. E o partido ideológico que está costurando essa unidade entre os três espaços é a Rede Globo.
O governo tem tomado diversas iniciativas de política econômica, medidas provisórias e ajuste fiscal. Como os movimentos estão vendo estas iniciativas?
Para nós, o governo Dilma não entendeu a natureza da crise instalada, nem o que está acontecendo na sociedade brasileira. Tampouco a disputa ideológica que foi travada no segundo turno das eleições, uma tremenda luta de classes.
O governo errou ao montar um ministério muito dependente de partidos conservadores, que inclusive votam contra o governo no parlamento. Chega a ser esquizofrênico. Talvez seja o pior ministério desde a nova república, e está resumindo a crise a um problema de déficit no orçamento.
Ora, o déficit no orçamento é apenas consequência da crise, e não adianta tomar medidas paliativas. Como explicou bem o professor Belluzzo, “o motor da economia pifou, e o governo está preocupado com a lataria do carro”.
Por incrível que pareça, todas as MPs e as iniciativas que o governo tomou não só não resolvem as crises citadas, como tendem a agravá-las, porque ficam na aparência dos problemas e não vão às causas.
Pior, muitas das medidas, em especial as da economia, vão na direção do programa da burguesia, ou seja, retiraram direitos dos trabalhadores. Aumentar a taxa de juros é tudo que o setor hegemônico dos capitalistas querem: ganhar dinheiro com o rentismo e com a especulação.
Se o governo não mudar de rumo, não mudar sua política econômica e não tomar iniciativas que coloquem o debate na sociedade, da necessidade de uma reforma política profunda, ele continuará se afundando ainda mais na impopularidade e na incapacidade de sair da crise.
Nessa conjuntura complexa, há possibilidade de golpe?
As classes dominantes, os capitalistas, os empresários e a direita, enquanto campo ideológico, são muito diversos numa sociedade tão complexa como a nossa. Por mais que a Globo se esforce para dar unidade a eles, não conseguem ter consenso na forma de ver os problemas e nas propostas para a saída da crise.
É certo que tem setores mais radicais da direita que querem o golpe, o impeachment, até pelo parlamento. Mas acredito que uma confusão institucional não interessa aos setores empresarias.
O que eles querem é que o governo assuma o programa deles. Só isso. Por outro lado, os mesmos motivos para ter processos de impeachment para Dilma poderiam ser aplicados aos governadores Geraldo Alckmin (PSDB), Beto Richa (PSBD), etc, o que criaria uma confusão generalizada.
Infelizmente acho que o governo caiu nessa armadilha. E mesmo assumindo o programa da classe dominante, as três crises não se resolvem. Por isso estamos num período de confusões que não se resolverá a curto prazo.
E qual a proposta dos movimentos populares diante dessa situação?
De parte dos movimentos populares a situação também é complexa. Os movimentos e as forças populares, que englobam todas as formas organizativas, como partidos, sindicatos, movimentos sociais, pastorais, etc, não tem tido capacidade de organizar uma plataforma comum, um programa unitário de saída da crise.
Temos ideias gerais, em teoria, como, por exemplo, o entendimento de que apenas sairemos da crise econômica se o governo abandonasse o superávit primário e, ao invés de pagar R$ 280 bilhões de juros por ano, investisse esses recursos públicos na indústria para gerar emprego, em obras públicas de transporte, moradia e na educação.
Já na crise política, só iremos superá-la se tivermos uma reforma política profunda. São ideias gerais, em torno de reformas estruturais necessárias. Porém, é preciso construir um programa que unifique todos os setores sociais e dê unidade às ações de mobilizações de massa.
Por ora, apenas os setores organizados da classe trabalhadora estão se mobilizando. A “massona” do povo está quieta, assistindo assustada pela televisão as notícias da crise e da falta de alternativas.
De um lado, o povo vê todos os dias a burguesia tomando iniciativas contra ele, e um governo inerte e incapaz. E de nossa parte, não conseguimos chegar até a “massona” com nossas propostas, até porque a mídia é controlada pela burguesia.
Como você está vendo o processo da operação Lava-Jato e as denúncias de corrupção que envolvem as empresas e a Petrobras?
Há muitos aspectos que envolvem esse tema. Claro que há pessoas e empresários que se apropriaram pessoalmente desses recursos e até enviaram recursos para o exterior, e portanto são corruptos.
Mas a corrupção na sociedade brasileira é muito mais ampla. Está presente na gestão de recursos públicos, que envolvem políticos de todos os partidos e outros setores sociais.
Quando um professor da USP com dedicação exclusiva abre um escritório de consultoria, ou um segundo emprego, ele também está sendo corrupto. Mas tudo isso apenas resolveremos com processos de participação popular na gestão dos recursos públicos e métodos permanentes de fiscalização por parte da sociedade.
Mas o caso mais patético da Lava-jato é que ficam culpando este ou aquele. O problema de fundo é o método das eleições. Enquanto houver financiamento das empresas nas campanhas eleitorais haverá Lava-jato.
A solução real não é apenas querer prender fulano ou beltrano, é mudar o sistema. Precisamos de uma reforma política profunda. O Congresso já deu várias provas, inclusive nas últimas semanas, que não quer mudar nada. A única saída seria convocarmos uma assembleia constituinte exclusiva, que faça a reforma do sistema político brasileiro.
Claro que a realização de um plebiscito popular, que legalize a convocação da assembleia, somente virá se as massas forem às ruas e lutarem pela assembleia constituinte. Ou seja, vai depender de uma nova correlação de forças. Mas essa é a única saída política para combater a corrupção.
Também é importante ressaltar que todas as entidades de advogados , juízes e juristas tem denunciado os abusos de poder do Juiz Sérgio Moro, extrapolando suas funções e se utilizando, em conluio com os meios de comunicação, do vazamento de informações, das delações premiadas e prisões com claro viés partidário.
Não se vê a mesma divulgação, empenho e nenhuma prisão nos casos semelhantes de corrupção dos trens de São Paulo, por exemplo, ou no caso do chamado mensalação mineiro, ou mesmo das falcatruas praticadas pelo governo Aécio/Anastasia nas empresas estatais de Furnas e Cemig, em Minas Gerais.
O juiz Moro tem se prestado a alimentar um ódio da classe média contra os petistas, como se todos estivessem envolvidos com corrupção, todos fossem culpados, quando o verdadeiro culpado é o sistema eleitoral, que eles não querem mudar.
E como você avalia o projeto do senador Serra (PSDB), que retira a Petrobras do pré-sal?
O projeto do Serra, em debate no Senado, é a prova mais cabal de como os parlamentares da direita aplicam o programa da burguesia no Congresso Nacional para sair da crise.
O projeto retira da Petrobras a prioridade da exploração do pré-sal. É tudo o que as empresas transnacionais precisam, já que não será mais necessário gastar com pesquisa, já que se sabe onde está o petróleo. Não há nenhum risco, basta ir lá e buscá-lo.
Num país continental como o nosso, o Estado brasileiro não tem nenhuma condição de fiscalizar o que essas empresas fariam em alto-mar, nem para onde e quanto petróleo levariam.
Se a Petrobras está passando por dificuldades financeiras e não pode operar todos os poços, é preferível que se vá mais devagar com a exploração das reservas, garantindo que o povo brasileiro tenha controle sobre elas.
E claro, é preciso que os trabalhadores da Petrobras tenham maior participação na gestão da empresa, senão acontece com o que passou o minério de ferro, quando Fernando Henrique Cardoso privatizou a Vale do Rio Doce e entregou de graça aos capitalistas estadunidenses.
Hoje, são exportados bilhões de toneladas de ferro por ano, e o povo brasileiro não tem nenhum benefício com essa riqueza natural, embora pela constituição ela deveria ser utilizada em beneficio do bem estar de todo população.
Espero que o Senado tenha juízo em barrar esse projeto, ou mesmo que a presidenta vete depois, e que os petroleiros se mantenham a mobilização e a luta em defesa da Petrobras.
Quais as iniciativas que os movimentos populares estão tomando para se posicionar nessa conjuntura?
Estamos fazendo todos os esforços para construir plenárias unitárias entre todas as frentes de massa, sobretudo nos estados, e estimular os setores organizados a lutarem. Em alguns estados essa unidade é mais notória, como aconteceu na luta dos professores no Paraná e em Minas Gerais.
Em nível nacional, as centrais sindicais, em especial a CUT (Central Única dos Trabalhadores), tem feito um esforço de coordenar as iniciativas de mobilização da classe trabalhadora em defesa de seus direitos.
E há uma disposição, caso avance o projeto de terceirização, de realizarmos uma greve geral em todos os setores da economia, para brecar essa medida que faz parte do projeto da burguesia.
Acho que já há uma unidade muito grande e disposição de luta em defesa dos direitos dos trabalhadores, mas ainda não avançamos para construir um programa alternativo para a classe.
Vocês também estão propondo uma frente política, que está sendo chamado de Grupo Brasil. O tema das frentes amplas ou frente de esquerda tem aparecido. Como o MST está vendo estas propostas?
Estamos vendo a necessidade de construir dois espaços complementares de frentes, de unidade. Uma frente de lutas de massa, que a CUT e os movimentos populares estão puxando.
Porém isso não é suficiente. É necessário uma outra frente política, que consiga aglutinar os movimentos populares, partidos, entidades, pastorais e intelectuais para debater um projeto para ao Brasil. Ou seja, uma frente que nem é partidária, nem eleitoral. É uma frente política para pensar o futuro e ter um projeto alternativo ao da burguesia.
Claro que na construção dessa frente há também diferentes opiniões e iniciativas. É provável que tenhamos até várias frentes políticas. Talvez não seja possível ter unidade nesse campo, já que as ideologias, interesses de partidos e vaidades pessoais às vezes se sobrepõem a necessidade da unidade. E faz parte da luta de classes essa diversidade.
Como MST, estamos apostando numa frente política, popular e nacional que aglutine todas as forças que votaram na Dilma no segundo turno. Essa é uma referência ideológica. Provavelmente setores mais à direita ou mais à esquerda não queiram participar. Não porque não queiramos, mas por terem um projeto diferente.
Há uma proposta de realizarmos, no mês de setembro ou em torno da semana da pátria, uma grande plenária nacional em Minas Gerais, que reúna representantes, militantes de todas as forças populares (partidos, sindicatos, movimentos populares, pastorais e intelectuais) para debatermos um programa popular para enfrentar a direita e a crise.
E na Reforma Agrária, qual é a analise que o movimento está fazendo das medidas do governo Dilma?
A Reforma Agrária também está paralisada, como parte dessa crise, da falta de um projeto de país. Felizmente houve mudanças no Ministério do Desenvolvimento Agrária e no Incra, e temos companheiros sérios e comprometidos com a Reforma Agrária, o que nos ajuda muito a resolver os problemas pendentes, o passivo desses últimos dez anos.
Temos 120 mil famílias acampadas que o governo precisa assentar. Temos um déficit de mais de 100 mil casas nos assentamentos, falta de assistência técnica, e os projetos de agroindústria estão parados. Se o senhor Levy [Ministro da Fazenda] não atrapalhar, acho que esses problemas emergenciais serão resolvidos pela nova equipe.
Porém, o que está posto é a necessidade de um novo projeto de Reforma Agrária, naquilo que chamamos de Reforma Agrária Popular, que se baseia em novos paradigmas que vão além da necessária democratização da propriedade da terra.
Além dela, precisamos organizar uma produção que priorize o cultivo de alimentos saudáveis a toda população. A matriz tecnológica deve se voltar para a agroecologia, instalar agroindústrias e cooperativas em todos os assentamentos como forma de aumentar emprego e renda aos assentados.
Precisamos democratizar a educação e ampliar o acesso à escola em todos os níveis. E para que esse novo projeto de Reforma Agrária se realize, dependerá do programa e da mobilização de toda classe trabalhadora. O MST e os sem-terra sozinhos não conseguem mais avançar.
Daí o nosso esforço de se envolver com outras articulações políticas e populares, pois o avanço da Reforma Agrária Popular depende das mudanças gerais, das reformas estruturais da sociedade brasileira.
Você está indo para o encontro dos movimentos populares da América Latina com o Papa Francisco, na Bolívia. Como será esse novo encontro?
Desde a eleição do Papa Francisco, por iniciativa dele, temos construído canais e pontes de interlocução. Fizemos seminários no Vaticano para debater temas da desigualdade. Produzimos um documento sobre o perigo dos transgênicos e agrotóxicos.
Ficamos muito contentes com a nova encíclica do Papa, sobre a ecologia, em que ele incorpora muitos debates que tem acontecido nos movimentos camponeses e entre os cientistas comprometidos com a verdade. Em outubro de 2014 fizemos o encontro no Vaticano entre o Papa e 180 lideranças populares do mundo inteiro.
Agora estamos dando sequência a esse diálogo, e vamos reunir 1.500 lideranças de toda América Latina para debater com ele, em Santa Cruz de La Sierra, na Bolívia.
Aqui do Brasil estamos indo com 250 delegados. Todo encontro e a nossa delegação está dividida sempre entre os três setores de movimentos populares: terra (os camponeses), teto (a luta pela moradia) e trabalho (os setores sindicais e populares que se organizam em torno do trabalho).
Tenho certeza que o encontro será muito proveitoso, e pretendemos tirar uma carta comum de compromisso entre os movimentos populares e o Papa Francisco, como representante máximo da comunidade dos milhares de católicos de todo o mundo.
As posições do Papa nos diversos temas em que ele já se posicionou tem sido uma grata surpresa a todos, não só para os movimentos populares, mas para a sociedade em geral.
Em Roma ele defendeu três teses fundamentais, como um programa mínimo para salvar a humanidade: “Nenhum camponês mais sem terra. Nenhuma família sem uma casa digna, e nenhum trabalhador sem trabalho e sem direitos”. Acredito que agora vamos avançar para novos temas.
janes salete
7 de julho de 2015 6:10 pmVânia: o quesempre me
Vânia: o quesempre me assustou foi a omissão do psol em momentos decisivos para a permanência da esquerda no poder. O tempo todo esse partido, que deveria estar apoiando o governo, quis tirar proveitro mpara arebanha5r as perdas que estavam ocorrendo mo PT. Estar aao lado o TEWMPO INTEIRO, é o que torna a direita forte. Ver heloiusa helena sentada aos beijos com o coronel baiano no mensalão, foi de lascar. Se os partidos de esquerda tivessem se unido nesse processo, nção estaríamos nessa situação. JAMAIS PERDOAREI O PSOIL se derruarem Dilma. Depois do sangue derramado, chorar como crocodilos é besteira e antiético. Quando as esquerdas deixarão de agir feito burras em momentos decisivos? Essa frente que falas, espero que não seja tarde demais. Cada um preocupado com seu ganho eleitoral em momentos de extrremo perigo de sofremos um golpe, sempre me deixou apavorada., horrorizada. Será que sempre teremos que ver quem lutou pela democracia ser assasinado politicamente porque as esquerdas se diuluiem como covardes interesseiros? Voto na esquerda porque acredito que a justiça social só é possível com essa forma de governo, mas o psol me decepionou demais. Eles desestabilizam, não agrupam. Se o psol deixar de ser um oportunista e lutar pelo meui BRASIL, então estou nessa. Se esse partido se mostrar apenas, NOVAMENTE, um babaca fazendo o jogo da direita, espero que ele mesmo use o próprio veneno: dilua-se. Tive tanta vergonha de ver os psolistas no mensalão, que não tinha maos estômago para acompanhar seus políticos que só faltavam beijar os pés imundos dos coronéis noerdestnis e paulistas, sempre chegafos num golpe.
Fernando J.
7 de julho de 2015 7:05 pmSou testemunha ocular e
Sou testemunha ocular e auditiva do que a Luciana Genro está fazendo em SP.
Editado: Aguarde para ver o que ela e o pai vão fazer com o PT do Rio em 2016.
Jair Fonseca
7 de julho de 2015 8:38 pmO que ela está fazendo?
O que ela está fazendo?
Fernando J.
7 de julho de 2015 9:42 pmTarso & Luciana Rio 2016
Ambos – Tarso & filha estão fixando-se no RJ – articulam a chapa Freixo 2016 para prefeitura do Rio.
arkx
8 de julho de 2015 1:14 amSP e Rio: 400 anos-luz de distância
nas eleições de 2014 no Rio, o total de nulos, brancos e abstenções superou a votação de Pezão no 1º turno. o candidato do PSOL empatou tecnicamente com o Lindinho, no município do Rio de Janeiro. em Niterói ficou em 2º lugar.
grande parte da crise política, em sua feição divulgada pela grande mídia, é também a crise de SP. a crise da oligarquia de SP, que jamais teve um projeto de país, sempre desprezando a nação e o povo e tendo como aspiração se tornar um protetorado dos EUA.
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Nira
8 de julho de 2015 2:39 amNenhuma simpatia especial
Nenhuma simpatia especial pela família Genro, mas nada contra o Freixo, até o momento. E qual será a proposta do PT para a prefeitura do Rio ? Caudatário do PMDB ? Candidatura própria definida pelo Quaquá ? Espero que apresente uma boa alternativa, porque desde o apoio à candidatura do Garotinho vivo em sobressalto com o PT do Rio.
Eduardo Goldschtag
7 de julho de 2015 6:28 pmVai cair do mesmo
Vai cair do mesmo jeito.
Collor disse a mesma coisa, e era mais inteligente do que ela.
Nelia Maria
7 de julho de 2015 8:29 pmEra tão inteligente que
Era tão inteligente que confiscou a poupança e achou que ia ficar por isso mesmo. Era tão inteligente que achou que estava usando a Globo, quando, na verdade, foi usado por ela para deter o Lula. Depois, quando o Collor quis agir de forma mais independente, a Globo o descartou.
Fernando J.
7 de julho de 2015 6:40 pmSobre a tal Frente de Esquerda
Antes desta recente reunião da semana passada, houve uma outra onde estavam presentes jornalistas de peso, professores universitários/intelectuais do porte de um Ladislau Dowbor. Isto aconteceu há uns 3 meses quando a fervura ameaçava desandar como agora e acordaram para a necessidade de criar uma Frente de Esquerda. Foi o embrião. Representando o PSOL, o Gilberto Maringoni. Um dos presentes à reunião me contou pessoalmente como foi. Maringoni adotou uma postura blasé, sorriso de deboche no canto da boca durante toda a reunião, praticamente não participou da conversa. Esta pessoa ficou revoltada com a postura dele. Sei lá, as coisas podem ter mudado, mas até prova em contrário vai haver sim uma Frente de Esquerda, mas jamais com a presença do PSOL e do PSTU.
Andre B
7 de julho de 2015 7:36 pmUma frente do PT com ele
Uma frente do PT com ele mesmo? ou será que vão buscar aliados para a frente de esquerda no PP, no PMDB, com o Collor, com os evangélicos radicias, na familia Sarney, nos economistas de chicago, nos latifundiários escravistas como Kátia Abreu?
Fernando J.
7 de julho de 2015 8:48 pmNão é possível
Faltava. O PT NUNCA se opôs a que o PSOL e outras agremiações de esquerda do tipo grêmio estudantil do segundo grau o apoiassem, e nunca vai dispensar apoio nenhum. ELES é que não querem. NUNCA quiseram. Consideram o PT INIMIGOS MORTAIS, combatem o PT como um mal a ser extirpado. Por esses singelos motivos não acredito que eles venham a compor a Frente de Esquerda. Na hora H vão pular fora.
Vânia
7 de julho de 2015 9:05 pmQuem é inimigo mortal de quem?
Depois que Marcelo Freixo, deputado estadual reeleito pelo Rio Janeiro com o maior número de votos, e Jean Wyllys, reeleito à Câmara dos Deputados Federais, ambos pelo PSOL fluminense, declararam apoio e voto a Dilma Rousseff, a bancada federal do Partido Socialismo e Liberdade divulgou manifesto coletivo em que se posiciona a favor da candidatura petista e afirma que o avanço da ultradireita é “preocupante”.
O manifesto, que é assinado por todos os deputados federais eleitos pelo PSOL, elenca sete pontos por que é necessário frear o avanço da candidatura de Aécio Neves (PSDB). “O PSOL vê com preocupação o avanço conservador no Congresso Nacional, com a votação expressiva de representantes da ultradireita, do fundamentalismo, do corporativismo empresarial e latifundiário, do ruralismo antirreforma agrária e violador dos direitos indígenas, do patrimonialismo, do discurso de ódio à diversidade e aos direitos humanos e do clientelismo dos currais eleitorais”, diz o manifesto.
http://www.revistaforum.com.br/blog/2014/10/bancada-eleita-psol-declara-voto-em-dilma-rousseff/
Fernando J.
7 de julho de 2015 9:20 pmAplaudo de pé
Se eles compuserem mesmo a Frente e ajudarem, de forma civilizada e responsável, a preservar as instituições, serei imensamente grato e aplaudirei de pé. A propósito, conheço o PSOL de SP, que é exatamente como escrevi. E, há poucas semanas, durante a greve dos professores, estava debaixo do carro de som onde a Luciana Genro esgoleava contra o PT. O ato político era contra a falta dágua em SP e pela greve dos professores. Porém, o discurso dela ignorou o Alckmin, foi 100% contra o PT, ataque direto, porrada, para delírio da galera do MTST e do Boulos, ao lado. Amarrem a boca da Luciana.
Fernando J.
7 de julho de 2015 10:56 pmFinalizando (última)
O PSOL tem fixação psicanalítica no PT e o PT é que é o culpado?
Anarquista Lúcida
7 de julho de 2015 9:43 pmFoi a primeira vez que o PSOL agiu assim…
Ainda me lembro do Plínio dizendo que votar em Dilma ou Serra nao faria diferença. E a Luciana ensaiou fazer o mesmo da última vez. Felizmente Wyllys e Freixo sao políticos muito melhores, e tiveram atuaçao ÓTIMA nas últimas eleiçoes. Mas foi a primeira vez. Antes eles reforçaram o discurso do “mensalao”, reforçaram o udenismo moralista… Tomara que continuem como na última eleiçao, e nao como antes.
Vânia
7 de julho de 2015 9:57 pmQue seja.
E agora, vai ficar remoendo o passado e desprezar a união das esquerdas?
Se dependesse dessa militância ressentida, na próxima pesquisa a rejeição da Dilma chegaria a 99%.
Ainda bem que vocês só dialogam entre si, os “convertidos”.
Ao menos não espantam.
Se dependesse de gente ressentida assim, nem eu seria mais petista.
Anarquista Lúcida
7 de julho de 2015 10:15 pmMá fé sua, para variar. Meu próprio comentário mostra isso
Reconheci a mudança recente em PARTE do PSOL, e disse que a atuaçao do PSOL do Rio nas últimas eleiçoes foi ÓTIMA. Já votei em Freixo, nao sou sectária. Agora, quando vejo inverterem a história e apresentarem o PT como aquele que quer derrubar outros partidos de esquerda, aí grito alto, porque É MENTIRA.
arkx
8 de julho de 2015 1:03 amnão desistamos ainda
não sou petista. o fui com muita paixão e orgulho até 1989. mas para muitos daqueles que continuaram a ser, são 12 anos de auto-ilusão com o lulismo, desmascarado definitivamente em 2002 com a nomeação de Meirelles, um executivo banqueiro, para comandar o BC.
nem mesmo com a vaca tossindo e Dilma mais uma vez mexendo nos direitos trabalhistas, sem nunca cogitar tocar em qualquer privilégio das oligarquias, a defesa incondicional do lulismo prossegue pétrea.
outro ponto a considerar são as realidades absurdamente distintas entre Rio e SP. SP é anos-luz mais conservador do que o Rio. para um carioca chega a ser inacreditável.
apesar de não estar aqui para fazer amigos, a Anarquista Lúcida é um dos raríssimos participantes que assim considero, mesmo divergindo de algumas de suas posições.
chegou sim o momento de fazer uma grande frente do campo progressista. um dos problemas é que o lulismo sonha ser a frente viável sem romper com sua estratégia de “conciliação permanente”. o lulisnmo sempre conciliou, só que agora o outro lado não quer mais conciliar. e aí o lulismo está perdido. sua estratégia faliu.
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NICKNAME
8 de julho de 2015 2:09 amMuito bem, Vânia. Dá licença pra me intrometer?
Vânia, acho que você está mais certa (isso de medir graus é difícil, me dê desconto), o que não quer dizer que eu não reconheça que Anarquista Lúcida também tenha um quê de razoabilidade (sim, a ressentida e de mal com a vida Anarquista Lúcida que já pegou no meu pé ferozmente, agressivíssima, a inspetora do blgo, como outra pessoa já a denominou).Pela frente e talvez utópica união das esquerdas (que há o folclore que só se unem na cadeia). Viva as utopias a perseguirmos! (Sem ignorar naturais diferenças, não somos soldadinhos de chumbo a pensar tudo da mesmíssima forma e conteúdo).
Anarquista Lúcida
8 de julho de 2015 2:30 amVai te catar, seu panaca
O “doce” Nickname, que tem moral para falar de agressividade alheia… E tá metendo a mao em cumbuca, nao sabe onde tá se metendo. Passa fora!
NICKNAME
8 de julho de 2015 2:40 ampor que essa raiva e esse tratamento, tanto assim?
eu reconheci razoabilidade no post pra Vânia. Claro que dei uma cutucada em você, mas você se melindra fácil, não pode levar na valsa, na esportividade? Você leva muito a sério. Temos pontos em comum, algumas espetadas, mas nada além do que possa machucar. Por exemplo, Gunter usou Beatice, eu uso Irmandade, é humor, e se fosse tão horrível por aqui não estaríamos, ainda que esporadicamente, ou frequentemente. Não quero saber onde estou me metendo, isso nem me importa, soa como ameaça policialesca. Tenho meus defeitos. Ainda aposto na sua reflexão sobre a imperfeição humana.
Anarquista Lúcida
8 de julho de 2015 3:19 amD novo a mesma hipocrisia Faz 1 discurso lindo e age ao contrári
Vc nao me deu uma “cutucada”, agrediu feio, e depois mais uma vez vem com discurso de “humor”, esportividade, o escambau, mais uma vez morde e assopra. É repulsivo isso. E tou pouco me lixando com seus conceitos de beatice, irmandade, etc. Isso é apenas obsessao sua, que vive sonhando com isso. Passa fora, seu cretino.
NICKNAME
8 de julho de 2015 4:39 amai, que coisa, toma um drink, relaxa
Vc acertou em parte, não conseguiu ver que morder e assoprar é um jeito de brincar, de mexer, nada de agredir feio. Ache repulsivo, é seu jeito. Tá se lixando, senão não ia me enviar uma coisa assim. Olha o vocabulário. Um copo de vinho pra relaxar ? Um aforimso de La Rochefoucauld diz mais ou menos isso (não decorei…): não se é tão lúcido, quem assim se pensa.
Anarquista Lúcida
8 de julho de 2015 2:15 pmJeito de brincar, é? Vá brincar assim na sua família
Repulsiva a hipocrisia de atacar, e atacar pesado, e fingir que é brincadeira. Coisa de gente falsa e torpe. Por isso reagi, nao por suas besteiras persecutórias de panelas e quetais.
Andre B
8 de julho de 2015 12:25 amNão sou do psol nem defendo o
Não sou do psol nem defendo o Aécio. Mas olhando a atual politica econômica, me explica, qual a diferença em ter votado no Aécio ou na Dilma? digo, a diferença para a maioria da população trabalhadora e não para quem vive pendurado em cargos, seja do PT,seja do PSDB.
Ferruccio Gobbo
8 de julho de 2015 4:52 pmA diferença entre ter votado
A diferença entre ter votado no Aécio ou na Dilma é que ambos têm visões diferentes de país.
Sumarizando ao extremo, o Aécio representa os interesses das elites econômicas e financeiras, o 1% que possui 40% da riqueza nacional. Esse 1% não está interessado nos benefícios sociais (não precisa deles) nem na distribuição de renda (pelo contrário, querem aumentar seus 40%).
A Dilma representa os interesses dos outros 99%, constituídos dos que vivem do trabalho. Há uma preocupação com os benefícios sociais e a distribuição de renda.
Sendo assim, porque a Dilma está implementando uma política econômica que reduz emprego e salários? Na minha opinião, porque ela não tinha alternativa, na conjuntura atual.
A esperança é que, após o ajuste, o país retome o crescimento e a política de inclusão social e distribuição de renda.
Com o Aécio, teremos um permanente ajuste fiscal (para favorecer o mercado financeiro), a ênfase no superávit primário, com prejuizo do investimento e do avanço social.
Vânia
7 de julho de 2015 9:15 pmpara além dos representantes eleitos e candidatos do PSoL
Digo mais, Andre.
Felizmente, meu grupo de amigos/conhecidos no Rio é majoritariamente de esquerda. A marioria (na qual me incluo) votou no PT já no primeiro turmo, um outro grupinho menor votou no PSoL.
Os que votaram no PSoL no primeiro turno, não só votaram na Dilma no segundo turno como compareceram às manifestações/passeatas em apoio de sua candidatura,
Enquanto isso, teve Sarney flagrado pelas câmeras votando no Aécio.
E ainda tem petista fanático que tem coragem de colacar a culpa das desventuras do atual governo no PSoL e adjacências? Ou então ficar de mimimi com o PSoL.
Pelamor!
Acho que se esses meus amigos psolistas conhecessem essa militância jihadista do PT nem tinham votado na Dilma, muito menos feito campanha para ela.
SIM, eles fizeram.
edna baker
7 de julho de 2015 11:17 pmClaro PSOL e PSTU sonham com
Claro PSOL e PSTU sonham com a queda do PT de manhã à noite. Adivinhem por quê?
Vânia
7 de julho de 2015 7:07 pmDesisto!
É inacreditável!
Tem uma parcela da militância do PT que só fala consigo mesma.
E não percebem o quão improdutivo isso é.
Estratégia totalmente errada.
Vocês estão se isolando e não percebem.
Atraindo antipatia de pessoas da esquerda que não são necessariamente petistas (mesmo tendo votado no PT por várias vezes) e de outras que apesar de estarem ideologidamente em cima do muro (por ignorância, talvez) mas que poderiam ser atraídas por argumentos menos extremistas.
Pessoas que têm críticas honestas aos governos do PT. Com os desonestos não adianta falar.
Muita gente aqui me conhece (ou pessoalmente ou pelo facebook) e sabe que eu não passo um dia sem fazer a defesa (sempre que cabível) do governo e do partido.
Mas tento, com todas as forças, não cair em discurso radical que só dialoga com convertidos.
Tenho aprendido, ou tentado aprender, a usar argumentos que não agridam e não espantem quem não pensa exatamente dentro daquela caixinha “PT até debaixo d’agua” (ou dos quintos dos infernos), mas que pode compreender a realidade, que pode passar a ter outra visão sobre política que não aquela martelada dia sim dia não pela mídia.
Num momento desse, ficar atando o PSoL, PSTU ou coisa parecida é burrice das grandes!
Entendam de uma vez por todas.
Agindo assim vocês mais atrapalham do que ajudam.
Não angariam um mísero simpatizante, somente aplausos da velha e conhecida plateia do “tudo ou nada”.
JorgeSP
7 de julho de 2015 7:18 pmVânia
a internet é assim, mas é preciso paciência.
se voce entrar nas redes sociais psolistas e pstusistas verá que o movimento é parecido.
nos partidos de direita também.
é preciso conversar, conversar e conversar.
e, principalmente, defender a verdade, sempre!
Cristiana Castro
7 de julho de 2015 10:09 pmÉ isso aí!
É isso aí!
Jair Fonseca
8 de julho de 2015 2:01 amVerdade. As esquerdas (no
Verdade. As esquerdas (no plural) sempre tiveram essa tendência suicida de brigar mais entre si do que contra seus inimigos. A divisão muitas vezes foi mortal para elas, e nem é preciso ir à Guerra Civil Espanhola para constatar isso, basta ver o Brasil de hoje. Miremo-nos no exemplo daquelas Syrizas de Atenas: pegaram o rabo de foguete na Grécia, em plena bancarrota devida aos neoliberais, e teve apoio massivo de seu povo, por ser uma frente de esquerdas. Das novas esquerdas, porque o PC de lá não está no governo, pelo que sei.
Lucinei
8 de julho de 2015 11:03 pmPerfeito, Jair.
Essa mania
Perfeito, Jair.
Essa mania das esquerdas de ficarem fazendo crítica e autocrícia em público além de jogar “água no moinho” da direita, que só sabe atacar a esquerda sem oferecer uma proposta pra nada nem em período eleitoral, facilita que os “indecisos” se “confortem” com as “verdades” rasteiras que a oposição verbera diuturnamente na imprensa e no parlamento.
O momento é de reforçr que a reação se assanhou contra a redução das desigualdades, contra ampliação dos direitos, contra a defesa do patrimonio nacional… Não é combate a corrupção coisa nenhuma: é disputa pelo poder; derrubando o PT eles voltam a engavetar tudo.
Nabor
8 de julho de 2015 2:09 amVânia, a minha paciência tem
Vânia, a minha paciência tem limites, estou com estes coxinhas, com o saco quase saindo pela boca, eles não entendem esta linguagem mansa.
Severino Januário
7 de julho de 2015 7:47 pmA ninguém é dado o direito de
A ninguém é dado o direito de subestimar o poder dos golpistas. Se o golpe chegou até aqui, passando por cima de tudo o que seja justo e razoável – e que não foi pouca coisa, ele não vai parar enquanto não parem com ele. A simples presença da possibilidade do golpe no ar, vai alimentando ilusões golpistas de diversas origens – todos os que com o golpe seriam recompensados e beneficiados. A persistência da possibilidade golpista vai propiciando a construção de cenários pós-golpe nos quais o golpe já seja dado como fato consumado. É esta presença da possibilidade que precisa ser afastada, para que não dê mais azo ao surgimentos de monstruosidades que poderão se tornar realiidades. Combata-se o golpe já e lá, dentro do TCU e também lá, dentro do TSE, de onde partem os fantasmas da possibilidade golpista. Promova-se uma força tarefa cidadã de natureza jurídica, composta de pessoas da mais alta competência, e se faça com que elas monitorem o TSE permanentemente, entrando com todo tipo de recurso antecipado que possa ser possível de entrar, sem deixar para agir apenas quando tudo já dependa só de um “sim” ou de um “não”. E se promova outra força tarefa cidadã para encher o TCU de pessoas de bem, pelas escadarias e corredores, perguntando como vão os trâmites contra o governo. Ao lado de tudo isso, se promova outra força tarefa de comunicação, não é necessário dizer para quê nem por quê. Que possam eles agir do mesmo preventivo. Nem de longe deve existir a possibilidade de que se relaxe com o golpe, de que sejamos por ele pegos e surpresa.
Cunha
7 de julho de 2015 9:28 pmSe nem os torturadores
Se nem os torturadores puderam com ela, quem vai poder?
Mário Mendonça
7 de julho de 2015 10:19 pmNassif
Desta forma, deveria
Nassif
Desta forma, deveria dar entrevista no pig todos os dias.
Não precisarai do congresso .
André Oliveira
7 de julho de 2015 10:26 pmDou mais um pontinho positivo
Dou mais um pontinho positivo para a Folha, depois do que dei pela publicação do artigo do Mantega. Só não entendi ainda por que estão dando essa colher de chá agora. Talvez para fazer a pose da imparcialidade e logo depois voltar a mandar chumbo grosso abaixo da linha da cintura.
Lucas Carneiro
7 de julho de 2015 11:16 pmParabéns, Presidenta Dilma,
Parabéns, Presidenta Dilma, defenda o seu mandato, a vontade popular que a elegeu e o Estado Democrático de Direito. O povo não lhe faltará e nem as mentes democráticas do nosso Brasil.
Fernando J.
7 de julho de 2015 11:23 pmObjetivos plenamente atingidos
“…alimentam as esperanças de que esteja saindo do imobilismo.”
Há uma cena clássica no cinema, quando alguém passa por um trauma/choque e fica em estado catatônico/letárgico, geralmente em cenário de guerra, e vem alguém e dá uns bons tapas na cara para provocar reação, fazer a pessoa voltar à realidade. Foi o que aconteceu. Lula, vendo o imobilismo do governo, e o grupo de néscios que a cercam, disparou uns tabefes ( “…eu e Dilma estamos no volume morto”). Deu resultado. Espera-se que não seja um simples espasmo. Oremos.
implacavel
7 de julho de 2015 11:30 pmQue bom!!!
Ufa!!! Que bom, os trolls sumiram dessa postagem no Blog do Nassif.
Eu particulamete tenho evitado entrar no Blog, ultimamente os comentários são só de reacionários.
Esse post aqui está relembrando os velhos tempos quando tinhamos debates de alto nível por aqui…
Ze Guimarães
7 de julho de 2015 11:40 pmGovernabilidade
Em um curso de Administração, eles nos ensinam que existem três modos um lider de exercer o poder sobre seus comandados.
Um deles é pelo carisma. Lula, e JK tinham muito isto.
O segundo é pela coerção. Foi muito usado na era da ditadura militar.
O terceiro é pelo dinheiro. Um lider pode comprar a fidelidade de seus comandados. FHC tentava isto.
O mais eficiente é o pelo carisma.
Dilma não tem nenhum dos três requisitos acima. Nem carisma, nem coerção, e o dinheiro também não senão não estaria fazendo um ajuste fiscal. Ela não consegue se impor com o Tombini, pois tem medo de negociar com o mercado. Aliás negociação não o forte dela. Nem se impor perante o Congresso. E muito menos com o Judiciario, com seu ministro republicano.
Ela até pode ter teimosia, mas isto não resolve crise alguma, talvez a impeça de cair, mas não ajudará o PT a vencer as próximas eleições. E o país precisa do PT, para protegê-lo do entreguismo do PSDB.
MR PAULO I
8 de julho de 2015 2:30 amDEMOMOCRÁCIA
Caro Guima, Ela foi eleita pela maioria – ainda que por margem pequena – das(os) brasileiras. Legitimidade é o que sustenta. O resto é pura pressão para retomar o Planalto. Vc conseguiu entender como uma concorrente consegue suplantar as demais por direitos, mesmo ofertando um preço menor? A Venus Platinada – se vc desejar – conseguiu. Tem sido assim desde os anos 70. Camel é uma marca de cigarro na Califórnia pra quem tá com grana curta. Conexão Manhathan é um pé no saco. Nem os coxinhas aguentam.
Ze Guimarães
8 de julho de 2015 10:17 pm“Legitimidade”
Caro Paulo. Náo sou a favor do impechment. Mas se ele acontecer, não movo um dedo para impedir. Pois Dilma também não moveu um dedo para impedir o ocaso da Odebrecht com seus milhares de empregos, ou das tercerizadas da Petrobrás, ela que chame o Zé Cardozo, ele abre uma sindicancia para apurar o impeachment.
Agora sobre a “legitimidade”.
Incrível que em 1992, o PT bradou o tacape pelo impeachment de Collor, que também foi “legitimamente eleito. E no final, se comprovou que nem havia corrupção por parte de Collor.
Não defendo Collor, porque também fui um dos car pintadas na época, O que pesava contra Collor era que arruinou a economia ( Dilma também), mentiu e enganou o povo, fazendo o oposto do que prometeu na campanha ( Dilma também) e Collor criou um desemprego monstruoso (Dilma também). Collor tinha muito mais cisas, lógico, como o confisco.
“Como muda o comportamento de um partido quando está na oposição e quando está no governo”.
L. Souza
8 de julho de 2015 3:44 amÉ, de fato. Mas ela já tem
É, de fato. Mas ela já tem uma coisa que todo mundo quer construir: história.
Ze Guimarães
8 de julho de 2015 10:09 pmHistórias e Estórias
Respeito a sua história, caro Souza, mas a única história que realmente importa para o povo brasileiro é emprego no presente, e isto dilma não tem a capacidade de oferecer, o resto são histórias para boi dormir.
‘Quem vive de história é museu”.
Marcos Antônio
8 de julho de 2015 1:28 amEstranho…
É escancarado,
Estranho…
É escancarado, mas sem a repercussão da Dilma parecia algo velado…
O Bom é que ela agora DEFENDERÁ A CONSTITUIÇÃO!
Por que ela partirá de si mesma, de seus valores, de sua consciência e do cargo pelo qual responde!
Quando você vive por sua consciência LIMPA e alguém o acusa, esse terá que provar…
Mais que afrontar um cargo, é afrontar sua consciência!
Não bastarão atos políticos, por que estão eivados de más intensões!
O silêncio dela foi benéfico pois expôs o podre interno da oposição!
Não se precisa mais de olhos especializados para enxergar quem é o presidente da cãmera!
A ansiedade o expôs de forma CONTUNDENTE E IRRETORNÁVEL!
peregrino
8 de julho de 2015 2:52 ammuito bonito o que você escreveu…
gostei muitíssimo………………………………………….se é que existe essa palavra, muitíssimo
estávamos carentes de alguém assim mesmo, como ela, ou de um Estado mais responsável
ou imune às más influências das censuras penais…………………………………………….
bem que tentam, mas duvido muito que encontrem
e olha que sou daqueles que acreditam que a beleza da perfeição política não está nas coisas escondidas
arkx
8 de julho de 2015 1:57 amfrente a frente
minha posição política pessoal é clara e definida: classista e anti-capitalista. só que é impossível fazer uma frente apenas com forças que tem exatamente a mesma posição. uma frente é sempre um espectro heterogêneo, mas unificado sob alguns princípios e bandeiras.
o que nos unifica? o que unificou os gregos para seu rotundo OXI?
como eles estamos todos aprisionados no labirinto do minotauro global. a Troika está em toda parte. e ela emite seu ultimato a todos nós: submissão completa à austeridade.
então, não importa se alguém é PT e lulista, ou PSOL ou PSTU ou anarquista, trabalhador ou pequeno e médio empresário. não abandonemos nossas posições, de modo algum, mas sejamos capazes de compreender nosso inimigo comum: a Troika, a tirania do sistema financeiro.
a chantagem, a extorsão e o terrorismo dos bancos tem um alvo muito preciso: a Democracia. e é na Grécia, onde a democracia começou a ser construída, que agora isto se revela de modo escandaloso.
nossa luta comum é contra um sistema financeiro global que almeja destruir a Democracia. nossa luta não é apenas defendê-la, mas fazer avançar sua construção. para isto, precisamos de outra forma de fazer política. e ainda mais, precisamos de outra forma de viver.
.
peregrino
8 de julho de 2015 2:59 amoutra coisa muito bonita que li hoje…
100 por cento contigo neste mesmo pensar
parabéns e muito obrigado pela oportunidade de ler algo tão bonito
peregrino
8 de julho de 2015 2:12 amGrande Dilma…
nessas horas é que vejo como a concorrência é pequena
peregrino
8 de julho de 2015 2:18 am100 por cento melhor de imediato não tem graça nenhuma…
é por isso que essa oposição não tá com nada
o gostoso da coisa política é melhorar 1 por cento 100 vezes seguidas
só as mulheres sabem como se faz isso
NICKNAME
8 de julho de 2015 2:22 amDivulguei e é melhor na edição impressa.
sou arcaico: aprecio e penso (sim, penso…) melhor no papel, lendo com vagar, e, na principal rede de livrarias, comprei a FSP.
peregrino
8 de julho de 2015 3:11 amgostei do “lendo com vagar”…
quando me encontro pelo caminho com expressões esquecidas, mas tão bonitas, fico feliz
NICKNAME
8 de julho de 2015 4:42 am… cantando as canções que não se ouvem mais…
[video:https://www.youtube.com/watch?v=pEZGNYUZgns align:left]
MR PAULO I
8 de julho de 2015 2:37 amDon´t You worry
Voces estão dando corda atôa. Dilma tem até 2018. Vcs se lembram do impeachement do so called “Sapo Barbudo”?. Deu no que deu.
peregrino
8 de julho de 2015 3:23 amcaramba…
já tou ficando esquisito de novo…………………………………………….
volta e meia dá isso………………………………………………………………………………………………………………
tanto que escrevi algo que me ligou arrependido
disse que a beleza da perfeição não está nas coisas escondidas, mas é lá que encontro o que julgo ser perfeito
ausente qualquer sentimento, só presenças………………………………………presenças, é isso, e só isso
peregrino
8 de julho de 2015 3:30 amnão quero nada disso, tenha dó
nada além de uma noite em que eu consiga pelo menos mudar de post
vou passar a entrar de dia de novo, é isso
de dia tem sons e luzes outras
Jandui Tupinambás
8 de julho de 2015 1:25 pmSeu post “the day after Impeachment” foi um logro jornalístico
Disse para você e outros comentaristas no post anterior: a história da Dilma não permite insinuações de que ela poderia desistir um dia.
jc.pompeu
8 de julho de 2015 1:43 pmPRA ACORDAR DE BEM COM A VIDA
PRA ACORDAR DE BEM COM A VIDA E
LEVANTAR ASTRAL DO GGN-NASSIF “MEU MUNDO CAIU”…
BEYONCÉ PERNÃO CANTANTE PRA STEVIE CEGANTE E A COZINHA SONORA ESTONTEANTE
[video:https://www.youtube.com/watch?v=WaoF9SbCzs0%5D