5 de junho de 2026

Em dia de lutas, Temer diz que sociedade vai apoiar a reforma da Previdência

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Da Agência Brasil

O presidente Michel Temer disse que a proposta de reforma da Previdência apresentada pelo governo federal evitará que o Brasil siga o caminho de outros países que, por não se prevenirem dos gastos excessivos com as aposentadorias, tiveram de fazer cortes de grandes proporções, chegando inclusive a cortes de salários de pessoas na ativa e aposentados.

“Não queremos que o Brasil tenha de fazer o que fez Portugal, ou seja, cortar salário de pessoas na ativa e de aposentados, ao mesmo tempo em que elevava a idade mínima para 66 anos e eliminava o décimo terceiro salário. Não queremos chegar a esse ponto. Não podemos fazer uma coisa modestíssima agora para daqui a 4 ou 5 anos termos de fazer como Portugal, Espanha e Grécia, que tiveram de fazer um corte muito maior porque não preveniram o futuro”, disse.

Segundo o presidente, a proposta representa um “caminho para salvar a previdência do colapso e para salvar os benefícios dos aposentados de hoje e dos jovens que se aposentarão amanhã”.

“Nós demos rumo seguro às contas públicas com o teto de gastos, imunizando o Brasil do populismo fiscal”, acrescentou Temer durante cerimônia de lançamento do projeto Senhor Orientador, do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília.

“Com toda franqueza tenho feito distinção entre medidas populistas e medidas populares. As populistas são feitas de uma maneira irresponsável. Têm efeito imediato, aparentemente cheia de aplausos, para logo depois se revelar um desastre absoluto. As populares não. Elas não têm o aplauso imediato mas têm o reconhecimento posterior”, afirmou.

Durante o dia de hoje (15), diversas entidades se mobilizaram e fizeram protestos para criticar as reformas da Previdência e trabalhista.

Patricia Faermann

Jornalista, pós-graduada em Estudos Internacionais pela Universidade do Chile. Coordenadora de Projetos. Repórter e documentarista de Política, Justiça e América Latina do GGN desde 2013.

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5 Comentários
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  1. adroaldo lima linhares

    15 de março de 2017 8:32 pm

    Mas o fajutão gosta de falar

    Mas o fajutão gosta de falar de coisas de governantes! E como gosta de comparecer a inaugurações de obras alheias! Alem de golpista é um perfeito idiota. Com certeza até a família deve ter vergonha do zé mané.

  2. Homero Mattos Jr

    15 de março de 2017 9:03 pm

    “a proposta não toca nos privilégios…”

    [ “ a proposta como está não toca nos privilégios e parte de um conceito errado de que o problema é a despesa. se a gente segregar hoje o que a Previdência arrecada, contribuição social sobre o lucro líquido, PIS, Cofins, contribuição patronal, contribuição dos trabalhadores, do setor público, a previdência do setor privado, o regime geral, mais do que paga todas as despesas. o problema não é a despesa. as distorções estão, de um lado, na receita, porque a informalidade – quase metade da economia – não contribui com nada, assim como novos meios de produção automotivos, com robôs… o buraco na previdência hoje são as aposentadorias precoces dos políticos, da magistratura, do Ministério Público, aposentadorias especiais, pensões etc de alguns setores da sociedade.”]
    Ciro Gomes

  3. +almeida

    15 de março de 2017 9:37 pm

    Delírio

    A sociedade que deverá apoiar a reforma é a elite empresarial, rentista e midiática, que representam menos de 5% da população. Será que ele está delirando ou já está doido mesmo?

  4. Oscar Kohl Filho

    15 de março de 2017 10:45 pm

    É mais uma ação excludente

    desse governo do Treme.

    Se o trabalhador tiver que trabalhar até os sessenta e cinco e contribuir durante 49 anos  terá que começar a trabalhar com dezeseis anos. Ora, deveria terminar o ensino médio aos dezessete, tendo portanto de abandonar o ensino tradicional e fazer um desses cursinhos profissionalizantes onde pouco aprende.  Imagine-se um garoto de dezesseis anos carregando um saco de cimento de sessenta quilos!  Isso vai fazer com que a concorrência por empregos melhores, profissões liberais, mesmo a montagem de negócio próprio onde o desgaste físico seria menor e permitisse qie a pessoa se mantenha com qualidade de vida aceitável por mais tempo, dimiinua,  já que será disputada apenas pelos jovens que os pais tem um nível de vida melhor e poderão sustentá-los  até cincluirem seus estudos. Como a idéia é diminuir os empregos para rebaixar os salários através do desmonte da produção nacional, seguiremos celeremente para uma sociedade de castas.

  5. Danilo pro

    16 de março de 2017 1:02 am

    temer safado, canalha,

    temer safado, canalha, corrupto.

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