Covid-19: fim de emergência não é fim de vacinação

Tatiane Correia
Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.
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Ministério da Saúde lembra que imunização foi um dos principais fatores para queda de mortes e redução de hospitalizações

Vacina bivalente contra Covid. Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (05/05) o fim da emergência de saúde pública para a covid-19 graças ao avanço da vacinação e, por consequência, da queda de mortes e de internações.

Apesar disso, a OMS ressalta que a doença ainda é um problema de saúde pública global, o que caracteriza uma pandemia.

A instituição irá convocar um ‘comitê de revisão’ para fazer as recomendações permanentes a serem adotadas para o gerenciamento da pandemia a longo prazo, uma vez que existe a possibilidade de surgimento de novas variantes.

Em nota oficial, a ministra da Saúde, Nísia Andrade, lembra que o anúncio da OMS é uma prova de que a vacinação foi a responsável pela redução de mortes em todo mundo, permitindo chegar ao cenário epidemiológico atual.

“No entanto, o fim da declaração de emergência não significa o fim da circulação da Covid-19. Por isso, a vacinação segue como ação fundamental. Precisamos da mobilização de todos para ampliar a cobertura vacinal e combater a desinformação que questiona a segurança e a eficácia dos imunizantes”, defendeu.

A doença provocou mais de 700 mil mortes e 37,4 milhões de casos no Brasil. “Jamais nos esqueceremos das vidas perdidas. Essa memória tem que nos alimentar na reparação da dor, porque precisamos fazer isso, mas, ao mesmo tempo, da união pelo futuro, para que novas tragédias como essa não se repitam”, acrescentou a ministra Nísia.

Os dados do último boletim InfoGripe, elaborado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), alerta para indícios de crescimento de casos de Covid-19 em 17 estados brasileiros, o que reforça a necessidade da imunização para manter o controle sobre a disseminação do vírus e eventuais altas no número de casos e mortes.

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Tatiane Correia

Repórter do GGN desde 2019. Graduada em Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo.

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