10 de junho de 2026

O caso da importação da imunoglobulina chinesa

A denúncia foi feita pela dra. Silvia Brandalise, do Centro Boldrini de tratamento de câncer infantil, figura central no desenvolvimento do tratamento no Brasil.

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De uns tempos para cá, pacientes do SUS apareceram com imunoglobulina de países asiáticos. O estranho era que as bulas vinham na língua estrangeira – ela não soube identificar se chinesa ou de outro país da região.

Alertou o Ministério da Saúde e a Anvisa, que explicaram que a decisão se devia à necessidade de acelerar as importações. O Brasil possui a Hemobrás e um amplo programa de doação de sangue. Qual a razão para essas compras apressadas.

A Saúde enviou, então, a tradução da bula. E lá vinha uma ressalva importante, não acessível aos usuários comuns: “há risco potencial na transmissão de alguns agentes infecciosos conhecidos e até mesmo desconhecidos”.

Luis Nassif

Jornalista, com passagens por diversos meios impressos e digitais ao longo de mais de 50 anos de carreira, pelo qual recebeu diversos reconhecimentos (Prêmio Esso 1987, Prêmio Comunique-se, Destaque Cofecon, entre outros). Diretor e fundador do Jornal GGN.

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