Sugerido por Gunter Zibell – SP
Do blog do Sakamoto
Maconha faz mal. Bem mesmo faz cerveja e calabresa frita
– Batata frita. Onion rings. X-Salada. X-Bacon. X-Egg-Bacon-Salada. Dogão com cheddar. Milkshake com caramelo. Refrigerante. Guaraná Jesus. Suco de caixinha. Coxinha. Risoles. Bolovo. Enroladinho de queijo e presunto. Salame. Copa. Costelinha de porco. Feijoada. Bife à parmegiana. Picanha com farofa. Porção de calabresa. Frango a passarinho. Torresmo. Ovos com bacon. Joelho de porco. Cupim casqueado. Leitão a pururuca. Virado a paulista. Dobradinha. Sarapatel. Barreado. Maniçoba. Vaca atolada. Moqueca baiana. Acarajé. Salada russa. Polpetone. Lasanha. Pizza de quatro queijos com borda de catupiry. Fogazza. Pastel especial com ovo. Rosca recheada de linguiça. Pudim. Bolo de chocolate. Brownie. Donut. Bomba. Sonho. Biscoito recheado. Waffle. Salgadinho. Ovinho de amendoim. Amendoim japonês. Paçoca. Doce de leite. Churros com doce de leite. Bombom de cupuaçu. Bombom recheado com licor de cassis. Cerveja. Cervejinha. Chope. Caracu com ovo. Cachaça. Tequila. Vodka. Uísque com gelo. Uísque sem gelo. Licor de jenipapo. St. Remy (o horror, o horror…). Campari. Martini. Bebida que Pixxxca. Caipirinha. Caipiroska. Cosmopolitan. Marguerita. Kir Royal. Bombeirinho. Cigarro. Cigarro de palha. Charuto. Cigarro de cravo…
– E maconha?
– Nunca! Meu corpo é um templo.
BRAGA-BH
23 de janeiro de 2014 11:50 amEssa foi sacanagem!
Sem temer o chiste: esta foi sacanagem do Sakamoto!!
Goabriel
23 de janeiro de 2014 11:52 amÉ incrível a hipocrisia
É incrível a hipocrisia humana!!! Queria muito ver as questões das drogas serem tratadas como fármacos no Brasil, e a dependecia química como problema de saúde pública.
Fora o Alcool, que causa mais danos do que qualquer baseado!!! mas nas propagandas de cerveja com Ivete Sangalo, bundas e praia é o Brasil que todos aceitam!!!
Andre SP
23 de janeiro de 2014 11:55 amkkkkkkkkkkk
Sakamoto sempre com seus textos irônicos!
Cuidado a policia te prende por apologia a droga!!! kkkkkkk
Gunter Zibell - SP
23 de janeiro de 2014 6:50 pmNão há mais esse perigo
As marchas pela maconha eram proibidas de acontecer com esse argumento, mas faz uns 2 ou 3 anos teve jurisprudência dos tribunais regionais de SP e PE dizendo que deve ser permitido que se argumente pela mudança da legislação.
vera lucia venturini
23 de janeiro de 2014 12:06 pmE dependendo do dia isso tudo
E dependendo do dia isso tudo acompanhado de uma música do Zeca Pagodinho ou de um Led Zeppelin. Eita vida boa!!
Sílvio Torres
23 de janeiro de 2014 12:06 pmPois é, Sakamoto. Se eu for
Pois é, Sakamoto. Se eu for ser operado por um médico que comeu leitão no almoço, tudo bem. Agora, se ele tiver dado uns “tapinhas” antes, tô fora! Piloto de avião então, putz!
Paulo Figueira
23 de janeiro de 2014 1:00 pmMas se ele tomar meio litro
Mas se ele tomar meio litro de uisque ou duas cervejas tudo bem
Papus Furadus
23 de janeiro de 2014 5:51 pmArgumentinho falacioso.
Também não, inclusive os profissionais flagrados poderão ser processados e perder suas licenças.
A comparação foi outra, com a infeliz do Sakamoto.
Klaus BF
23 de janeiro de 2014 12:09 pmLarica.
Mas depois do bseado o sujeito comerá toda lista de delícia do Sakamoto!
Sergio Saraiva
23 de janeiro de 2014 12:11 pmArroz, feijão, batata e macarrão.
Salvo alguns presupostos terapêuticos, o uso regular de maconha faz mal à saúde.
Com certeza não mais que álcool ou tabaco. Mas, o fato de fazer tão mal quanto outros produtos que já consumimos não é justificativa para o consumo, alías, ao contrário.
Ocorre que não é crime.
É o uso adulto do livre arbítrio que está em jogo quando da luta pela descriminação da maconha.
Quanto à comida, sem dúvida, excessos em tudo são condenáveis, mas, posso garantir, a comida que mais mal faz à saúde é a que falta no prato.
Ed Döer
23 de janeiro de 2014 12:53 pmConcordo Saraiva, a questão
Concordo Saraiva, a questão aqui é livre arbítrio. Independente dos efeitos que as substâncias citadas possam causar, desde que a pessoa não prejudique terceiros graças ao uso da mesma.
E comida é uma necessidade inevitável diferente do uso de drogas recreativas, que em algum momento foram uma escolha de quem usa. Embora a qualidade e quantidade da mesma possa e deva ser discutida em função dos efeitos que podem ter para a saúde e qualidade de vida das pessoas.
Ou seja, a “argumentação” do Sakamoto é mera provocação tosca e em nada colabora para a legalização da maconha. Descriminalizar não é solução, pois não acaba com o tráfico, não contribuindo em nada para reduzir a violência urbana oriunda do mesmo. Só serve para livrar o “bacana” que fuma de ir preso, pois o pobre que convive com o tráfico seguiria na mesma. E nem garante um produto de qualidade mínima e regulamentado para o usuário.
sergioss
23 de janeiro de 2014 4:29 pmUma pergunta: Existe tráfico
Uma pergunta: Existe tráfico de bebida e cigarro? Não existe contrabando, tanto quanto existe de eletrônicos etc… não fale asneira. Obviu que se descriminalizar a machonha vai acabar com o trafico de maconha. não com o de outras drogas.
Ed Döer
23 de janeiro de 2014 6:06 pmDescriminalização geralmente
Descriminalização geralmente é um termo usado para tratar apenas do uso em si, não da venda. Então não há nada errado no que falei.
sergioss
23 de janeiro de 2014 6:20 pmAmigo quem é o gênio que vai
Amigo quem é o gênio que vai visitar um traficante, se puder plantar seu pé ou ir a uma loja adquirir sua droga? Deixe de repetir esses argumentos antigos e falaciosos e para pra pensar? Existe tráfico de maconha no colorado, washinton, holanda e sei mais onde?
Imagina se eu vou subir um morro pra comprar um wiskey mais barato…?
Quando os americanos legalizaram a bebida continuou o tráfico?
Se você é contra tudo bem, todos podem opinar isso é ótimo. Mas arrume argumentos que pelo menos tenham alguma lógica. ou fundamente como o trafico vai continuar se a droga estiver disponível numa prateleira?
Ou então eu não entendi nada que você falou…e peço desculpas por isso.
Ed Döer
24 de janeiro de 2014 1:31 amMas eu não sou contra, então
Mas eu não sou contra, então está desculpado…
Tentando ser mais claro:
O meu ponto lá no início era dizer que é inadequada a solução pela metade, que eventualmente é defendida por alguns, de permitir legalmente (descriminalizar) apenas o consumo da droga, liberando o usuário de qualquer condenação, mas sem garantir a alternativa legal de oferta da substância, que pode se dar de várias maneiras. Como a venda regularizada, como está sendo feito no Colorado, o fornecimento estatal do Uruguai ou mesmo a permissão para a produção para consumo próprio.
Gunter Zibell - SP
23 de janeiro de 2014 6:45 pmNão tenho certeza
Mas acho que a descriminalização de usuários já ocorreu, por volta de 2006 ou 2007.
O que se discute é se a descriminalização da venda de maconha não serviria para reduzir o aprisionamento (estima-se em 20% os detentos por venda de drogas mas sem passagem por violência) e ainda o fluxo de receita para outros tráficos.
O texto de Sakamoto não é apologia das drogas, nem sequer da maconha. Ele só está dizendo que é irracional proibir a venda de algo que causa menos mal que muitos outros produtos.
Ainda não vi uma notícia falando sobre vidas encurtadas por maconha, mas por colestorol elevado já.
Ed Döer
23 de janeiro de 2014 7:46 pmhttp://vivario.org.br/cientis
http://vivario.org.br/cientistas-pedem-descriminalizacao-do-uso-de-drogas/
Acho que não teve não. Mas a pesquisa foi rápida e não foi muito conclusiva. Pois em outro lugar vi que somente o consumo em si continuaria crime. Se pegassem alguém usando, seria problema, carregando para uso pessoal não…o que seria estranho.
…
Sim, entendi a moral do texto dele, mas o problema não é por ai. Não é porque já temos substâncias nocivas aceitas que outras precisam necessariamente ser, por mais hipócrita que seja essa proibição, até porque, no momento que o Estado passar a regular o mercado de drogas, ele vai ter o poder de decidir o que pode ou não, até para evitar a criação de coisas nocivas demais por parte do mercado. O ponto na questão das drogas é o livre arbítrio, ou seja, que o Estado não tem que decidir se a pessoa pode consumir ou não.
…
Provavelmente não vemos notícia desse tipo já que o uso não é bem documentado e acompanhado quanto o cigarro, mas não quer dizer que não seja nocivo.
http://en.wikipedia.org/wiki/Long-term_effects_of_cannabis#Physical_health
Gunter Zibell - SP
24 de janeiro de 2014 3:07 amRealmente é uma situação confusa
Parece que o simples uso não é, desde 2006, passível de prisão:
http://www.diariodaerva.com/p/no-brasil-e-no-mundo.html
Não necessariamente precisamos ter mais substâncias aditivas aceitas.
Mas precisamos ter a maconha aceita pra minimização de problemas de segurança. Isso me passa como subtexto, pois a discussão hoje no mundo é mais essa do que sobre o uso medicional da maconha ou o uso recreativo por ‘libertarianismo’.
Se o consumo não cai com a repressão, e só leva a mais dinheiro para traficantes, bom, que seja liberado posto que também não é pior que muitas outras coisas liberadas. Provavelmente é menos pior.
Eu não acho que é só livre arbítrio. Depende da periculosidade. Acho que cabe ao Estado orientar a sociedade através de informações francas sobre custo x benefício.
Isto é:
– é menos pior permitir alimentos industrializados, álcool, tabaco, maconha. E talvez cocaína e haxixe.
– não é menos pior permitir crack, heroína, ecstasy, drogas sintéticas.
Em resumo, não sou nem conservador nem libertário nesse assunto, só pretendo minimização de perdas.
Marcinha
23 de janeiro de 2014 12:11 pmComplementando
Afora a apologia da bebida nas fotos postadas no Facebook, a cerveja é mesmo tão deificada que, agora, gente com mais de 40, com o fígado todo fibrosado por conta do álcool e que já não tolera bem a segunda garrafa, deu para culpar ali o milho que a Ambev fermenta no lugar da cevada. Quando leio postagem de gente séria falando disso no Facebook, imagino que eles já estavam tentando deglutir a terceira garrafa ao fazer a denúncia.
Ed Döer
23 de janeiro de 2014 12:38 pmÉ tudo culpa do milho
É tudo culpa do milho transgênico… (brincadeira, pois nem beber eu bebo).
Paulo F.
23 de janeiro de 2014 12:28 pmVovó já dizia
Tudo que é bom ou é pecado (vige!) ou engorda ou faz mal, quando não os 3 ao mesmo tempo!
Quanto às propagandas de cerveja com mulheres deslumbrantes, os publicitários brasileiros não inovaram uma virgula, apenas reciclaram o que seus colegas estadunidenses descobriram na longinqua década de 1970, com o uso de mecanismos que disparam alertas de consumo à parte reptiliana do cerebro humano.
Sérgio T.
23 de janeiro de 2014 12:31 pmEquilíbrio
O importante é ter equilíbrio na hora certa e ter a hora certa de se desequilibrar (relaxar). Mas sempre com temperança… Um copo de cerveja antes de trabalhar, sou um técnico, só me faz mal, dá preguiça mental e “relaxamento” excessivo. Já após o trabalho, só me faz bem, dá vontade de fazer e/ou falar coisas que não envolvam “treinamento”, ou seja, me “relaxa” na hora certa… Ídem para feijoada e… maconha (mas faz muito anos, perdi a vontade…)!
Um abraço.
autonomo
23 de janeiro de 2014 12:37 pmQuando assisto aquelas cenas
Quando assisto aquelas cenas televisivas com dezenas de policiais “subindo os morros” para prender “poderosos” traficantes em paupérrimos barracos das favelas, fico imaginando como a sociedade é ridícula e absurda.
Enquanto isso, famílias,comerciantes, frentistas são assaltados ate varias vezes na mesma semana.
A justificativa para a ausência de policiamento é sempre a “falta de efetivo” suficiente.
A policia é deslocada para prender uns miseráveis que vendem maconha, enquanto os bandidos, que verdadeiramente ameaçam a sociedade, ficam livres para assaltar, estuprar, assassinar. Agora ate a bombardear agencias de bancos, como nos idos tempos dos gangsteres americanos.
Com tudo isso as cadeias ficam superlotadas, formando caldeirões explosivos de revoltados.
O jovem desempregado, que vendia um baseado, é misturado a perigosos bandidos.
Resultado: sai diplomado para o crime.
A sociedade, ofuscada por um jornalismo conivente, não consegue perceber a total falta de logica na ação das autoridades publicas.
Isto é, o estado preocupado com os “malefícios das drogas”, enquanto o que é gasto nesta “guerra” deveria ser naquilo que realmente prejudica a saude da sociedade, na melhoria dos hospitais, maternidades.
Mas essa “guerra” interessa a uns poucos, que enriquecem a custo da corrupção que ela promove em vários níveis.
O mais grave desta distorção é que essa “guerra” sem logica coloca num mesmo saco as mais variadas drogas.
E no momento, surgiu outra, o crack, que é realmente nocivo.
A luta contra ele se torna muito mais difícil,quando o seu comercio se mistura ao de outras drogas,amplamente usadas, como a maconha.
Ed Döer
23 de janeiro de 2014 12:56 pmBem observado autonomo. No
Bem observado autonomo. No fim, o proibicionismo só colabora para mais insegurança e no surgimento de novas drogas, cada vez mais nocivas, devido a falta de regulação por parte do Estado nesse “mercado”. É o capitalismo selvagem na sua forma mais crua.
Jair Fonseca
23 de janeiro de 2014 1:10 pmHá pouco, tivemos o
Há pouco, tivemos o helicóptero do senador e milionário picareta de Minas, apreendido com meia tonelada de pasta-base de cocaína, que daria uma cordilheira de pó, depois de processada e malhada com outras porcarias. Helicóptero abastecido pela Assembleia Legislativa de MG. E a polícia, e a grande mídia perdeu a portunidade de mostrar quem são os verdadeiros traficantes: grandes empresários, gente capaz de comprar uma partida de drogas desse tamanho. Mas o cara é poderoso e amigo de Aécio Neves. Então, fica por isso mesmo, e a polícia corrupta e a grande mídia idem vão continuar a dizer que os traficantes são os pés-de-chinelos dos morros e periferias do Brasil, que são presos e morrem todos os dias, para que tudo permaneça como está.
Sílvio Torres
23 de janeiro de 2014 1:31 pmPaulo Figueira, o que quero
Paulo Figueira, o que quero destacar com meu comentário é essa campanha pró-maconha que eu acho meio absurda. Ninguém faz apologia (a não ser a publicidade) dos benefícios do cigarro e do álcool só porque são drogas lícitas. Pelo contrário, o fumante foi transformado num vilão que só perde hoje em dia para quem não gosta de cachorro…(rs). Os bebuns estão, finalmente, no mesmo caminho. Quer defender a legalização da maconha, ótimo! Mas daí a vender a ideia de que ela é um barato que só faz o bem… E, já que vc falou, se um médico toma meio litro de uísque ou uma cachaça antes de uma cirurgia, até a velhinha de Taubaté vai perceber e tomar as devidas providências. Se forem uns “tapinhas”, dependendo do colírio que ele usou, está liberado prá executar o paciente.
HumbertoGuedes
23 de janeiro de 2014 1:36 pmótima
ótima
Vantuil Barbosa Filho
23 de janeiro de 2014 1:58 pmmais um texto a cair nas graças dos usuários de drogas.
… onde vamos parar? onde a mídia e até aqui no Blog, escurraçamos a justiça sem dó, a polícia, os pais, os educadores, os médicos etc etc.. e por outro lado exaultamos o uso da maconha, daqui um pouco os solventes, a cocaína, o crack….. No terminal de ônibus onde trabalho, não vejo nenhuma criança e, ou adolescente, gritando, dando socos, cambaleando, chutando tudo que vê pela frente, depois que comeu um salgado, ou bebeu um refrigerante, ou será que o texto so menciona o uso da cerveja somente para adultos? Eu culpo a mídia(PIG) pelo aumento da violência, pela fragilidade das instituições, basta assistir os tele-jornais e tirar suas dúvidas, e pior; fazem desses usuarios estrelas dos noticiários.
sergioss
23 de janeiro de 2014 4:24 pmMuito fácil entender porque
Muito fácil entender porque tanto se reluta pela legalização de algumas drogas mais leves com é caso da maconha. Que com certeza traz mais malefícios para saúde que o brócolis – antes que alguém se apegue a isso.
Pergunte para qualquer fiscal ou policial de fronteira mais experiente o cáclulo estimado de apreensão em relação ao total da droga que circula e verá que ninguém te dirá mais que 5%, isso jogando pra cima. Por conversas que já tive trabalho com menos de 2%, mas digamos que seja 5%.
O que isso significa?
Me diga um produto que sofre 5% de tributação?
O único impecílio dessa atividade lucrativa é o risco, sempre terceirizado nas mulas, vide os Perellas…
Bestêrão
23 de janeiro de 2014 6:06 pmPelos 2 últimos que li do Sakamoto …
Ele parece que tá puxando um pouco a mais…
Ana Maria Ferreira Leandro
23 de janeiro de 2014 6:21 pmSobre maconha, cerveja e calabresa frita…
Li o texto abaixo e faço minha observação sobre a questão, do meu ponto de vista:
O autor que me desculpe, mas creio que a referência dada não serve! Ingerir qualquer um dos muitos produtos citados, não torna a pessoa agressiva com o próximo! Os demais produtos podem fazer mal aos que os ingerem. Mas a droga faz mal a quem a ingere e aos outros! A maioria dos criminosos usam drogas para terem “coragem” de praticar o mal. Já ouvi depoimento de indivíduo que ao ser preso, disse que estava sob efeito de maconha. (Naturalmente, talvez, em mais alta dosagem e misturado ao álcool, outra droga que já é liberada!). Eis a questão do corpo e do templo… Há os que usam moderadamente a maconha, sabem o momento de parar e não a misturam com outras drogas. Talvez, estes, de fato não sejam perigosos. Mas a maioria não sabe estabelecer limites e uma vez liberados, vão se exceder continuamente e caminhar para mais altas sensações, através também de outras drogas. Temos ainda um país com muitos problemas sociais, com muitos incapazes na independência de ações, atoladas no sofrimento e fugindo deste través da fuga da consciência da própria realidade. Por isto acho a liberação um risco enorme. Penso sinceramente (é o meu olhar), que a liberação da maconha, de imediato prazo, provocará aumento da criminalidade. Se estiver enganada, o tempo dirá! E tenho por hábito reconhecer meus enganos, quando comprovados. Mas se eu não estiver enganada, ai da sociedade em geral!…
autonomo
24 de janeiro de 2014 12:43 pmA senhora diz que “já ouviu
A senhora diz que “já ouviu depoimento de indivíduo que ao ser preso, disse que estava sob efeito de maconha”.
No entanto a maioria dos assaltantes, estupradores, assassinos afirmam o mesmo
É uma maneira de inocentar-se e descarregar a culpa nas drogas.
Mas a violência é anterior a droga. O violento é assim por razões muito mais complexas.
Ele não precisa da maconha “para ter coragem de praticar o Mal”. O faria da mesma forma sem ela. A pessoa que sai pelas ruas com um revolver para atacar já perdeu o medo ha muito tempo.
A “guerra as drogas” é uma “guerra” que enriquece muita gente, pela corrupção que expande em vários níveis.
Faz parte do negocio não discutir a questão a fundo.
Assim mistura-se todas as drogas num mesmo pacote.
Se a maconha transformasse as pessoas em seres violentos o mundo já teria acabado ha muito tempo.
Pelas milhares de toneladas interceptadas pela policia, podemos ter uma ideia da quantidade de droga que é consumida pela população.
A Holanda, por exemplo, já teria desaparecido do mapa. Velhos, jovens, padres e virgens fumam maconha livremente em cafés e nas residencias.
E trata-se de um pais com uma minima ocorrência de crimes violentos.
É evidente que seria melhor para a saúde de todos se não consumíssemos maconha e outras drogas como a cerveja, o uísque, o cigarro, a caipirinha,etc. Se não comêssemos mais pasteis, linguiça frita e todos os itens mencionados no texto acima.
Seria difícil.
O homem nasce, como as arvores, não em linhas retas.
Colocar milhares de jovens miseráveis superlotando cadeias, porque venderam um baseado é a forma mais rápida de estimular a violência, a criminalidade na sociedade.
Assistimos pela televisão “esses poderosos bandidos” de sandália havaiana sendo presos diante de miseráveis barracos.
Como as cadeias não “recuperam” ninguém, são colocados ao lado dos verdadeiros perigosos bandidos, isto é, assaltantes,assassinos, ladrões de bancos.
Saem de la completamente preparados para a violência,para a pratica de crimes graves, os que ameaçam realmente a sociedade.
Angela Maria Mees
24 de janeiro de 2014 6:13 pmResolvi lhe responder porque
Resolvi lhe responder porque acho que tenho um depoimento que pode ser interessante. Tenho 59 anos, 2 filhos e 3 netos. Os filhos, criei-os sozinha, desde os 20 anos. Recusei a casa dos meus pais, repressores e mal humorados. Não queria isso para os minhas crianças. Meus filhos são pessoas do bem. Adultos felizes, com boas profissões, cheios de amigos. Sou o pilar de sustentação dessa familia. A mim recorrem, quando precisam de abraço, descanso, ajuda com as crianças, dinheiro, doença, enfim, estou sempre aberta e atenta pra essa família que eu criei e que adoro.
Trabalhei e trabalho intensamente ainda hoje. progredi na vida. Não tomo nenhum, mas NENHUM mesmo remedio.Não sou hipertensa, não tenho colesterol alto, nem gligose, nem nada dessas doenças.
Eu comecei a fumar maconha com 13 anos. Fumo até hoje. Adoro a sensação de relaxamento que ela me traz. Ela tambem me faz ser mais tolerante, mais generosa., uma pessoa melhor . Meu filho tambem fuma, minha filha não. Nunca escondi das crianças que fumava. Nunca estimulei ou reprimi se eles quizessem.
Ja plantei varios pés de maconha. Não entendo como pode ser proibido usar uma planta que cresce bastando que haja terra e sol e se fume apenas secando suas flores. Tão natural, tão sem quimica ou qualquer outro aditivo. E que nos leva pra dentro de nós mesmos, nos torna reflexivos e tranquilos.
Precisamos pensar sobre o que resulta da proibição. Corrupção policial, trafico de arms, crime organizado, prisões super lotadas.E o alcol vendido abertamente, muito mais droga que a maconha. O cigarro corroendo pulmões. Tambem pode.
E o que justifica então PROIBIÇÃO?
Tiago Reis
24 de janeiro de 2014 9:29 pmPuxa, a senhora não tem
Puxa, a senhora não tem amínima ideia do que está falando…
Isso não é de forma alguma um ataque, é um incentivo para que, caso a senhora se interesse pelo assunto – já que se dá ao trabalho de comentar a respeito, parece que sim – vc possa avançar da opinião para o conhecimento.
Dizer que a maconha deixa as pessoas mais agressivas faz com que vc não possa ser levada a sério num debate!
Eu já ouvi pessoas que diziam ter falado com alienígenas – isso me informa algo a respeito dessas pessoas, não sobre a exist~encia ou não de alienígenas!
Abs
Tiago Reis
24 de janeiro de 2014 9:30 pmPuxa, a senhora não tem
Puxa, a senhora não tem amínima ideia do que está falando…
Isso não é de forma alguma um ataque, é um incentivo para que, caso a senhora se interesse pelo assunto – já que se dá ao trabalho de comentar a respeito, parece que sim – vc possa avançar da opinião para o conhecimento.
Dizer que a maconha deixa as pessoas mais agressivas faz com que vc não possa ser levada a sério num debate!
Eu já ouvi pessoas que diziam ter falado com alienígenas – isso me informa algo a respeito dessas pessoas, não sobre a exist~encia ou não de alienígenas!
Abs
will
24 de janeiro de 2014 1:06 pmmaconha
Maconha é uma erva.
O primeiro erro de quem não conhece é compará-la a cocaína e outras ínas.