Revista GGN

Assine

bolsonaro

Ciro lança caravana para firmar candidatura a partir do Ceará

Candidato pelo PDT, ex-governador tem desafios que vão além conquistar votos de Lula e Bolsonaro e, assim como velhos nomes da política, precisa reconquistar eleitor brasileiro 
 
ciro-gomes_1.jpg
(Foto EBC)
 
Jornal GGN - O pré-candidato a presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, percorrerá entre os dias 1 e 3 de março 14 municípios da região do Cariri-Ceará. Será a primeira fase de uma série caravanas que pretende atravessar todo o Estado ao lado do irmão Cid Gomes, segundo informações do jornal local O Povo. O objetivo de Ciro é se firmar como alternativa aos principais pré-candidatos, que também dominam na região: Lula e Bolsonaro.
 
Segundo levantamento do Datafolha, divulgado no final de janeiro, sem o ex-presidente Lula na disputa eleitoral, o deputado Jair Bolsonaro (PSC) aparece na primeira posição com 18% das intenções de voto. Em seguida aparece Marina Silva com 13%, Ciro gomes (10%), Geraldo Alckmin e o apresentador Luciano Huck empatados com 8%. 
 
O que chama atenção, entretanto, na pesquisa feita sem incluir Lula é o aumento de dez pontos no total de pessoas que votariam branco ou nulo, alcançando 32% do eleitorado. Em um eventual segundo turno sem o ex-presidente o cenário é ainda mais grave, com brancos e nulos chegando a quase 70% entre os pesquisados.
Leia mais »
Média: 3.3 (6 votos)

Nelson Motta defende candidatura de Ciro Gomes

“Não entendo por que ser grosso e estourado de vez em quando pode impedir alguém de fazer um bom governo” 
 
ciro_gomes_abr.jpg
(Foto: Roosewelt Pinheiro/ABr)
 
Jornal GGN - O posicionamento do ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes (PDT) é, estranhamente, pouco explorada pelos jornais, isso porque como pré-candidato na eleição a presidente da República, o cearense tem surgido nas últimas pesquisas do Datafolha, onde Lula não é considerado, com até 13% das intenções de voto, atrás do deputado Jair Bolsonaro com margem de até 22%. O dado chamou a atenção do jornalista Nelson Motta, que em sua coluna no jornal O Globo, publicada no dia 9 de fevereiro, defendeu do ex-governador.  
 
"Não entendo por que ser grosso e estourado de vez em quando pode impedir alguém de fazer um bom governo", destacou lembrando, em seguida, que a campanha de Ciro chegou a ser apagada em 2002 por duas questões que também considerou de baixa relevância: a primeira porque teria dito que a função da sua mulher era dormir com ele e, segundo por ter chamado um eleitor de burro.
Leia mais »
Média: 2.8 (9 votos)

Bolsonaro defende Fake News, restrição a refugiados e elegibilidade se condenado


Foto: Reprodução Bolsonaro na Jovem Pan
 
Jornal GGN - Em entrevista à Radio Jovem Pan, o deputado federal e pré-candidato à Presidência, Jair Bolsonaro (PSC-RJ), afirmou que o crime "apologia ao estupro" não existe no Código Penal para ser condenado, disse não crer que se tornará inelegível, defendeu as "Fake News" e indicou que Temer estaria comprando votos para a Reforma da Previdência.
 
Sobre o polêmico caso envolvendo a parlamentar Maria do Rosário (PT-RS), em 2014, que disse que não iria estuprá-la porque ela "não merece", argumentou que o crime não existe no Código Penal e por isso não seria condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
 
Ainda, manifestou que mesmo se for condenado, ele não se tornaria inelegível. "O que eu interpreto caso eu venha ser julgado culpado, esse tipo de crime, até porque nem tem tipificação de apologia ao estupro, não perde o mandato, não perde os direitos políticos", disse.
Média: 2.3 (6 votos)

Crer e destruir – tentando entender um retrocesso histórico, por Marcos Dantas

Obra de Salvador Dali

Crer e destruir – tentando entender um retrocesso histórico

por Marcos Dantas

Historiadores atuais, com obras publicadas na última década do século XX ou nos primeiros anos deste século, estão nos dando uma resposta que a muitos parecerá desconfortável, a uma velha pergunta de senso comum: "como pôde um tipo como Hitler convencer e conduzir para os caminhos que conduziu um povo tão culto e civilizado como o alemão?" A resposta: ele não precisou convencer ninguém. Pelo contrário, uma parcela expressiva daquela sociedade já estava predisposta a ser convencida. Hitler e seus sequazes foram um produto dela. Ele foi apenas o político mais competente dentre tantos que com ele competiam, nos anos 1920-1930, para levar a Alemanha ao caminho que levou. E esse caminho era desejado, mais ou menos conscientemente, mais ou menos inconscientemente, por uma grande parcela da população e por amplos segmentos de suas elites intelectuais, inclusive juristas, engenheiros, economistas, filósofos, artistas. Muitos podiam até expressar certo  mal estar diante dos métodos vulgares, tipicamente lúmpens, de Hitler e seus bandidos das SSAA, mas todos a ele acabariam aderindo depois que emergiu definitivamente vitorioso, em janeiro de 1933.

Leia mais »

Média: 5 (12 votos)

Datafolha: Lula continua líder e Bolsonaro para de crescer

Em eventual cenário sem ex-presidente candidaturas mais beneficiadas seriam de Mariana Silva e Ciro Gomes; Alckmin estabiliza junto com Huck, entre 6% e 8%
 
foto_lula_marques_agencia_pt_2.jpg
(Foto Lula Marques Agência PT)
 
Jornal GGN - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva continua em primeiro lugar na intenção de votos. Pesquisa realizada pelo Datafolha, entre os dias 29 e 30 de janeiro, aponta favoritismo entre 37% do eleitorado, mesmo após o resultado da ação judicial no Tribunal Regional Federal da 4º Região (TRF-4). 
 
No início de dezembro do ano passado, o levantamento do Datafolha mostrava Lula na liderança com 34% e Bolsonaro com 17%. Portanto o ex-presidente sofre uma leve melhora e a votação para o deputado continua praticamente igual. Na pesquisa divulgada nesta quarta-feira (31), o instituto de pesquisa aponta que os votos em favor de Bolsonaro, na verdade, oscilaram negativamente em todos os quadros na pesquisa, em comparação com o levantamento de novembro, portanto parou de crescer.   
Leia mais »
Média: 5 (1 voto)

"Você enterra o mito na eleição", diz Roberto Jefferson sobre Lula concorrer

Presidente nacional do PTB diz que seu partido "é muito próximo" de Alckmin e ainda elogiou a trajetória do pré-candidato
 
Foto: Agência Brasil

foto_agencia_brasil_1.jpg
 
Jornal GGN - O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, avalia que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, assim como o deputado federal Jair Bolsonaro, não terá condições de vencer as eleições neste ano, mesmo se tiver um mandato de segurança a seu favor.
 
"Não tem a menor chance. Ainda mais tendo perdido a classe média. Ele vai ter 20%, 25%. Não vai para o segundo turno. Vão os segundo e terceiro colocados. Você enterra o mito na eleição", disse à Folha de S. Paulo
 
Jefferson também utilizou a estratégia de comparar Lula e Bolsonaro em extremidades opostas, considerando que se Lula não for para as eleições, Bolsonaro "cai". Por outro lado, se o ex-presidente for para a competição o deputado terá votação considerável, mas "não passará para o segundo turno". 
Leia mais »
Média: 1 (6 votos)

Pitacos de Bolsonaro

Leia mais »

Média: 5 (9 votos)

Cuidado com o "candidato do centro"

Definir Lula e Bolsonaro como equivalentes extremos esconde estratégia para fortalecer candidato das reformas 
 
Foto Agência Brasil
 
Jornal GGN - O discurso do "candidato do centro", capaz de aglutinar forças "moderadoras" está ganhando força no debate eleitoral deste ano. Em recente artigo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) reforçou essa linha falando na necessidade de união das "forças não extremas" como alternativa aos líderes da pesquisa de intenção de voto. Ou seja, jogou o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na extremidade de uma régua onde quem ocupa o outro lado é o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL). 
 
O tema é levantado de maneira acadêmica no artigo à seguir, da BBC Brasil. A discussão é importante porque revela lances para minar Lula, indicando o ex-presidente como fator da virulência nos debates políticos que, na verdade, se aprofundam em dois momentos: jornadas de junho de 2013, de onde surgem movimentos que surfam na onda como Movimento Brasil Livre (MBL), e em 2015, nas manifestações pró-impeachment de Dilma Rousseff. 
Leia mais »
Média: 3 (4 votos)

Lula é candidato do centro "um mediador", diz Belluzzo

Economista avalia com pessimismo eleições em 2018: "centro-direita e centro-esquerda estão sendo esmagadas pela radicalização", apontando redes sociais como plataformas de desinformação 

Belluzzo Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil
 
Jornal GGN - Considerado entre os melhores economistas heterodoxos do país, Luiz Gonzaga Belluzzo é pessimista ao analisar a conjuntura para 2018 acreditando que a virulência do debate político nas redes sociais apenas aprofundará um fenômeno que já identificou em um recente artigo: a radicalização esmagando cada vez mais a centro-esquerda e centro-direita do país.
 
"Há clima social típico de uma sociedade dilacerada", observa em relação ao que houve nas eleições 2002/2006. "As redes não são exatamente a ágora ateniense. Como [Marshall] McLuhan já disse, o meio é a mensagem", pontua o economista que desistiu de ter uma conta no Facebook: 

Leia mais »

Média: 3.9 (8 votos)

Mesmo com imóvel próprio Bolsonaro recebe auxílio moradia e já declarou que sonegaria “o possível”

Consistência? Político declarou em programa de TV em 1999 que sonegaria o que fosse "possível"; dez anos depois bens de Bolsonaro multiplicaram  (Foto Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)
 
Eduardo e Jair Bolsonaro Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em entrevista a um programa na TV Bandeirantes, em 1999, já no seu terceiro mandato como deputado federal, Jair Bolsonaro (PSC-RJ) disse que uma coisa que fazia e aconselhava era sonegar "tudo que for possível", arrematando: "Se puder, não pago (imposto) porque o dinheiro vai pro ralo, pra sacanagem. Prego sobrevivência. Se pagar tudo o que o governo pede, você não sobrevive".
 
E parece que há consistência no que o presidenciável disse há cerca de 16 anos, observando sua vida pessoal como político. Uma reportagem publicada pela Folha de S.Paulo no domingo (7) revelou que o patrimônio de Bolsonaro passou de R$ 10 mil, logo quando iniciou a carreira política em 1998, para R$ 1,7 milhão em 2017, sem contar o número de imóveis em nome dele e dos seus três filhos que exercem mandato que passou de dois lotes de terra em Resende (interior do Rio) para 13 imóveis com valor de mercado de R$ 15 milhões boa parte em pontos valorizados do Rio como Urca e Barra da Tijuca. A reportagem mostra, ainda, que muitos foram registrados com valor abaixo do mercado se destacando uma casa em condomínio à beira-mar na Barra comprada por R$ 580 mil, reformada e depois de quatro meses vendida para Bolsonaro por R$ 400 mil, ou seja, com perda de 31% para a última dona.  

Leia mais »

Média: 4.4 (5 votos)

Alvo da lei contra Fake News pode não ser a esquerda, mas Bolsonaro e seus seguidores

 
Enviado por Michel 
 
 
Algo me diz que a preocupação da PF, Judiciário, MP e mídia associada em combater as fake news é sincera. Mas, sinto dizer, é uma preocupação tardia e corporativista. E, por incrível que pareça, o alvo desta iniciativa pode não ser a esquerda, mas sim Bolsonaro e seus seguidores, que se enraizaram, com ruído, em todos os órgãos supracitados, principalmente dentro da PF. Mas o 'bolsonarismo' se instalou nas bases, não nas cabeças - estas que ainda continuam com o outro lado da direita, ou seja, o lado mais moderado do conservadorismo.
 
Não é difícil entender que essa PF (e, por extensão, todas as forças policiais, como a PM, os procuradores midiáticos etc) de hoje, age por mera obrigação formal à Constituição Cidadã - mas com a cabeça ainda ideologicamente atrelada à truculência sob a égide da Guerra Fria nos tempos ditadura. Há exceções, claro. A Constituição de 1988 trouxe muitos avanços para democracia, mas creio que ficou um vácuo no que tange à formação dos jovens sobre a importância da democracia (mais a Declaração Universal dos Direitos Humanos; a consciência da cidadania) em contraponto com a catástrofe da ditadura. Creio que o Brasil falhou nisto. Dói muito constatar, por exemplo, jovens advogados, médicos etc (uma minoria, diga-se) usando chavões tipo “bandido bom é bandido morto” ou defendendo a "intervenção militar", eufemismo para dizer "volta da ditadura". Se o ensino de Direito ou Medicina (para ficar só em dois exemplos) deixa margem para isso, pense na formação dos policiais de hoje. Parece que o conceito "agente da autoridade democrática" ficou reprimido pelo conceito "agente da opressão", de modo que não consigo imaginar que um policial hoje seja muito diferente daquele servidor que, na ditadura, sentia prazer em censurar e reprimir um artista - como se isso rendesse, perante seus superiores, uma espécie de "prêmio moral de erudição" à altura da "arte inimiga" que, naquela visão estreita, agia em favor do "comunismo e da pouca-vergonha". Foi assim, com tal "erudição", que Sófocles, por exemplo, virou "autor teatral comunista” numa peça; e foi assim que “Rosa, Maria e Joana” (respectivamente esposa, mãe e filha homenageadas por Ednardo numa canção) viraram apologia à maconha (“rosa marijuana, heureca, chefia!”) na visão dos gênios da interpretação a serviço da censura.
Média: 4.3 (16 votos)

Bolsonaro desiste do Patriotas e vai conversar com o PSL

Foto: Agência Brasil
 
Jornal GGN - Segundo colocado nas pesquisas de opinião, Jair Bolsonaro (PSC) ainda não tem destino partidário certo. Ele se encontrará nesta sexta (5) com o presidente do PSL, Luciano Bivar (PE). "Espera fechar acordo para se filiar à sigla. Apesar da disposição do dirigente em acolhê-lo – Bivar cogita abrir postos na legenda para o presidenciável – a ala que tentava renovar o PSL resiste ao carioca", diz o Painel.
 
Nesta sexta, o Valor Econômico divulgou que, por desavenças, Bolsonaro desistiu de migrar para o PEN, que pretende mudar o nome da leganda para Patriotas. O deputado foi acusado de demandar muitos cargos em diretórios estaduais.
Sem votos

Série histórica do Datafolha aponta que Lula pode ganhar em 2018

Levantamento considerando os anos anteriores às seis últimas eleições mostra que nome mais bem colocado um ano antes venceu em quatro pleitos 
 
Lula em comício. Foto: Ricardo Stuckert/Instituto Lula.
 
Jornal GGN - Um levantamento realizado pelo Datafolha considerando os anos anteriores às seis últimas eleições para Presidente, ou seja, de 1994 a 2014, mostra que o nome mais bem colocado cerca de um ano antes da disputa venceu em quatro eleições. A título de comparação, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem despontado nos últimos meses como favorito nas intenções de voto. A matéria, publicada na Folha, é assinada por Marco Rodrigo Almeida. 
 
A eleição de 1994 está entre os dois casos em que o nome favorito um ano antes para se tornar presidente do país não venceu. No final de 1993, Fernando Henrique Cardoso aparecia em terceiro lugar, com 10% das intenções de voto, atrás de Lula (32%) e Paulo Maluf (13%). Naquele pleito, além de Maluf não ter saído como candidato, o sucesso do Plano Real colaborou para a viotória do ex-ministro da Fazenda no governo Itamar Franco.
 
O outro caso em que o favorito nas pesquisas de intenção de voto não venceu foi em 2010. Um ano antes, José Serra despontava com 37%, contra Dilma Rousseff, com 23% as intenções. Mas a então ministra da Casa-Civil avançou nos meses finais do segundo mandato de Lula, beneficiada pelo forte crescimento econômico e pelo legado do ex-presidente. 
Leia mais »
Média: 3.3 (3 votos)

Partido diz que Bolsonaro representa o atraso e rejeita filiação

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - O PSL-Livres emitiu uma nota nesta quinta (21) desmentindo a notícia de que aceitará a filiação de Jair Bolsonaro. O deputado federal teve encontros com a cúpula da legenda e divulgou a intenção de sair do PSC rumo ao PSL de olho na eleição presidencial de 2018. O PSL, porém, alega que não concorda com as ideias de Bolsonaro e, por isso, rejeita seu pedido de filiação.

Leia mais »

Média: 3.8 (6 votos)

Lula continua vencendo no 2º turno em nova pesquisa

Fotos: Agência Brasil

Jornal GGN - O ex-presidente Lula continua liderando pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial do próximo ano. Um levantamento divulgado pelo portal Poder360, nesta sexta (15), mostra que ele também venceria todos os candidatos no segundo turno se a votação fosse hoje. 

Quando o portal começou a fazer pesquisas, em abril passado, Lula estava na faixa dos 26%. Agora, em dezembro, o petista está com 30% (mas já chegou a 32%). No segundo lugar está Jair Bolsonaro, com atuais 22%. A margem de erro da pesquisa é de 2,6%, reduzindo a distância entre os dois candidatos.

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)