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Petrobras

Fábrica de Ideias em defesa da Petrobras, por Felipe Coutinho

Imagem: Reprodução

“Fábrica de Ideias” em defesa da Petrobras

por Felipe Coutinho 

A Associação dos Engenheiros da Petrobrás – AEPET – é uma fábrica de ideias em defesa da companhia.

É necessário perguntar:

Defender a Petrobrás de quem? De quais interesses? Em favor de quem?

O que está em disputa é a renda petroleira, a propriedade do petróleo e os objetivos do seu uso.

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Financeirização e desintegração vertical da Petrobrás: quem ganha com isso?, por Eduardo Costa Pinto

Financeirização e desintegração vertical da Petrobrás: quem ganha com isso?

por Eduardo Costa Pinto

A Petrobrás, desde a sua criação no governo de Getúlio até a descoberta do pré-sal durante o governo Lula, sempre esteve no centro da política desenvolvimento do setor de petróleo e gás brasileiro, bem como do próprio projeto de desenvolvimento nacional.

A centralidade da Petrobrás foi e é fruto de sua capacidade de coordenar e induzir o setor em virtude de sua: constituição histórica, escala produtiva (verticalização – do poço ao poste), capacidade de acumulação de capital e de desenvolver tecnologia.

Essas capacidades são o reflexo da dupla função (duas faces) que a Petrobrás exerce como setor produtivo estatal. Por um lado, uma “face estatal – orientada para a realização de objetivos políticos [projeto nacional] e de ordem macroeconômico [inflação, balança comercial, etc.]” e, por outro, uma “face empresarial – orientada para a realização de objetivos de natureza estritamente microeconômica [acumulação de capital, endividamento, fluxo de caixa, etc.]”¹.

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Truco!, por Wilson Ramos Filho (Xixo)

Truco!

por Wilson Ramos Filho (Xixo)

Sob todos os aspectos a Reforma da Previdência é inaceitável. Exceto por um. Por ele talvez seja mesmo desejável.

Antes de começar meu linchamento, convido-os a uma reflexão.

- Deram o Golpe. Afastaram a Presidenta sem que qualquer crime tenha sido praticado. Simplesmente colocaram no lugar um traidor;

- Implantaram o programa (Aécio) que havia sido derrotado democraticamente nas urnas;

- Congelaram os “gastos” em saúde, educação, políticas públicas compensatórias por 20 anos;

- Desconstruiram os programas sociais para pobres;

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Um apanhado sobre a Lava Jato, por Nilo Filho

Um apanhado sobre a Lava Jato

por Nilo Filho

Comentário ao post "Xadrez da grande manipulação da Lava Jato, por Luis Nassif"

MATÉRIAS SOBRE DELAÇÕES - GGN E DCM (pequeno resumo de dados e fatos)

Caso 1: O INSÓLITO ACORDO

LUIZ AUGUSTO FRANÇA, MARCO BILINSKI e VINICIUS BORIN peixes graúdos no mundo dos doleiros e das empresas offshore - pioneiros no mercado com os Paraísos Fiscais e com dinheiro não declarado (lavagem de $$ sujo e ilícito) - e operadores da Odebrecht.

Celebraram - na Lava Jato - Acordo de Delação Premiada com o MPF de Curitiba e depois homologado (aprovado) por Sérgio Moro com as seguintes (e incompreensívies) benesses:

Penas de 8 anos em Regime Aberto diferenciado por um (1) ano e a Suspensão Condicional da Pena sem condições e Multa de apenas 3,4 milhões quando teriam recebido 326 milhões.

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Ligando os pontos, por Florestan Fernandes Júnior

Ligando os pontos

por Florestan Fernandes Júnior

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Em 2007 a Petrobras descobre campos enormes de petróleo em águas ultra-profundas do nosso litoral. Uma reserva de mais de 80 bilhões de barris de petróleo. 

Um ano depois, em janeiro de 2008 foram roubados 4 laptops e 2 HDS com informações sigilosas da bacia de Santos. Dados de 30 anos de pesquisas da Petrobras no valor estimado de 2 bilhões de dólares. 

Em 30 de outubro de 2009, o WikiLeaks uma organização transnacional com sede na Suécia publica em sua página informações “vazadas” de governos e empresas assuntos estratégicos de interesse público. 

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Petrobras reduzirá em US$ 21 bi patrimônio com anuência do TCU

“Nova sistemática de vendas de ativos” aprovado pelo Tribunal de Contas e em funcionamento desde 2017 já resultou na entrega de áreas do Amazonas, Campos e Santos 
 
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(Foto ABr)
 
Jornal GGN - A Petrobras está se desfazendo de ativos que deverão gerar um total de US$ 21 bilhões (cerca de R$ 68 bilhões) até o final deste ano. A proposta faz parte de um plano aprovado para o biênio que já levou a estatal a se desfazer de US$ 6,3 bilhões já no ano passado. 
 
Dentre os bens vendidos ou alienados (termo do economês que significa saldar uma dívida transferindo a propriedade do bem até à liquidação dos débitos) estão a venda do campo de Azulão, no Amazonas, para a alemã Evena, em novembro passado por US$ 54,5 milhões, a abertura de capital da BR Distribuidora por US$ 1,5 bilhão em dezembro; a venda de 25% do campo de Roncador, da Bacia de Campos, por US$ 2,35 bilhões para a norueguesa Statoil; e a venda dos campos Lapa e Iara, da Bacia de Santos, por US$ 1,95 bilhão para a francesa Total - essa última negociação também incluiu US$ 400 milhões de uma linha de crédito.
 
A comercialização de bens públicos, ou seja, a redução do patrimônio da Petrobras, está sendo possível graças a um acordo com o Tribunal de Contas da União (TCU) que aprovou uma nova sistemática de vendas de ativos da Petrobras. 
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Glaucos: Imóvel usado por Lula não tem relação com Petrobras

Paulo Whitaker/Reuters

Jornal GGN - A defesa de Glaucos da Costamarques entregou ao juiz Sergio Moro as alegações finais do incidente de falsidade sobre os recibos de um apartamento alugado à família de Lula, em São Bernardo do Campo. E, no documento protocolado no último dia 24, os advogados de Glaucos afirmam que não há nenhuma relação entre a compra do imóvel e recursos desviados da Petrobras. Ao contrário disso, eles chamam de "ilações" as acusações dos procuradores de Curitiba, que acreditam que o apartamento foi adquirido com dinheiro da Odebrecht.

"A acusação, então, neste aspecto, no que diz respeito ao acusado GLAUCOS, não pode sequer admitir ilações no sentido de que o dinheiro utilizado na compra do apartamento 121 do Ed. Hill House teria advindo de qualquer operação ilegal dessas pessoas, nem da Petrobras, nem da Odebrecht, nem de qualquer outra empresa ou pessoas relacionadas na acusação. A compra foi feita com o seu dinheiro, com o produto do seu suor, na condição de homem simples e honesto, que se vê enredado num fatídico acontecimento que lhe perturba como jamais imaginado."

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Combate à corrupção na Petrobras: quando interesses geopolíticos, econômicos e de política doméstica se entrelaçam

Foto: Agência Brasil

Por Gustavo Rosa

Em 2013, o mundo soube, sem grande surpresa, que os EUA espionavam governos e empresas estrangeiras. Os casos mais emblemáticos foram os da Alemanha e Brasil. Em ambos, as chefes de estado, Angela Merkel1 e Dilma Roussef2 , vinham sendo espionadas.

Empresas estratégicas dos dois países também eram alvo de violações indiscriminadas. O objetivo era capturar informações críticas de natureza comercial e tecnológica3 . Na Alemanha, a Siemens foi um dos alvos4 . No Brasil, a maior empresa do mundo em exploração de petróleo off-shore, Petrobras, atraiu as atenções da Agência Nacional de Segurança dos EUA (National Security Agency)5 .

Se isolarmos o caso brasileiro, é legítimo afirmar que os EUA tinham plena consciência do potencial extraordinário do pré-sal, maior reserva de petróleo descoberta nas últimas décadas no mundo6 . Em outros termos, acompanhavam de perto a evolução da produtividade da nova bacia petrolífera, e por isso podiam antecipar o sucesso dos investimentos realizados em função dessa descoberta7.

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Ex-presidente da Petrobras diz a Moro que enfrenta "tortura" na Lava Jato

Jornal GGN - Ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil, Aldemir Bendine disse em depoimento ao juiz Sergio Moro, nesta terça (16), que vem enfrentando "perseguição", humilhação e "tortura" na Lava Jato. Preso desde julho de 2017, ele afirma que é acusado sem provas e questiona a duração da medida cautelar, assim como o bloqueio de bens. O ex-executivo responde por suposta propina de R$ 3 milhões da Odebrecht.

"Investigaram a minha vida, [viraram] de ponta cabeça. Meu patrimônio está declarado, é público e limpo. Tudo que consegui construir ao longo de 40 anos de trabalho, esse patrimônio hoje está sendo dilapidado seja pelas custas de enfrentar um processo dessa espécie, seja porque o Estado está sequestrando meus bens para fazer frente a essa denúncia descabida", disparou. 

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As sequelas da Operação Lava Jato, por Afrânio Silva Jardim

no Empório do Direito

As sequelas da Operação Lava Jato

por Afrânio Silva Jardim

Prévia reflexão: "Os prejuízos causados à Petrobrás, pela forma inadequada de agir da Lava Jato, superam em muito os danos que lhe foram causados pela corrupção".

A realidade é muito instigante e nos faz refletir. Ela desperta a nossa consciência e também, em uma perspectiva mais crítica, nos faz ver melhor a verdade que se oculta por trás dos fatos e atos do nosso cotidiano.

Recentemente, foram amplamente divulgadas, pela grande imprensa, algumas notícias que, se bem compreendidas, demonstram que o nosso “sistema de justiça penal” está ideologicamente assumindo “partido”. Vale dizer: “escola sem partido” e “justiça penal com partido” ...

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Pelo quarto ano consecutivo, Petrobras atinge recorde de produção

 
Jornal GGN - A produção média de petróleo da Petrobras atingiu, pelo quarto ano consecutivo, recorde histórico. Em 2017, a estatal atingiu a marca de 2,15 milhões de barris por dia (bpd), 0,4% acima do resultado do ano anterior. Já pelo terceiro ano consecutivo, a Petrobras cumpre meta de produção, confirmando previsões.
 
Já a produção de gás natural atingiu volume de 79,6 milhões de metros cúbicos por dia, uma marca inédita. Assim, a produção total no país chegou a 2,65 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), 0,9% superior a 2016. Este volume constitui um novo recorde para a Petrobras.

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Indiciado por caixa 2, Haddad afirma que PF ignorou provas que o isentam

Foto: Agência Brasil

Jornal GGN - Fernando Haddad e outras seis pessoas foram indiciadas pela Polícia Federal, nesta segunda (15), bom base na delação de Ricardo Pessoa. Ele afirmou à Lava Jato que a UTC pagou R$ 2,6 milhões via caixa 2 a uma gráfica que teria prestado serviços para a campanha do ex-prefeito.

A assessoria de Haddad divulgou nota afirmando que o delegado do caso foi "discriminatório", pois selecionou delação sem provas para arrastar o ex-prefeito para a investigação, e ignorou depoimento e outras evidências que isentam o petista.

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Petrobras: decisões nos EUA atentam contra soberania do Brasil

José Roberto Batochio: Indenização a investidores pode até ser discutível num tribunal, mas abre um flanco de vulnerabilidade aos especuladores; Petrobras fechou acordo de US$ 3 bilhões para concluir uma classe action nos Estados Unidos, mas ainda responde a outros 13 processos semelhantes de indenização naquele país. 
 
Acidente da Plataforma Vitória 3 da Petrobras em 2015 Foto: Petrobras / Divulgação
 
 
 
"A soberania é um bem que não se pode perder senão com a vida"
 
O acordo da Petrobras com a Justiça (e com investidores) dos Estados Unidos, além de carregar em seu bojo atos de lesa-pátria, é um oneroso iceberg em que a indenização de cerca de US$ 3 bilhões já anunciada constitui apenas a ponta visível, mas existe ainda uma extensa área submersa que pode custar muitos outros bilhões.
 
As notícias de que tal acordo pacifica e assegura o futuro da nossa petroleira esbarram no fato de restarem outros 13 processos de indenização naquele país — exatamente iguais à class action que redundou no aludido rombo de US$ 3 bilhões —, ajuizados por investidores internacionais, muitos dos quais representados por fundos-abutres, que se afirmam prejudicados pela desvalorização da companhia em função dos noticiados escândalos de corrupção.
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Acordo da Petrobras no EUA deve provocar onda de ações no Brasil, diz especialista

Foto: Agência Brasil



Jornal GGN - Advogada e pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Érica Gorga disse à reportagem do El País que o acordo que a Petrobras fez nos Estados Unidos vai lesar os investidores brasileiros da companhia duas vezes. Primeiro, porque a estatal precisará se desfazer de seu patrimônio para indenizar os investidores americanos que alegaram prejuízo com os escândalos revelados pela Lava Jato. Segundo porque o precedente aberto nos EUA (o acordo foi de quase 3 bilhões de dólares) abrirá caminho para uma "onda de ações no Brasil".

Segundo o El País, Gorga atuou como "perita no processo dos investidores minoritários americanos".

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Eletrobras segue os passos da Petrobras nos EUA

Holding brasileira do setor elétrico responde a uma ação coletiva naquele país e pode estar caminhando para acordo semelhante ao feito pela Petrobras com acionistas norte-americanos  
 
Eletrobras contrata por R$ 43 milhões serviços de advocacia nos EUA Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Assim como a Petrobras, a holding do setor elétrico Eletrobras também responde nos Estados Unidos a uma ação coletiva por supostas perdas financeiras decorrentes da corrupção, levantada a partir das investigações da Lava Jato. E um recente contrato de R$ 43 milhões assinado entre a companhia e um escritório de advocacia nos Estados Unidos aponta que a Eletrobras caminha para realizar um acordo com investidores, semelhante à controversa negociação que a Estatal do petróleo fez de R$ 2,95 trilhões com os acionistas norte-americanos. A informação é do editorial de conjuntura do jornal Monitor Mercantil.  
 
Segundo a Eletrobras, o contrato com a advocacia é importante para a  “resolução do caso perante as autoridades norte-americanas”. Desde 2015, a empresa desembolsou R$ 340 milhões em serviços jurídicos relacionados no processo para um impacto financeiro da corrupção estimado em R$ 300 milhões, destaca o Mercantil, lembrando que a estatal responde por um terço da energia consumida no país. 
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