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Partido de Temer discute aliança para eleição, diz Jucá

Senador aposta na tendência de queda na rejeição do governo, mas segundo Datafolha 70% considera gestão Temer ruim ou péssima 
 
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(Foto Agência Brasil)
 
Jornal GGN - O líder do governo no Senado, Romero Jucá (MDB-RR), afirmou nesta quarta-feira (31), logo após a cerimônia de assinatura de contratos de áreas leiloadas do pré-sal, no Palácio do Planalto, que o MDB está discutindo alianças e se terá ou não candidatura própria. A informação é do Estado de S.Paulo. O senador disse, ainda, que a tendência é que a rejeição do governo do presidente Michel Temer caia.
 
Na pesquisa do Datafolha realizada entre os dias 29 e 30, e divulgada hoje, o índice de reprovação de Temer é 70%, a mesma proporção que vem sendo registrada pelo instituto de pesquisa nos últimos dois meses. No levantamento realizado com 2.826 entrevistados de 174 municípios a proporção que considera o governo Temer bom ou ótimo é 6%, apenas 1% a mais em relação ao índice de novembro (5%). Por outro lado, 22% dos entrevistados classificaram a gestão Temer como regular.  
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OS PINGENTES: Aprimorando a arte das panaceias populares, por Geraldo Hasse

Por Geraldo Hasse

No Século Diário

Aprimorando a arte das panaceias populares

Enxameiam nas ruas os vendedores de panos de prato por 10 reais a meia dúzia

“O que é um peido pra quem está cagado?”, murmurou o senador, enquanto vasculhava os bolsos em busca de um trocado.
Por um momento, sentiu que faria bem para seu ego, seu id e seu superego ajudar aquela pobre criatura que se metera em sua frente com uma braçada de alvos panos de cozinha.

Nos quatro bolsos das calças e nos quatro bolsos no paletó, o bem votado não encontrou o que procurava.
Infelizmente para a pobre vendedora-pidona, ele só tinha notas graúdas, além dos cartões de crédito. O que fazer?
Dar-lhe uma nota de 50 pegaria mal. De 100, nem pensar.  

“Compra pra me ajudar, Doutor”, exclamou a mocinha, já pressentindo o NÃO.

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CPI dos Maus-Tratos conduz coercitivamente artistas


Fotos: Divulgação - Montagem: Brasil247
 
Jornal GGN - O senador Magno Malta (PR-ES), que preside a Comissão Parlamentar de Inquérito dos "Maus-Tratos", decidiu trazer o curador da exposição "Queermuseu", Gaudêncio Fidelis, e o coreógrafo Wagner Schwartz para prestarem depoimento aos senadores de maneira coercitiva.
 
A exposição é a que foi cancelada pelo Santander em Porto Alegre, após a repercussão em redes sociais, incitada pelo MBL, de que trazia obras que supostamente retratavam a pedofilia e zoofilia. E o coreógrafo foi o que fez uma performance no MAM de São Paulo, em setembro, e que uma criança presente ao lado de sua mãe interagiu com o artista.
 
O parlamentar que é da bancada evangélica e defensor de diversas pautas conservadoras no Congresso decidiu transformar a CPI em palcos de mais polêmicas. "Esta CPI é um verdadeiro circo midiático. Tudo migrou para dentro desta comissão. Na verdade, o objetivo inicial desta CPI era a investigação de maus tratos às crianças e adolescentes e, quando a Queermuseu foi interditada, o senador Magno Malta começou a fazer uma série de convocações", disse Gaudêncio.
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Nas mãos do Conselho de Ética, caso Aécio será analisado em novembro


Foto: Geraldo Magela - Agência Senado

Da Agência Brasil

Por Karine Melo

Mesmo com a vitória no plenário do Senado essa semana, as polêmicas em torno do senador Aécio Neves (PSDB-MG) continuam. Na semana que vem, a expectativa é de que a Advocacia-Geral do Senado envie ao presidente do Conselho de Ética da Casa, senador João Alberto Souza (PMDB-MA), um parecer sobre a segunda denúncia apresentada pelo PT, que pede a cassação do mandato do senador tucano.

Brasília - O presidente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar do Senado, senador João Alberto Souza, durante reunião para decidir sobre depoimento do senador licenciado, Delcídio do Amaral (Marcelo Camargo/Agê
Senador João Alberto tem dúvida sobre recebimento da nova representação - Foto: Arquivo / Marcelo Camargo / Agência Brasil

 

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Senadores articulam revogar o afastamento de Aécio Neves


Foto: Wilson Dias/Agência Brasil
 
Jornal GGN - Em pleno ápice das acusações contra Michel Temer e sua cúpula de governo, com parlamentares peemedebistas, o Plenário do Senado estaria se preparando para rejeitar o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG). O prazo estipulado é que a votação do Senado para validar ou não a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) ocorra até amanhã (28).
 
Logo após a decisão da Primeira Turma do STF de afastar o parlamentar tucano das atividades legislativas e impor a ele o recolhimento noturno, em resposta ao pedido de prisão da Procuradoria-Geral da República contra Aécio, senadores já se manifestaram contra a medida.
 
"Não podemos permitir que uma turma do Supremo Tribunal Federal, seja a que pretexto for, afaste um senador e rasgue a Constituição", manifestou o senador Renan Calheiros (PMDB-AL), na noite desta terça, após a decisão por 3 votos a 2 do Supremo.
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Mônica Iozzi revela que sofreu assédio de "senador candidato a presidente"

Foto: Reprodução

Jornal GGN - Ex-repórter do programa CQC, Mônica Iozzi revelou em vídeo que já sofre assédio por parte de um senador que já foi candidato a presidente, mas acabou sendo derrotado nas urnas. Iozzi não quis citar o nome do político, mas afirmou que recebeu flores, vinho e jóias. Além disso, o ex-presidenciável tentou desmoralizar sua vida profissional cobrando reação aos "agrados" na frente de outros jornalistas.
 
A revelação foi feita por Iozzi durante um debate promovido pela revista TPM sobre feminismo. Ela disse que os anos de CQC foram um desafio e momento em que ela se identificou como feminista, principalmente porque foi forçada a se posicionar firmemente em meio a um ambiente tradicionalmente machista, como o Congresso.
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Jucá é alvo de mais uma denúncia da PGR


Foto: Luis Macedo / Câmara dos Deputados
 
Jornal GGN - O senador Romero Jucá (PMDB-RR) foi denunciado nesta segunda-feira (28) por corrupção e lavagem de deinheiro, pela Procuradoria-Geral da República. As acusações são de Jucá ter solicitado e recebido R$ 150 mil para beneficiar a Odebrecht em duas medidas provisórias tramitando no Congresso em 2014.
 
A peça foi encaminhada nesta segunda-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) e tem como base a delação premiada de ex-executivos da empreiteira, como o ex-diretor de relações institucionais Cláudio Mello Filho. 
 
Jucá teria solicitado o montante por meio de doação oficial pelo Diretório do PMDB de Roraima, que teria alimentado a campanha do filho do parlamentar, Rodrigo Jucá, que concorria a vice-governador ao lado de Francisco de Assis Rodrigues.
 
"Não há dúvidas de que o sistema eleitoral foi utilizado para o pagamento disfarçado de vantagem indevida a partir de ajuste entre Romero Jucá e o executivo do Grupo Odebrecht Cláudio Melo Filho", apontou a Procuradoria-Geral da República (PGR).
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Eu sou o PMDB da seriedade, não da 'Ponte para o Futuro', diz Requião


Foto: Fotos públicas
 
Jornal GGN - Roberto Requião (PMDB-PR) também foi alvo de pedido de expulsão pelo Diretório Nacional da legenda, assim como a senadora Kátia Abreu (TO), mas terá seu caso analisado pela Comissão de Ética e e Disciplina do PMDB. No partido desde a década de 1980, Requião afirmou ser "o peemedebista mais fiel neste Congresso Nacional", mas "do PMDB da seriedade".
 
"É evidente que eu não sou do PMDB da 'Ponte para o Futuro'", disse o senador, destacando que o que mudou não foi sua fidelidade, mas os projetos e ideias do partido, hoje comandados por parlamentares "submetidos aos interesses" do governo de Michel Temer.
 
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Aécio é blindado no Senado, mas ameaçado no Judiciário


Foto: Agência Senado
 
Jornal GGN - O Conselho de Ética do Senado arquivou o pedido de cassação do senador Aécio Neves (PSDB-MG), por uma grande maioria de 16 senadores. Assim, a Casa Legislativa sequer investigará se o tucano recebeu por meio de seu primo R$ 2 milhões do dono da JBS, Joesley Batista. Se o parlamentar conseguiu a blindagem no Congresso, no Judiciário o contexto é um pouco diferente: ele é alvo de 8 inquéritos e uma denúncia.
 
Foram 16 votos contra 4 que salvaram temporariamente o senador Aécio e um afastamento de suas atividades legislativas por quebra de decoro parlamentar. Segundo o senador Lasier Martins (PSD-RS), se Aécio queria provar que era inocente, agora não tem mais a opção e perdurará "a dúvida".
 
"Não estivemos agora julgando a cassação, e sim a admissibilidade ou não da representação. Sempre defendi que o processo seria saudável para Aécio provar que é inocente. Da maneira que ficou, perdura a dúvida", disse o parlamentar.
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Relatoria especial para inquérito de Aécio deve aprofundar caso Furnas


Foto: Senado
 
Jornal GGN - O ministro Edson Fachin, relator dos processos da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), concordou que a acusação contra Aécio Neves (PSDB-MG) que traz como protagonista o articulador do esquema de Furnas não guarda relação com a Petrobras e, por isso, pediu sorteio do novo relator. A presidente da Corte, Cármen Lúcia, aceitou o pedido e o novo ministro a comandar o processo será Ricardo Lewandowski.
 
O caso era um dos cinco inquéritos contra o senador tucano afastado no STF, como desdobramento da Lava Jato, que foram abertas investigações a partir das delações premiadas da empreiteira Odebrecht.
 
A investigação que será relatada por Lewandowski apura o pagamento de vantagens indevidas e propinas, a pedido de Aécio Neves (PSDB-MG), para a sua campanha, para a do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do então deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG).
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"Não haverá um segundo tempo, Diretas é agora", diz Requião

 
Jornal GGN - O senador Roberto Requião (PMDB-PR) lançou um manifesto conclamando a população e o seu partido, que é o mesmo de Michel Temer, a ir às ruas pelas eleições diretas para presidente da República. O documento aberto a adesões foi enviado desde a Itália, onde o parlamentar participou da sessão da Eurolat, nesta sexta-feira (19).
 
No pedido para os seus correligionários adotarem a postura de oposição ao governo Temer, Requião diz que "a pátria está em risco; os brasileiro, atordoados por uma sequência de acontecimentos catastróficos, esperam, aguardam, anseiam pela remição desse caos".
 
"O nosso silêncio, a nossa omissão ou a nossa conivência com o que acontece, na insana esperança de se dar tempo ao tempo para que os dias passem, a indignação se arrefeça e novos acontecimentos soterrem os antigos, constituem a tática menos aconselhável para o momento. Porque não haverá um segundo tempo, uma nova chance. É agora!", exclama.
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Como a JBS pagou os R$ 2 milhões a Aécio


Foto: Roque de Sá/Agência Senado
 
Jornal GGN - A pessoa escolhida por Joesley Batista, dono da JBS, para entregar R$ 2 milhões ao senador Aécio Neves (PSDB-MG) narrou em detalhes como realizou o primeiro dos quatro pagamentos ao primo do senador, Frederico Pacheco de Medeiros, o Fred. 
 
Ricardo Saud, diretor de relações institucionais e governo da J&F, grupo do qual pertence o frigorífico, é um dos delatores que descreveu aos procuradores da República as acusações contra o tucano, com base em provas e documentos. 
 
"O que estamos apresentando é um recall de todo o que aconteceu na campanha de 2014, de fatos ilícitos", assim introduziu Saud. "A gravação que tenho mais participação ativa foi do senador Aécio Neves com Joesley no Hotel Unique, em São Paulo, porque dela nós fizemos um ato contínuo e tivemos desdobramentos dela", seguiu.
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Aécio ofereceu contrapartida aos R$ 2 milhões, mostra delator

Foto: Marcello Casal JR/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - Quando se encontrou com Joesley Batista, o dono do frigorífico JBS que revelou em grampos e delação premiada as acusações que geraram a maior crise do governo, o senador tucano Aécio Neves chegou a oferecer ao empresário a nomeação de um diretor da Vale.
 
Nesta conversa, Aécio pediu R$ 2 milhões para supostamente pagar honorários advocatícios de Alberto Toron para sua defesa na Operação Lava Jato, mas o dinheiro acabou entrando na conta de empresa da família do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), aliado do tucano.
 
O encontro ocorreu no dia 24 de março, segundo a gravação de Joesley, no Hotel Unique, em São Paulo. Em um dos quatro pacotes de cédulas que juntas somavam os R$ 2 milhões, os investigadores colocaram chips, que emitem sinais e permitem o monitoramento do caminho efetivo do dinheiro. Na conversa com Joesley, Aécio indicou seu primo, Frederico Pacheco de Medeiros, chamado no diálogo de Fred, que já foi diretor da Cemig e um dos coordenadores da campanha presidencial de Aécio em 2014.
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STF não prende Aécio, que diz que pedido de R$ 2 mi foi empréstimo pessoal


Foto: Roque de Sá/Agência Senado
 
Jornal GGN - A Procuradoria-Geral da República, comandada por Rodrigo Janot, solicitou a prisão do senador Aécio Neves (PSDB-MG), mas o ministro relator do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, negou a prisão ao tucano. Em meio à crise, o PSDB escolheu o deputado Carlos Sampaio (SP) para a Presidência Nacional da sigla. E Aécio disse que R$ 2 milhões foram "pessoais".
 
Aécio foi impedido apenas de exercer as funções de senador, não sendo afastado do mandato oficial. Na decisão, Fachin impôs duas medidas cautelares ao tucano: a proibição de deixar o país, entregando seu passaporte, e de contatar qualquer outro réu ou investigado no processo relacionado à acusação da JBS.
 
Mas o ministro negou o pedido de prisão do senador e decidiu não levar para o Plenário do Supremo a discussão sobre o assunto. De acordo com informações do gabinete de Fachin, a negativa pode ser revertida apenas se a Procuradoria-Geral da República entrar com um novo recurso contra a decisão do ministro, e então o caso seria levado ao voto de todos os ministros.
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PGR estuda romper acordo de delação de Delcídio


Foto: Geraldo Magela /Agência Senado
 
Jornal GGN - O acordo de delação premiada do senador cassado Delcídio do Amaral corre riscos de ser invalidado. A Procuradoria-Geral da República (PGR) analisa romper a colaboração homologada em 2016, após depoimentos de ex-executivos da Odebrecht revelarem a participação de Delcídio em outros esquemas de repasses a campanhas eleitorais.
 
A sequência de depoimentos dos funcionários e ex-funcionários da empreiteira trouxe à tona a possibilidade de alguns depoimentos de delatores serem questionados. É o caso do ex-gerente de Engenharia da Petrobras, Pedro Barusco, das companhias Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, e do ex-senador Delcídio.
 
A primeira conclusão da Procuradoria sobre o ex-parlamentar é que nos 29 anexos de depoimentos prestados entre 11 e 14 de fevereiro do último ano, Delcídio não repassou informações dadas pela Odebrecht. 
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