Por Nicolas Timoshenko
Nassif, pela narrativa essa foi tua primeira máquina. (não tinham memoria – somente uma vaga lembrança
A era de 8 bits
Dismac D-8000
Computador doméstico
Lançamento: 1980
Sistema operativo: BASIC Level II
Microprocessador: Zilog Z80A em 2,0 MHz
Memória: 16 KiB (padrão)
O D-8000 foi um computador doméstico brasileiro produzido pela empresa Dismac (tradicional fabricante de calculadoras eletrônicas) a partir de 1980. Foi também o primeiro clone do TRS-80 Modelo I estadunidense produzido no Brasil, consistindo num gabinete com teclado mecânico e gravador de cassetes incorporado.
Em 1981, o D-8000 tornou-se o primeiro microcomputador vendido numa loja de departamentos: o Mappin da Praça Ramos, no centro de São Paulo. Apesar do preço inicial ser elevado (Cr$ 396.690,00, em quatro parcelas sem juros), nada menos que 10 aparelhos foram vendidos em três semanas, um volume expressivo para a época.
Em 1982, surgiram os modelos D-8001 e D-8002. Todavia, logo a Dismac deixou de produzir clones do TRS-80 e passou a produzir cópias do Apple II.
TRS-80 – D-8000 – CPU 2MHz – 16KB RAM – 16 KB ROM – K7 recorder
… a minha foi essa
TK 82C, da Microdigital.
O TK82-C possuía um microprocessador ZILOG Z80A rodando em 3,25 MHz, 2 KiB (kilo binary byte) SRAM e 8 KiB de EPROM com o interpretador BASIC. O teclado era do tipo membrana e seguia o padrão Sinclair. O sinal de vídeo era enviado por um modulador RF sintonizado no canal 3 VHF e apresentava caracteres pretos sobre um fundo branco. A resolução máxima era de 64 × 44 pixels preto e branco, para plotagem gráfica. Haviam alguns caracteres especiais (padrões sombreados), úteis para jogos e imagens básicas.
O TK82-C incluía a função SLOW que permitia que o vídeo fosse mostrado durante o processamento (a versão anterior, o TK 82, somente executava em modo FAST, onde a imagem não era exibida durante o processamento). Na verdade, a função SLOW era feita por uma placa de expansão, montada na fábrica sobre a placa principal.
Embora fosse um clone do ZX81, o TK82-C não possuía o chip ULA produzido pela Ferranti, usado no último. Em vez dele, era substituído por uma dúzia de circuitos integrados TTL, o que resultava num consumo maior de energia. Isto podia ser percebido facilmente, pois a carcaça do micro tornava-se bastante quente após alguns minutos de operação. – Wikipédia –


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