21 de maio de 2026

Recuperação total do apagão tecnológico deve levar semanas

Problema atingiu exclusivamente servidores Windows; empresas ainda relatam transtornos para retomar atividades
Foto de Luca Bravo na Unsplash

A empresa de segurança cibernética Crowdstrike relata que um problema de atualização em seu aplicativo para hosts Windows foi responsável pelo apagão cibernético que afetou empresas e instituições globalmente nesta sexta-feira (19/07).

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“O problema foi identificado, isolado e uma correção foi implantada. Estamos encaminhando os clientes ao portal de suporte para as últimas atualizações e continuaremos a fornecer atualizações públicas completas e contínuas em nosso blog”, disse a empresa, em nota publicada em seu site.

A falha afetou as atividades em aeroportos, serviços de saúde públicos e privados, e empresas de diversos segmentos. Voos foram suspensos nos Estados Unidos devido a problemas de comunicação ligados a esse problema de atualização. Empresas como American Airlines, Delta e United Airlines estavam entre as afetadas.

Na Europa, o aeroporto de Berlim suspendeu temporariamente todos os voos nesta sexta-feira e o aeroporto de Heathrow (o maior da Europa) relatava dificuldades em retomar as atividades, enquanto o serviço de saúde público no Reino Unido não conseguia ter acesso a informações de pacientes para agendamento de consultas.

No Brasil, empresas como Bradesco, Next, Neon e Azul Linhas Aéreas estão entre as afetadas pela instabilidade.

Segundo especialistas ouvidos pelo jornal britânico The Guardian, a plena recuperação da falha tecnológica pode levar semanas.

“Entendemos a gravidade da situação e lamentamos profundamente o inconveniente e a interrupção. Estamos trabalhando com todos os clientes afetados para garantir que os sistemas estejam de volta e que eles possam fornecer os serviços com os quais seus clientes estão contando”, destaca a empresa, recomendando ainda que seus clientes mantenham contato com representantes da empresa por canais oficiais.

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Tatiane Correia

Jornalista, MBA em Derivativos e Informações Econômico-Financeiras pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Com passagens pela revista Executivos Financeiros e Agência Dinheiro Vivo. Repórter do GGN desde 2019.

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1 Comentário
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  1. JOSE OLIVEIRA DE ARAUJO

    20 de julho de 2024 8:43 am

    Os manchetes da mídia noticiaram que o evento impactou o mundo, mas não vi nada sobre a China. Qual foi o impacto sobre a China?

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