
Enviado por alfeu
Da Rede Brasil Atual
Ministro diz que salário mínimo deve chegar a pelo menos R$ 868 em janeiro
São Paulo – O salário mínimo deve atingir um valor de R$ 868 a R$ 870 em janeiro, disse hoje (17), durante evento em São Paulo, o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto. O número final depende da inflação deste mês. Os R$ 868, por exemplo, correspondem a um reajuste de 10,15% em relação ao atual mínimo (R$ 788).
O ministro disse considerar a política permanente de valorização do salário mínimo uma “conquista estratégica”. A Lei 13.152, de julho, estabeleceu mecanismo de aumentos até 2019. Para o ano que vem, por exemplo, o reajuste leva em conta o INPC-IBGE de 2015 mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2014. Um dos itens da lei estabelece que, na hipótese de não divulgação do INPC “até o último dia útil imediatamente anterior à vigência do reajuste”, o Executivo estimará o índice.
Ele também falou sobre a vinculação do mínimo com a Previdência. “Não há nenhuma hipótese de desvinculação do salário mínimo como piso previdenciário”, disse Rossetto, durante ato de posse do novo superintendente do Trabalho no estado de São Paulo, Luiz Claudio Marcolino.
De acordo com dados do Dieese, de 2002 a 2014 o salário mínimo teve aumento real (acima da inflação) de 76,54%.
servidor publico
18 de dezembro de 2015 11:23 amresponsabilidade fiscal
A política compreende saber ceder à realidade e aos opositores vez e outra.
Se esse governo não impuser algum tipo de limitação aos gastos previdenciários (regime geral e servidores) frente ao PIB, estará ignorando, mais uma vez, as necessidades que a realidade impõe, além de perder a oportunidade de legitimar, dentro de um amplo espectro político, boa parte de sua agenda desenvolvimentista.
Exemplifico aqui com os democratas cristãos e os social democratas na Alemanha, que cederam em uma parte de seus respectivos projetos para a economia, e conseguiram formar uma coalização estável na Alemanha.
O aumento do salário mínimo e sua vinculação aos benefícios previdenciários não é, em si, um problema, se houver um limite desses gastos com relação ao PIB e uma contribuição que incida progressivamente, por exemplo, sobre as aposentadorias. Mas a falta de imposição de qualquer limite é uma temeridade, irresponsabilidade até, que tira desse governo qualquer credibilidade na condução da política econômica.
Ganderlan
18 de dezembro de 2015 11:59 amEnquanto isso o governo
Enquanto isso o governo concede 5% para os servidores, em agosto do ano que vem.
altamiro souza
18 de dezembro de 2015 1:06 pmcreio que manter o poder de
creio que manter o poder de compra seja melhor do que apertar ainda mais a economia…