4 de junho de 2026

Ministro diz que salário mínimo terá reajuste de 10% em janeiro

Siga o Jornal GGN no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo

Seguir no Google

Enviado por alfeu

Da Rede Brasil Atual

Ministro diz que salário mínimo deve chegar a pelo menos R$ 868 em janeiro

Reajuste ficaria pouco acima de 10%. Rossetto também descartou qualquer possibilidade de desvinculação do mínimo como piso da Previdência

São Paulo – O salário mínimo deve atingir um valor de R$ 868 a R$ 870 em janeiro, disse hoje (17), durante evento em São Paulo, o ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto. O número final depende da inflação deste mês. Os R$ 868, por exemplo, correspondem a um reajuste de 10,15% em relação ao atual mínimo (R$ 788).

O ministro disse considerar a política permanente de valorização do salário mínimo uma “conquista estratégica”. A Lei 13.152, de julho, estabeleceu mecanismo de aumentos até 2019.  Para o ano que vem, por exemplo, o reajuste leva em conta o INPC-IBGE de 2015 mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB) de 2014. Um dos itens da lei estabelece que, na hipótese de não divulgação do INPC “até o último dia útil imediatamente anterior à vigência do reajuste”, o Executivo estimará o índice.

Ele também falou sobre a vinculação do mínimo com a Previdência. “Não há nenhuma hipótese de desvinculação do salário mínimo como piso previdenciário”, disse Rossetto, durante ato de posse do novo superintendente do Trabalho no estado de São Paulo, Luiz Claudio Marcolino.

De acordo com dados do Dieese, de 2002 a 2014 o salário mínimo teve aumento real (acima da inflação) de 76,54%.

 

Redação

Curadoria de notícias, reportagens, artigos de opinião, entrevistas e conteúdos colaborativos da equipe de Redação do Jornal GGN

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Assine a nossa Newsletter e fique atualizado!

Mais lidas

As mais comentadas

Colunistas

Ana Gabriela Sales

Repórter do GGN há 9 anos. Especializada em produção de conteúdo para as redes sociais.

Camila Bezerra

Graduada em Comunicação Social – Habilitação em Jornalismo pela Universidade. com passagem pelo Jornal da Tarde e veículos regionais. É...

Carla Castanho

Carla Castanho é repórter no Jornal GGN e produtora no canal TVGGN

3 Comentários
...

Faça login para comentar ou registre-se.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

  1. servidor publico

    18 de dezembro de 2015 11:23 am

    responsabilidade fiscal
    A política compreende saber ceder à realidade e aos opositores vez e outra.

    Se esse governo não impuser algum tipo de limitação aos gastos previdenciários (regime geral e servidores) frente ao PIB, estará ignorando, mais uma vez, as necessidades que a realidade impõe, além de perder a oportunidade de legitimar, dentro de um amplo espectro político, boa parte de sua agenda desenvolvimentista.

    Exemplifico aqui com os democratas cristãos e os social democratas na Alemanha, que cederam em uma parte de seus respectivos projetos para a economia, e conseguiram formar uma coalização estável na Alemanha.

    O aumento do salário mínimo e sua vinculação aos benefícios previdenciários não é, em si, um problema, se houver um limite desses gastos com relação ao PIB e uma contribuição que incida progressivamente, por exemplo, sobre as aposentadorias. Mas a falta de imposição de qualquer limite é uma temeridade, irresponsabilidade até, que tira desse governo qualquer credibilidade na condução da política econômica.

  2. Ganderlan

    18 de dezembro de 2015 11:59 am

    Enquanto isso o governo

    Enquanto isso o governo concede 5% para os servidores, em agosto do ano que vem.

  3. altamiro souza

    18 de dezembro de 2015 1:06 pm

    creio que manter o poder de

    creio que manter o poder de compra seja melhor do que apertar ainda mais a economia…

Recomendados para você

Recomendados