Taxa de desocupação chega a 7,5% em novembro

Jornal GGN – A taxa de desocupação foi estimada em 7,5% para o conjunto das seis regiões metropolitanas investigadas durante o mês de novembro, ficando estável frente a outubro (7,9%), de acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No confronto com novembro de 2014, a taxa avançou 2,7 pontos percentuais (passou de 4,8% para 7,5%). O percentual é o maior para meses de novembro desde 2008, quando chegou a 7,6%.

Em termos regionais, a análise mensal mostrou que a taxa de desocupação frente a outubro último, ficou estável em todas as seis regiões metropolitanas. Contudo, a comparação com novembro de 2014 aponta um crescimento da taxa em todas as regiões: em Recife, de 6,8% para 10,8% (4 pontos percentuais – pp); em Salvador, a taxa passou de 9,6% para 12,3% (2,7 pp); em Belo Horizonte, de 3,7% para 6,1% (2,4 pp); no Rio de Janeiro, de 3,6% para 5,9% (2,3 pp); em São Paulo de 4,7% para 7,4% (2,7 pp) e em Porto Alegre, de 4,2% para 6,7% (2,5 pp).

O contingente de desocupados foi estimado em 1,8 milhão de pessoas no agregado das seis regiões investigadas, não registrando variação frente a outubro último. Na comparação anual (com novembro de 2014), ocorreu acréscimo de 642 mil pessoas em busca de trabalho (53,8%). Na análise regional, o contingente de desocupados, em relação a outubro último, não apresentou variação estatisticamente significativa nas regiões pesquisadas. No confronto com novembro do ano passado, a desocupação aumentou em todas as regiões, sendo o maior aumento no Rio de Janeiro, 66,5% e o menor em Salvador, 24%.

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A população ocupada foi estimada em 22,5 milhões para o conjunto das seis regiões, refletindo estabilidade em relação a outubro e queda de 3,7% (menos 858 mil pessoas) na comparação com novembro de 2014.

Já o nível da ocupação (proporção de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade ativa), estimado em novembro de 2015 em 51,3% para o total das seis regiões, ficou estável em relação a outubro. No confronto com novembro de 2014 foi observada redução de 2,5 pontos percentuais nesse indicador.

Regionalmente, a comparação mensal apontou estabilidade em todas as seis Regiões Metropolitanas. Frente a novembro do ano anterior, houve retração em quase todas as regiões, com exceção do Rio de janeiro, onde o indicador permaneceu estável. A maior queda foi verificada em Salvador, 4,3 pp (de 53,2% para 48,9%) e a menor em Recife 2,0 pp (47,5% para 45,5%).

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado (11,3 milhões) ficou estável na comparação mensal e apresentou redução de 540 mil pessoas com carteira assinada no setor privado (-4,6%), na comparação com novembro de 2014.

Já na classificação por categorias de posição na ocupação, a maior queda no rendimento médio real habitualmente recebido, na comparação com outubro de 2015, deu-se entre Empregados sem carteira no setor privado (-4,7%) e houve aumento de 0,8% entre os Empregados com carteira no setor privado. Em relação a novembro de 2014, houve queda em todas as categorias, sendo a maior entre os Empregados sem carteira no setor privado (-13,3%).

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2 comentários

  1. Desemprego só vai diminuir

    Desemprego só vai diminuir com diminuir a taxa de juros dos títulos brasileiros para os gringos ganharem dinheiro. É justamente isto que está causando a queda do BRasil nos fundos de investimentos abutre que destruiu a Grécia, Espanha e Portugal. Somente diminuindo o juros e aumentando o crédito no mercado interno é que se poderá ver a economia crescer; enquanto manter alta a taxa de juros dos títulos públicos, taxa de juros acima do crescimento do país para gringo ganhar dinheiro com a dívida brasileira; logicamente a moeda diminuirá de circulação pois nimguém pedirá empréstimo da moeda com tal taxa, as dívidas irão crescer pois ssem dinheiro no mercado interno para pagar uma dívida com uma taxa de juros acima do crescimento brasileiro, o pouco de dinheiro que tiver na poupança será saqueado pelos gringos como fizeram na Grécia. E o dólar e a inflação dos preços de produtos com componentes estrangeiros só aumentará. A Dilma representa um perigo para estes capitalistas ganancioso que tentam destruir o país através das dívidas.

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