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Tecnologia

A biodiversidade, a cura da AIDS e as tendências da agricultura biológica, por Rui Daher

na CartaCapital

A biodiversidade, a cura da AIDS e as tendências da agricultura biológica

por Rui Daher

Enquanto o Brasil de Temer dá pouca importância à diversidade biológica, potências econômicas entendem muito bem o valor dela no Brasil

Já comentei na coluna os riscos que corre a agropecuária brasileira com as restrições de investimentos e corte de verbas que o atual governo impõe às instituições de pesquisas, aí incluída a inação do hoje estendido Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, chefiado por um não entendido e estendido nessas matérias, Gilberto Kassab.

Some-se a isso o abrandamento na legislação dos agrotóxicos e nas punições para quem agride a preservação ambiental.

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Com Neuralink, Elon Musk quer privatizar a mente humana com interface bio-eletrônica

por Wilson Ferreira

Quem assistiu ao filme “Matrix” deve lembrar de como o protagonista Neo (Keanu Reeves) aprendia lutas marciais pelo simples download de programas em sua mente. Pois essa realidade sci-fi está próxima, pelo menos para o bilionário tecnológico sul-africano Elon Musk. Depois de anunciar o envio de colonos a Marte com sua empresa SpaceX, agora através da sua nova empresa, a Neuralink, o empresário pretende fazer um “upgrade” na mente humana: criar a interface bio-eletrônica definitiva entre mente e a “nuvem” de inteligência artificial, criando o que chama de “telepatia consensual”. Por que? Para Musk, as máquinas nos ameaçarão no futuro, tornando a humanidade irrelevante. Por isso, devemos impulsionar nossas habilidades cognitivas, nos livrando da linguagem (signos, palavras, símbolos etc.) ao nos conectar diretamente nas “nuvens de bites”. Musk fez esse anúncio na “World Government Summit” desse ano em Dubai, para atentos “Global Players”. Para quê essa chicana pseudocientífica? Depois de querer privatizar Marte, agora Musk pretende privatizar a mente e a linguagem, atraindo a atenção de gigantes como Facebook, já interessada na Neuralink.

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Nassif: Como o MPF criminalizou a compra do Gripen

O Brasil deu o primeiro passo para entrar no seletíssimo mercado dos aviões de guerra. Segundo o repórter especialista Roberto Godoy, do Estadão, há duas semanas está em testes o Gripen NG/E 39-8, o novo caça comprado pela Força Aérea Brasileira (FAB).

A licitação FX, que escolheu o Gripen, permitirá ao Brasil avanços extraordinários no setor aéreo. Antes disso, o Supertucano adquirido pelo FAB no início dos anos 90, permitiu à Embraer enormes avanços tecnológicos, que acabaram incorporados às linhas comerciais da empresa.

O que diz a reportagem de Godoy:

O programa, segundo analistas internacionais, também abre a possibilidade do Brasil disputar negócios de até US$ 370 bilhões, segundo o Centro de Estudos da Defesa, de Londres.

A partir da próxima década, esse mercado será dominado por cinco protagonistas – Estados Unidos, Rússia, China, Suécia e Índia – com a entrada de novos participantes (...)

O contrato atual, de US$ 4,7 bilhões, prevê amplo acesso a informações técnicas capazes de dar a agências do governo, como o Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), e a complexos industriais, como a Embraer, a capacidade de conceber uma aeronave de combate de alto desempenho, em dez anos”.

Trata-se de um feito extraordinário. E o que aconteceu com seus criadores?

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Ataque cibernético afeta servidores na Europa

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Foto: Reprodução
 
Jornal GGN - Um novo ataque cibernético afetou diversos países na Europa nesta terça-feira (27), atingindo aeroportos, bancos e escritórios governamentais. O ataque também teria prejudicado hospitais no Brasil. 
 
Um dos países mais afetados foi a Ucrânia, onde um conselheiro do ministro do Interio classificou o ataque como o pior na história do país. De acordo com Anton Gerashchenko, as interrupções foram causadas pelo Cryptolocker, um vírus similar ao WannaCry, que bloqueou mais de 200 mil computadores em cerca de 150 países em maio. 
 
"Nós estamos respondendo em caráter de urgência a relator de outro grande ataque de ransonware a negócios na Europa", disse Rob Wainwright, diretor da Europol.

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Startup britânica promete construir a verdadeira Matrix, por Wilson Ferreira

Uma startup britânica chamada Improbable pretende criar a verdadeira Matrix: uma simulação em larga escala do mundo real. E o ponto de partida já existe – a plataforma SpatialOS e o jogo de computador Worlds Adrift, ainda restrito a acadêmicos e cientistas. O aporte de milhões de dólares na startup por empresas de capital de risco, além do interesse militar e indústria de entretenimento pelo projeto revelam evidentes aplicações nas áreas estratégica, bélica e engenharia social: construir mundo virtuais para simular o surgimento de extremismos violentos nas populações e comportamentos econômicos. Mas a iniciativa dos co-fundadores Herman Nerula e Rob Whitehead é também uma evidência da motivação místico-religiosa que possui atualmente o Vale do Silício: Tecnognosticismo, imortalidade e a crença de que já vivemos em uma gigantesca simulação. O game Worlds Adrift seria mais um exemplo de como a ciência experimental se encontra com a prática religiosa: a Teurgia. Leia mais »

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Não é possível ignorar os danos causados por Google e Facebook, por Jonathan Taplin

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Foto: Franco Bouly/Flickr

Jornal GGN - Em artigo para o New York Times, o autor norte-americano Jonathan Taplin fala sobre os monopólios exercidos por empresas de tecnologia, como o Google e o Facebook. Ele afirma que voltamos ao início do século passado e concorda com a tese de Louis Brandeis, assessor do presidente dos EUA Woodrow Wilson, que acreditava que a formação de grandes centros de poder privado era sempre perigosa para a democracia. 

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INPE desenvolve combustível espacial limpo e mais barato

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Foto: Inpe

Do Clube da Engenharia

 
O Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) desenvolveu um sistema limpo e mais barato para propulsão de foguetes e motores de satélites geoestacionários. O novo combustível, à base de etanol e etanolamina, é combinado à água oxigenada concentrada (peróxido de hidrogênio). Tem uma eficiência próxima a dos propelentes tradicionais – que utilizam hidrazina e tetróxido de nitrogênio –, mas sem a sua toxicidade e a custo bem menor, afirma o chefe do LCP, Ricardo Xavier, responsável pelo projeto.
 
O desenvolvimento tecnológico contou com financiamento de R$ 150 mil da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e é parte do trabalho de doutorado de Leandro José Maschio, da Escola de Engenharia da USP, em Lorena, orientado pelo chefe do LCP/Inpe. O processo, segundo Xavier, será patenteado pelo Inpe.
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"Política de conteúdo local precisa integrar tecnologia nacional", diz ex-coordenador do Prosub

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Foto: Fisenge
 
Do Fisenge
 
 
A engenharia como produtora de riqueza. Este foi o mote da palestra do engenheiro e  ex-coordenador do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear da Marinha (Prosub),Alan Paes Leme Arthour, durante o I seminário “Contra a crise, pelo emprego e pela inclusão” do Simpósio SOS Brasil Soberano, na manhã do dia 31\3, no Rio de Janeiro. Ele iniciou sua explanação sobre a cadeia produtiva de bens permanente e de consumo. “A engenharia permeia toda a economia e sua cadeia produtiva. O Brasil gera bens e não temos indústria forte. Nós hospedamos indústria”, criticou. Os bens permanentes integram infraestrutura, metais, imóveis, terras, por exemplo. Já os bens de consumo abrangem a alimentação, ferramentas domésticas e serviços.

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O homem se tornará irrelevante diante de algoritmos e aplicativos?, por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

Em uma entrevista para a "Wired Magazine", o historiador e escritor Yuval Harari alertou para o perigo da humanidade em pouco tempo se tornar “irrelevante” e “redundante” diante dos avanços da Inteligência Artificial. Dessa vez, não mais através das distopias como a do computador HAL 9000 que tenta matar a tripulação de uma nave no filme “2001” ou por replicantes que perseguem um policial no filme “Blade Runner”. Mas agora por meio dos aplicativos e algoritmos que “compreendem melhor nossos desejos e sentimentos do que nós mesmos”. Porém, o discurso de Harari atira no que vê e acerta no que não vê – só podemos achar que os algoritmos são realmente inteligentes se o próprio homem rebaixar ou tornar mais flexível o conceito de “inteligência”. A fala de Harari faz parte de uma nova narrativa publicitária das corporações tecnológicas: projetar para o futuro distopias que sempre fascinaram a humanidade por toda a História: ver a si própria substituída por duplos tecnológicos como reflexos em espelhos, fotografias, frankensteins, golens, robôs, replicantes e, agora, aplicativos.

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A praga do MacKeeper

Sou micromaníaco desde os primeiros TR80. Passei pela Novell, pelos CDs envenados da AOL, enguli todos os desaforos que a Microsoft fazia com seus usuários.

Mas, confesso, nunca vi praga pior do que esse aplicativo MacKeeper. É um desaforo amplo. Esse programa se alia a hackers para invadir computadores. O malware em questão é a própria propaganda do MacKeeper avisando que foi identificado um virus e você precisa baixar o aplicativo.

Arma armadilhas primárias, como travar a tela com uma janela, tentando obrigar você a clicar em um botão - que, se pressionado, deixará o micro à mercê dessa quadrilha.

Ai de você se baixar essa praga. O computador ficará lento, haverá enormes dificuldades para desinstalar e virão cobranças sem fim.

MacKeeper, um antivirus suspeito - publicado em 15/01/2015 Leia mais »

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Análise sobre a redução de recurso para C&T, por Renato Dagnino

O empresariado, liderado pela sua parcela mais afinada com os ‘interesses globais’, optou, face a uma tendência de desindustrialização ‘sem volta’, por trilhar um caminho que prescinde das atividades de C&T

do Brasil Debate

Análise sobre a redução de recurso para C&T

por Renato Dagnino

Está em curso desde 2014 uma diminuição do recurso para C&T. Ela foi acelerada brutalmente em 2016 por uma coalizão política que representa forças que, entre tantas outras, não concordam com a política de C&T que vinha sendo implementada. Entre outras diatribes, ela associou, aproveitando o que pensa o senso comum, ciência e tecnologia a comunicações. Entre outras diatribes, ela associou, aproveitando o que pensa o senso comum, ciência e tecnologia a comunicações.

Ao rebatizar o ministério, ela pretendia encobrir as falcatruas que vieram à tona nesta última área. E, como se não bastasse, o entregou a um pastor criacionista depois substituído por outro ministeriável. A mesma coalizão, depois de algumas ameaças verbais feitas no ano passado, vem realizando cortes, explícitos ou não,em alguns estados.

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Inteligência Artificial como novo espelho individualista em "HyperNormalisation", por Wilson Ferreira

por Wilson Ferreira

Certo dia um cientista do MIT criou um “computador terapeuta” chamado Eliza. Na verdade uma brincadeira, uma parodia sobre as tentativas frustradas em fazer uma Inteligência Artificial. As pessoas digitavam o que estavam sentindo e Eliza repetia a última frase, reformulando como fosse uma pergunta. Os “pacientes” começaram a levar à sério, passando horas diante de Eliza digitando seus problemas, desejos e motivações mais íntimas. Uma brincadeira que, sem querer, criou o paradigma que reformularia toda o conceito de Inteligência Artificial e abriria o campo dos algoritmos que controlam as atuais redes sociais e mecanismos de busca na Internet. Essa é uma das histórias do documentário “HyperNormalisation” (2016) de Adam Curtis. Analisado pelo “Cinegnose” em postagem anterior, vamos agora destacar como a fuga das pessoas para o ciberespaço, para escapar das complexidadse do mundo real, criou um outro aspecto da “HiperNormalização”: a Inteligência Artificial como um espelho individualista feito para criar a falsa sensação de estabilidade e segurança. Mas, às vezes, aspectos do “deserto do real” invadem essa bolha virtual.

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Governo Temer recua de internet fixa limitada e Anonymous ataca Kassab

Jornal GGN - Após a repercussão da notícia sobre Gilberto Kassab admitir que o governo vai regular a limitação da banda larga fixa até o segundo semestre de 2017, a Anatal disse à imprensa que o ministro cometeu um "equívoco" e que este tema não está no horizonte do governo Temer a curto nem a médio prazo.

Juarez Quadros, presidente da Anatel, frisou nesta sexta-feira (13) que a medida cautelar que proíbe as operadoras de limitar a quantidade de dados enviados e recebidos pelos usuários continua a valer. 

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Empresas "têm limites" e precisam reduzir internet fixa em 2017, aponta Kassab

Jornal GGN - Após entregar cerca de R$ 100 bilhões em patrimônio público às teles, o governo Michel Temer vai negociar com as provedoras de internet a regulação do limite à banda larga fixa para valer a partir do segundo semestre de 2017. Isso significa que a internet em casa vai funcionar da mesma maneira que a modalidade móvel, ou seja, quando acabar o pacote de franquias contratado pelo cliente, a internet será reduzida ou completamente cortada.

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Os avanços tecnológicos que devem aparecer em 2017

 
Jornal GGN - O ano de 2017 deverá continuar trazendo inúmeros avanços tecnólogicos para a vida das pessoas. No The Wall Street Journal, Geoffrey Fowler e Joanna Stern conversaram com especialistas da área e elaboraram uma lista com o que deve aparecer no próximo ano.
 
Caixas de som inteligentes, carros autônomos e óculos de realidade aumentada são esperadas para o ano que vem. Além disso, a promessa do Facebook de combater as notícias falsas, depois das críticas nas eleições dos EUA, podem mudar o jeito como a informação é consumida por milhões de pessoas. 

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