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Luis Nassif Online

Verdadeiro desafio de Dilma começa na segunda, que será administrar a vitória e preparar a conciliação; por Luis Nassif
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Um presidente de BC tailandês ingênuo, permitiu a Arminio montar operação que desmontou o país
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SP tornou-se um buraco negro institucional e por aqui consolidaram-se vícios de estados atrasados; por Luis Nassif
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Ideias a priori, por Marcelo Miterhof

da Folha

Marcelo Miterhof

Ideias a priori

Certas ideias econômicas têm estrutura conceitual e sistemática, mas são descoladas da realidade

Estou lendo o livro "Seven Bad Ideas: How Mainstream Economists Have Damaged America and The World" (Sete ideias ruins: como os economistas convencionais prejudicaram os EUA e o mundo), do jornalista Jeff Madrick.

Seu intuito político é defender que a partir dos anos 1970 o liberalismo e a desregulamentação financeira elevaram a desigualdade e reduziram o ritmo do desenvolvimento em relação ao ocorrido no pós-Guerra.

Para isso, discute o conhecimento econômico, mostrando que ideias populares, como "a mão invisível do mercado", embora engenhosas, são incoerentes com a realidade.

Algumas dessas "ideais ruins" serão tratadas nas próximas semanas. Hoje, o objetivo é falar de algo que o livro evoca: a capacidade humana de criar modelos para lidar com a realidade e como isso impacta o conhecimento, em particular o econômico.

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Crise hídrica precisa de solidariedade e não de críticas, reclama Alckmin

Jornal GGN - Em notícia de ontem, o governador Geraldo Alckmin não está gostando das críticas à crise hídrica do estado de São Paulo. Ele criticou a presidente Dilma e o PT que, segundo ele, estão querendo tirar 'proveito político' da crise de desabastecimento de água. Em mensagem, o tucano defendeu que o momento é de união, e isto exige responsabilidade e solidariedade. Leia nota publicada no Valor.

do Valor

Alckmin reclama de críticas à crise de abastecimento de água

Em um recado à presidente Dilma Rousseff (PT), o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou ser "lamentável" que se queira tirar "proveito político" na eleição deste ano da crise de desabastecimento de água na região metropolitana de São Paulo.

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O que seria um segundo governo Dilma?

Faltam quatro dias para as eleições. No final da tarde de domingo o país terá um novo presidente.

As pesquisas indicam a vitória de Dilma Rousseff, embora a volatilidade dessas eleições não recomendem apostas definitivas antes de se abrir as urnas.

Se Dilma vitoriosa, o cenário econômico será o seguinte:

1. Nas próximas semanas, mal estar nos mercados, com pressão sobre o dólar e as Bolsas em geral.

2. Gradativamente, se diluirá essa fase mais crítica dos mercados, e se aguardará os próximos passos de Dilma para reforçar ou refazer as expectativas. Aí dependerá dela virar ou não o jogo junto ao setor mais crítico do seu governo.

3. No plano político e social, as primeiras semanas  serão de ódio extravasado, acumulado nesses anos de manchetes e redes sociais estimulando a intolerância e pela decepção dos que forem derrotados.

A presidente, assim, terá o duplo desafio de pacificar os mercados e a sociedade.

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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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O dia em que Arminio Fraga detonou a Tailândia

Armínio planejou ataques especulativos para Soros

Pedro Paulo Zahluth Bastos

O livro More Money Than God: Hedge Funds and the Making of a New Elite (Bloomsbury), publicado pelo jornalista inglês Sebastian Mallaby em 2010, traz uma revelação explosiva sobre a atuação de Armínio Fraga como gestor do Fundo Soros para mercados emergentes [link: http://books.google.com.br/books/about/More_Money_Than_God.html?id=JklJ0ZoJtmAC&redir_esc=y]. Armínio teria obtido informações privilegiadas que o levaram a planejar e executar o ataque especulativo contra a Tailândia, que gerou lucros hoje estimados em R$2,5 bilhões de reais para George Soros e ele mesmo. Leia mais »

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As múltiplas dimensões da crise hídrica paulista, por Bruno Peregrina Puga

Artigo do Brasil Debate

Por Bruno Peregrina Puga*

Enfrentando um período de estiagem e temperaturas históricas para a época, a macrorregião de São Paulo se vê, com incredulidade, diante de um eminente colapso no abastecimento hídrico.

Além de englobar duas das regiões econômicas mais importantes do Brasil (a Região Metropolitana de São Paulo e de Campinas), as crises e conflitos no abastecimento doméstico já estão presentes em cidades do interior e em diversas regiões da capital.

Este cenário parecia inimaginável para a magnitude dos sistemas que abastecem a região, como o Sistema Alto Tietê, Guarapiranga e o Cantareira.

A Sabesp, empresa mista do governo de São Paulo (50,26% do governo estadual, 25,5% na BMF/Bovespa e 24,2% na Bolsa de NY) é a empresa outorgada para utilizar e gerir esses sistemas, destinando em tempos normais 33m³/s para RMSP e 5m³/s para cidades da RMC.

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Nova cobrança de internet pelo celular trará prejuízos ao consumidor

A PROTESTE Associação de Consumidores critica a estratégia das Teles que vão cortar o acesso à internet pelo celular após o consumidor usar a franquia de dados,  acabando com a opção de continuar navegando com a chamada “velocidade reduzida”. Por isso, vai enviar ofício à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) questionando porque permitiu esse prejuízo ao consumidor.

Na avaliação da Associação, as empresas não podem alterar unilateralmente o contrato para os consumidores que já tem planos de franquia que garantem a continuidade do serviço, ainda que com velocidade reduzida. Estes consumidores não são obrigados a aceitar as alterações das condições de prestação do serviço e as empresas são obrigadas a manter o contrato em vigor. O Código de Defesa do Consumidor proíbe alteração unilateral do contrato.

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Mario Sergio Cortella discute a relação entre escola e comunidade em evento aberto

Da Redação do Centro de Referências em Educação Integral

Universidade Salesiana Santa Teresinha promoverá, no dia 3 de novembro, em São Paulo (SP), encontro com o professor Mario Sergio Cortella, autor do livro “Educação, escola e docência: novos tempos, novas atitudes”, recém lançado pela Editora Cortez. No livro, o autor propõe uma parceria entre escola e família para a promoção de uma educação que retome seu sentido humanista, discutindo que a escola sozinha não pode ser a única responsável pelos processos formativos e pelo desenvolvimento integral das crianças, adolescentes e jovens.

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Tive um amigo filiado na Arena, por Silzi Mossato

mao1Do blog Lá Vem Maria, de Silzi Mossato

Tive um amigo que era filiado a antiga ARENA. Era (ou é) uma ótima pessoa. Eu não conseguia entender aquela filiação, mas minha ignorância nunca chegou a interferir na nossa convivência. Com o tempo entendi que a imensa distância entre a pessoa e o regime não podia ser percebida pela primeira e aceitei o fato.

Isto aconteceu entre os anos de 1978 e 1982. Um período em que o ABC paulista fervia. Frente a minha posição favorável ao movimento, o amigo arenista me taxava de russista, lulista e comunista. Eu contra argumentava. Esclarecia que era a favor dos direitos de trabalhadores que deixavam grande parte de suas vidas nas fabricas para que suas famílias pudessem morar, comer, vestir, ir ao médico. Natural que as pessoas que criavam riquezas transformando matérias primas em produtos, usufruíssem dos lucros. Nada mais justo que essa parcela fosse suficiente para uma vida digna, com boa moradia, carro, escola para filhos, tratamento de saúde e lazer. Eu argumentava, mas nossos universos não convergiam e o amigo nunca mudou os rótulos com os quais me definia. Repetidas vezes perguntou se preferiria viver nos Estados Unidos ou na União Soviética. Repetidas vezes respondi que preferia o meio do caminho. Hoje talvez respondesse que prefiro Cuba ou Bolivia, não por questões relacionadas aos regimes políticos ou desenvolvimento tecnológico, mas pelos aspectos humanos. Ele nunca entendeu a lógica de meus pontos de vista e creio que hoje também não entenderia.

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O planejamento e o futuro do setor elétrico brasileiro

Jornal GGN - O consumo anual de energia elétrica no Brasil é de 555 TWh (Terawatt-hora), com crescimento médio, nos últimos dez anos, de 4% ao ano. Com esse nível de demanda, é inegável a necessidade de se realizar investimentos para garantir a oferta. Depois do apagão de 2001, a segurança energética virou um dos assuntos mais urgentes para o desenvolvimento do país.

Em 1990, o mundo desenvolvido – Estados Unidos e Europa Ocidental – representava dois terços do consumo mundial de eletricidade. Atualmente, os países em desenvolvimento já respondem por 50% do total. Até 2035 esse panorama deve mudar. EUA e Europa devem passar a consumir quase 12 mil TWh e os países em desenvolvimento mais de 20 mil TWh.

Os números foram apresentados na terça-feira (21), durante a abertura da Power-Gen Brasil, pelo presidente da Eletrobas, José da Costa Carvalho Neto. De acordo com ele, os BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul) vão liderar essa evolução. “Considerando esse cenário, até 2035, a Índia deve crescer 226%, a China 116,3%, o Brasil 99,4% e a Rússia 49,9%”. No mesmo período, o consumo dos EUA cresceria 21,9%, bem abaixo da média mundial de 69,2%.

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Datafolha do "otimismo" sugere derrota da mídia na cobertura econômica


Jornal GGN - A leitura da pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta-feira (22) mostra que o brasileiro não engoliu o terrorismo midiático feito em torno da gestão econômica de Dilma Rousseff (PT) nos últimos anos. Essa é a avaliação do cientista político da UFRJ e coordenador do projeto Manchetômetro, João Feres Júnior.

Segundo o Datafolha, caiu de 50% para 31% o número de eleitores que acham que a inflação vai aumentar - patamar mais baixo registrado desde 2007. O número de crentes que o desemprego vai diminuir saltou de 23% para 31%, e aqueles que acham que a situação econômica do País vai melhorar após as eleições cresceu de 32% para 44%. Apenas 15% imaginam que vai piorar, independente do vencedor da disputa presidencial.

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Cibilis Viana, fundador do PDT, morre aos 94 anos no Rio de Janeiro

Cibilis da Rocha Viana, assessor do falecido político gaúcho Leonel Brizola, morreu ontem (21), aos 94 anos, de falência múltipla dos órgãos no Rio de Janeiro. Viana foi chefe de gabinete dos governos do Rio Grande do Sul (na década de 1950) e do Rio de Janeiro (na década de 1980), além de ter sido um dos integrantes da Campanha da Legalidade de 1961, que garantiu a posse de João Goulart na Presidência da República.

Segundo nota divulgada hoje (22) pelo PDT, Viana foi um dos fundadores do partido, junto com Brizola e outras 124 pessoas, em 1979. Em 1991, já no segundo governo de seu amigo, o também gaúcho Viana acumulou os cargos de presidente do Banerj (antigo banco estadual do Rio) e secretário estadual da Fazenda fluminense.

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Médicos fazem campanha dentro do consultório, e AMB diz que é permitido

Jornal GGN - Reportagem do portal Último Segundo expõe casos em que pacientes denunciaram que médicos fazem campanha, geralmente pró Aécio Neves (PSDB), dentro do consultório, logo após o atendimento. No caso, uma senhora de 89 anos reclamou que seu diagnósticou levou apenas três minutos, e o profissional que a atendeu subiu em um palanque particular durante outros 10.

De acordo com um dirigente da AMB (Associação Médica Brasileira) diz que se o médico for dono do consultório, não descumpre nenhuma lei se quiser até "vestir uma camiseta de Aécio". A reportagem destaca o atrito entre o governo Dilma Rousseff e a classe médica após a importação de cubanos para endossas o Mais Médicos.

Médico gasta três minutos em diagnóstico e dez para convencer paciente a votar

Do Último Segundo

Oftalmologista questionou voto de idosa de 89 anos. Episódio é exemplo do engajamento inédito dos médicos nas eleições

Arlette Fleury Teixeira, de 89 anos, entrou no consultório do seu oftalmologista, em Belo Horizonte (MG), para uma corriqueira consulta. Mas após três minutos de diagnóstico, a aposentada viu a sala em que estava se tornar um palanque político. Irritada e insatisfeita com a velocidade do atendimento, ela se encaminhava para deixar o consultório quando ouviu: “A senhora vai votar em quem, dona Arlette? Dilma ou Aécio?”. A pergunta deu início a um período de 10 minutos de argumentação. “Até avisei que já não voto há anos só para ele parar”, relata Arlette.

Com dificuldade na fala, a idosa, que já não é obrigada pela Justiça Eleitoral a ir às urnas por ter mais de 70 anos, define o encontro como “muito esquisito” e esclarece que nunca discutiu política com o médico em outras consultas. “Ele passava as letras tão depressa. Eu não tinha tempo para ler o que estava na minha frente”, reclama. O depoimento de Arlette, no entanto, é o exemplo claro do inédito engajamento da classe médica nas eleições presidenciais, em grande parte a favor do candidato do PSDB, Aécio Neves.

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