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Ministérios são acertos políticos. Sem minimizar a competência técnica, é onde se montam as alianças; por Luis Nassif
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Quem é de fora de São Paulo arrume a trouxa, quem for de Sampa reserve a agenda. O sarau deste ano é no Magnólia
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Ao estender para 2014 a quebra de sigilo das empresas de Yousseff, juiz quer encontrar sinais da Lava Jato na campanha
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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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Sessão das dez: "A Batalha de Argel"

A Batalha de Argel
 
(Emoção do início ao fim)
 
A luta do povo argelino por sua libertação do jugo do colonialismo francês, apresentada no filme de Gillo Pontecorvo, tem como fio condutor a história de integrantes da Frente de Libertação Nacional (FLN), Ali-la-Pointe e seus companheiros que resistem na Casbah, o maior bairro popular da capital Argel. O filme apresenta um período desta luta, marco histórico no processo de libertação de colônias européias na África. A ação se passa entre 1954 e 1957 e o diretor, que mistura ficção e fatos reais, trata com veracidade a resistência argelina e a violência do exército francês, obtendo como resultado um “quase” documentário, intenso, emocionante, que mantém o espectador em suspense do início ao final do filme.
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Mexicanos continuam a luta pelo aparecimentos dos 43 normalistas

Jornal GGN - “Não vamos descansar até encontrar os meninos ou até que os entreguem”, disse Felipe de la Cruz, pai de um normalista sobrevivente.

Os familiares e amigos dos 43 estudantes normalistas desaparecidos em Guerreiro, ao sul do México, realizaram na noite de quinta-feira, com a sociedade civil, uma grande concentração em Zócalo, onde reafirmaram sua disposição de continuar a luta até encontrar os 43 estudantes normalistas.

Os participantes marcharam de várias partes do país, enquanto um contingente de estudantes, sindicatos e outras organizações mobilizadas em paralelo com a terceira ação Ayotzinapa global apoiada por pelo menos 22 países.

Testemunhos

Em Zocalo, quem tinha uma mensagem a transmitir contra a impunidade se levantou e deu seu testemunho para as pessoas presentes. Um dos bravos que chorou foi Ezequiel Mondragon, que relatou a morte de Ismael Mondragon feita por um cirurgião maxilo-facial que quebrou seu crânio, mas o caso não teve justiça.

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Sobre o sentimento de manada

Por Carmem Mouzo, pelo Facebook
 
Fiquei impactada qd vi este álbum na página do amigo Ricardo. Tentei compartilhá-lo e não consegui, então fiz uma 'adaptação'. Com sua licença, Ricardo Azevedo Miguel
 
"Amo o público, mas não o admiro. Como indivíduos, sim.
Mas, como multidão, não passa de um monstro sem cabeça."
(Charles Chaplin)
 
"É sem dúvida mais fácil enganar uma multidão do que um só homem."
(Heródoto)
 
"A companhia da multidão é nociva: há sempre alguém que nos ensina a gostar de um vício, ou que, sem que percebamos, transmite-nos esse vício por completo ou em parte.
 
Quanto mais numerosas forem as pessoas com as quais convivemos, maior é o perigo."
(Sêneca)
 
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O piano e a música de Debora Gurgel

Com os músicos:

Sidiel Vieira: baixo

Thiago Rabello: bateria

Vitor Alcântara: sax soprano

 

Sua biografia em: http://www.deboragurgel.com.br/?page_id=5

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A Suite Maria Bonita, de Leandro Maia

Antes, os jovens artistas andavam com uma fita cassete no bolso, para mostrar sua obra. Hoje em dia, andam com o CD completo.Tenho recebido enorme quantidade de CDs de alta qualidade.

Um deles foi no Sarau de Florianópolis, do violionista Leandro Maia, luxuosamente acompanhado por André Mehmari.

Tenho para mim que os três maiores instrumentistas brasileiros da atualidade são Mehamari, Yamandu e Hamilton de Holanda.

A suite de Maia é uma obra portentosa, à altura de um Vital Farias e, aliás, mostrando que a tradição ibérica impregnou a música brasileira de norte a sul.

. Aqui, um pouco da sua biografia, tirada do seu site. É gaúcho de Pelotas, da turma de Vitor Ramil.

 

 

Do site oficial Leia mais »

Áudio

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Martinho da Vila reverencia majestade de Noel Rosa

Enviado por Jota A. Botelho
Da Carta Capital
, por Ana Ferraz


"Quando vim morar na Vila, descobri que aqui Noel era Deus"

Na Vila Isabel, Noel ainda é reverenciado como o poeta que subiu o morro e consolidou o samba no asfalto também pelo músico que lança 'Enredo'.

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Da caridade ao cinismo do marketing social em "Quanto Vale ou é por Quilo?"

Desde a ideia do amor ao próximo transmitida por Jesus, a tragédia transformou-se em farsa: a caridade transformou-se em filantropia para, nos tempos cínicos atuais, finalmente se converter em marketing social. Esse é o tema do filme de Sérgio Bianchi “Quanto Vale ou é por Quilo?” (2005). Inspirando-se num conto de Machado de Assis e em processos judiciais do século XVIII disponíveis no Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, Bianchi faz de uma narrativa que mistura sarcasmo e drama um flagrante de como a “escravidão moderna” perpetua as formas coloniais de dominação através do chamado Terceiro Setor com suas ONGs. Partindo do mito da exclusão e marginalidade, o marketing social esquece de que a miséria já está há muito tempo integrada: como oportunidade de lucro, lavagem de dinheiro e formas irregulares de captação de dinheiro público.  Leia mais »

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"Quanto Vale ou é por Quilo?" (2005) - Sérgio Bianchi - Completo
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Covers de Love, de John Lennon

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Canções Sertanejas de 1970, interpretadas por Rogério Duprat

Rogério Duprat, o grande músico da Tropicália, sempre mesclou sua formação erudita ao gosto pop-popular. Como aqui, nesse maravilhoso álbum de 1970, Nho Look: As mais belas canções sertanejas. Raridade discográfica.

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Brasileiro se torna novo relator da ONU sobre água e saneamento

 
Professor da UFMG é o novo relator da ONU sobre água e saneamento. Leo Heller é crítico em relação ao problema da gestão das águas, principalmente em SP: “Uma marca importante que tem explicado a falta de acesso à água é uma gestão com muito pouco planejamento. Muitos argumentam que são as mudanças do clima, mas a mudanças devem ser incluídas no planejamento e não devem ser surpresa. [...] É um setor [o de água e esgoto] que ainda requer muito aperfeiçoamento, um setor pouco valorizado, mas que, por outro lado, tem enorme impacto social”.
 
 
 
Leo Heller vai substituir a portuguesa Catarina de Albuquerque.
Para ele, gestão de recursos hídricos é feita com pouco planejamento.
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Relatório comprova que Union Fenosa mantinha negócios desde 1º mandato de FHC

 
Segundo depoimento de Fernando Baiano, desde 2000 ele mantinha negócios com a Petrobrás, atuando pela empresa Union Fenosa. Pode ser verdade, mas pode ser apenas uma parte da verdade.
 
A empresa já mantinha anos antes negócios, não apenas com a Petrobás, porém com o BNDES igualmente, o que amplia as suspeitas no tempo, no conteúdo e nas suas implicações.
 
E antes que neguem ou tirem da rede, aqui vai o link de um relatório comprovando suas  ligações: http://www.nebrija.com/catedras/nebrija-santander-direccion-empresas/pdf/caso-brasil-gas-natural-fenosa.pdf
 
GAS NATURAL FENOSA
 
“El grupo Gas Natural Fenosa es hoy el principal operador gasista en America Latina”.
“En los diez últimos años ha multiplicado por 2,5 la longitud de sus redes y sus ventas por 7 en Brasil”.
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Nota à imprensa da Presidência sobre capa da revista Veja

 
A reportagem de capa da revista Veja de hoje é mais um episódio de manipulação jornalística que marca a publicação nos últimos anos.
 
Depois de tentar interferir no resultado das eleições presidenciais, numa operação condenada pela Justiça eleitoral, Veja tenta enganar seus leitores ao insinuar que, em 2009, já se sabia dos desvios praticados pelo senhor Paulo Roberto Costa, diretor da Petrobras demitido em março de 2012 pelo governo da presidenta Dilma.
 
As práticas ilegais do senhor Paulo Roberto Costa só vieram a público em 2014, graças às investigações conduzidas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público.
 
Aos fatos:
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O que Levy pensava em 2012

Folhapress

16/04/2012
 
 
 
Reformas podem assegurar crescimento da economia no longo prazo, diz Levy, hoje
no mercado financeiro
 
Joaquim Levy, diretor da Bram, gestora de investimentos do Bradesco
 
ÉRICA FRAGA; MARIANA SCHREIBER; DE SÃO PAULO
 
Um dos principais formuladores da política econômica do primeiro governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva diz que o país deveria desistir de tentar crescer no ritmo acelerado de outros emergentes, como China e Índia, e ganharia mais se trabalhasse para tornar sustentável o crescimento do país.
 
"Não dá para querer crescimento de Índia e China, pois a Índia é quase o Brasil dos anos 1970", diz o economista Joaquim Levy, que chefiou a Secretaria do Tesouro Nacional no início do governo Lula. Hoje, dirige a Bram, do Bradesco, especializada em gestão de investimentos.
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