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Luis Nassif Online

Modelo Aécio não tem o menor compromisso com o social; o de Dilma, pouca sensibilidade com empresarial; por Luis Nassif
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Há que se ter visão estratégica, apontar um caminho que conduza ao desenvolvimento econômico e social; por Luis Nassif
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Cidades que utilizam água da Bacia PCJ ficariam sem água caso governador queira buscar água mais fundo; por Sérgio Reis
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Equilíbrio aparente divide o Rio de Janeiro

Sugestão de Roberto São Paulo

da BBC Brasil

Equilíbrio inédito entre candidatos transforma Rio em campo de batalha

Luís Guilherme Barrucho

Enviado especial da BBC Brasil ao Rio de Janeiro

Dilma e Aécio (Reuters)

Tucano e petista planejam investida no Estado nos próximos dias; pesquisas internas sugerem empate técnico entre candidatos

Terceiro maior colégio eleitoral do país, após São Paulo e Minas Gerais, o Rio de Janeiro prepara-se para ser um dos estados-chave e com uma das disputas mais acirradas entre os dois candidatos à presidência na etapa final da corrida eleitoral. De olho, sobretudo, nos 2,6 milhões de eleitores que votaram em Marina Silva no primeiro turno, Dilma Rousseff e Aécio Neves planejam visitas ao Estado nos próximos dias para conquistar o eleitorado fluminense até o domingo das eleições.

No primeiro turno, Dilma obteve 36% dos votos válidos, Marina, 31% e Aécio, 27%. Ainda que Dilma tenha conquistado a liderança, foi o pior resultado no Rio de Janeiro de um candidato do PT à presidência desde as eleições de 1998. Existe um equilíbrio inédito nas disputas de segundo turno entre PT e PSDB.

A presidente tem diante de si a tarefa de reverter tal cenário. Desde a redemocratização, o Estado favorece o PT nas disputas de segundo turno contra o PSDB, franqueando ao partido um porcentual de votos a seus candidatos acima da média nacional no pleito presidencial. Ou seja, nas eleições de Lula e Dilma, o Rio puxou para cima o resultado final dos candidatos do PT.

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Oito fatos sobre o Programa Bolsa Família, por Barbara Avelar Gontijo

Artigo do Brasil Debate

Por Barbara Avelar Gontijo*

Em períodos de eleições, políticas públicas passam a ser discutidas com maior ênfase e inverdades são propagadas, especialmente em redes sociais e conversas informais. Aqui apresentamos oito fatos sobre o Programa Bolsa Família (PBF), procurando esclarecer mitos e dúvidas recorrentes.

O PBF foi criado em 2004 por meio da lei 10.836, que unificou o Programa Nacional de Acesso a Alimentação, do governo Lula, aos programas Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Auxílio Gás, implementados em meados de 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso. Ao fim do seu mandato, os programas de FHC atingiam cerca de 5 milhões de famílias.

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Os empregos qualificados gerados pela indústria, por Fernando Sarti e Célio Hiratuka

Artigo do Brasil Debate

Por Fernando Sarti* e Célio Hiratuka**

A indústria tem o potencial de gerar empregos mais qualificados e bem remunerados que a média da economia. Mais que gerar seus próprios empregos, a indústria é responsável pela geração de emprego em outros setores a montante e a jusante na cadeia produtiva, como nos setores básicos e de serviços.

A CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) no seu relatório Pacto pela Igualdade de 2014 mostrou que a sensível melhora na distribuição de renda na América Latina, em geral, e no Brasil, em particular, se deveu muito mais ao dinamismo no mercado de trabalho do que às políticas assistenciais e de transferência de renda.

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Mitos tucanos (1): FHC é o pai do Bolsa Família?

Nota do Brasil Debate

Aécio Neves e o PSDB têm reivindicado a criação do Bolsa Família, que até pouco tempo atrás os tucanos chamavam de “Bolsa Esmola”, de esmola governamental e “assistencialismo simplista que não apresenta benefícios concretos”.  Aécio disse no debate da Band de 14/10 que, “se fizermos um raio-x do DNA do Bolsa Família, o pai será o presidente Fernando Henrique e a mãe, Ruth Cardoso”.

Ana Fonseca, que participou do processo que deu origem ao Bolsa Família, aponta (ver AQUI) que o programa se beneficia de diversas experiências anteriores, a partir do projeto de 1991 de Eduardo Suplicy: de programas de renda mínima criados em 1995 em Campinas e Ribeirão Preto, do programa Renda Mínima da prefeitura de São Paulo, do Renda Cidadã do Estado de São Paulo e do Bolsa Escola do governo federal dos tempos de FHC. Leia mais »

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De olho na maioridade penal, bancada da bala terá 21 deputados em 2015

Jornal GGN - Um levantamento feito pela equipe de reportagem da CartaCapital mostra que a partir de 2015, a Câmara Federal contará com 21 deputados na chamada "bancada da bala". Entre eles estão nomes como Jair Bolsonaro (PP), um dos mais votados no Rio de Janeiro, e Delegado Waldir, campeão de votos em Goiás.

A maioria chegou à vitória ostentando a bandeira da redução da maioridade penal, um dos projetos de Aécio Neves (PSDB) enquanto presidenciável. Se eleito, o tucano poderá contar com o apoio da bancada para tornar mais dura a pena para menores infratores. Entre os deputados do grupo, há quem defenda a construção de presídios para separar os jovens por idade e tipo de crime.

 
Bancada da bala pode ajudar Aécio a reduzir a maioridade penal

Por Renan Truffi, da CartaCapital


Se ganhar a eleição presidencial, no próximo dia 26 de outubro, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, terá condições favoráveis para conseguir a aprovar a redução da maioridade penal. Além de o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), seu vice, ser autor de um projeto que pune menores de idade como adultos em caso de crimes hediondos, a Câmera dos Deputados vai ser composta, a partir de 2015, por uma “bancada da bala” de 21 deputados federais, segundo levantamento da reportagem de CartaCapital.

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Sabesp e Petrobrás: formas de uso de empresa pública, por Percival Maricato

O PSDB acusa o governo Dilma de manipular a Petrobrás, mantendo o preço do combustível abaixo do custo, forma como evita um aumento muito maior da inflação. E acusam o governo de fazer ou pelo menos permitir que os PT e partidos aliados tomem  de assalto a empresa, nomeando correligionários.

O PT acusa o governo de São Paulo de, para valorizar as ações da SABESP e proporcionar maiores lucros aos acionistas, deixar de investir no aumento das reservas de onde se poderia tirar água para atender a Grande São Paulo. Não há dúvida que estamos perante uma grande seca, mas de fato o governo estadual poderia ter exigido providências que preveniriam e no mínimo amenizariam a crise atual, que ameaça se tornar catástrofe.

Talvez a conduta do governo federal não seja correta, tendo em vista que a inflação está sendo contida ao custo de desvalorização de uma estatal. Esperemos que essa política seja apenas provisória; a Petrobrás deve ser preservada, a inflação contida por outras formas.

Muito mais equivocada parece ser a política do governo estadual/SABESP. Pode ser importante fortalecer e valorizar empresas públicas, recompensar e assim atrair acionistas, mas não a tal ponto que implique em falta de água para vinte milhões de pessoas.

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CNT/MDA mostra empate técnico entre Dilma e Aécio


Jornal GGN - A primeira pesquisa presidencial divulgada nesta última semana de disputa mostra mais uma situação de empate técnico entre Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, e seu adversário Aécio Neves (PSDB), já que a margem de erro é de 2,2 pontos. De acordo com o estudo CNT/MDA, realizado entre 18 e 19 de outubro, Dilma está numericamente à frente do tucano, com 45,5% de intenções de voto conta 44,5%.

Brancos, nulos e indecisos somam 10%. No cenário que conta apenas os votos válidos, Dilma tem 50,5% ante 49,5% de Aécio.

O tucano teve percentuais mais positivos que Dilma quando a pergunta aos entrevistados foi “Qual candidato foi melhor no horário eleitoral” e “Candidato que o entrevistado acredita que irá ganhar as eleições”. Nas duas situações, Aécio apareceu com 47,4% e 46,7%, respectivamente. Enquanto Dilma contou com 38% e 42,5%.

Aécio Neves é rejeitado por 41% do eleitorado, enquando 40,7% dos entrevistados disseram que não votariam em Dilma de jeito nenhum.

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Em semana pré-eleição, Congresso corre para explorar CPI da Petrobras

 
Jornal GGN - A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito da Petrobras prepara novo impulso de desgaste na imagem da presidente Dilma Rousseff, nesta última semana antes do segundo turno das eleições. 
 
Na quarta-feira (22), o Congresso já reservou a agenda para ouvir o diretor de Abastecimento da estatal, José Carlos Consenza, que assumiu o posto de Paulo Roberto Costa, assim que preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato. 
 
O nome de Consenza é cotado para esclarecer as informações de possíveis ligações com condutas consideradas criminosas do doleiro Alberto Youssef, do próprio Paulo Roberto Costa e do deputado Luiz Argôlo (SD-BA). Por sua vez, o deputado foi alvo de representações no Conselho de Ética da Câmara para ser cassado, pelo seu envolvimento com Youssef, que foi preso sob acusação de crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e participação em organização criminosa.
 
Os dois requerimentos para o depoimento de José Carlos Consenza foram solicitados pela Câmara: o deputado Rubens Bueno (PPS-PR) e o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP), com assinatura do senador Álvaro Dias (PSDB-PR).
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FHC diz que não existe "cartel do PSDB de São Paulo" no caso Alstom

Jornal GGN - O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, em carta publicada na íntegra pela Folha de S. Paulo nesta segunda (20), rebate acusações sobre escândalos que eclodiram em sua gestão ou atingem seu partido, o PSDB, desvinculando os casos de sua responsabilidade como gestor. Ele também diz que não existe nenhum "cartel do PSDB de São Paulo", em alusão ao caso Alstom, afirma que a compra de votos pela reeleição presidencial não envolvia tucanos e fala da "pasta rosa".

O texto de FHC é uma resposta a um artigo de Elio Gaspari, publicado após a presidente Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição, passar a martelar que sua administração não interfere em investigações ou empurra sujeira para baixo do tapete. Enquanto isso, sustenta Dilma, no governo de Fernando Henrique, a sociedade conheceu a figura do "engavetador-geral da República". Recorrentemente, ela tem questionado, em debates e propagandas eleitorais, onde estão os suspeitos de corrupção dos governos do PSDB, para depois afirmar que estão "todos soltos".

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A vitória da 'nova política', por Ricardo Cavalcanti-Schiel

A vitória da 'nova política'

 
Seja qual for o resultado do segundo turno, a 'política infantilizada', do desejo imediatista, sai vencedora. Ao PT, participante do esvaziamento do simbólico, resta despertar o espírito progressista
 
por Ricardo Cavalcanti-Schiel
 
Robson Ventura/Folhapress
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Será muito difícil dar curso a qualquer instrumento que possa permitir uma reforma política

Sim, todos sabem que a candidata que empunhava a bandeira retórica da “nova política” protagonizou um notável vexame no recente primeiro turno das eleições. Marina Silva, que tinha disparado nas projeções de intenção de voto um mês antes, desabou para o modesto desenlace de 21% dos votos válidos (19% do total de votantes; apenas coisa de 2 milhões de votos a mais que os 20 milhões obtidos quatro anos antes; e cerca de 5,5 milhões a menos que o impressionante número de eleitores que se abstiveram). No entanto, a vacuidade da sua palavra de ordem retórica e o favor que ela prestou às forças conservadoras alcançaram uma considerável vitória.

Se recusamos a compulsão sectária pela verificação do pedigree ideológico desta ou daquela “esquerda”, talvez possamos nos aproximar melhor, analiticamente, das grandes forças políticas em choque na América Latina nas últimas décadas, no espaço de constituição do Estado. De modo semelhante, podemos açambarcar variações de tonalidade dentro delas que, de outra maneira, permaneceriam inarticuláveis para além de fronteiras bastante estreitas.

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Datafolha traz números da seca: 60% dos paulistanos sofrem com corte de água

Jornal GGN - O Datafolha entrou na dança da crise hídrica. Pesquisa realizada pelo Instituto demonstrou que 60% dos paulistanos sofreu com corte de água, ou seja, a maioria. As pesquisas anteriores, de junho e agosto, apontavam 35% e 46% dos paulistanos sem água. A matéria é da Folha

da Folha

Pesquisa Datafolha mostra que maioria da população sofreu interrupção de fornecimento nos últimos 30 dias

Três em cada quatro atingidos disseram que corte foi superior a seis horas na última vez em que ocorreu

DE SÃO PAULO

A falta de água já atinge a maioria da população de São Paulo. Segundo pesquisa Datafolha, realizada na última sexta (17), 60% dos paulistanos dizem ter ficado sem água em casa em algum momento nos últimos 30 dias.

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TCU aponta falhas do Porto de Suape durante governo de Eduardo Campos

 
Jornal GGN - O Tribunal de Contas da União apontou irregularidades no Complexo Petroquímico de Suape, um porto da Petrobras vizinha à Abreu e Lima, em Pernambuco. O empreendimento que atrasou cinco anos para ser construído teve um orçamento de R$ 5,5 bilhões, o que equivale a R$ 3,5 bilhões a mais do que projetado. 
 
Relatórios do TCU mostraram falhas na gestão do empreendimento em três vistorias que já realizou. Auditorias foram abertas para apurar esssas irregularidades constatadas em 2012 e 2013, mas aguardam julgamento.
 
Uma delas relata aumento de 100% nos custos de obras, que de R$ 1,8 bilhão passou para R$ 3,6 bilhões.
 
Outro alerta dos fiscais foi que a Petrobras não realizou licitação. Com os altos custos, a estatal buscou sócios para dividir os investimentos na obra. Empresas como o grupo Vicunha, a Braskem e Mossi Ghisolfi foram procuradas pela Petrobras, mas sem sucesso de venda de fatia do negócio. 
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Justiça paulista homologa acordo entre Deutsche Bank e MPF no caso Maluf

Jornal GGN - Decisão inédita da Justiça de São Paulo vai dar o que falar. A juíza Maria Gabriella Pavlopoulos Spaolonzi, da 13a Vara da Fazenda Pública da Capital, homologou o acordo firmado entre o Ministério Público do Estado de São Paulo com o Deutsche Bank, que deverá pagart US$ 20 milhões por ter movimentado valores ilícitos da família Maluf em sua agência na ilha de Jersey. Este dinheiro deverá ser investido na construção de creches. Leia a matéria do Estadão.

do Estadão

Justiça homologa acordo de banco alemão no caso Maluf

Deustche Bank vai pagar U$S 20 milhões por ter movimentado dinheiro de ex-prefeito na Ilha de Jersey

Por Fausto Macedo

Em decisão inédita,  a Justiça de São Paulo homologou acordo firmado entre o Ministério Público do Estado com o  Deutsche  Bank que se comprometeu a pagar U$ 20 milhões por ter movimentado valores ilícitos da família Maluf em sua  agência na ilha de Jersey.

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A fábrica de arte de Ruy Barreto

Jornal GGN - A arte que salva. Sem exageros. Ter optado por um espaço de arte faz de Ruy Barreto um investidor que abraçou o sonho. Sua Bhering faz locação de espaços na área portuária para filmes e ateliês. Leia o especial de O Globo.

Em casa. Ruy Barreto na Bhering: “Procuramos saber o que estava sendo feito no resto do mundo com fábricas como esta que fechavam. Vimos que muitas viraram centros de arte” - Daniela Dacorso

de O Globo

Encontros de domingo: o empresário que fez da Bhering uma fábrica de arte

Aos 87 anos, Ruy Barreto atua na locação de espaços no prédio da Zona Portuária, realizando um velho desejo: investir em arte

POR SIMONE CANDIDA

RIO— O primeiro aroma que Ruy Barreto sentiu assim que veio ao mundo foi o de café. Ou melhor, das sacas do fruto. Era o ano de 1927, e a família do mineiro tinha um pequeno armazém na cidade de Muriaé, na Zona da Mata. Como o dinheiro era escasso, viviam num cômodo improvisado junto ao estabelecimento. E foi ali que a mãe deu à luz o garoto e a maioria dos seus dez filhos.

— Comecei a vida respirando café. E a minha vida inteira foi ligada a ele até pouco tempo atrás — diz Barreto, que foi um dos maiores exportadores de café, levando a marca Café Globo para países como Rússia, China e Cuba. — Fomos um dos patrocinadores das Olimpíadas de Moscou.

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Gleisi diz que envolvimento do seu nome é para agradar o MPF

Jornal GGN - Paulo Roberto Costa e Alberto Yousseff continuam dando o serviço na delação premiada. A uma semana para as eleições presidenciais, os vazamentos vão ficando mais pesados. Existe um vazamento seletivo ou não? Gleisi Hoffmann, citada na delação, diz que é mentira e que vai pedir judicialmente explicações. Leia a seguir.

de O Globo

Gleisi nega ter recebido dinheiro desviado de esquema de corrupção da Petrobras

Costa relatou repasses de R$ 1 milhão para campanha de ex-ministra, diz jornal; revista afirma que Youssef teria revelado que campanha de Dilma, em 2010, recebeu dinheiro desviado da estatal

POR JÚNIA GAMA

RIO, CURITIBA e BRASÍLIA — A senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), cuja campanha foi citada pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como receptora de R$ 1 milhão do esquema de corrupção na estatal, disse em nota neste domingo que a notícia, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo seria “falsa”. O texto, enviado pela assessoria da senadora, afirma que Gleisi não recebeu doações de Paulo Roberto Costa ou do doleiro Alberto Yousseff, e que os advogados da senadora estudam “medidas judiciais” contra a publicação.

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