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Luis Nassif Online

Modelo Aécio não tem o menor compromisso com o social; o de Dilma, pouca sensibilidade com empresarial; por Luis Nassif
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Há que se ter visão estratégica, apontar um caminho que conduza ao desenvolvimento econômico e social; por Luis Nassif
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Cidades que utilizam água da Bacia PCJ ficariam sem água caso governador queira buscar água mais fundo; por Sérgio Reis
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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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As imagens e os vídeos selecionados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Dilma abre 4 pontos sobre Aécio na pesquisa Datafolha

Jornal GGN - A pesquisa Datafolha divulgada há pouco mostrou pela primeira vez Dilma ROusseff na frente, no segundo turno. Dilma aparece com 52% dos votos válidos - 3 pontos a mais que na última pesquisa - contra 48% de Aécio - 3 pontos a menos.
 
Embora a diferença seja de 4 pontos, é considerada no limite do empate técnico - já que a margem de erro de 2 pontos é contada para cada candidato. Tecnicamente, tanto a disputa pode ser considerada empatada, como - no limite superior - Dilma poderá estar com 54% dos votos válidos contra 46% de seu adversário.
 
Em relação à convicção dos eleitores, 45% dão certeza do voto em Dilma contra 41% dos que votarão em Aécio. No ítem rejeição, pela primeira vez Aécio passou Dilma: 40% de rejeição contra 39% de Dilma.
 
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Despolitização em grau máximo, Tiririca fazendo escola no Rio Grande

SARTORI, O TIRIRICA GAUDÉRIO - Aqui no Rio Grande do Sul já houve disputas fortemente polarizadas, onde os oponentes sempre se digladiaram em defesa de seus projetos programáticos. E isto é absolutamente normal e salutar na democracia.

Foi assim com Olívio x Britto em 1994 e 1998, com Tarso x Rigotto em 2002, com Olívio x Yeda em 2006 e com Tarso x Yeda e Fogaça em 2010 (Tarso venceu no primeiro turno).

É incrível o que está acontecendo nessa disputa de 2014.

Tarso está debatendo com um não candidato, com alguém que não se compromete com nada, que não tem uma única proposta política, que não defende projeto político nenhum, que omite o seu passado, a sua história e a sua trajetória.

É o processo mais despolitizador que já vi em toda a minha vida.

Sartori do PMDB, qualquer um sabe, representa os projetos defendidos por Antônio Britto, por Yeda Crusius, por Pedro Simon e por Germano Rigotto.

No plano nacional ele representa FHC, Serra, Alckmin e Aécio Neves. Leia mais »

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Os cuidados que o avanço do vírus ebola exige

Participe você, enviando perguntas que poderão ser selecionadas ao vivo. Clique Aqui
 
 
O Senegal conseguiu interromper a transmissão do vírus ebola. A Organização Mundial da Saúde (OMS), decretou na última sexta-feira (17) o fim do surto da doença naquele país. A boa notícia traz novas esperanças ao mundo, preocupado com os avanços de uma das doenças mais mortais que existem, segundo avaliação da organização Médicos Sem Fronteira (MSF). 
 
É importante destacar, porém, que o Senegal não está entre as nações mais afetadas pelo recente surto de ebola, que são Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria. Há mais de dois meses a MSF informava que o surto de ebola estava fora de controle nessas localidades, obrigando esforços mundiais para estabilizar a situação e impedir a propagação da doença em outras parte do mundo. O vírus ebola é altamente infeccioso, matando cerca de 90% das pessoas que o contraem. O primeiro caso suspeito no Brasil foi identificado há poucas semanas, na cidade de Cascavel, no Paraná. Mas felizmente a possibilidade do guineano Souleymane Bah, de 47 anos, ter contraído a doença foi descartada. 
 
Foi apenas um susto, mas todos os dias milhares de pessoas chegam ao país, portanto o desenvolvimento de uma estrutura para contenção da entrada de doenças deve ser vista como uma necessidade permanente no Brasil. Para debater este tema, o apresentador Luis Nassif recebe hoje, a partir das 19h30, na TV Brasil, a coordenadora da Comissão Científica de Influenza e Virologia Clínica da Sociedade Brasileira de Infectologia, Nancy Bellei; o especialista em saúde coletiva e professor do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo, Expedito Luna; e o supervisor do Ambulatório Geral Especializado em Doenças Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Max Lopes
 
Doença importada. O ebola não é o único perigo, o Brasil já tem contabilizado 337 casos de infecção pelo vírus que causa a chikungunya, doença parecida com a dengue, também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O vírus veio de algumas regiões da África. Segundo o Ministério da Saúde, 299 foram transmitidos dentro do próprio país. Outros 38 casos registrados são de pacientes infectados durante viagens a outros países.  
 
Onde sintonizar a TV Brasil:
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A pesquisa em petróleo e gás no Brasil

Jornal GGN - Com as descobertas de petróleo na região do pré-sal, a Petrobras e o segmento de Oil & Gas vêm ganhando importância cada vez maior no desenvolvimento do País. O surgimento da nova demanda salvou a indústria naval, que estava abandonada e hoje emprega 82 mil trabalhadores. Mas esse protagonismo também criou uma necessidade de se aprimorar a destinação de recursos para pesquisa, desenvolvimento e inovação para que o setor possa dar os saltos tecnológicos necessários para manter o crescimento.

Desde 1999, a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), empresa pública ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), dispõe de um fundo setorial, o CT-Petro, para estimular a formação e qualificação de mão de obra e o desenvolvimento de pesquisas. A lei prevê que 25% dos royalties do petróleo e gás natural que excederem 5% da produção sejam destinados ao fundo. Com isso, até 2013 já haviam sido investidos R$ 8 bilhões no incremento das atividades de P&D e na expansão da infraestrutura de pesquisa do país.

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Provas da compra votos pela reeleição de FHC eram "cabais", conta jornalista

Jornal GGN - Fernando Rodrigues, em entrevista cedida à equipe do documentário O Mercado de Notícias, crava: existiam, sim, "provas cabais", denunciadas pela Folha de S. Paulo, da compra de votos no Congresso para garantir a reeleição do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), em 1997. "Isso era um fato. Vários jornalistas sabiam. (...) As provas eram incontestáveis. Os deputados diziam [em conversas gravadas] como recebiam o dinheiro, quem pagou e quanto foi", acrescentou.

O jornalista responsável pela reportagem explica, no vídeo abaixo, como conseguiu juntar as informações que culminaram em um dos maiores escândalos da gestão de FHC. Segundo Rodrigues, a estratégia foi entrar em contato com os deputados que demonstravam ter mais caráter e que possivelmente não entrariam no esquema e pedir que eles gravassem as reuniões com os demais parlamentares. Esse processo levou quatro meses para ser concluído, mas resultou, de acordo com Fernandes, em uma coleta de dados que seriam o bastante para que as autoridades tomassem alguma providência.

"O que era necessário na época era que se abrisse um inquérito e um processo na Procuradoria-Geral da República. Mas a CPI não foi instaurada, pois a iniciativa da oposição foi abafada. Os deputados envolvidos imediatamente renunciaram ao mandato e desapareceram", lembrou Rodrigues. Poucos meses depois de ajudar a enterrar a CPI, o PMDB conseguiu emplacar dois ministros no primeiro escalão de FHC: Iris Rezende, que virou titular da Justiça, e Eliseu Padilha, dos Transportes. "O procurador-geral de Justiça, Geraldo Brindeiro, disse que não havia indícios de nada e não abriu inquérito. Indícios não tinha, mesmo. Tinham provas!"

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A dura arte de ocultar cadáveres para ganhar votos

Sugestão de Webster Franklin

do Tijolaço

Aécio, não mate os números por votos.

Por Fernando Brito

mapa

 

Não é preciso argumentar.

Basta acessar a página do Mapa da Violência, consultar a tabela da página 24 e ver como Aécio Neves é um mistificador.

Aécio foi muito pior, neste campo, que Sérgio Cabral e Geraldo Alckmin.

Agora faz demagogia com as “mães que estão chorando”.

Candidato Aécio, não se faz demagogia com vidas humanas.

Não se oculta cadáveres para ganhar votos.

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Equilíbrio aparente divide o Rio de Janeiro

Sugestão de Roberto São Paulo

da BBC Brasil

Equilíbrio inédito entre candidatos transforma Rio em campo de batalha

Luís Guilherme Barrucho

Enviado especial da BBC Brasil ao Rio de Janeiro

Dilma e Aécio (Reuters)

Tucano e petista planejam investida no Estado nos próximos dias; pesquisas internas sugerem empate técnico entre candidatos

Terceiro maior colégio eleitoral do país, após São Paulo e Minas Gerais, o Rio de Janeiro prepara-se para ser um dos estados-chave e com uma das disputas mais acirradas entre os dois candidatos à presidência na etapa final da corrida eleitoral. De olho, sobretudo, nos 2,6 milhões de eleitores que votaram em Marina Silva no primeiro turno, Dilma Rousseff e Aécio Neves planejam visitas ao Estado nos próximos dias para conquistar o eleitorado fluminense até o domingo das eleições.

No primeiro turno, Dilma obteve 36% dos votos válidos, Marina, 31% e Aécio, 27%. Ainda que Dilma tenha conquistado a liderança, foi o pior resultado no Rio de Janeiro de um candidato do PT à presidência desde as eleições de 1998. Existe um equilíbrio inédito nas disputas de segundo turno entre PT e PSDB.

A presidente tem diante de si a tarefa de reverter tal cenário. Desde a redemocratização, o Estado favorece o PT nas disputas de segundo turno contra o PSDB, franqueando ao partido um porcentual de votos a seus candidatos acima da média nacional no pleito presidencial. Ou seja, nas eleições de Lula e Dilma, o Rio puxou para cima o resultado final dos candidatos do PT.

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Oito fatos sobre o Programa Bolsa Família, por Barbara Avelar Gontijo

Artigo do Brasil Debate

Por Barbara Avelar Gontijo*

Em períodos de eleições, políticas públicas passam a ser discutidas com maior ênfase e inverdades são propagadas, especialmente em redes sociais e conversas informais. Aqui apresentamos oito fatos sobre o Programa Bolsa Família (PBF), procurando esclarecer mitos e dúvidas recorrentes.

O PBF foi criado em 2004 por meio da lei 10.836, que unificou o Programa Nacional de Acesso a Alimentação, do governo Lula, aos programas Bolsa Escola, Bolsa Alimentação e Auxílio Gás, implementados em meados de 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso. Ao fim do seu mandato, os programas de FHC atingiam cerca de 5 milhões de famílias.

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Os empregos qualificados gerados pela indústria, por Fernando Sarti e Célio Hiratuka

Artigo do Brasil Debate

Por Fernando Sarti* e Célio Hiratuka**

A indústria tem o potencial de gerar empregos mais qualificados e bem remunerados que a média da economia. Mais que gerar seus próprios empregos, a indústria é responsável pela geração de emprego em outros setores a montante e a jusante na cadeia produtiva, como nos setores básicos e de serviços.

A CEPAL (Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe) no seu relatório Pacto pela Igualdade de 2014 mostrou que a sensível melhora na distribuição de renda na América Latina, em geral, e no Brasil, em particular, se deveu muito mais ao dinamismo no mercado de trabalho do que às políticas assistenciais e de transferência de renda.

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Mitos tucanos (1): FHC é o pai do Bolsa Família?

Nota do Brasil Debate

Aécio Neves e o PSDB têm reivindicado a criação do Bolsa Família, que até pouco tempo atrás os tucanos chamavam de “Bolsa Esmola”, de esmola governamental e “assistencialismo simplista que não apresenta benefícios concretos”.  Aécio disse no debate da Band de 14/10 que, “se fizermos um raio-x do DNA do Bolsa Família, o pai será o presidente Fernando Henrique e a mãe, Ruth Cardoso”.

Ana Fonseca, que participou do processo que deu origem ao Bolsa Família, aponta (ver AQUI) que o programa se beneficia de diversas experiências anteriores, a partir do projeto de 1991 de Eduardo Suplicy: de programas de renda mínima criados em 1995 em Campinas e Ribeirão Preto, do programa Renda Mínima da prefeitura de São Paulo, do Renda Cidadã do Estado de São Paulo e do Bolsa Escola do governo federal dos tempos de FHC. Leia mais »

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De olho na maioridade penal, bancada da bala terá 21 deputados em 2015

Jornal GGN - Um levantamento feito pela equipe de reportagem da CartaCapital mostra que a partir de 2015, a Câmara Federal contará com 21 deputados na chamada "bancada da bala". Entre eles estão nomes como Jair Bolsonaro (PP), um dos mais votados no Rio de Janeiro, e Delegado Waldir, campeão de votos em Goiás.

A maioria chegou à vitória ostentando a bandeira da redução da maioridade penal, um dos projetos de Aécio Neves (PSDB) enquanto presidenciável. Se eleito, o tucano poderá contar com o apoio da bancada para tornar mais dura a pena para menores infratores. Entre os deputados do grupo, há quem defenda a construção de presídios para separar os jovens por idade e tipo de crime.

 
Bancada da bala pode ajudar Aécio a reduzir a maioridade penal

Por Renan Truffi, da CartaCapital


Se ganhar a eleição presidencial, no próximo dia 26 de outubro, o candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, terá condições favoráveis para conseguir a aprovar a redução da maioridade penal. Além de o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), seu vice, ser autor de um projeto que pune menores de idade como adultos em caso de crimes hediondos, a Câmera dos Deputados vai ser composta, a partir de 2015, por uma “bancada da bala” de 21 deputados federais, segundo levantamento da reportagem de CartaCapital.

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Sabesp e Petrobrás: formas de uso de empresa pública, por Percival Maricato

O PSDB acusa o governo Dilma de manipular a Petrobrás, mantendo o preço do combustível abaixo do custo, forma como evita um aumento muito maior da inflação. E acusam o governo de fazer ou pelo menos permitir que os PT e partidos aliados tomem  de assalto a empresa, nomeando correligionários.

O PT acusa o governo de São Paulo de, para valorizar as ações da SABESP e proporcionar maiores lucros aos acionistas, deixar de investir no aumento das reservas de onde se poderia tirar água para atender a Grande São Paulo. Não há dúvida que estamos perante uma grande seca, mas de fato o governo estadual poderia ter exigido providências que preveniriam e no mínimo amenizariam a crise atual, que ameaça se tornar catástrofe.

Talvez a conduta do governo federal não seja correta, tendo em vista que a inflação está sendo contida ao custo de desvalorização de uma estatal. Esperemos que essa política seja apenas provisória; a Petrobrás deve ser preservada, a inflação contida por outras formas.

Muito mais equivocada parece ser a política do governo estadual/SABESP. Pode ser importante fortalecer e valorizar empresas públicas, recompensar e assim atrair acionistas, mas não a tal ponto que implique em falta de água para vinte milhões de pessoas.

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