newsletter

Assinar

Luis Nassif Online

Orçamento da saúde será congelado no pior nível, 12% abaixo dos gastos de 2012 com risco real ao SUS; por Luis Nassif
59
Grampo mostra que Renan é o que mais tem demonstrado respeito pela chamada liturgia do cargo; por Luis Nassif
79
Estratégia de Renan era mudança para o parlamentarismo e, em caso extremo, convencer nomeação de Lula para comandar país
14

Porta-voz do governo dos EUA evita falar sobre grampo de Jucá

Jornal GGN - Durante entrevista diária concedida a jornalistas, o porta-voz Mark Toner foi questionado sobre as gravações que tiraram Romero Jucá do ministério do Planejamento, mas só repetiu o discurso de que o governo dos EUA acredita que os "processos democráticos do Brasil são estavéis o bastante para suportar esta crise política".

Um repórter questionou se as gravações reveladas não mudariam a opinião americano sobre o afastamento da presidente Dilma. "Não é hora de considerar que o que aconteceu no Brasil pode ter sido um golpe sem sangue ou um golpe brando?", indagou o jornalista. O mesmo repórter insistiu no tema, questionando "foi mesmo um processo democrático?". Mark Toner se limitou a dizer que "você está falando de mudanças internas do governo brasileiro, eu indicaria que fale com eles sobre esses processos". Leia mais abaixo:

Da Folha

Porta-voz do governo americano evita comentar áudio de Jucá

Pressionado a falar sobre as gravações que levaram Romero Jucá a se licenciar do governo, o porta-voz da diplomacia americana não quis entrar no assunto, preferindo repetir o discurso de que os EUA confiam nas instituições brasileiras.

A questão foi levantada nesta terça (24) durante a entrevista diária a jornalistas concedida pelo Departamento de Estado (equivalente a ministério do Exterior). Um repórter quis saber se o áudio revelado pela Folha, no qual Jucá sugere que o impeachment de Dilma Rousseff resultaria num pacto para deter as investigações da Lava Jato, mudaria a opinião do governo americano de que o afastamento da presidente foi legítimo.

"Não é hora de considerar que o que aconteceu no Brasil pode ter sido um golpe sem sangue ou um golpe brando?", questionou o jornalista.

Leia mais »

Média: 4.3 (6 votos)

Gilmar vai comandar turma do STF que analisa recursos da Lava Jato

Jornal GGN - Nesta terça (24), o ministro Gilmar Mendes foi designado para assumir a presidência da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que é responsável por analisar a maioria dos recursos de investigados na Operação Lava Jato.

A presidência da Segunda Turma era exercida por Dias Toffoli desde o ano passado. De acordo com a regra interna, o comando passa por um rodízio, sempre para o mais antigo integrante da turma. Quem deveria assumir seria Celso de Mello, mas ele abriu mão da presidência e a repassou para Gilmar Mendes.

Do G1

 
Ministro assume Segunda Turma no dia 31 e fica um ano na função. Por regra de rodízio, posto caberia a Celso de Mello, mas ele recusou.
 
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi designado nesta terça-feira (24) para assumir, a partir do próximo dia 31, a presidência da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), responsável pela análise da maioria dos recursos de políticos investigados na Operação Lava Jato.
Leia mais »
Média: 1.4 (9 votos)

Lista tríplice na PF pode ser faca de dois gumes e prejudicar a Lava Jato, por Marcelo Auler

Do blog de Marcelo Auler

Marcelo Auler(*)

A Associação de Delegados da Polícia Federais (ADPF) movimenta-se em torno da proposta de igualar-se à Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) e conquistar o direito de os delegados federais participarem da escolha do diretor geral (DG, entre os policiais) do Departamento de Polícia Federal. Querem criar uma lista tríplice para apresentar ao governo, que escolheria um deles para o cargo. Podem acabar se prejudicando com esta iniciativa, atingindo inclusive a tão defendida Operação Lava Jato.

Para a eleição, prevista para dia 30 de maio, inscreveram-se dez candidatos. Trata-se de uma velha reivindicação dos delegados, porém, difícil de ser conquistada. Menos ainda neste governo. Afinal, o ministro interino da Justiça, Alexandre de Moraes, já se manifestou contrário a esse processo até mesmo para a escolha do procurador-geral da República, o que se tornou prática nos governos petistas, quando o nomeado foi sempre o mais votado.

Verdade que o presidente interino, Michel Temer, desautorizou seu ministro, neste assunto. Mas, entre os procuradores da República, há aqueles que desconfiam que foi um jogo de carta marcada. Entendem que o ministro jamais abordaria o assunto, extemporaneamente (o mandato de Rodrigo Janot, constitucionalmente, é de dois anos e vence apenas em setembro de 2017), sem algum acerto prévio com o próprio presidente.

Leia mais »
Média: 3.7 (3 votos)

O Maracatu de Chico Rei, por Jairo Severiano e Luciano Hortencio

Por Jairo Severiano e Luciano Hortencio

Jairo Severiano e Orlando Silveira

MARACATU DE CHICO REI - Jairo Severano

O "Maracatu de Chico Rei" é um bailado afro-brasileiro, com coro, que Francisco Mignone compôs em 1933, inspirado na lenda de Chico Rei, a qual se atribui a origem das festas de congado.

Esse personagem, que aqui recebeu o nome de Chico, era o rei de uma tribo africana aprisionada e enviada ao Brasil onde seus componentes foram vendidos como escravos em Minas Gerais.

Heroicamente, com seu trabalho Chico Rei conseguiu alforriar-se e alforriar membros da tribo com quem, ligando-se à Igreja de Nossa Senhora do Rosário, formou em Ouro Preto a Confraria do Rosário.

Nas festas, caracterizadas por uma mistura de catolicismo e fetichismo, os membros dessa confraria vinham em cortejo dançando até a igreja, onde depositavam numa pia ouro para conclusão de sua construção.

O bailado modifica essa tradição, destinando-se o ouro à alforria de seis membros da tribo que continuavam escravos.

Leia mais »

Média: 5 (2 votos)

O governo tucano de Michel Temer, por Guilherme Scalzilli

Por Guilherme Scalzilli

É absurda a ideia de que entre os governos Dilma Rousseff e Michel Temer há pouca diferença programática. Basta observar o que os golpistas fizeram com as áreas sociais, culturais e diplomáticas do ministério para se ter noção do retrocesso em andamento.

Mas há um diferencial ainda mais evidente: o PSDB. José Serra, Fernando Henrique, Geraldo Alckmin, Aécio Neves, todas as lideranças do partido foram agraciadas com cargos nos vários escalões da máquina. Desde 2002 não ocorria algo parecido.

Supondo inevitável que o PMDB e os partidos nanicos aderissem a qualquer vitorioso em 2014, o que temos é uma versão próxima de um eventual governo Aécio. O golpe inverteu o resultado das eleições. Sem eleições.

Aí percebemos por que é falacioso afirmar que o voto em Dilma dá legitimidade aos atos do seu vice. Temer não apenas traiu o projeto administrativo que o elegeu, mas também abraçou um partido adversário na disputa, rejeitado pelas urnas.

Leia mais »

Média: 4.6 (10 votos)

EPE lança WEBMAP Interativo do sistema energético brasileiro

Enviado por Almeida

Ministério das Minas e Energia

Empresa de Pesquisa Energética

EPE lança WEBMAP Interativo do sistema energético brasileiro

Estamos apresentando uma nova ferramenta de consulta no site da Empresa de Pesquisa Energética - EPE, que permitirá tornar o setor energético brasileiro ainda mais transparente e acessível à sociedade: o Sistema de Informações Geográficas dos Estudos do Planejamento Energético Brasileiro.

A EPE, como faz com seus planos anuais e com os dados mensais do consumo de energia, disponibiliza esse novo produto para ajudar a conhecer melhor o mapa da energia do Brasil, com toda a sua diversidade, inovação e robustez.

Batizado de WEBMAP EPE, essa nova ferramenta permite aos usuários fazerem consultas, medições, visualizações e zooms a partir de uma base de dados georreferenciados, que são utilizados nos nossos estudos do planejamento do setor energético nacional. Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

Macri abre a Argentina para duas bases dos Estados Unidos, por J. Carlos de Assis

Aliança pelo Brasil

Macri abre a Argentina para duas bases dos Estados Unidos

por J. Carlos de Assis

O Brasil sempre se resguardou da presença militar estrangeira em seu território. A Argentina também. Isso preservava o Cone Sul, entre outras coisas, do risco da ingerência externa em sua soberania econômica e política. Esse tempo acabou. O presidente argentino Mauricio Macri, como resultado da visita de Barak Obama a Buenos Aires em maio, acaba de abrir as fronteiras de seu país à entrada dos Estados Unidos mediante a instalação de duas bases norte-americanas, uma em Ushuaia, Terro do Fogo, e outra na Tríplice Fronteira.

A base em Ushuaia é uma projeção próxima e direta sobre a Antártica, a maior reserva gelada de água doce do mundo, além de conter importantes minerais estratégicos. A base na Tríplice Fronteira é uma projeção sobre o aquífero Guarani, a terceira maior reserva de água doce do mundo. Obviamente, os interesses “científicos” dos EUA em instalar essas bases se efetiva na realidade no campo geopolítico. Eles correram para fazer o acordo com Macri tão logo tomou posse porque, assim como no caso brasileira, não querem correr risco de recuo.

Leia mais »

Média: 4.3 (18 votos)

Tem palhaçada no SESC com a Trupe Dunavô

No evento, promovido pelo Sesc Santana, o grupo apresenta o espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”

Jornal GGN - A Trupe Dunavô se prepara para a Semana Mundial do Brincar, promovida pelo SESC, em São Paulo. Nessa quinta-feira, dia 26 de maio, o grupo fará a apresentação aberta ao público do espetáculo “É mesmo uma Palhaçada”, às 14h00, no SESC Santana. A peça é um verdadeiro resgate da memória do circo e, depois de passar por uma nova direção artística exibe trilha sonora, figurino, cenário e roteiro repaginados.

Renato Ribeiro, Gis Pereira e Gabi Zanola, trazem para o palco as trapalhadas de três palhaços que, ao chegar para uma apresentação, descobrem que estão no lugar errado. Em meio a essa divertida confusão, os palhaços tentam disfarçar a situação e entreter os espectadores com ideias mirabolantes.  Usando suas habilidades eles provocam inúmeras situações vasculhando o cenário desconhecido e improvisando cenas com os diferentes objetos encontrados.  

Leia mais »

Média: 5 (1 voto)

O xadrez da quitação das contas de campanha

A primeira semana serviu para o presidente interino acertar as contas menores, loteando o Ministério entre o baixo clero.

Ontem, além do anúncio da flexibilização da lei do pré-sal e das investidas sobre a Previdência Social, começou o acerto das grandes contas, começando pela desvinculação orçamentária para as despesas sociais, o grande avanço civilizatório da Constituição de 1988.

Trata-se de uma disputa histórica em torno do orçamento: os rentistas pretendendo se apossar do orçamento através da dívida pública; e a sociedade, através dos gastos voltados para a melhoria da vida da população.

Se quiser identificar a ideologia de um governo, analise onde se darão os cortes e limites de expansão dos gastos.

No caso do presidente interino, a receita é óbvia: limites para expansão de gastos sociais, mudança nas regras de vinculação de despesas para educação e saúde; e nenhum obstáculo ao nível de juros ou ao comprometimento do orçamento com encargos financeiros. As metas de redução da dívida bruta serão seguidas através dos cortes nas despesas primárias. Enquanto se mantém a excrescência herdada do governo Dilma, de uma taxa Selic de 14,25%, para uma inflação que caminha para 7% e um PIB em queda livre.

Leia mais »

Média: 4.6 (24 votos)

Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

Média: 3 (2 votos)

Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

Média: 3.7 (3 votos)

Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

Média: 3 (2 votos)

Por 3 x 0 TRF3 mantém prisão de Luiz Estevão

GGN - Por 3 votos a 0 o Tribunal Regional Federal da Terceira região acaba de manter a prisão do empresário Luiz Estevão, envolvido nos escândalos da sede do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo.

A prisão foi obtida pelo MInistério Público federal em ação julgada no Supremo Tribunal Federal, que entendeu que condenação em 2a Instância já permitiria que a pena começasse a ser cumprida.

Média: 5 (6 votos)

Saldo do grampo de Jucá: o haraquiri da PGR e do STF, por Romulus

Por Romulus

Muitas pessoas tem me pedido para escrever algo em inglês sobre a situação do Brasil atual para que possam compartilhar com seus amigos e conhecidos estrangeiros.

Já há fartura de informação de qualidade na imprensa internacional – muito maior do que na imprensa familiar brasileira. Em língua inglesa cito LA Times, NY Times, The Intercept e The Guardian, por exemplo. Seus correspondentes no Brasil têm feito uma belíssima cobertura, que ficará para História.

Certamente a brutal diferença editorial entre a imprensa familiar brasileira e a mídia estrangeira será anotada por historiadores como uma das peculiaridades do golpe de 2016. Da mesma forma, acredito que o tema será profundamente estudado em trabalhos acadêmicos no campo das Ciências Sociais, mas principalmente nos cursos de jornalismo.

O movimento engajado da imprensa familiar pode ser um arranhão fatal no longo prazo, diante do contexto de seu esmagamento pelas novas mídias e pelas redes sociais. O único capital de que se gabavam, contra esses concorrente, era sua alegada maior credibilidade e apuro com relação ao conteúdo.

Panfleto por panfleto, até os conservadores constatam que é mais econômico frequentar blogs de direita da internet.

Não deixa de ser irônico.

Leia mais »

Média: 4.8 (32 votos)

Devolução de recursos do BNDES pode ser "pedalada" fiscal

Meirelles não informou qual instrumento será usado para devolução

Jornal GGN - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, anunciou uma série de medidas para redução dos gastos públicos, como o fim do fundo soberano e a devolução de R$ 100 bilhões de ativos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ao Tesouro Nacional.

Serão devolvidos, inicialmente, R$ 40 bilhões e depois mais duas parcelas de R$ 30 bilhões. De acordo com o ministro da Fazenda, o BNDES tem caixa suficiente para fazer as devoluções e cumprir a programação de concessão de financiamentos dos próximos dois anos. O presidente interino Michel Temer disse que a medida representará economia de R$ 7 bilhões, ao ano, para o Tesouro, no que é gasto para emissão de títulos no mercado e a captação de recursos.

“Esses recursos estavam ociosos [no BNDES] causando custo desnecessário. Estamos fazendo uma boa gestão das contas públicas como mencionou o presidente Temer”, disse Meirelles, segundo informações da Agência Brasil.

De acordo com o ministro, os recursos constituíam ativos no banco, ou seja, eram para ser usados para concessão de financiamento. Os recursos devolvidos, conforme Meirelles, irão para o caixa do Tesouro e não serão usados no cálculo de receita primária ou déficit primário. O ministro não informou qual instrumento jurídico será utilizado para a devolução.

Leia mais »

Média: 4.1 (12 votos)