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Apesar de problemas e mudanças de prioridades, a indústria da defesa logrou criar casos de sucesso; por Luis Nassif
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Filme mostra a articulação, depois de 25 anos, em todos as esferas, que tenta dar respostas a desaparecidos políticos
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Projeto original do PROSUB tinha um valor de € 6,7 bilhões; submarino de propulsão nuclear deve ser entregue em 2025
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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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O escândalo da Fifa "é só o começo", diz polícia americana

Além de Marin, o empresário José Hawilla, dono do grupo Traffic e proprietário de filial da Rede Globo no interior de São Paulo, estaria envolvido no esquema de corrupção. Em setembro de 2014, Andrew Jennings já anunciava: há mais documentos e mais descobertas
 
 
Jornal GGN - O escândalo da Fifa, que resultou na detenção de sete cartolas, entre eles o ex-presidente da CBF José Maria Marin, em operação surpresa na manhã desta quarta-feira (27), abre as portas para outros escândalos envolvendo os empresários. Assim como divulgou o The New York Times, "o inquérito é só o começo".
 
O Departamento de Justiça americano, a FBI e a IRS investigam o blindado sistema de corrupção que circula pelos campeonatos e organizações de futebol, como os altos funcionários tratavam de decisões de negócios da FIFA como vales para serem trocados por riqueza pessoal. A procuradora Geral Loretta E. Lync afirmou em coletiva que somente um dirigente de futebol arrecadou mais de US$ 10 milhões em subornos.
 
José Maria Marin; o dirigente da Concacaf Jeffrey Webb, visto como provável sucessor de Joseph Blatter; Eduardo Li, Julio Rocha, Costas Takkas, Eugenio Figueredo e Rafael Esquivel foram detidos pela polícia suíça. Eles foram presos, enquanto estavam no Hotel Bar Au Lac, onde participariam de um congresso da Fifa na sexta-feira (29), que deveria reeleger Sepp Blatter à frente da Fifa. Todos devem ser extraditados para os Estados Unidos.
 
O foco das investigações são as propinas que teriam recebido os dirigentes com executivos do setor de comercialização de jogos e direitos de marketing de campeonatos, entre eles eliminatórias da Copa do Mundo na América do Norte, a Concacaf - entidade que engloba os países das Américas do Norte e Central e Caribe -, a Copa América, a Libertadores e a Copa do Brasil. Seriam mais de US$ 150 milhões em propinas pagas.
 
Referente ao Brasil, as autoridades americanas investigam o pagamento de propina envolvendo o patrocínio da CBF "por uma grande empresa dos EUA", assim divulgou os meios de comunicação. Trata-se da Nike, patrocinadora da seleção brasileira desde os anos 1990.
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Se financiamento empresarial não passar, "vamos ampliar o caixa 2", diz tucano

Quem achou que Eduardo Cunha se daria por vencido na reforma política se surpreendeu com a fala do tucano Bruno Araújo

Jornal GGN - Quem achou que Eduardo Cunha (PMDB) se daria por vencido na discussão sobre o financiamento empresarial de campanha se surpreendeu com a fala do líder da minoria na Câmara, deputado Bruno Araújo, do PSDB de Pernambuco. Ele prometeu, nesta quarta-feira (27), que o plenário da Casa vai discutir novamente o tema. E, segundo o tucano, se não for aprovado o financiamento empresarial a partidos, o chamado caixa 2 de campanha será "ampliado". A informação é da Agência Câmara.

Na madrugada desta quarta-feira, a Câmara rejeitou o distritão como sistema eleitoral e o financiamento de pessoas jurídicas (empresas) e físicas a candidatos e partidos. Há algumas horas, porém, Cunha decidiu fazer uma nova reunião de líderes para buscar um meio de contornar a derrota. A manobra consiste em demembrar o projeto rejeitado e colocar de novo em votação.

Segundo Bruno Araújo, os deputados devem apreciar o financiamento privado ainda nesta tarde, mas apenas para partidos políticos - o que, na prática, significa a mesma coisa que permitir a doação de pessoas jurídicas a candidatos, pois as agremiações fazem os repasses. 

São necessários 308 votos para aprovar a medida prevista no relatório do deputado Rodrigo Maia (DEM) para a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da reforma política, encomendada por Cunha. Ontem, o financiamento empresarial só teve 264 votos favoráveis.

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A coreografia do poder - Sobre a Cisne Negro Cia de Dança e Trama [diálogos com a dança]

Por Dalmoro

Querer representar um éthos nacional é um cipoal que deveria fazer com que qualquer artista pensasse e pesasse bem seu objetivo, a forma como fazê-lo e como apresentá-lo. Não a ponto de desistir, mas para evitar qualquer caminho batido, que ofusque o que a obra pode ter de positivo. Vale para qualquer país, porém creio que ganha ares ainda mais complexos no Brasil, cuja formação da idéia de nação está antes atrelada ao território que a um povo (Antônio Carlos Robert de Moraes faz uma interessante análise nesse sentido em Território e história no Brasil).

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O abismo entre O Globo e Extra na cobertura da violência do RJ

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Do Observatório da Imprensa
 
 
Por Sylvia Debossan Moretzsohn
 
Quem pensa que os jornais produzidos por uma mesma empresa falam sempre a mesma língua, diferindo apenas na linguagem adotada de acordo com o seu “público-alvo”, teve uma surpresa diante do abismo entre O Globo e o Extra na cobertura do assassinato do médico Jaime Gold, que pedalava pela Lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões postais do Rio, no início da noite de terça-feira (19/5). Sobretudo porque, no mesmo dia, dois jovens – um adolescente de 13 e um rapaz de 24 – foram assassinados durante uma operação da Polícia Civil no morro do Dendê, na Ilha do Governador. O médico morreria na madrugada seguinte, depois de horas na mesa de cirurgia.

Na quinta-feira (21/5), O Globo destacava na primeira página o “crime na Lagoa” e a “tragédia anunciada”, dedicando-lhe nada menos do que cinco páginas internas. A suíte das mortes no Dendê mereceram apenas duas colunas espremidas no meio de outra página interna, ainda assim assinadas – como na véspera – por um repórter do Extra.

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Entenda por que 2015 é o ano de Mário de Andrade

Enviado por Gilberto Cruvinel

Da Revista Língua Portuguesa

Poeta, dramaturgo, romancista, professor de música, pesquisador, gestor público: este é o ano de discutir a multiplicidade do autor de Lira paulistana e Gramatiquinha da fala brasileira.

Lasar Segall 1891 Vilna 1957 São Paulo. Retrato de Mário de Andrade, 1927. Pintura a óleo sobre tela 72x60 cm. Coleção de artes visuais do IEB-USP

Leonardo Fuhrmann - Revista Língua Portuguesa

Três anos antes de morrer, Mário de Andrade (1893-1945) publicou, em Lira paulistana, o poema "Quando eu morrer", em que expressava o desejo de ser enterrado em várias partes da cidade de São Paulo. 

"Meus pés enterrem na rua Aurora,/ No Paissandu deixem meu sexo,/ Na Lopes Chaves a cabeça/ Esqueçam". Seu corpo, obviamente, teve destino único, o Cemitério da Consolação, mas é possível dizer, sem exagero, que Mário de Andrade é um corpo vivo espalhado pela cidade hoje, 70 anos após sua morte, em 25 de fevereiro de 1945. Leia mais »

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Time de craques da MPB

Garimpando na internet (Revista Carioca nº 179 / página 43 / 1939) tive a grata surpresa de encontrar a foto acima. Para mim, inédita, mas talvez não seja para a maioria. Por isso resolvi compartilhar com vocês. Nem todos estão nomeados na ordem. Eu tentei batizá-los da esquerda para a direita:

Nássara, Romualdo Peixoto [Nonô], João Petra de Barros, Cristovão de Alencar, Silvio Caldas, Noel Rosa e Luís Barbosa. Posso ter me enganado na nomeação. Por isso peço aos amigos que ajudem a dirimir qualquer dúvida.

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Depois de passar risco de aprovação na Câmara, financiamento privado vai ser liberado por Gilmar Mendes

O ministro do STF devolverá vista do financiamento de campanhas no fim de junho

Jornal GGN - Enquanto o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), obtem derrota na Casa com a rejeição do Plenário pela permissão de empresas financiarem as campanhas eleitorais, no Supremo Tribunal Federal (STF) o pedido de vista que barra a tramitação na Corte do financiamento empresarial só deve ser retomado no segundo semestre deste ano.
 
Isso porque o ministro Gilmar Mendes, autor do pedido de vista da ação (ADI 4650) desde 2014, afirmou que liberará o processo para julgamento no final de junho. Como a Suprema Corte e tribunais entram em recesso em julho, o caso só deve voltar a ser discutido pelo STF a partir de agosto. 
 
Até lá, pontos importantes da reforma política correm o risco de serem definidos pelas mãos de Cunha na Câmara - o que recebe o aval do próprio ministro Gilmar Mendes, que argumenta que o financiamento de campanhas políticas deve ser decidido pelo Congresso e não pela Justiça.
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Crianças que moram em abrigos contam suas histórias através de álbuns

Do CNJ

Crianças abrigadas elaboram sua história por meio de álbuns

As crianças e adolescentes que vivem em abrigos de São Paulo têm a oportunidade de registrar a sua história de vida em álbuns construídos com a ajuda de voluntários do Instituto Fazendo História. Os documentos, que contam com fotos, desenhos e relatos, auxiliam posteriormente no processo de integração com os pais adotivos e diminuem as chances de “devolução” de crianças adotadas. Desde 2005, a ONG já atendeu cinco mil crianças e adolescentes. Muitas dessas crianças estão à espera da adoção – de acordo com dados do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), da Corregedoria Nacional de Justiça do CNJ, há atualmente 5.646 crianças e adolescentes aptos a adoção no país e 33.594 pretendentes na fila.

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Cunha tentar contornar derrota do financiamento empresarial

Jornal GGN - Rumores na Câmara Federal no início da tarde desta quarta-feira (27) dão conta de que o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB), ainda não se deu por vencido mesmo após a dupla derrota na votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) da reforma política nesta madrugada. Os parlamentares rejeitaram adotar o distritão como sistema eleitoral e não quiseram escrever na Constituição o aval ao financiamento empresarial a candidatos. 

Mas, segundo o deputado Jean Wyllys (PSOL), Cunha tenta contornar a derrota e pretende colocar ainda hoje o financiamento privado na pauta novamente. “Nós teremos, pelo menos, mais três votações hoje. Vamos votar agora o financiamento de pessoas físicas. Se isso não atingir 308 votos favoráveis, votaremos o financiamento público; se não atingir 308, tem o texto original, que é o financiamento só para partidos e não para candidatos”, admitiu Cunha.

A votação que culminou na derrota de Cunha e do PMDB ocorreu após acordo de líderes feito ontem, que previa a discussão de doações por pessoa física e jurídica (empresas) no mesmo pacote. Rejeitada a proposta, nesta quarta (27), os deputados discutiriam o financiamento público exclusivo.

Leia mais: Reforma política de Eduardo Cunha e PMDB está sepultada

Porém, em nova reunião de líderes partidários, pela manhã, Cunha deu sinais de que pretende desmembrar o financiamento empresarial para votar de novo o financiamento por pessoa jurídica a partidos políticos - o que, na prática, significa tornar constitucional o financiamento privado aos candidatos, apontou Wyllys, pois as agremiações fazem os repasses de recursos.

"Quem perdeu foi o povo'

Por volta do meio dia desta quarta-feira, Eduardo Cunha comentou a decisão do Plenário de não mudar o sistema eleitoral para o distritão e manter o modelo atual de eleição para deputados e vereadores. “Ontem, quem foi derrotado foi o povo, porque todos os modelos foram derrotados. Recusaram a lista, o distrital misto, o distritão e o distritão misto. Então, na prática, a decisão é: não tem reforma”, resumiu.

“A Casa definiu que não quer fazer a reforma política. Ela se dissociou da sociedade quando pregou na campanha eleitoral que queria uma reforma política e, quando teve a oportunidade, não se manifestou por nenhum dos modelos. Quando não se pronuncia por nenhum, opta pelo que já existe”, avaliou o presidente, ao chegar à Casa.

O presidente prevê que haverá pouco ou nenhum avanço nas votações que ficaram para hoje. “Provavelmente, não haverá nenhuma alteração substancial. Acho muito pouco provável que passe alguma coisa.”

Ainda falta votar o fim da reeleição, o tempo de mandato de cargos eletivos, a coincidência de mandatos, cota para as mulheres, fim das coligações, cláusula de barreira, voto obrigatório e
data da posse presidencial.

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A comemoração dos 40 anos do Grupo Corpo

Enviado por jns

Montagem da coreografia em comemoração aos 40 anos da companhia

"Eu não penso dança sem música (...) juntar um compositor mineiro, que é o Marco Antônio, com a Filarmônica de Minas Gerais, com o Grupo Corpo, que tem uma coisa muito mineira, obviamente, acho que foi uma idéia muito legal pra uma comemoração de 40 anos." - Rodrigo Pederneiras, coreógrafo

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Defesa de Cunha diz que MPF faz pressão para obter provas contra o deputado

Jornal GGN - A defesa do deputado e presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB), investigado na Operação Lava Jato, pediu essa semana que o ministro Teori Zavascki, relator do processo no Supremo Tribunal Federal, acompanhe os próximos depoimentos prestados pelo empresário Julio Camargo às autoridades.

Segundo os advogados de Cunha, o Ministério Público Federal estaria fazendo "pressão" para que Camargo, que é um dos réus delatores do esquema de corrupção na Petrobras, confirme suspeitas sobre o deputado.

No pedido feito diretamente a Zavascki, a defesa pede permissão para acompanhar também os futuros depoimentos de Camargo, além de acesso a todos os depoimentos já concedidos pelo executivo.

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O ídolo que passou e o ídolo que ficou

Por Nicolau Frederico de Souza

 

Reservo este "Espaço MPB" para um texto do jornalista conterrâneo araxaense Ronan Soares Ferreira, que tem passagens por grandes veículos da mídia brasileira, como a rádio Nacional de Brasília, o Correio da Manhã, O Estado de S. Paulo, O Globo, Rede Globo de Televisão e GloboNews e assessorias de Imprensa.

Ronan foi o inspirador de minha profissão de jornalista. Em minha infância e adolescência, lia e acompanhava seus textos publicados no Correio de Araxá, editado há mais de 50 anos pelo dedicado jornalista Atanagildo Cortes. Mais tarde, em Brasília, quando iniciava meus primeiros passos, ainda como "foca", foi Ronan quem me indicou para um estágio na sucursal do Estadão em Brasília. Eis o seu texto sobre dois grandes brasileiros de nossa história; um, na MPB e o outro na política:

"Em 1961, vivi como repórter uma nova fase da história do Brasil. Estava no jornalismo da rádio Nacional de Brasília, e já era respeitado porque escrevia fácil e fiz muitos amigos. Jânio Quadros, que eu detestava, como contei aqui em outro capítulo, foi eleito presidente.

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O espetáculo da Orquestra Atlântica

Por Aquiles Rique Reis

O Brasil musical sempre teve pequenas e grandes orquestras dando vida à sua diversidade musical. Maestros lideraram grandes agrupamentos de instrumentistas – como a Orquestra Tabajara, de Severino Araújo, a Banda Mantiqueira, comandada por Nailor Azevedo, o Proveta, a Orquestra Criôla, de Humberto Araújo, e tantas outras. Leia mais »

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Somando influências - "O Profeta", de Khalil Gibran

Por Odonir Oliveira

Somos a soma de nossas de influências, o sabemos.

Nos anos setenta não havia quem não tivesse lido O Profeta, de Khalil Gibran. Num momento em que Sidarta e outras leituras como A arte de amar, de Erick Fromm habitavam a cabeça dos mais jovens, O Profeta também nos trouxe muitas reflexões e sob novos pontos de vista a respeito do amor, dos filhos, da vida ... depois vieram Castaneda, Rajnish , Reich ...

"Profeta de Deus em procura do infinito, quantas vezes sondaste as distâncias à espera de teu navio.
E agora teu navio chegou, e tu deves partir.

Profunda é tua nostalgia pela pátria de tuas recordações e a morada de teus maiores desejos; e nosso amor não te quererá prender, nem nossas necessidades te reterão. Uma coisa, porém, pedimos-te: antes de no a deixares, fala-nos e dá-nos algo de tua verdade. E nós a transmitiremos a nossos filhos, e eles a transmitirão aos seus filhos, e ela não perecerá.

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