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Luis Nassif Online

Chico Lopes tornou-se o bode expiatório de uma aventura cambial que liquidou com o governo de FHC; por Luis Nassif
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'Brasil precisa de câmbio que estimule cultura de produção', defende ex-ministro
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As elites brasileiras querem o controle absoluto do Estado e do orçamento para atender os seus interesses
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Fora de Pauta

O espaço para os temas livres e variados.

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Clipping do dia

As matérias para serem lidas e comentadas.

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Multimídia do dia

As imagens e os vídeos selecionados.

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O modelo de gestão pública defendido por Ciro Gomes

'Brasil precisa de câmbio que estimule cultura de produção e puna o rentismo', aposta ex-ministro
 
 
Jornal GGN - Como Ciro Gomes atuaria na presidência da República? Nesta quarta e última parte da entrevista que o ex-ministro e ex-governador do Ceará concedeu ao GGN, o político falou da sua experiência na gestão do Ceará, de como conseguiu acabar com 100% da dívida imobiliária do Estado, ainda em 1994, em uma época de grande variação inflacionária e, depois, quando secretário de Saúde, na gestão de seu irmão Cid Gomes, ajudou a expandir a rede de policlínicas implantando consórcios intermunicipais de saúde e, com isso, acabar com as filas. 
 
Ciro também creditou a sua gestão e de seu irmão à boa colocação das escolas cearenses no Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), destacando que hoje, entre as cem melhores notas, 77 são de instituições do ensino público do Estado.
 
Assista a seguir:
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A reforma da Previdência, segundo José Dirceu

Não se pode fazer o desmonte da Previdência, sem ouvir o povo

por José Dirceu

O país vive sua catarse regressiva. Para além da ilegitimidade do governo, as chamadas reformas avançam, tal qual em 1967-69, sustentadas — tanto elas quanto o governo — pela maioria parlamentar que se formou desde o pacote de maldades, o que inviabilizou o ajuste fiscal de Dilma, pelo MPF/Judiciário e pela mídia. A coalisão PSDB-PMDB retoma a agenda da era FHC e, agora, com o ex-PFL/DEM como sócio menor, com o centrão jogando o papel de sempre. Para completar o cenário, os rentistas e o capital bancário financeiro, os oportunistas e carreiristas de sempre, o empresariado pato e as classes médias assistem, alguns com renovado cinismo e outros estupefatos, o processo de  bombardeios das conquistas sociais. Afinal,  não estavam lutando contra a “corrupção”?.

Assistem ao espetáculo sofrível do governo Temer. Mas saem em sua defesa e lhe dão sustentação, alguns de forma envergonhada, outros aderindo com prazer, jogando no lixo a luta contra a corrupção. Por que não, se até o STF e o MPF buscam meios de preservar Temer e o tucanato?

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Moro ainda mantém outro inquérito em segredo contra Eduardo Guimarães

O inquérito que Moro tornou público, na semana passada, deriva de um primeiro processo que tramita desde janeiro, ainda sob segredo de Justiça, e que contém os detalhes de como a Lava Jato quebrou os sigilos do telefone e e-mails de Eduardo Guimarães atrás de suas fontes 
 
 
Jornal GGN - O inquérito que o juiz Sergio Moro tornou público, na semana  passada, envolvendo o blogueiro Eduardo Guimarães, deriva de uma outra investigação que, segundo apurou o GGN, nesta segunda (27), ainda está sob segredo de Justiça. Trata-se do processo número 5064406-83.2016.404.7000.
 
O número desse inquérito-mãe foi usado por Moro cinco vezes no despacho em que ele determina a condução coercitiva e busca e apreensão contra Guimarães - assinado em 14 de março, nos autos do processo 5008762-24.2017.4.04.7000 - para explicar procedimentos acompanhados pelo Juízo na fase inicial da investigação.
 
 
A Polícia Federal apura, não se sabe desde quando, se o vazamento de dados da operação Aletheia (a que provocou uma devassa nas empresas de Lula e seus familiares, além da espetaculosa condução coercitiva), pela servidora federal Rosicler Veigel, ajudou na eventual obstrução de provas contra o ex-presidente da República.
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Ato pede descongelamento das verbas da Cultura na cidade de São Paulo

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Do Zona Suburbana

 
No início deste ano, foi anunciado um congelamento de 43,5% da verba da Cultura da Cidade de São Paulo. Esse congelamento coloca em risco e inviabiliza projetos da Secretaria de Cultura como: Programa Vocacional | PIA (Programa de Iniciação Artística) | Fomento à Dança | Fomento ao Teatro | Fomento das Periferias | Fomento ao Circo | Jovem Monitor Cultural | VAI I e VAI II | Prêmio Zé Renato | Cultura Viva (Pontos de Cultura) | Programa Aldeias Circuito Municipal de Cultura | Centro de Referência da Dança de SP | Clube do Choro | SP Cine | Programação de equipamentos culturais: bibliotecas, centros culturais, Casas de Cultura e CEUs | Semana do Hip Hop | Vocacional do Hip Hop | Encontro de Malabares | Centro de Memória do Circo | Palhaçaria Paulistana | Circuito Carnaval de Rua | Criação da Casa da Capoeira | Programação de atividades e eventos da cultura Reggae | Fomento à Música – SP Cidade da Música | Edital Redes e Ruas | Programa Ônibus-Biblioteca | Programa Veia e Ventania Manutenção de Sistemas de Informação e Comunicação.

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Às vésperas da privatização, companhia de água do RJ é lucrativa

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Da Agência Pública

Às vésperas da privatização, companhia de água do Rio dá lucro

por Gabriele Roza

Checamos afirmação feita pelo prefeito do Rio, Marcelo Crivella, sobre a Cedae, que será vendida por conta dos problemas financeiros do estado

‘‘A Cedae não é uma empresa deficitária, está tendo lucro. O Rio de Janeiro paga um pouco mais pelos serviços.’’ – Marcelo Crivella (PRB), prefeito do Rio, no dia 20 de fevereiro, em encontro com lideranças comunitárias.

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (PRB), afirmou que a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) está tendo lucro e que a cidade paga mais pelos serviços da empresa. O Truco – projeto de checagem de dados da Agência Pública – pesquisou os balanços da empresa e concluiu que Crivella está correto.

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Principal despesa da União, Previdência precisa ser reformada, defende consultor

 
Jornal GGN - A Reforma da Previdência, que está em análise na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, sofreu mudanças desde a primeira versão apresentada pelo governo de Michel Temer, em dezembro do último ano. Além da retirada dos servidores estaduais dos novos parâmetros, outros itens foram atualizados no projeto inicial.
 
Em artigo produzido para explicar, passo a passo, cada um dos pontos da Reforma, o consultor legislativo do Senado e mestre e doutorando em Economia pela Universidade de Brasília (UNB), Pedro Fernando Nery, reescreveu o artigo "Reforma da Previdência: Uma introdução em perguntas e respostas", antecipado ao GGN.
 
O documento integra o boletim de Estudos Legislativos do Senado e foi preparado em formato de perguntas e respostas para sanar algumas dúvidas sobre o novo projeto. Entre uma das linhas defendidas pelo especialista está a de que a reforma é necessária, uma vez que se manter o sistema previdenciário como está, a contribuição dos trabalhadores para equilibrar o Regime Geral teria que subir de 11% para 13% em 2020, 20% em 2040, e 28% em 2060, tornando-se insustentável.

Arquivo

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Policiais armados intimidam jornalistas em fazenda de Eliseu Padilha

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Do De Olho nos Ruralistas

Repórteres procuravam pista de pouso clandestina em fazenda do ministro investigada por crimes ambientais dentro de parque estadual

por CAUÊ AMENI

Na segunda-feira (20/03), os jornalistas Bruno Abbud e Ednilson Aguiar, do jornal O Livre, faziam uma reportagem sobre as fazendas irregulares do ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB-RS), dentro do Parque Estadual Serra de Ricardo Franco, quando foram abordados por dois fiscais da Secretaria do Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema) e dois policiais civis carregando metralhadoras. “Vocês estiveram na fazenda do ministro?”, questionou o fiscal Laerte no meio da estrada rural de Vila Bela da Santíssima Trindade.

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Brasil virou um "país de denuncismo", aponta presidente da Andrade Gutierrez

 
Jornal GGN - O presidente do grupo e do conselho de administração da Andrade Gutierrez, Ricardo Sena, disse à Folha de S. Paulo que o Brasil, hoje, é movido a Lava Jato e que isso tornou a economia do País mais frágil.
 
Na entrevista exclusiva, Sena ainda admitiu que qualquer empresário que não seja "tolo" não consegue negar que pagamento de propina é praxe quando envolve contratos públicos, e que isso ocorre desde o início dos tempos. Mas afirmou que a classe política tem feito uso de aparelhos públicos para aproveitar a situação e dificultar a vida das empresas.
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No Tucarena, hoje, Jornada pela Democracia: Em Defesa da Aposentadoria

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Jornal GGN - Hoje, segunda-feira, 27 de março, personalidades políticas e sociais se reúnem no Tucarena, teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), em defesa da aposentadoria e dos direitos trabalhistas. Juristas, economistas, jornalistas, filósofos, estudantes, lideranças de sindicatos e movimentos sociais se encontram, a partir das 18h, a fim de discutirem alternativas em relação à reforma da previdência proposta pelo governo atual.

A “Jornada Pela Democracia: Em Defesa pela Aposentadoria” será mediada pelos jornalistas Marilu Cabañas e Renato Rovai e contará com a presença da reitora da PUC, Maria Amália. Durante o evento, organizado deputado federal Paulo Teixeira, ainda será lançado o livro "O golpe de 2016 e a Reforma da Previdência", uma coletânea de artigos publicada pelo Projeto Práxis.

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Janot e Gilmar Mendes: ambos têm razão, por Roberto Amaral

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Do site de Roberto Amaral 

Janot e Gilmar Mendes: ambos têm razão

O insólito duelo verbal revela a lamentável e pobre vida política nacional 

A crise que engolfa a República desde 2013 é eminentemente política. E na política é que devemos procurar uma saída. Os desarranjos econômicos, de velha data, são consequências que não encontrarão alternativa se tratados como fenômenos em si, como querem os economistas oficiais e tonitrua a grande imprensa. A crise, política, não nasceu com ele, mas agravou-se profundamente com o golpe de Estado midiático-parlamentar instalado com a deposição da presidente Dilma Rousseff. Leia mais »

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A espetacularização irresponsável de um delegado da polícia federal, por Cezar Roberto Bitencourt

do Conjur

A espetacularização irresponsável de um delegado da polícia federal

Por Cezar Roberto Bitencourt

A espetacularização das prisões quase diárias da "lava jato", acompanhadas por grande alarde da mídia, as megas entrevistas coletivas em redes de televisão a cada “operação policial”, as ilegais conduções coercitivas de pessoas que jamais foram convidadas a comparecer às repartições repressoras, entre outros tantos abusos oficiais, estão a agredir os direitos fundamentais do cidadão e também o Código de Processo Penal brasileiro.

Há três anos temos assistido os espetáculos lamentáveis e totalmente desnecessários, transformando a prisão em regra, quando deveria ser exceção; começou-se prendendo para garantir a produção de prova, passou-se a prender por reconhecer que não existe prova contra o investigado. Em outros termos, prende-se para investigar, para descobrir provas, para forçar delações, por precisar de tempo para produzir provas, mas não por necessidade da prisão. Prende-se filhos, esposas, agregados, empregados, porteiros, secretárias, enfim prende-se a família para forçar a delação, prende-se pela manhã, relaxa-se a prisão a tarde, como ocorreu recentemente.

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Rio: aula rica, aula pobre, por Andy Robinson

Rio: aula rica, aula pobre

Atualizado com a nota de esclarecimento da Bahema S.A.

Enquanto explodem protestos por cortes na educação pública, o homem mais rico do Brasil abre uma escola – de luxo – com o método finlandês.

por Andy Robinson

Andy Robinson, Rio de Janeiro - A metodologia da nova escola Escola Eleva, aberta há duas semanas no Rio de Janeiro, baseia-se, de acordo com seus diretores, em princípios pedagógicos finlandeses que há duas décadas têm dado resultados extraordinários no país escandinavo.

"Estamos usando novas estratégias para incorporar as idéias finlandesas", disse Amaral Cunha, o diretor da escola que atende a 180 crianças, dos 7 aos 11 anos, embora pretenda chegar a 1.000. "Temos espaços criativos - os maker spaces - onde o aluno transforma ideias em metas e ações; estamos integrando todos os indivíduos como na Finlândia; e trabalhando para que a criança seja o centro do processo, de forma que ela busque o conhecimento em vez de receber a informação de cima; essa é a chave do modelo finlandês".

A educação na Finlândia é quase exclusivamente estatal e seu sucesso não pode ser desvinculado da alta igualdade socioeconômica do modelo escandinavo. Portanto, seria lógico pensar que a Escola Eleva fosse uma tentativa por parte do Estado de corrigir a profunda brecha social na cidade do Rio de Janeiro, onde uma de cada quatro crianças vive em favela.

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