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A melhor amiga do Banco Central é a inflação

À medida em que o poder presidencial foi corroído pela sucessão de erros cometidos no front politico e econômico, e que a imprensa passou a dar espaço a qualquer iniciativa pro-impeachment, o país tornou-se refém das corporações públicas.

Hoje em dia, é comum um Procurador do Tribunal de Contas da União questionar uma Medida Provisória da Presidente da República e receber espaço no Jornal Nacional. Ou um delegado federal afrontar o Ministro da Justiça e este, democraticamente, dar-lhe a honra de um bate-boca público – em vez de enquadrá-lo. Ou um procurador qualquer abrir uma representação qualquer contra qualquer autoridade baseado em um factoide qualquer de jornais.

Tudo isso é fruto de um vácuo de poder poucas vezes visto no país.

***

É nesse quadro de falta total de comando, de diluição da hierarquia que a corporação Banco Central transformou o país em um campo de teste.

No início do ano passado, dos laboratórios do BC saíam estudos garantindo que, no Brasil, a curva de Phillips (que estuda a relação desemprego x inflação) vinha acompanhada de um suculento suco de jabuticaba. Ao contrário dos estudos em países centrais, por aqui seria necessária apenas uma pequena dose de desemprego para domar a inflação.

Em fevereiro, em uma entrevista coletiva a presidente garantiu que o pior já tinha passado. Há dúvidas sobre quem incutiu nela essa fantasia: se o então Ministro da Fazenda Joaquim Levy ou o presidente do Banco Central Alexandre Tombini.

***

Um ano depois, dos laboratórios do BC sai a constatação de que em 2015 e 2016 a demanda interna brasileira poderá sofrer uma queda de dez pontos percentuais – a maior da história. E cadê a curva de Phillips? O nível de atividade desabou, a produção industrial caiu mais de 10% em um ano, o PIB poderá cair 6 pontos em dois anos e a inflação não cedeu.

Simples, assim. Uma avaliação incorreta que produziu uma devastação na economia. Mas para o BC não produziu nenhum efeito. Nem sequer uma nesga de desconfiança da presidente da República acerca do laboratório de experiências do banco.

***

Uma análise da última ata do COPOM (Comitê de Política Monetária) dá uma boa pista da maneira como o BC convalida suas políticas.

Todas as previsões para o PIB despencaram.  Para 2015, caíram de -2,7% para -3,6%. Para 2016, as projeções batem em -1,9%. Ora, o principal canal de transmissão da política monetária é o crédito. E a principal resultante do canal crédito é a queda das vendas, dos estoques, do emprego e do nível de atividade.

Se tudo isso ocorreu e a inflação não caiu, qualquer análise minimamente racional entenderá que a inflação não está sendo alimentada pela demanda. Ou não?

***

Aí surgem as teorias estrambólicas.

As análises sobre a composição da inflação são claras. A primeira onda é o realinhamento de preços defasados e dos insumos (câmbio, tarifas de luz e energia). A segunda, o realinhamento de preços finais, incorporando a alta dos insumos. É o que explica a persistência da inflação neste início de ano.

Como não há demanda que sancione esses aumentos, na medida em que essas altas de preços forem saindo da contagem anual, a inflação tenderá a refluir. Ou seja, não exigirá nenhuma proatividade do BC. O que tinha que ser feito já foi, com doses excessivas.

***

Com a economia despencando, a prioridade maior será segurar a queda do nível de atividade. Se prosseguir a queda, não sobra ninguém para contar história. Nem o Tombini.

Mas se admitir, na conjuntura atual, que o combate à inflação não depende mais de nenhuma ação adicional do BC, a corporação se enfraquece. Toca, então, a buscar explicações para a queda do nível de atividade que reloquem a inflação no centro das preocupações.

***

Consultando-se as atas do Copom, se verá as seguintes explicações para a maior recessão da história recente do país:

1.     Os investimentos despencaram porque a inflação impede empresas e famílias de planejar os gastos. A não ser em obras públicas, os investimentos despencaram porque não há demanda. É óbvio.

2.     Segundo esse tecnicismo vazio, a inflação resiste porque não se obteve superávit fiscal cortando despesas, e não porque o câmbio se desvalorizou em 40%, houve aumento nos preços dos combustíveis, dos importados, da energia elétrica. Aliás, se algum gênio conseguir comprovar que o não atingimento da meta fiscal por frustração de receita – devido à queda do nível de atividade – é inflacionário, levará o Nobel.

***

Para justificar o injustificável – a elevação dos juros, mesmo em um quadro de economia arruinada – o BC recorre ao monumental “suponhamos que”.

O BC invoca as projeções de inflação do mercado para convalidar a alta da Selic. Mas quando o mercado projeta queda da demanda, ele rebate com o “suponhamos que”.

O que diz a ata do Copom:

1.     Depois de um período necessário de ajustes, que se mostra mais intenso e mais longo que o antecipado, o ritmo de atividade tende a se intensificar, à medida que a confiança de firmas e famílias se fortaleça. Ou seja, “suponhamos que” a confiança das firmas e famílias se fortaleça.

2.     No que se refere ao componente externo da demanda agregada, o cenário de crescimento global, mesmo moderado, combinado com a depreciação do real, age no sentido de torná-lo mais favorável ao reequilíbrio das contas externas e ao crescimento da economia brasileira. Ou seja, “suponhamos que”, mesmo com a redução do crescimento da China, com o pé no freio da Europa e com a queda do comércio mundial, as exportações brasileiras continuem crescendo.

3.     No médio prazo, mudanças importantes devem ocorrer na composição da demanda e da oferta agregada. O consumo tende a crescer em ritmo moderado e os investimentos tendem a ganhar impulso. O “suponhamos que”, desta vez, não veio acompanhado de nenhuma hipótese. É só fé em Deus.

Por conta desse conjunto de “suponhamos que”, novo aumento da Selic.

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82 comentários

Comentários

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Maurici AAzevedo.

As petecadas de Roberto Campos.

Dizia o insigne ex-ministro  em aula mágna, respondendo a um aluno de economia, que correção monetária não era dinheiro. E aluno boquiaberto insistia: Como não doutor? A moeda corrigida e sacada não está acrescida em seu valor? E Bob Field sacou essa: Aluninho, você não estendeu. É claro que a moeda foi acrescida em seu valor, só que, essa moeda será corrigida novamente quando aplicarmos sobre ela a " inflação" passada. Entendeu?

Em suma: a inflação foi transformada em politica fiscal e financeira.

Como o macaco, eu só queria entender!!!

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JR Negrçao

Política monetária.

Resta saber quem são os reais benefeciados dessa política monetária insana: Não é a população nem os empresários já que ocorre a transferência de renda do trabalho e dos lucros da atividade ecômica para os rentistas devido ao aumento generalizado do custo do crédito e dos bens e insumos essenciais.  O País também não, já que há aumento brutal da dívida pública. O governo muito menos, devido ao aumento da rejeição do próprio governo com as perdas da população e aumento do desemprego. Então, só restam os Bancos e Fundos de Investimentos, que representam os grandes rentistas.  

Esta questão da política monetária é tão crucial que não deveria ficar sob a responsabilidade de meia dúzia de burocratas do Banco Central, o governo Lula só deu certo porque ele criou um grande conselho para opinar sobre seu governo.

 

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nenem

teste...

teste...

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GGN-NASSIF lança coleção infantojuvenil de economia: Amar é...

A melhor amiga do Banco Central é a inflação... E a melhor amiga da inflação é o Governo Dilma.

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"Não há segredo que o tempo não revele, Jean Racine - Britânico (1669)" - citação na abertura do livro Legado de Cinzas: Uma História da Cia, de Tim Weiner. 

Mentira deslavada

HISTÓRICO RECENTE DA INFLAÇÃO NO BRASIL - Desde a implementação do Plano Real de Itamar Franco, em julho de 1994, a inflação no Brasil está razoavelmente sob controle.

Na sexta-feira o IBGE divulgou a inflação oficial (IPCA) de 2015, que ficou em 10,67%.

Vejamos agora alguns dados recentes (julho de 1994 a dezembro de 2015):

1) Implantação do Plano Real de Itamar Franco

-Ano de 1994 (janeiro a junho): inflação de 857,2%;
-Ano de 1994 (julho a dezembro): inflação de 18,5%;
-Ano de 1994 (janeiro a dezembro): inflação de 916,4%.

2) Governo FHC (1995-2002)

-Inflação de 100,6%, média de 9,1% ao ano.

3) Governo Lula (2003-2010)

-Inflação de 56,6%, média de 5,7% ao ano.

4) Governo Dilma Rousseff (2011-2015)

-Inflação de 40,5%, média de 7,0% ao ano.

5) Governos Lula-Dilma (2003-2015)

-Inflação de 120,2%, média de 6,2% ao ano.

6) Primeiro mandato de FHC (1995-1998)

-Inflação de 43,4%, média de 9,4% ao ano.

7) Segundo mandato de FHC (1999-2002)

-Inflação de 39,8%, média de 8,7% ao ano.

8) Primeiro mandato de Lula (2003-2006)

-Inflação de 28,2%, média de 6,4% ao ano.

9) Segundo mandato de Lula (2007-2010)

-Inflação de 22,2%, média de 5,1% ao ano.

10) Primeiro mandato de Dilma (2011-2014)

-Inflação de 27%, média de 6,1% ao ano.

11) Segundo mandato de Dilma (2015)

-Inflação de 10,67%.

12) Plano Real (julho de 1994-2015)

-Inflação de 424,1%, média de 7,8% ao ano.

 

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Diogo Costa

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aliancaliberal

Se perguntasse sobre algo do

Se perguntasse sobre algo do plano real para Itamar ele não saberia nada.

Inflação de 11% e recessão de 4% sem perpectivas de melhora é a "novidade" do momento.

Isso se confiarmos nos dados do governo que já mentiu a rodo para o país.

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Manubhz

Déficit fiscal não tem nada a

Déficit fiscal não tem nada a ver com inflação, a não se que isso ocorra só no Brasil. Perfeito o que diz o artigo, vai de encontro ao que o Bresser Pereira diz

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Dominância fiscal X Bitcoin

É o debate da moda, o biombo para esconder a fraude da moeda cooptada que somos obrigados a usar. Tai o Bitcoin que não me deixa mentir sozinho nesta.

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Follow the money, follow the power.

Ações de política monetária e cambial

 

Reservas cambiais, aumento dos juros americano e o empoçamento da liquidez

publicado em seg, 09/11/2015 - 11:08---atualizado em 9/1/2016

A venda de parte das Reservas Cambiais em um ambiente de aumento dos juros americanos, além de possibilitar uma estabilidade na taxa de câmbio, pode resultar em uma economia de mais de R$ 50 bilhões de juros na rolagem da dívida pública.

Com  aumento dos juros americanos haverá um deslocamento de capital em direção aos títulos americanos, aumentando a demanda por dólares no Brasil, mesmo assim é possível manter uma estabilidade cambial com a venda de parte das Reservas Cambiais.

Caso fosse vendido cerca de US$ 100 bilhões da reservas cambiais a R$ 4,10, o governo arrecadaria R$ 410 bilhões(10% da dívida pública bruta), e por lei é obrigado a utilizar estes recursos no resgate da dívida pública, o que resultaria numa economia de mais de 50 bilhões anuais, considerando o atual patamar dos juros dos títulos da dívida pública federal(14,25% Selic, 15% pré-fixados e 7%+IPCA).

Lembrando que as Reservas Cambiais hoje são de US$ 368,5 bilhões, R$ 1,6 trilhões, considerando uma taxa de câmbio de R$ 4,10.

O deslocamento de capital que provavelmente ocorrerá com o início do aumento dos juros americano dever ser bem menor do que ocorreu com a quebra do Lehman Brothers, quando as Reservas Cambiais no Brasil estavam em US$ 200 bilhões, e foram mais do que suficiente para enfrentar a situação.

O "colchão de Liquidez" deve ser utilizado para garantir a liquidez de dólar no mercado de câmbio enquanto persistir a instabilidade provocados pelo aumento dos juros americano.

A venda de parte dos dólares das Reservas Cambiais no mercado vista, faria com que exportadores e importadores retomassem o fluxo normal de venda e compra de dólares.

Os reais recebido pela venda de dólares ficariam depositado no Banco Central remunerados pela taxa Selic para um resgate gradual do equivalente em títulos públicos, conforme previsto em lei.

Haveria também uma diminuição da liquidez em real no sistema financeiro, diminuindo a necessidade das operações compromissadas realizadas pelo Banco Central e que são remuneradas pela taxa Selic, eventualmente o Banco Central teria que realizar operações de redesconto para manter a liquidez em reais no sistema financeiro.

Ou seja além da redução do custo de carregamento das Reservas Cambiais, haveria uma redução do custo do Banco Central para controlar a liquidez do sistema financeiro.

Em setembro de 2015 as operações compromissadas realizadas pelo Banco Central estavam em R$ 854 bilhões,  em dezembro de 2011 estavam em R$ 341 bilhões, e dezembro de 2013 estavam em R$ 528 bilhões, o que demonstra que estamos diante de um gigantesco empoçamento da liquidez  em reais no Brasil.

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2014---distribuição de renda

Roberto você defende o Dollar e banca de gratis?

Vamos lá, abre o jogo.

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Follow the money, follow the power.

O dólar é o padrão monetário internacional

A menos que ocorra uma revolução completa no Brasil e no mundo alterando o modo de produção e as relações econômicas, precisaremos de uma taxa de câmbio que permita manter o equilíbrio nas contas externas e o poder de compra dos trabalhadores.

Uma taxa de câmbio muito baixa, aumenta o poder de compra dos trabalhadores, mas permite uma entrada exagerada de produtos importados, que com o tempo vai diminuir a produção de bens, aumentar o desemprego e mais tarde reduzir o consumo das famílias.

Uma taxa muito alta reduz o poder de compra dos trabalhadores e provoca um aumento exagerado das exportações, enfraquecendo o mercado interno, apesar de mais emprego, os trabalhadores comprarão menos bens e serviços.

A atual taxa de câmbio é mais do que suficiente para equilibrar as contas externas, e viabilizar a substituição de parte das importações pela produção nacional, desde que o BC reduza a taxa de retorno dos investimentos implícita nos juros da Selic.

Com uma relativa estabilidade cambial, teremos uma estabilidade nos preços internos, já que há uma enorme ociosidade no parque industrial, o que afasta o risco de pressão de demanda nos próximos trimestres.

Diante do atual processo de aumento de juros nos EUA, dificilmente o Banco Central do Brasil vai controlar a taxa de câmbio vendendo swps cambias e aumentando os juros Selic, será necessário demonstrar ao mercado e aos agentes econômicos o real poder das Reservas Cambiais, e isto só ocorrerá com a venda de parte dos dólares das Reservas Cambiais no mercado à vista.

O aumento do consumo das famílias provocará um rápido aumento na arrecadação de impostos e taxas, já que os impostos sobre o consumo no Brasil, representam mais de 50% na composição da carga  tributária.

A venda de parte das reservas cambiais e a redução dos juros da Selic provocará uma significativa redução dos juros da rolagem da dívida pública, melhorando e muito o resultado nominal das contas públicas.

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2014---distribuição de renda

Não respondeu porque não quiz, ou não sentiu necessidade

Comecemos pelo titulo, o dólar que roda hoje não é o dólar de Breton Woods, é uma nova moeda cooptada por uma gang de espertalhões que o usa para enriquecimento e benefício próprio, por isto têm dias contados e não convence mais ninguém, nem o BIS, que quer substituí-la pelos DES (direitos especiais de saque). A desculpa que o dólar é necessário nas nossas reservas pois o petróleo é negociado nele, não engana mais ninguém.

Não sei como uma revolução mundial têm a ver com a desendustrialização e o sucateamento da economia brasileira, as relações econômicas mudam o tempo todo e a velocidade das mudanças têm aumentado, o equilíbrio das contas externas ficará robustecida com o pagamento da dívida e o fim da remessa dos juros pornográficos que pagamos, afinal, nisto não dá para você discordar, se não pago juros fico com o capital na nossa tesouraria.

Dúvido que uma maxidesvalorização vá aprofundar de forma sensível a importação de bens, muito pelo contrário, facilitará aumentar a produção local, empregando mais pessoas e fazendo o mercado funcionar e aumentar os salários. Com mais dinheiro no bolso a população vai gastar mais, poupar mais e ser mais feliz, comprando e utilizando mais bens e serviços.

Com a maxidesvalorização e o pagamento da dívida, com as nossas mal remuneradas divísas em dólar, estaremos devolvendo esta moeda para o mercado e acelerando o seu fim (coisa que a China vêm fazendo quieta já há bom tempo), pois os USA não conseguirão manter a alta dos juros e serão obrigados a reverter a política de juros positivos para negativos novamente, bem como reiniciar os QE que estão no 3 mas logo serão de um por mês. O fim do dólar está mais perto do que muitos imaginam.

As reservas câmbiais, enquanto o Brasil puder fazer a maxidesvalorização câmbial (coragem, Dilma), são nossa tábua de salvação, pois com elas zeramos a dívida e a remessa dos juros pornográficos que pagamos, mas têm de fazer a maxidesvalorização enquanto o dólar ainda sobrevive e não pode queimar com swaps e porcarias afins

Nosso parque industrial não consegue hoje fazer nem os raios de uma bicicleta elétrica competitiva mundialmente, nosso parque industrial esta obsoleto, bem como nossa tecnologia, não existe mais indústria no Brasil e já faz tempo, só não contaram prá você.

O problema do Brasil é de gastar mal e arrecadar mal, não adianta aumentar a atividade para continuar desperdiçando, têm de fazer a reforma fiscal/tributária, dando racionalidade ao que se arrecada e ao que se gasta.

Os juros da dívida desaparecem com o fim da dívida, a Selic é um falso problema.

Afinal, você trabalha "de gratis" ou não?

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Follow the money, follow the power.

O Brasil já está passando por processo de "maxidesvalorização"

Lembrando, antes de mais nada,  que alta do dólar significa um fortalecimento da moeda americana e não o contrário, para que o dólar perca sua capacidade de padrão monetário internacional, na verdade, seria necessário uma queda do valor da moeda americana no mercado internacional, a ponto de ninguém querer manter suas reservas em dólar.

Desde de setembro de 2014 o dólar passou de R$ 2,23 para R$ 4,03 uma "maxidesvalorização" de 80%(oitenta por cento) do real diante do dólar.  e que já provocou  uma valorização em reais das Reservas Cambiais, de R$ 845,8 bilhões(26% da dívida pública bruta)  para R$ 1,48 trilhões(40% da dívida pública bruta) no período.daqui para frente basta manter um relativa estabilidade cambial, com correções de 6% a 10% nominais ao ano  para manter a atual paridade.

Mas para poder resgatar os títulos públicos em poder do mercado é necessário vender antes as os dólares das Reservas Cambiais, mas se for vendido tudo de uma vez o dólar volta a cair no Brasil, e em uma velocidade bem maior do que levou para atingir os atuais R$ 4,03(cerca de 15 meses)

A venda tem que ser feita de forma gradual aproveitando os períodos de queda da liquidez no mercado internacional, como no final de 2008, no início de 2014 quando o FED anunciou a mudança na política monetária, e como   agora que o FED está iniciando o processo de aumento dos juros americanos.

É um  movimento de idas e vindas, comprando na baixa para impedir uma queda acentuada do dólar, e vendendo na alta para evitar altas exageradas da taxa de câmbio.

Os DES (direitos especiais de saque)do FMI é baseado numa cesta de 5 moedas(dólar 41,%, euro 30%, libra esterlina 8%, iene 8 e yuan 10%) aproximadamente, com a ponderação sendo revisada a cada cinco anos. é apenas para efeito de contabilidade, já que os desembolsos são feitos em suas maioria em dólar americano.

Hoje o Brasil importa a maioria dos componentes eletrônicos, o que elevaria o preço deste produtos em reais, além disso uma série de produtos utiliza o dólar como referência, soja, milho(base da ração animal-gado e frango), trigo café, nafta, cobre, ferro, ouro, prata, petróleo e derivados, nafta, energia elétrica produzida em Itaipu(20% energia elétrica do Brasil), apesar do aumento da produção nacional, haveria uma preferência das principais indústria em exportar a produção em caso de alta exagerada do dólar, além disso haveria uma significativa redução do poder de compra dos trabalhadores brasileiros em função da alto dos preços que tem o dólar como referência.

Uma dívida de pública buta de R$ 3,8 trilhões não dá para liquidar da noite para o dia, é de necessário fazer de forma gradual, ano após ano, caso contrário haveria um aumento exponencial da liquidez  que seria impossível controlar.

Trabalho de graça com quase todos aqui no Blog Luis Nassif Online (lógico menos o dono e os funcionários do portal) em uma busca permanente de uma forma de melhorar a distribuição de renda e a vida dos trabalhadores e trabalhadoras, tendo o contraditório e  argumentos como instrumento principal, nada além disso.

No mais, a mais de vinte ano a minha receita e despesas principais são em iene, logo quanto maior o dólar mais reais  eu consigo quando tenho que ir ao Brasil ou fazer remessas para meus familiares.

Logo quando defendo uma relativa estabilidade cambial no atual patamar da taxa de câmbio no Brasil, estou pensando nos milhões de trabalhadores e trabalhadores que dependem do emprego e da renda no Brasil, nada além disso.

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2014---distribuição de renda

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marcio gaúcho

SOLUÇÃO MAIS ACERTADA...

.. essa proposta de reconversão e repatriamento do dinheiro investido em títulos da dívida americana.

Mas, sempre tem um mas, os banqueiros não vão gostar nada disso. Nesse momento, estão ganhando juros e especulando com moedas como nunca dantes neste país. E, quem é que comanda o mercado financeiro e a política econômica? Sim, são eles mesmos, os banqueiros. Essa seria uma acertada decisão política, porém não será efetivada devido à atual fragilidade do governo para bancar o jogo. Precisamos de um líder político de verdade para por esse trem nos trilhos novamente.

 

 

 

 

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CBarros

Ruy Castro e Lula

Ruy Castro na sua coluna da Folha critica Lula por suas palestras para a Odebrecht. Mais do que criticar Lula, Ruy mostra-se um cara preconceituoso, rancoroso e com certa dose de inveja. Os comentários na coluna mostram que Ruy se iguala aos coxinhas revoltados, com uma diferença, é um coxinha  com varizes. 

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aliancaliberal

Inflação não é aumento

Inflação não é aumento generalizado de preços, inflação e a expansão monetária.

Um dos efeitos é o aumento generalizado dos preços, outro é a desvalorização da moeda. 

O resto é efeito e é disso que o texto fala efeitos da expansão monetária e os "erros" do BC em fazer a sociedade absorver a expansão monetária.

O BC espera que a sociedade se adapte e encontre meios para aumentar a eficiêmcia econômica da produção e que ela mesma reorganize o sistema de geração de preços e (re)faça o cálculo econômico correto, ou seja realoque recursos de forma mais eficiente.  

Mas isso dado o nosso ambiente econômico, ela já faz, não tem como tirar leite de pedra, não tem gordura para queimar (poupança e produtividade).

Se não muda o ambiente econômico e o BC continua expandindo a quantidade de moeda e aumentando os juros para "secar" a moeda em excesso é lógico que não vai adiantar nada.

Não adianta provocar recessão e desemprego na esperança que se encontre uma forma milagrosa de produzir eficientemente  no mesmo ambiente econômico.

 

 

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Exato aumento de preços pode ocorrer por vários motivos

No caso do post, por causa da elavada carga tributária e da enorme dívida pública, no caso a Dominância Fiscal, do já infame debate dominância monetária X dominância fiscal.

Mas o aumento de preços pode ocorrer também pelo má concepção, desing e estrutura da moeda que é a referência, o Dollar no caso, que se presta, contrariamete ao Bitcoin, a ser usado por um grupo que se apoderou de seu controle e o usa como arma econômica contra os países onde ele forçou sua aceitação.

Ou seja, não se ganha nunca se continuarmos presos aos controladores do Dollar, do BIS e do sistema financêiro ocidental.

É como jogar dados contra uma banca que frauda os dados e ganha sempre.

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Follow the money, follow the power.

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aliancaliberal

Em uma economia com a

Em uma economia com a quantidade de moeda estável como o bitcon não tem como existir aumento de preços generalizado, pode ate ter preços alterados por proditividade, demanda, etc, mas aumento de preços em geral só com expansão monetária.

 

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Inflação não é aumento

Como tu explicas a brutal expansão monetária americana SEM a inflação pretendida ?

Será por que 1 %  entesourou tudo e deixou os 99% à mingua ?

Lá, ao contrário daqui, aumentou a pobreza . . . 

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aliancaliberal

A expansão monetária

A expansão monetária americana se dilui pelo mundo afora não se efetiva no território nacional. Enquanto o mundo aceitar papel com foto de pessoas mortas como algo de valor não haverá aumento de preços generalizado nos EUA.

Expansão monetária sempre foi entendido como inflação, desde de Diocleciano imperador romano que para pagar dividas do império adulterou  a moeda. Aimento de preços são efeotos disso.

Imprimir dinheiro não faz um país ficar mais rico.

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Thiago Barreto

Você cita que a causa da

Você cita que a causa da inflação é a desvalorização do Real e não a falta de superavit fiscal.

Ok, realmente é a causa imediata da inflação atual. Mas parece que se esquece que o Real se desvalorizou nessa magnitude exatamente pelo excesso de gastos do governo.

Não precisa ser nenhum gênio pra saber que (especialmente no Brasil), o descontrole dos gastos governamentais, o descontrole da dívida pública trazem insegurança e imprevisibilidade pra quem investe. Insegurança pro investidor = produção cai = industrias fecham = fuga de dólares = Real desvalorizado = inflação subindo = crise.

A base de qualquer economia do mundo é um controle orçamentário eficiente e no Brasil esse controle é ainda mais necessário, pelo país ser considerado exótico. Então sim, a falta de superavit primário é a raíz do problema dessa crise e inflação atual.

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Diógenes Sá

A melhor amiga do Banco Central é a inflação

O analfabetismo funcional, a charlatanice e a repetição de crenças infundadas levam a este tipo de avaliação sobre economia aplicada. A matemática é um instrumento indispensável e insubstituível para a construção de teorias econômicas, que por sua natureza científica têm de ser comprovadas. É simplesmente impossível, até mesmo para os maiores matemáticos do universo, criar uma equação que possa ser composta por todas as variáveis que influenciam os princípios e teorias econômicas para respaldar a aplicação. O economista qualificado e habilitado sabe que a economia aplicada não pode prescindir dos conceitos científicos, mas que cabe a ele, com base em seu conhecimento científico, fazer as análises, medições e propostas para cada caso específico, inclusive considerando as variáveis que estiverem fora do seu controle. Se não fosse assim não haveria necessidade do economista para conceber e gerenciar a política econômica. Não existe receita pronta e acabada para a solução de problemas econômicos. Caso houvesse, qualquer charlatão poderia fazer funcionar um sistema econômico. Não existe novidade nesse caso. Todas as ciências e suas teorias precisam de profissionais qualificados e habilitados para a sua aplicação. Isso ocorre na medicina, na física, na engenharia, na química, etc. A economia por ser uma das ciências onde existe a participação efetiva e constante de charlatões e analfabetos funcionais, fazendo parecer que as suas teorias e seus princípios podem ser manuseados e aplicados por qualquer rude, dotado de oratória e habilidade política, fica mais exposta. A causa da inflação é o excesso de moeda em circulação numa economia. Inflação é “Aumento persistente dos preços em geral, de que resulta uma contínua perda do poder aquisitivo da moeda. É um fenômeno monetário, e isso coloca uma questão básica: se é a expansão da oferta de moeda que tem efeito inflacionário ou se ela ocorre como resposta à maior demanda de moeda provocada pela inflação. A escola monetarista atribui papel decisivo às expectativas inflacionárias como impulsionadoras das elevações da taxa de juros, das maiores demandas salariais, dos reajustes sistemáticos da taxa cambial e, por extensão, como fator explicativo da autonomia relativa do processo inflacionário. Segundo os monetaristas, o índice de preços depende do nível de produção física, da velocidade-renda da moeda e do estoque nominal de moeda. Como os dois primeiros mudam de forma estável no mercado livre, os movimentos do índice geral de preços refletiriam unicamente os movimentos do estoque nominal de moeda, determinados pela política econômica.” - Sandroni. Sem moeda não há inflação! Porém, os charlatões, muitos inclusive possuidores de diplomas, eventualmente comprados ou falsificados, costumam tomar o efeito como causa e atribuir a inflação motivos como: custo, demanda, inflação de papel-moeda, inflação galopante, inflação inercial, inflação reprimida e quantos mais pensamentos criativos possam existir. Um exemplo muito comum no Brasil de se imputar o efeito como se fosse a causa da inflação é a política cambial. A política cambial só causa inflação quando mal aplicada. No entanto se toma o efeito como causa e afirma-se que a taxa de câmbio é razão para a inflação. Pelo contrário, a política cambial é empregada nos casos de inflação acelerada ou de hiperinflação, em conjunto com outras políticas como, por exemplo, o congelamento de preços, para estabilizar os preços e as desvalorizações da moeda. Por outro lado, caso as reservas sejam insuficientes e o balanço de pagamentos esteja descontrolado possibilita o jogo especulativo em torno de uma futura desvalorização do câmbio e, com isso, ocorre da desvalorização da moeda local e, consequentemente, inflação. Por isso, a falta de conhecimento, o analfabetismo funcional e o charlatanismo tomam o efeito pela causa, alegando que é a política cambial estabelecida pela autoridade monetária que provoca inflação, quando é a especulação cambial que causa desvalorização cambial e conseqüentemente a inflação. Na matemática A ordem dos fatores não altera o produto, porém em economia aplicada isto não é verdade. E não é somente em economia, pois podemos tomar como exemplo que em português a ordem altera o produto. Diz Laécio Lutibergue: Começaremos mostrando uma característica do adjetivo. “Bonita”, “maravilhosa” e “charmosa” são adjetivos e estão na ordem natural, depois do substantivo. E se a ordem for alterada – bonita casa, maravilhosa cidade, charmosa mulher –, mudará alguma coisa? Mudará sim, a frase ficará mais forte, ou seja, a ideia será expressa de modo mais enfático. A ênfase não é o único resultado da alteração da ordem de um adjetivo. O sentido é outro componente da história: “amigo velho” é um amigo idoso, “velho amigo” é uma amizade antiga, “oficial alto” é um militar de estatura alta, “alto oficial” é um militar importante, “mulher pobre” é uma mulher de poucas posses, “pobre mulher” é uma mulher digna de pena. A mudança de sentido causada pela ordem não é exclusiva dos adjetivos.

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"Vácuo de poder", Nassif?

Com o atual protagonismo do Judiciário?

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protagonismo

Sim, Judiciário.

E do PIG, através de sua principal editoria: "O Brasil é uma merda".

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Caetano.

O Brasil não é, mas nosso

O Brasil não é, mas nosso governo está conseguindo transformá-lo em uma.

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A dívida pública bruta dos EUA é US$ 18 trilhões

Nos EUA os juros estão perto de zero desde do final de 2008, a dívida pública representa cerca de 105% do PIB.

O Japão tem uma dívida pública bruta de cerca de US$ 15 trilhões, quase  250% do PIB, onde os juros estão perto de zero a mais de 15 anos.

A dívida pública na zona do euro é de US$ 9,2 trilhões, 92% do PIB, onde os juros também estão perto de zero.

ANEXO:

Fiscal Monitor---October 2015(International Monetary Fund) página 57

URL:

http://www.imf.org/external/pubs/ft/fm/2015/02/fmindex.htm

http://www.imf.org/external/pubs/ft/fm/2015/02/pdf/fm1502.pdf

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2014---distribuição de renda

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aliancaliberal

Roberto você comete o mesmo

Roberto você comete o mesmo erro da maioria , esquece o nivel de poupança pra falar de juros.

 

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Pergunta básica

Quando você vai ao banco pedir um empréstimo, eles pedem apenas o seu comprovante de renda ???

Não.

Eles querem saber a sua situação financeira, sua situação patrimonial, vasculham o seu histórico de pagamentos, se o seu emprego é estável, etc, etc, etc

Se você comprovarque NÂO precisa do  empréstimo, com certeza eles te dão num juro bem convidativo.

A lógica é a mesma.

Alguns se perguntavamm, na crise de 2008, porque todos correram parao dolar, se o emissor da moeda estava no olho do furacão. A resposta é bem simples, ela existe há 250 anos e o emissor sempre honrou.

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

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Ed Lopes Jr.

Esse argumento de comparar

Esse argumento de comparar divida públida desse paises com o Brasil é uma bobagem.

Eles pegam dinheiro emprestado com juros próximos a 0%.

Pergunta: quanto é o superavit nominal necessário para o EUA? resp. próximo de 0% também.

Sup. Primátio = Taxa de juros x Divida pública  => Superavit nominal dos EUA = ~ 0% x ~U$ 15 trilhões = ~U$ 0

Além disso os EUA devem na própria moeda, que em ultimos casos ele pode emitir. Por isso eles têm grau de investimento AAA.

Enquanto isso no Brasil a taxa selic é de 14,5% e nosso dolares são obtidos com vendas de títulos que geram mais dívida interna.

Como o governo está deficitário, ele precisa pegar mais dinheiro emprestado para cobrir os buracos. Como? com venda de títulos.

Como disse Delfin Neto em entrevista ao Nassif: a taxa selic não é utilizada para abaixar a inflação. Ela é usada para tornar os títulos do governo atrativos para o mercado. Assim, quanto pior a credibilidade fiscal de um governo, maior será a taxa selic.

Certamente a taxas de juros aumentará devido à capacidade desse governo.

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DUDE

Com certeza, já era hora de acabar com esta política

Roberto, excelente seu comentário.

Esta saída de juros altos está é consumindo o orçamento brasileiro, conduzindo-nos a  déficit,   inclusive pelos efeitos paralelos à recessão, queda do PIB e   do  poder   aquisitivo e de vendas, que batem forte na  produção, esta que deveria estar no centro do objetivo governamental, protegendo-a. O país está gastando o que tem e não tem para pagar juros. Isto é um absurdo.

Só saímos da crise, com aumento de produção. Com o aumento da produção, a tendência - lei da oferta e procura - é de baixar os ços e conterem, assim, a inflação.

Juros somente estão aumentando os preços do produto final, seja serviço, sejam bens, ao consumidor e legando-nos aumento real, não fictício, mas que traz consequências totalmente contrárias à pretendida queda da inflação.

Temos que proteger a produção e toda a cadeia produtiva, pois nela não só estão os empresários, mas os trabalhadores,

Quem gosta de pagar juros?

Só traz vantagem a quem quer recebê-los.

Os exemplos que nos trouxe sobre a cobrança de juros no exterior é a amostra que não é aumentando-o que iremos controlar a inflação.

Acrescento que o Brasil ainda tem uma dívida interna bruta de aproximadamente 60% do PIB. E por que precisamos de paar juros, se por lá ( EEUU, Japão e Europa) ninguém nem pensa nisto?

A política de juros altos foi a prática do governo do FHC, quando o País estava literalmente falando quebrado. Agora temos uma reserva internacional, nunca vista no passado, de orde 370 bilhões de dólares.  E a dívida pública (união, estado e municipios) está por volta de 130 bilhões de dólares. É certo que o setor privado emprestou muito dinheiro fora do Brasil ( aproveitando o juros baixos) endividando-se em dólares, legando-lhes uma grande aperto financeiro, pois o dólar quase dobrou o valor nos dois últimos anos. Porém, não estamos falidos.

Lembro que no tempo de FHC ( 2002) estávamos com reservas de 30 bilhões de dólares e devíamos 60 para o Fundo Monetário. Além da inflação estar em 20% e os juros aquela maravilha para os banqueiros, terminando o mandato em quase 26 %. Com o país falido, FHC e seu governo venderam todos os bens soberandos do País para pagar suas dívidas e juros extorsivos,com a taxa selic chegando em março de 1999, a quase 45%. Isto foi bom para o Brasil?

Temos que nos voltar à produção. Baixar os preços e financiar, custe o que custar, as empresas brasileiras, seja do tamanho que forem, inclusive continuar obras públicas, que nos legam melhorias ao povo em geral, além de trazer empregos e uma melhora sentida na arrecadação, de forma a propociar ao País sair deste situação que estamos nos metendo.

O histórico da taxa selic mostra que, sempre que houve juros altos, o País padeceu e muito.

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Com certeza, já era hora de acabar com esta política

Dude, juros altos com recessão é o mesmo que apagar incêndio com gasolina. Tiram recursos que poderiam ser aplicados em infraestrutura, por exemplo, e travam a economia pois nenhum empresário irá investir tendo essa rentabilidade a risco ZERO. O aumento da dívida se da pelo tamanho desproporcional do custo de rolamento da dívida e NÃO pelos gastos do governo.

Esses juros são exigência dos 1% nacionais e estrangeiros. O Brasil segue sendo o que Delfim chama de "último perú de natal" no mundo.

Vira e mexe seguimos sendo uma colônia, agora colonizados financeiramente.

Ninguem da bola para o tamanho do endividamento e sim para a capacidade de pagamento.  Todo empresário faz dívida para crescer, maior ou menor, a depender da avaliação de solvência. O resto é gritaria da mídia para legitimar os juros vergonhosos do BACEN, que Leonel Brizola já chamava de "sindicato dos bancos".

O tempo passa, os governos mudam, mas a canga é a mesma.

Boi carreiro é assim mesmo.

"Gado marcado, êêêê, povo feliz ..."

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expertexx

na verdade o percentual da

na verdade o percentual da dívida sobre o PIB é o que menos importa, caro Roberto São Paulo.. dinâmica da dívida, histórico de default são muito, muito mais importantes, anota no seu alfarrabio.

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fco costa

JRS x IOF

Ao inves de ficar so aumentando juros, o BC devia aumentar o IOF e baixar os juros; assim:

- a divida nao aumentaria tanto;

- o efeito sobre a inflacao seria o mesmo; e

- nao gerava transferencia de dinheiro para banqueiros.

Seria bem melhor.

 

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antonio barbosa

Deus nos ajude.

Este é um assunto que eu só tenho perguntas: 1-) Por que grande diversidade de consumo da sociedade brasileira não está em linha com sua produção industrial já que hoje consumimos tecnologia em larga escala e não produzimos quase nada? 2-) Por que se investiu em países estrangeiros e não no Brasil na questão de infraestrutura? Por que sempre aumentamos os juros para conter a inflação e os EUA jogam os mesmos para quase zero para estimular o consumo? Por que a inflação no Brasil se agarra de unhas e dentes nos produtos básicos como água, luz, gasolina, transportes, sem que a mesma nem sempre usa os mesmos recursos para sua produção e distribuição (quero dizer que quando uma destas coisas sobre todo o resto sobe no mesmo instante)? Sabe realmente o que dói e nos deixa "p" da vida é que sangramos muito com FHC para tirar a cabeça para fora da água e agora vemos que vamos morrer afogados novamente. E a senhora presidente ainda fala em CPMF e outra reforma da previdência. Deus nos ajude. 

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Alguém já viu inflação do Bitcoin?

Muito pelo contrário, foi a moeda de curso mundial que mais se valorizou, a estrela entre os meios de pagamento em 2016.

Políticas monetárias que têm por base o Dóllar têm dias contados, assim, os que o emitem e são seus donos perderam todo o pudor e esfolam todos que eles conseguem, enquanto a mamata não termina, preferencialmente os otários de sempre, Brasil em primeiro lugar.

E depois querem que as agências de risco levem a sério o país.

Devem estar de gozação KKKKKK!!!!!!!!!!!

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Follow the money, follow the power.

Preferem quebrar o planeta interio, para eles é a melhor solução

The 10 Principles Of Bubbles Show Why The Whole Planet's On Central Planner "Crack"

 

The global markets just reacted to another 7% plunge in Chinese markets – the biggest bubble of our time.

Go on the Internet and look up any article about China’s economy. Nine times out of 10 they’ll acknowledge the problems in overbuilding, real estate vacancies, rising debt and everything else.

But they always take the position that China will be able to have a soft landing. Through government guidance, they’ll be able to transition to a consumer-driven economy like the U.S. instead of a government-driven infrastructure and exporting one.

Meanwhile, very few analysts in the financial media think that stocks are in a bubble, when this rally since early 2009 looks exactly like every bubble in history.

And that’s the problem – when it comes to predicting the future, humans are invariably almost always wrong.

When bubbles get going, everyone gets “high” and no one wants the high to end… so we go into denial.

I recently shared a chart showing the human model of forecasting. At the top, we think we’ll never have another recession – that we’ve reached escape velocity. When it all starts to topple, we assume it’ll be a soft landing. And when it all hits the floor, we think things are so bad they’ll never get better again.

Every time!

We project in straight lines, when reality is cyclical.

The truth is, we don’t like cycles. We love it as the getting gets good, but we hate the downside. So when you start hearing that it’s going to be a soft landing – that is a sure sign that everything’s about to hit splat against the pavement!

That’s why I thought it was a good time to remind you of the 10 principles of bubbles from Chapter 5 of The Demographic Cliff, afterthe recent reminder of the fragility of global markets.

  1. All growth and evolution is exponential, not linear.
  2. All growth is cyclical, not incremental.
  3. Bubbles always burst; there are no exceptions.
  4. The greater that bubble is, the greater it’s going to burst!
  5. When bubbles burst, they tend to go back to where they started or a bit lower.
  6. Financial bubbles tend to get more extreme over time, as the available credit that fuels them expands as our incomes and wealth expand.
  7. Bubbles become so attractive that eventually they suck in even the skeptics.
  8. No one wants the “high” and easy gains to end, so we go into denial as the bubble evolves, especially in its latter stages.
  9. Major bubbles occur only about once in a human lifetime, so it is easy to forget the lessons from the last one. (And the last one’s my favorite.)
  10. Bubbles may seem fruitless and destructive when they burst, but they actually serve a very essential function in the process of innovation and human progress.

So make no mistake – it’s a bubble, damn it! And worse, it’s aglobal bubble. It’s saturated the whole frickin’ planet to the point where hardly anyone can see it, because you can’t get out of it!

From stocks, to real estate, to bonds – it’s all caught up in the euphoria!

The commodity bubble has already burst, and China’s stock bubble has peaked and will continue to burst, despite government intervention with hundreds of billions to prop it up.

It already fell another 7% Monday and global stocks along with it (though not as bad), as the world’s finally waking up to the fact that China ain’t all it’s cracked up to be – it, like all other markets, is just on crack!

Bubbles don’t correct – they burst! Sure, U.S. stocks might have climbed out of the August correction. But too many small- and mid-cap stocks are in the red to say "the coast is clear." And these growing divergences in the market are showing that we are very, very close to bursting.

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Follow the money, follow the power.

Recessão inflacionária

Realmente esta lógica de que,aumentando juros, enxugando a liquidez e diminuindo a atividade econômica, automaticamente os preços caem, não encontra respaldo em alguns casos, principalmente nos serviços.

Por exemplo nos preços dos transportes coletivos que aumentaram todos este mes nas capitais. Uma das variáveis utilizada no cálculo das tarifas, em qualquer lugar é o número de passageiros. Segundo a CNT, a queda do número de passageiros em 2015 foi de 2%, de 389milhões para 382milhões. Isso influência diretamente no aumento da tarifa e alimenta a inflação.

Na educação, outro exemplo. Todas as escolas particulares aumentaram seus preços acima da inflação, apesar de todas também perderem matrículas devido a recessão. Fui na escola em que um de meus filhos estuda para tentar "negociar" um desconto. Nada feito. Segundo o diretor financeiro, como as matrículas caíram quase 20% este ano, paramanter o mesmo nível de ensino é preciso aumentar os preços. Embora eu tenha plena consciência que a escola teria uma "gordura" para queimar, faz sentido a explicação, uma sala com  25 ou 20 alunos precisa dos mesmos professores, do mesmo laboratório, dos mesmos auxiliares, etc, etc, etc

Aí entra em cena outra particularidade da economia tupiniquim, a baixa concorrência. Há praticamente em todas atividades um "cartel" informal. Nenhuma escola foi na contra-mão e baixou preços para tentar receber a demanda de outras.

Uma bem simples agora. Fui cortar o cabelo dia desses e o cabelereiro aumentou 25% o preço do corte. Segundo ele, caiu muito o movimento e as despesas dele continuam a mesma. Faz sentido.

 

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"Nascem demasiados homens, para os supérfluos criou-se o Estado"  Zaratustra

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Assessor de ausente

Governar eu governo mas passeio bastante

E agora "suponhamos que", num breve exercício de lógica se busque o motivo desta sinfonia econômica não estar sendo executada a contento. Os músicos de uma mesma orquestra parecem estar recebendo pautas musicais diferentes. Alguns nem recebem a pauta e passam a tocar "de ouvido". Os instrumentos estão desafinados e alguns dos músicos não tem estantes para apoiar suas pautas e nem cadeiras onde se sentarem.

A tuba (PF), o bumbo (STF), os pratos (TCU, PGU, Minist Público) entram a todo momento atravessando o compasso e atrapalhando o ritmo. Os violinos (Câmara) estão desafinados e os metais (Senado) não conseguem reproduzir o som de seus instrumentos devido a baba dos músicos que está impregnando as palhetas e borrando as partituras com gotas de saliva.

Enquanto isso, no meio da confusão, no piano (Ministério da Economia) se tenta tocar O Bife, a quatro mãos (ministro e BC). Mas nem o bife se consegue tocar porque uns o querem mal passado e outros o preferem ao ponto.

E é neste momento do raciocínio que surge a pergunta: "O que é que está faltando aqui? Hum... o quê? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...? O quê...?

Ah! Eis que uma tímida voz vinda do fundo da multidão, trêmula, insegura, ousa dizer: "O maestro...!?!?"

SIM!!!!! Eis a luz. Alvíssaras! Existe vida inteligente nesta nação. É pouca, rara, está em extinção, mas existe. Que bom.

Agora, sem forçar demais para não entornar o becker, e também para não explodir a delicada mistura química, ponderemos sutilmente: Ora! mas nós temos um maestro. Pelo menos ele(a) tem uma sala, uma mesa, um salário, um séquito, uma faixa presidencial, uma batuta lhe foi outorgada, por que não existe a regência?

Ah...! Muita calma agora para não despertar os sentimentos adormecidos do Guevarismo. Vamos cuidadosamente adicionar uma pitada de dúvida na mistura: "Suponhamos que" este maestro a quem outorgamos uma batuta não conheça sua atividade como deveria. Vamos ousar um pouco mais, vamos além, suponhamos que este maestro não seja sequer um músico, que não entenda absolutamente nada de música. E pior, que nem tenha talento suficiente para aprendê-la.

Mas... ops! Temperamos demais. Vozes se levantam: golpismo! golpismo! Idéias anti democráticas! Intolerância! Os silvícolas se rebelam. "Extraterrestre, elite, aristocrata, burguês, intelectual, maconheiro, explorador de pobre".

E assim voltamos ao ponto de partida. Esvaziamos o becker na pia e vai-se pelo ralo a chance de trazer os seres comprometidos com ideologias pagãs das trevas para a luz.

Fato é que, se chegarmos a ter um dia um presidente com alzheimer, teremos que esperar pacientemente que chegue o final do mandato.

E tenho dito!

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Diógenes Sá

Senhor! Permita-me fazer uma

Senhor! Permita-me fazer uma observação ao seu comentário. Faço-o por constatar que você é o único que se aproximou do verdadeiro problema. O danado é o, mas. Mas, faltou o conhecimento técnico sobre economia e gestão pública para concluir com êxito o seu raciocínio. Não farei comentário sobre o texto porque este é voltado para o senso comum, portanto desviar-me-ia do foco. Você tem razão quando identifica os conflitos existentes para que se possam resolver os problemas. Perfeito, demonstrou estar bem informado. Esta é uma virtude considerável no Brasil. Depois, identificou que diante de conflito tão generalizado é preciso uma liderança forte capaz de mediar os conflitos, que é quase insolúvel porque existe uma investigação sobre corrupção e quadrilhas querendo negociar as suas impunidades. É um dilema para qualquer liderança séria administrar com êxito. No entanto, não pôde, por razões objetivas, constatar que diante de um quadro caótico de conflito de interesses, temos esta liderança, que é o Lula, gostem ou não os seus críticos, é a única liderança política no Brasil capaz de reunir todos os atores para negociar tais conflitos. Também, não percebeu que somos uma nação privilegiada por contarmos ainda com esta liderança, coisa que somente a Alemanha também dispõe neste momento de crise mundial. Não entendeu que sem esta liderança já teria havido um rompimento institucional e que não existe milagre para conciliara a razão de todos em casa onde todos brigam e ninguém tem razão. Caso contrário teria concluído que existe o maestro, mas falta vontade nos músicos para reconstruir a orquestra. Tenha ou não a base necessária para compreender os problemas econômicos, a verdade é que a crise é política. A inviabilidade não está na economia ou em suas dificuldades naturais, com ou sem crise, nem na falta do maestro. O buraco é mais embaixo. É histórico. É o fato de que continuam a existir no Brasil grupos sociais, políticos e econômicos que não aceitam negociar interesses e querem resolver os conflitos de interesse pela força. Este é o verdadeiro e real problema. Sem ele não seria necessário nem mesmo uma liderança forte para negociar tais interesses. Para concluir o seu raciocínio com êxito teria de expor a verdade dita por Getúlio Vargas em sua Carta Testamento: Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam; e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho...

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Carlos Lanckastar

A culpa...

... só pode ser de uma pessoa: FHC! 

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trower

Hahahahahahahahahahaha

Hahahahahahahahahahaha

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j.marcelo

OBRIGADO NASSIF,PELO

OBRIGADO NASSIF,PELO ESCLARECIMENTO
AO POVO BRASILEIRO DO QUE OCORRE EM
NOSSO PAÍS,PENA Q A DILMA SÓ ESCUTA AS
PESSOAS ERRADAS,É TEIMOSA E MANIPULÁVEL!!
VAAALEU!!!!

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Sergio Fernandes

congelar o dolar em R$3,00

Como leigo, penso que o o governo deveria FIXAR/CONGELAR o dolar em R$3,00 (TRÊS REAIS), por um tempo previamente determinado e apropriado, que aposto que a inflação logo volta pro eixo, o resto é bobagem (repito: opinião de leigo).

 

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Caetano.

Bota leigo nisso...

Bota leigo nisso...

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Professor Raphael

Há uns 15-18 anos, na "Era

Há uns 15-18 anos, na "Era FHC", eu comentei um artigo editorial da finada Gazeta Mercantil sobre congelar ou manter o dolar em bandas cambiais, como ocorria antes, devido ao seu aumento excessivo. O Diretor, acho que de Redação, autor do artigo, me respondeu e publicou o curto comentário entre as opiniões. Recebi depois elogios de uma estudante da FGV e de um integrante da CVM. 

Nesta opinião eu criticava severamente  a tentativa de fixar o dolar, mesmo em bandas cambiais, comparando o dolar flutuante com o sistema de suspensão (mola-amortecedor) dos automóveis. Fixar o dolar na economia é o mesmo que dirigir um carro sem molas e amortecedores: todos os impactos dos buracos das estradas "da vida" vão direto para os passageiros e não há estabilidade nas curvas. O câmbio flutuante é fundamental para absorver o fluxo de dinheiro querendo sair do país nas crises (buracos) e guinadas da economia. A compressão das molas e o fluido do amortecedor indo de um lado para outro equivalem as reservas cambiais que devem variar para cima e para baixo conforme as crises.

As reservas cambiais servem para isso, mas devem ser usadas com prudência, vendendo E COMPRANDO diariamente e até COM LUCRO JUSTO por servir ao Mercado Cambial dando liquidez. Pequenas quantias dosadas de acordo com a necessidade e acompanhando a demanda real, menos especulativa por ser venda efetiva, proporcionaria lucro. O que é irresponsável é torrar 70 bilhões de prejuízo REALIZADO em swap alegando ter outros 150 bilhões de lucro NÃO REALIZADO nas reservas! Empréstimo swap canbial deve ser feito com juros, LIMITADO apenas para empresas que realmente precisam de garantias para o futuro e com a correspondente VENDA DE DOLAR efetiva no vencimento para cancelar o prejuízo e dando o lucro dos juros.

Uma ou duas semanas depois de meu comentário o Armínio Fraga veio com a péssima comparação de que a flutuação do dolar equivalia a um "colchão" de amortecimento para as crises. (Hoje só se fala em colcão por aí...) Dava a entender que a economia do país estava despencando sob seu comando e do FHC e a flutuação do dolar impediria o esborrachamento total. E estava despencando mesmo...mas ele precisava contar? Mais um tempo depois o diretor  da Gazeta foi demitido, mais por problemas com seu chefe, mas sua opinião favorável à fixação do dólar não lhe ajudou. Por fim, um tempo mais longo depois a Gazeta foi à falência...

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marcus leite

Bota Leigo Nisso

Bota leigo nisso...

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Sergio Fernandes

....

sou bem leigo mesmo, mas não sou idiota como alguns comentaristas, talvez até mesmo vocês que responderam, para saber que a inflação tem duas causas principais: alta do dolar e todas as suas consequências, bem como a correção de certos preços públicos, e não o excesso de demanda, que por sinal, e muito ao contrário, esta bem baixo.

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expertexx

bota leigo nisso..

bota leigo nisso..

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Walter Marcellino

Bota leigo nisso.

Bota leigo nisso.

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