
Em entrevista ao repórter Jorge Bastos Moreno, ao menosprezar a qualidade dos juristas que foram ao Palácio hipotecar apoio à legalidade, o vice-presidente Michel Temer minimizou a importância acadêmica de alguns dos maiores juristas brasileiros, das principais faculdades de direito do país. E mais, constituindo um grupo politicamente heterogêneo, que contou desde simpatizantes do PT até adeptos da Opus Dei.
Trata-se de um mundo que Temer frequentou 40 anos atrás. Hoje em dia, sua turma é composta por Moreira Franco, Eliseu Padilha, que lhes asseguram o domínio do fato, e jornalistas amigos que lhe garantem o domínio da versão.
É apenas nesses ambientes leigos que Temer pode criticar o manifesto dos juristas e menosprezar seus currículos e conhecimentos.
O jurista Temer morreu quando cedeu lugar ao político Temer.
Dentre os nomes menosprezados por Temer estão o de Celso Antônio Bandeira de Mello, professor emérito da PUC, talvez a maior referência brasileira de direito administrativo; de Dalmo Dallari, professor emérito da USP, dos maiores teóricos brasileiros de teoria geral do Estado; de Marcelo Neves, professor titular da UnB (Universidade de Brasília), por dez anos professor na Alemanha, considerado dos maiores especialistas mundiais em Niklas Luhmann, autor consagrado na sociologia do direito. Em uma disputa em que se envolveu na Faculdade de Direito da FGV-Rio, a primeira pessoa a assinar uma lista de apoio a Neves foi Jurgen Habermas.
Estão o de simpatizantes do PT e da Opus Dei, como é o caso de André Ramos Tavares, professor do mestrado e doutorado da PUC-SP, com ampla produção acadêmica. No grupo estão professores titulares das principais faculdades de direito do país, as paulistas USP e PUC, as cariocas UFRJ e UERJ, a pernambucana UFPE, a mineira UFMG.
O que os une é a defesa da legalidade duramente conquistada.
Abaixo, os currículos dos “dois ou três juristas” que compareceram ao encontro com Dilma:
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Cláudio Pereira de Souza Neto, Doutor em direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Professor na Universidade Federal Fluminense e da Universidade Gama Filho e advogado no Rio de Janeiro;
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Ademar Borges de Sousa Filho, Procurador do Município de Belo Horizonte e advogado. Doutorando em Direito Público pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ);
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Dalmo de Abreu Dallari, Doutor em direito, Professor Emérito da Faculdade de Direito da USP;
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Sueli Gandolfi Dallari, Advogada, doutorado e Livre-Docência em Saúde Pública pela Universidade de São Paulo e pós-doutorado em direito médico pela Université de Paris XII (França), professora titular da Universidade de São Paulo;
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Pedro Bohomoletz de Abreu Dallari, Professor Titular na Universidade de São Paulo (USP), Diretor do Instituto de Relações Internacionais da USP, Doutor e Livre-Docente em Direito Internacional na FD-USP;
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André Ramos Tavares, Professor Titular da Faculdade de Direito da USP, Professor Permanente dos Programas de Doutorado e Mestrado em Direito da PUC/SP; Diretor da Escola de Direito da Universidade Anhembi-Morumbi Laureate International Universities;
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Gilberto Bercovici, Professor na Universidade de São Paulo, Professor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Doutor pela Universidade de São Paulo;
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Pedro Estevam Alves Pinto Serrano, Advogado, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Mestre e Doutor pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Pós-Doutorado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa;
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Heleno Taveira Torres, Diretor Vice-Presidente da Associação Brasileira de Direito Financeiro, Professor de Direito na Universidade de São Paulo (USP), Doutor em Direito do Estado (PUC-SP);
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Marcelo Neves, Professor Titular de Direito Público da Universidade de Brasília, Livre-Docente pela Universidade de Fribourg (Suíça), Doutor em Direito pela Universidade de Bremen (Alemanha) e Mestre pela Faculdade de Direito do Recife da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE);
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Juarez Estevam Xavier Tavares, Sub-procurador-geral da Repúblcia Aposentado, Pós-Doutor pela Universidade de Frankfurt am Main e Doutor em Direito pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, Professor Titular da Universidade do Estado do Rio de Janeiro;
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Geraldo Prado, Professor de Direito na Universidade Federal do Rio de Janeiro e Pesquisador em no Instituto de Direito Penal e Ciências Criminais da Faculdade de Direito da Universidade de Liboa;
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Fernanda Lara Tórtima, Advogada, mestre em Direito Penal em Universitat Frankfurt am Main – Johann Wolfgang Goethe, professora na Universidade Cândido Mendes;
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Rosa Maria Cardoso da Cunha, Advogada, doutora em ciência política pelo Iuperj, professora.
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Francisco Queiroz Cavalcanti, Doutor em Direito pela Universidade de Lisboa, professor titular da Universidade Federal de Pernambuco e Juiz Aposentado do TRF – 5ª Região;
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Walber de Moura Agra, doutor em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco/Università degli Studio di Firenze, Diretor do Instituto Brasileiro de Estudos Constitucionais, professor da Universidade Federal de Pernambuco;
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Luciana Grassano de Gouveia Mélo, Doutora em Direito, professora e ex-diretora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco;
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Gustavo Ferreira Santos, Professor na Universidade Federal de Pernambuco e na UNICAP, Doutor em Direito Constitucional;
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Marcelo Labanca Corrêa de Araújo, Doutor em Direito, professor na UNICAP e coordenador do programa de mestrado da Unicap;
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João Paulo Fernandes de Souza Allain Teixeira, Doutor em direito, professor na Universidade Federal de Pernambuco e na Unicap;
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Flávio Crocce Caetano, Advogado e professor da PUC-São Paulo;
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Wadih Nemer Damous Filho, Advogado, Deputado Federal pelo Estado do Rio de Janeiro, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro;
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Luiz Carlos Sigmaringa Seixas, Advogado, ex-deputado Federal pelo Distrito Federal, ex-conselheiro federal da Ordem dos Advogados do Brasil;
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Renato Ferreira Moura Franco, Advogado, especialista em direito penal;
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Marthius Sávio Cavalcante Lobato, Advogado, professor, Doutor e Mestre em Direito, Estado e Constituição pela Universidade de Brasília, Membro Consultor da Comissão Especial da Reforma Política do Conselho Federal da OAB;
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Luíz Moreira Gomes Júnior, Doutor em Direito, Conselheiro Nacional do Ministério Público, Diretor acadêmico e professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Contagem.
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Magnus Henry da Silva Marques, Advogado, mestrando em Direito pela Universidade de Brasília, Pesquisador no Instituto de Pesquisa em Direito e Movimentos Sociais.
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Misabel Abreu Machado Derzi, Advogada tributarista, ex-procuradora-geral do Estado de Minas Gerais e do município de Belo Horizonte; e professora titular da UFMG e Faculdades Milton Campos;
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José Geraldo de Sousa Júnior, Doutor em Direito pela Universidade de Brasília, professor de Direito, ex-diretor da Faculdade de Direito e ex-reitor da Universidade de Brasília;
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Carlos Valder do Nascimento, Professor na Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, e da Escola de Magistratura do Trabalho – EMATRA, Doutor pela Universidade Federal de Pernambuco;
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Menelick de Carvalho Neto, Professor na Universidade de Brasília, doutor em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenador do curso do Programa de Pós-graduação em Direitos Humanos na Universidade de Brasília;
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Walfrido Jorge Warde, Advogado mestre em direito pela New york University e doutor em direito pela USP;
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Juliano Zaiden Benvindo, Professor da UnB, coordenador da pós-graduação;
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Cristiano Paixão, Professor da UnB.
Marcos Antônio
8 de dezembro de 2015 4:08 pmDepois do movimento dos
Depois do movimento dos protestos 2013, Dilma disse ter ouvido as “Vozes das ruas” e ENFIOU o “Mais Médicos” na goela do corporativismo…
Espero que agora VENDO A TRAIÇÃO DOS POLITICOS E AUTORIDADES que ela se RECONCILIE COM O POVO QUE A ELEGEU, que NÃO A TRAIU!
Fausto R Vilela
8 de dezembro de 2015 4:08 pmNão errar ao avaliar
Não acredito nessas análises que defendem a tese de que Michel Temer quer ser o Presidente no lugar de Dilma. Não acredito que ele tenha assumido a postura clara de golpista, traindo a Presidente depois de uma matéria do jornal estado de São Paulo, como já li. Não acredito tampouco que ele desconsiderou todos os juristas citados na materia. Não acredito em outras teses diferentes e mesmo as que se repetem pelos blogs que leio. Acho tudo isso muito sem sentido embora, possa ter algum caráter de obviedade. O que eu acredito mesmo é que tudo se resume ao fato de termos uma Presidente honesta, firme, idônea e que se manteve no cargo até agora por não terem conseguido achar nada que lhe desabonasse a ponto de poder, no mínimo, dar credibilidade a um impeachment. Essa fortaleza de caráter e honestidade se posicionou de forma que quer que sejam apurados os mal feitos. Isso está deixando políticos de situação e oposição desesperados. Aí nesse lugar encontraremos o senhor Michel Temer. Temer teme pelo que lhe virá pela frente e sabe que não pode contar com a conivência do poder maior. Querem tirá-la do cargo para que seja substituída por alguém que possa por panos quentes nisso tudo. Alguém que seja um “pizzaiolo”. Na minha avaliação, estamos num momento gravíssimo da história do Brasil e que corremos o risco de tudo poder acontecer. Se é pra enfrentar o problema da corrupção e outros crimes, Dilma decidiu que vai fazê-lo. O desespero dos que devem é muito grande. De minha parte, acredito nela, admiro-a muito mais e apoio seu governo ferrenhamente. Como já comentou Ciro Gomes: o tumor foi lancetado. Concordo com ele e por isso não se pode esperar mais que sangue e pus. A outra dificuldade é que se tem que ter estomago e me parece que os “coxinhas” nauseiam por qualquer coisa que não seja perfume (francês).
Vagalume do Brejo
8 de dezembro de 2015 9:37 pmFalou tudo!!!!
Falou tudo!!!!
Leandro A.
8 de dezembro de 2015 4:26 pmConheço pessoalmente Misabel
Conheço pessoalmente Misabel Derzi e Menelick C. Neto, ambos foram meus profesores na Faculdade de Direito da UFMG. Sobre a primeira, teve a maestria de conduzir juridicamante a moratória mineira, que Itamar Franco desencadeou contra o federalismo predatório de FHC, em plena crise do real. Ato heróico e pouco reconhecido, que exige envergadura intelectual, além de muita coragem.
Álvaro Noites
8 de dezembro de 2015 5:17 pmEstava no meus primeiros anos
Estava no meus primeiros anos de faculdade de Engenharia em MG quando Itamar Franco foi eleito governador daquele estado.
Naquela época aprendi a admirar a coragem de Itamar em dois episódios marcantes:
– A moratória ciatada acima.
– A retomada da CEMIG das mão de Daniel Dantas (me recordo até hoje que ele mandou a Polícia lá).
Voltando ao assunto, a reação de Temer é idêntica à reação de Gilmar Mendes quando contrariado, sempre partindo para a desclassificação como se grande qualificado fosse.
Danilo pro
8 de dezembro de 2015 4:49 pmPuts. Por que não indicaram
Puts. Por que não indicaram esses juristas para o STF? O PT, Lula, Dilma, as vezes são de difícil entendimento…
MaGon
8 de dezembro de 2015 5:50 pmPor que não indicaram?
Não sei.
Em geral Lula e Dilma indicaram bons ministros. Ocorre que todos eles são “humanos, demasiadamente humanos” como disse o PGR e as vezes se curvam ao “clamor popular”, isto é, aos interesses da rede Globo.
Guilherme Scalzilli
8 de dezembro de 2015 5:13 pmDilma Rousseff contra as almas sebosas
Dilma Rousseff contra as almas sebosas
Publicado no Brasil 247
Até aqui, o roteiro do impeachment seguiu a lógica previsível.
A iniciativa de Eduardo Cunha é consequência da pressão oportunista que ele sofreu do Judiciário, ávido para atingir os objetivos políticos da Lava Jato antes que o apuro dos tucanos esvazie a operação. A esquisita prisão de Delcídio Amaral deixou sinais de que as cortes já não conseguem lidar com a ansiedade dos bastidores investigativos.
Também o momento de prorrogação da crise obedece ao propósito original de manter o governo acuado, atingindo-o exatamente quando ele ameaçava recuperar alguma estabilidade. Por isso mesmo, recessos, “pedidos de vista” ou quaisquer adiamentos no desfecho da questão favorecem apenas o projeto reacionário.
As passeatas legalistas comprovarão seu papel decisivo no sepultamento do golpe. Nem tanto por causa da suposta resistência ao fato consumado, mas principalmente por anteciparem a força oposicionista que um novo governo enfrentaria. Esse aspecto será decisivo para o posicionamento do empresariado e do campo jurídico no embate.
O governismo agora precisa de união e iniciativa. Ambas se conquistam superando as desavenças com certa esquerda reticente e assumindo sem hesitações o pólo republicano da disputa. A mídia tentará descolar Cunha do processo para anular o antagonismo ético em jogo. Eis o ponto central da narrativa do impeachment.
Daí a importância de o Planalto não cair na armadilha de transformar Michel Temer em adversário direto. Ele é o representante ideal que o golpismo procura. Ao mesmo tempo, suas conspirações têm apelo restrito. O vice pode barganhar apenas um futuro incerto de crise e conturbação social. Dilma guarda poder efetivo, de materialização imediata.
Isso nos conduz ao fato de que a luta será decidida no Congresso Nacional. Ali não funciona brandir méritos jurídicos ou minúcias técnicas. A pressão sobre os parlamentares deve atingir os respectivos interesses nas eleições do ano que vem. Os candidatos e seus financiadores não querem passar 2016 justificando exonerações de correligionários e o apoio à chantagem de um notório contraventor.
Sabendo colocar-se como adversária da irresponsabilidade e da sordidez política, Dilma conseguirá ao menos preservar o cargo. Mas esta seria uma vitória frustrante, quase nula em médio prazo, se o governo continuar fraco e isolado. A luta abrange a preservação da agenda progressista endossada pelas urnas. O que temos adiante é o desfecho da campanha eleitoral mais longa e ruinosa de nossa história republicana.
http://www.guilhermescalzilli.blogspot.com.br/
José Luis Pereiraj
8 de dezembro de 2015 6:12 pmO “barrigueiro” oficial e
O “barrigueiro” oficial e blogueiro da Globo Ricardo Noblá-blá disse no Twitter que os juristas são ilustres desconhecidos. Talvez para ele, um impostor intelectual falsamente erudito. A miséria jornalística da Globo e seus boqueteiros parece não ter fim…
D_P
8 de dezembro de 2015 6:13 pmMas Nassif, se esses juristas
Mas Nassif, se esses juristas tem razão, qual a lógica de nao haver questionamento no STF a respeito do mérito no pedido de impedimento ?
valdemar de oliveira
8 de dezembro de 2015 6:18 pmÉ, mais ele, Temer é o vice
É, mais ele, Temer é o vice presidente chorão, magoado, coitadinho
Heloísa Coellho
8 de dezembro de 2015 6:23 pmA esquerda é burra mesmo, ou é só preguiça?
Acabei de ler que a esquerda vai marcar uma manifestação a favor da Democracia e Contra o Golpe… no dia 16, uma quarta-feira!!! Todas as manifestações dos fascistas acontecem aos domingos, mas a esquerda sempre marca em dias úteis. Daí eu pergunto: eles são só burros, ou é preguiça de ir lutar pelos seus ideais, preferindo ficar na praia no fim de semana? Quem é o gênio que programa esses eventos para o meio da semana? Se fosse numa sexta-feira até dava para entender. Isso ajuda a compreender porque a esquerda vive se dando mal, além do fato de só se unir na prisão ou em situações limite como impeachment-golpe. A direita é muito mais competente, profissional. Saravá!!!
Vagalume do Brejo
8 de dezembro de 2015 9:34 pmOi?
Oi?
João Alexandre
8 de dezembro de 2015 11:10 pmDia 16
Não será no mesmo dia em que o plenário do STF irá julgar questões cruciais a respeito do rito do impedimento?
nadja
9 de dezembro de 2015 1:53 amCara Heloísa, não se trata de
Cara Heloísa, não se trata de burrice e sim estrtégia, desde que me conheço como militante há mais de 30 anos, todas as manifestações são durante a semana em horário de trabalho, para que onde possamos passar ativar a reflexão da classe trabalhadora que está ali na labuta, despertar…pq final de semana as ruas estão desertas, os trabalhadores estão descansando ou bebendo e além do mais manifestação é uma ato político e não um piquenique de final de semana, os coxinhas escolhem os domingos pq são despolitizados, tanto é que tiram a roupa nas manifestações, bebem . vendem souvenir e por ai vai. Como iremos alertar os comerciários, os trabalhadores da construção civil, os taxistas, os autonomos se eles durante a folga estão dentro de suas casas, bar ou shopping
clemente
9 de dezembro de 2015 5:18 amAcho que os COXINHAS se deram
Acho que os COXINHAS se deram muito mal em escolher o dia 13/12/15 … é aniversário do AI-5 (47 anos) foi assinado em 13/12/1968 e deu início ao periodo mais duro da DITADURA …
Carlos Alberto Freitas Lima
8 de dezembro de 2015 6:55 pmDEVOLVA-ME – ADRIANA CALCANHOTO
[video:https://youtu.be/M1y5JuW1QeU%5D
Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim será melhor meu bem
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me
Deixe-me sozinho
Porque assim eu viverei em paz
Quero que sejas bem feliz
Junto do seu novo rapaz
Rasgue as minhas cartas
E não me procure mais
Assim vai ser melhor meu bem
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver devolva-me
O retrato que eu te dei
Se ainda tens não sei
Mas se tiver…
Devolva-me, devolva-me, devolva-me
Fábio de Oliveira Ribeiro
8 de dezembro de 2015 7:04 pmCoriolano traiu Roma.
Brutos
Coriolano traiu Roma.
Brutos traiu César.
Carlos VII traiu Joana D’Arc.
Calabar traiu a Colônia.
@MichelTemer traiu o #Brasil não @dilmabr.
Fábio de Oliveira Ribeiro
8 de dezembro de 2015 7:55 pm@MichelTemer traiu os
@MichelTemer traiu os eleitores brasileiros e quer rasgar a CF/88 para ser presidente. A @oab_brasil cassará a inscrição dele como advogado?
Wanderley Diniz
8 de dezembro de 2015 8:45 pmJuristas apoiam Dilma
Diante do cabedal acadêmico do pessoal, gostaria de saber quais são os títulos e obras que qualificam como “juristas” os três advogados que tentam o impeachman da presidente Dilma. Qual a sua relevância? O Miguel Reale Jr., por exemplo, além do ranço fascista que herdou do pai, e dos cargos políticos que exerceu em governos reacionários, o que mais tem a apresentar? Tem alguma contribuição fundamental ao Direito? Tem alguma obra fundamental no seu aspecto filosófico? E a Janaína? E o Bicudo que, até onde sei, foi promotor público, o que é muito pouco para qualificá-lo como “jurista”. Ou ele tem títulos e obras que desconheço, capazes de qualificá-lo como tal?
Vagalume do Brejo
8 de dezembro de 2015 9:31 pmele anida quer ser
ele anida quer ser presidente…
aliancaliberal
9 de dezembro de 2015 4:13 amRosa Maria Cardoso da Cunha,
Rosa Maria Cardoso da Cunha, era presidente da comisão da (meia)verdade.
Celso Antônio Bandeira de Mello e Pedro Estevam Serrano declaram voto em Dilma em 2014.
E assim por diante são militantes do PTm não juristas renomados.
O PT faz o mesmo com evengélicos, católicos, OAB, pega um ou alguns poucos e diz que o grupo todo apoia Dilma.
http://blogdotarso.com/2014/10/13/professores-de-direito-da-puc-sp-e-usp-votam-dilma-13/
http://www.conjur.com.br/2015-jul-21/dilma-troca-comando-equipe-representa-tse
paulo pavaneli
9 de dezembro de 2015 10:36 amaliancaliberal não tem nome
aliancaliberal não tem nome próprio, esconde-se envergonhado?
Gabriel Rocha
9 de dezembro de 2015 10:49 amCelso Antonio Bandeira de Mello
é um jurista reconhecido e renomado, posso até discordar dele apoiar o PT, mas, negar que ele é um pilar do direito administrativo brasileiro, nunca
Helvécio
9 de dezembro de 2015 10:35 amPequenas correções
É UnB, e não UNB.
É Universidade de Brasília, e não Universidade Nacional de Brasília.
Fabio SP
9 de dezembro de 2015 10:35 amPor ser um julgamento
Por ser um julgamento totalmente “político”, alguém pode me dizer quantos votos representam os “distintos” no Congresso?
André Oliveira
9 de dezembro de 2015 4:54 pmE Juarez Tavares, além do
E o Juarez Tavares, além do Konder Comparato que não estava presente no evento mas se alinha com o grupo?!