Começa a ficar mais clara a articulação das forças políticas para as eleições.
Os grupos de mídia fecharam em bloco com Aécio Neves. A última conquista foi a revista IstoÉ, com a divulgação da pesquisa do Instituto Sensus.
Em 2010, o Sensus foi massacrado pela mídia, acusado de manipulação de pesquisas - na época, supostamente em favor de Dilma. A denúncia partiu da Folha, motivou uma representação do PSDB e uma invasão dos escritórios da Sensus por policiais, acompanhados de analistas do DataFolha.
Não deu em nada, mas foi o episódio mais truculento da campanha de 2010.
Agora, com as pesquisas divulgadas pela IstoÉ, o Instituto Sensus protagoniza a primeira manipulação das eleições de 2014.
Em ambos os momentos, Sensus não espelhou interesses petistas ou tucanos, mas do grupo mineiro de Clézio de Andrade.
A pesquisa foi realizada com todas as distorções já apontadas, inclusive pelo Estadão: cartela com os nomes em ordem alfabética (beneficiando o primeiro da fila, Aécio), informações negativas sobre a economia antes das perguntas sobre o apoio à Dilma etc.
Mais. Só depois de conhecidos os resultados, foi registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), e apenas em nome do Sensus, como se tivesse sido bancada pelo próprio Instituto. Dias depois foi divulgada pela IstoÉ como se fosse fruto de uma parceria.
A revista não faz parte da primeira divisão do cartel, mas deverá atuar na guerrilha, assim como as denúncias non-sense da Época.
Em sua primeira incursão nas eleições de 2014, o Instituto Sensus torna-se um rojão queimado. Mas o jogo prosseguirá com outros protagonistas.
Campos sob fogo cruzado
Aécio e Campos têm acenado para uma parceria duradoura, pós-eleições. Caso Dilma seja reeleita, é bastante provável que ambos, em parceria, assumam a liderança da nova oposição.
Por enquanto, a lógica dos dois turnos os transforma em adversários diretos no primeiro turno, para se saber quem será o campeão branco que enfrentará Dilma no segundo turno.
Fontes da campanha de Dilma Rousseff entenderam a pesquisa Sensus como parte de uma estratégia maior. Testa-se a hipótese do segundo turno em veículo e instituto de pesquisa de menor calibre, preparando o campo para as pesquisas posteriores do Ibope e do DataFolha. Ao mesmo tempo, acelera-se de imediato a campanha de desconstrução da chapa Campos-Marina, explorando suas ambiguidades, para ampliar a diferença entre ele e Aécio nas próximas pesquisas.
O objetivo atual é garantir a passagem de Aécio para o segundo turno.
Hoje a Folha trabalhou nessa direção com duas chamadas de primeira página, ambas explorando as ambiguidades da parceria Campos-Marina.
A primeira, montada em cima de um gancho artificial: uma mensagem do coordenador de campanha a Eduardo, preocupado com os princípios socialistas que constam da agenda do PSB. A segunda, explorando os anacronismos religiosos de Marina Silva.
Ao mesmo tempo, Campos é atacado pela esquerda, acusado de encampar as teses mercadistas dos economistas ligados a Marina Silva.
As novas definições programáticas
Até a semana passada, os três candidatos surfavam na ambiguidade política, sem muitas definições, todos a favor do bem e da bondade.
O discurso de Dilma na 14a Convenção do PT encerra a fase idílica e traz o jogo para o campo real das definições programáticas.
Até algum tempo atrás, a discussão econômica pautava-se exclusivamente pelos indicadores macroeconômicos, PIB, parte fiscal, contas externas etc.
Após a crise de 2008 começou a tomar corpo gradativamente, mesmo entre os economistas, o tema do bem estar social e da distribuição de renda como objetivo final da política econômica. Ou seja, a manutenção do emprego e da distribuição de renda seria mais relevante do que o mero crescimento do PIB.
É evidente que há uma correlação entre ambos.
A médio prazo, sem crescimento não há políticas sustentáveis de distribuição de renda. Por outro lado, a tese de que o crescimento sustentável prescinde da distribuição de renda foi derrubada pela explosão do mercado de consumo interno, como decorrência das políticas distributivistas.
Esses aspectos passam ao largo dos discursos de campanha.
Prevalecem apenas os slogans: Dilma é a favor da distribuição de renda; Aécio é a favor do aumento de eficiência da economia.
Com os dois campos ocupados, Campos fica com a broxa na mão, exposto a todo tipo de ataque dos dois lados até a definição do primeiro turno.
Para se mostrar supostamente racional, propõe uma meta inflacionária de 3% ao ano. Aí é acusado de defender o desemprego como estratégia econômica. De fato, a lógica das metas inflacionárias é recessiva e a medida de efeito da alta de juros é o aumento do desemprego.
Espremido, Campos enfatiza as diferenças em relação a Aécio e proclama que ambos saem de bases sociais diferentes.
No momento seguinte, a Folha vai buscar nas bases sociais de Campos os ideais socialistas. E Marina, aos poucos, deixa de ser a musa da modernidade, para retornar às origens criacionistas.
Campos terá apenas oportunidade pela frente, uma pequena brecha. A cada dia que passa Dilma e Aécio acirrarão a retórica e os ataques recíprocos. Com mais tempo de campanha, essa tática poderia cansar os eleitores abrindo espaço para um tertius.
Mas com o pouco tempo de campanha, devido à Copa do Mundo, serão pequenas as possibilidades de Campos amenizar o discurso e se colocar como o candidato ponderado contra os dois belicistas.
A ideia de apresentar o banqueiro Roberto Setubal como Ministro da Fazenda jamais foi aventada até agora na campanha de Campos. Fontes da campanha de Campos enfatizam que ele sempre foi um industrialista e desenvolvimentista e sabe que não há como o país se desenvolver com câmbio fraco. E tenta construir as condições políticas para isso.
© 2013-2016 GGN - O Jornal de Todos os Brasis
Comentários
O Arrocho Nevex só esqueceu
qua, 14/05/2014 - 19:54
O Arrocho Nevex só esqueceu um detalhe: pesquisa não é eleição e quem vota é o povo.
Cicinho e Dudu trabalhando juntos?
seg, 05/05/2014 - 21:58
Só vendo!
Clique na imagem para mais tirinhas!
Eduardo Campos.
seg, 05/05/2014 - 20:51
O que Eduardo ganhou com essa saída do governo(trairagem para os petistas)? Nada. A sua missão sempre foi essa aí, levar a eleição pro segundo turno, servir de escada para o Aécio. No mais, tá tudo seguindo o previsível, os tucanos sempre foram os preferidos da mídia, qualquer um que acompanhe minimamente a política nacional sabe disso.
Franklin.
Como diria Galvão ...
seg, 05/05/2014 - 22:00
http://jornalggn.com.br/blog/sergio-saraiva/a-pesquisa-isto-e%E2%80%93sensus-e-o-fim-da-estrategia-de-%E2%80%9Cuma-cama-para-tres%E2%80%9D
Ouso pensar porque ouso pensar que ouso pensar.
O título poderia ser "A vitimização de Eduardo Campos"
seg, 05/05/2014 - 19:29
Uma dúvida: Independência do Banco Central, meta de inflação em 3%, desindexação do salário mínimo e rejeição ao termo "Socialização dos meios de produção" foram golpes midiáticos contra o Campos? Ele disse isso mas ele é um desenvolvimentista ligado aos movimentos sociais? Por favor... De vítima esse cara não tem nada.
Lamentável
seg, 05/05/2014 - 18:55
Este playboy é uma fria !
Longe dele é do PSDB.
Hummmm pensei que Campos
seg, 05/05/2014 - 18:34
Hummmm pensei que Campos fosse vice do Aecio.
Hummmm pensei que Campos
seg, 05/05/2014 - 18:33
Hummmm pensei que Campos fosse vice do Aecio.
Votei no LULA em 1989,
seg, 05/05/2014 - 18:30
Votei no LULA em 1989, 1994, 1998, 2002, 2006.
Eu sou LULA desde sempre.
A pedido do LULA votei na Dilma em 2010 e me senti traído. Sim, o governo dela é decepcionante!
O governo de Dilma ficou anos-luz da gestão LULA. Ela é muito ruim.
Dilma não é aquilo que venderam em 2010: não sabe se comunicar, centraliza demais, não tem traquejo político nenhum e não tem 10% da capacidade política do LULA. Além de ser autoritária, coisa que LULA não é.
É por estas e outras que toda vez que vou ao supermercado quase tenho um infarto com a conta que tenho que pagar: INFLAÇÃO que não dá para negar e tem relação com a gestão Dilma e seus paus mandados ruins de economia - MANTEGA, TOMBINI e os ministros atucanados - PAULO BERNARDO (que faz o joguinho da grande mídia) e ZÉ CARDOZO (o pior Ministro da Justiça dos últimos 20 anos).
NOTA ZERO para a gestão Dilma.
Em 2014, em sendo Dilma candidata, vou anular meu voto, Dilma NUNCA MAIS!
Não anula não Se anular ou
sex, 09/05/2014 - 06:32
Não anula não
Se anular ou votar em branco, seu voto ajuda quem está vencendo (Dilma), já que não é contabilizado como voto válido.
Quer dar um voto de protesto?
Vota Eduardo Jorge do PV (Partido Verde). Parece que o homem tem um curriculum excelente, aprovou leis proibindo o amianto cancerígeno nos freios de veículos, e muito mais pelo meio ambiente.
O único segredo para impedir Dilma de ganhar, é não deixar o PSDB chegar ao segundo turno, é levando outro partido para competir com a Dilma. Por que o PSDB é especialista em perder para o PT.
O que a gente precisa neste país é criar uma oposição com bom senso e espírito de vitória.
Manipulação de Pesquisas- Você está certíssimo Moreira!
qua, 07/05/2014 - 04:38
Você está certíssimo Moreira! Falou tudo e mais um pouco! Você me representa!!! Com a diferença que não vou anular meu voto, pois ou eu vou votar no Eduardo Campos mesmo ou vou votar no Mauro Iasi do PCB-Partido Comunista Brasileiro-! Na Dilma, no Aécio ou no Randolfe Rodrigues(PSOL-AP) é que não voto!!!! Ou talvez votaria no Eymael (PSDC), pra variar....
Além de ser autoritária,
ter, 06/05/2014 - 00:31
Além de ser autoritária, coisa que LULA não é.
Não diga, mermão?! Quando a tia Dilma foi autoritária com você? Mas que maldade dela.
"Penso, logo existo"
Este, com certeza, nunca
ter, 06/05/2014 - 00:08
Este, com certeza, nunca votou no PT.
A diretia adotou esta prática de infiltrar comentaristas que se dizem petistas arrependidos para ver se convence algum incauto a mudar de lado.
DEIXA DE SER TROUXA.
E o sujeitinho ainda diz que
ter, 06/05/2014 - 09:23
E o sujeitinho ainda diz que ela "centraliza demais" como se ele fosse intimo dela e do poder. É muita lorota ...
Conclusão: Vais ajudar o
seg, 05/05/2014 - 23:20
Conclusão: Vais ajudar o Aécio!
Conclusão: Vais ajudar o
seg, 05/05/2014 - 23:20
Conclusão: Vais ajudar o Aécio!
Nulo não é neutro...
seg, 05/05/2014 - 20:42
Quando a direita vota nulo, ela vota na esquerda. Quando a esquerda vota nulo, ela vota na direita. Temos dois candidatos mais a esquerda (Dilma e Randolf) e dois mais a direita (Aecio e Campos). Simples assim.
Quanta lorota para dizer que
seg, 05/05/2014 - 19:34
Quanta lorota para dizer que não vota na Dilma. Argumento sem conteúdo para ajudar o Aécin Never (que não quis soprar o bafometro, cheio de goró) Sai para outra.
O Eduardo seria roseanizado;
seg, 05/05/2014 - 18:04
O Eduardo seria roseanizado; é isso? Material para municiar os cães de fila é que não faltará. De resto é usar a receita de bolo de sempre.
Olha do que o Lula nos livrou.
seg, 05/05/2014 - 18:03
Economia
NaftaO mariachi paga a conta do Nafta duas décadas depoisApós implementação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte, o México bate recordes de pobreza e tem pouco a comemorar em razão da medidapor Carlos Drummond — publicado 04/05/2014 11:18, última modificação 04/05/2014 11:57http://s.c.lnkd.licdn.com/scds/common/u/images/apps/connect/sprites/spri...) !important; cursor: pointer !important; border: 0px !important; text-indent: -9999em !important; overflow: hidden !important; position: absolute !important; left: 0px !important; top: 0px !important; display: block !important; width: 20px !important; height: 20px !important; float: right !important; border-top-left-radius: 0px !important; border-bottom-left-radius: 0px !important; border-top-right-radius: 2px !important; border-bottom-right-radius: 2px !important; background-position: 0px -276px !important; background-repeat: no-repeat no-repeat !important;">inShare Yuri Cortez / AFPhttp://www.cartacapital.com.br/portal_css/img/glyphicons-halflings.png); position: absolute; z-index: 9999; right: 20px; background-position: 14px 14px; background-repeat: no-repeat no-repeat;">

Músicos tocam em tributo a Gabriel Garcia Marquez, na cidade do México, em 21 de abril. O Nafta afeta o país
Leia tambémO Brasil, a América do Sul e a integração regional“O Brasil não está vulnerável”Zona de livre-comércio entre EUA e UE pode redefinir comércio mundial
Pouco a comemorar, muito a lamentar. A síntese parece apropriada para definir os resultados de 20 anos de implementação do Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta, em inglês) entre Estados Unidos, México e Canadá, especialmente para o país latino. Assinado em 1992 pelos presidentes George H. W. Bush e Carlos Salinas de Gortari e o primeiro-ministro Brian Mulroney, foi apresentado como o maior acordo comercial do mundo em termos de paridade de poder de compra. A eliminação de barreiras comerciais e financeiras iniciada em 1994 abriria um caminho de prosperidade para as sociedades dos três países, previam os seus proponentes. O Instituto Peterson de Economia Internacional, think tank de Washington, projetava a partir do Nafta a produção de um superávit comercial para os Estados Unidos e de “grandes benefícios” à economia mexicana.
A realidade não confirmou esse otimismo, dizem Mark Weisbrot, Stephan Lefebvre e Joseph Sammut, do Centro de Pesquisas em Economia e Política, dos Estados Unidos, no texto “Terá o Nafta ajudado o México? Uma avaliação após 20 anos”. O crescimento do PIB per capita real, a medida mais básica do padrão de vida, caiu de 98,7% no período desenvolvimentista de 1960 a 1980 para 18,6% nos últimos 20 anos. O desempenho pífio corresponde a cerca de metade do restante da América Latina. Segundo estatísticas do governo mexicano, a taxa de pobreza de 52,3% em 2012 (último ano com dados disponíveis) é praticamente a mesma de 1994. O resultado são mais 14,3 milhões mexicanos abaixo da linha de pobreza desde a implantação do acordo.
A remuneração real dos assalariados estagnou. Em 2012, os salários, descontada a inflação, eram praticamente os mesmos pagos em 1994. O desemprego passou de 3,1% entre 1990 e 1994 para 5% hoje. No campo, o resultado é desolador. O milho e outros produtos agrícolas produzidos com altíssima tecnologia em megapropriedades dos Estados Unidos invadiram o território mexicano e varreram 4,9 milhões de agricultores dedicados à produção para o sustento de suas famílias. Desprovidos do seu meio de vida e da tradição sociocultural ligada ao cultivo de diversas espécies de milho, associado às do feijão e da abóbora, restou a esses indivíduos disputar trabalho temporário nas agroindústrias voltadas para a exportação. Mas esse setor absorveu só 3 milhões deles em ocupações sazonais e o 1,9 milhão restante viu-se obrigado a migrar para as cidades em busca de empregos em geral de baixa qualidade, bicos, ou tentar a sorte nos Estados Unidos. O número de emigrantes aumentou 79% entre 1994 e 2000 e a quantidade de mexicanos residentes nesse país saltou de 4,5 milhões, em 1990, para 12,6 milhões, em 2009.
A decisão de atrelar o destino da economia e da sociedade mexicanas ao do país mais poderoso do mundo teve custos adicionais em resultado tanto de crises econômico-financeiras quanto do aumento da participação da China no comércio mundial nas últimas duas décadas. A elevação das taxas de juro pelo Federal Reserve em 1994 fez o PIB mexicano cair 9,5%. Entre 2000 e 2002, o México foi um dos países mais afetados pelo estouro da bolha das empresas pontocom, de internet e tecnologia, e mergulhou em uma recessão. Voltou a desabar em 2008, na maior crise desde a Grande Depressão dos anos 1930 e saiu com um PIB 6,7% menor. Em maio de 2013, quando o FED anunciou a futura reversão da política de aumento da liquidez da economia (quantitative easing), investidores estrangeiros temeram a repetição da crise do peso de 1994 e interromperam bruscamente a canalização de recursos para o país. O FMI alertou para o risco de o México atrair capitais especulativos de curto prazo, se houvesse turbulência financeira mundial, e tornar-se suscetível a crises por contágio. “Uma vulnerabilidade resultante de políticas que o Nafta foi desenhando para facilitar”, disseram Weisbrot, Lefebvre e Sammut a respeito da avaliação do FMI.
As vulnerabilidades trazidas pelo acordo acentuaram-se a partir de 2001, quando a China ingressou na OMC e passou a usufruir de facilidades semelhantes àquelas do país latino-americano no comércio com os Estados Unidos. Em 2009, a China ganhava e o México perdia mercado em relação a 84% das manufaturas exportadas para aquele país, concluíram Devin Gallagher, da Universidade de Boston, e Enrique Dussel, professor da Universidade Autônoma do México, em um estudo intitulado “Como a China acabou com a festa do Nafta”. Em 2000, China e México supriam 5% do mercado de computadores dos EUA. Em 2009, os chineses dominavam mais da metade das exportações do produto e a fatia dos mexicanos era igual a zero. A cadeia de produção de vestuário “está simbolicamente perdendo mais de 50% dos seus empregos desde 2000” e a situação nos setores de móveis e brinquedos é semelhante. A exceção é a exportação de automóveis, favorecida, entre outros motivos, pelo fato de a China absorver sua produção e não ter, no momento, grande poder de fogo para vender a outros países.
Maiores perdedores, o México e os mexicanos não são os únicos prejudicados com o acordo, mostra um balanço feito por Carlos Salas, da Universidade Autônoma do México, Robert E. Scott, do Instituto de Política Econômica dos Estados Unidos, e Bruce Campbell, do Centro Canadense para Políticas Alternativas. Os pesquisadores analisaram os resultados do Nafta para os trabalhadores dos três países até 2006. Em todos eles, a parcela dessa parte da sociedade nos ganhos de produtividade diminuiu e a proporção do lucro e da riqueza apropriada pelos situados no topo da pirâmide cresceu. Nos Estados Unidos, ao contrário do prometido pelo governo, não houve criação de empregos em grande quantidade. Ocorreu o oposto: em consequência do tratado, foram eliminados 1 milhão de postos de trabalho. No Canadá, exceto para os situados na faixa de renda mais alta, os ganhos reais estagnaram. As regras do acordo protegem os interesses dos investidores, de grandes corporações e reduzem os direitos trabalhistas, a proteção ao meio ambiente e os direitos democráticos, concluíram os pesquisadores.
O risco de uma experiência semelhante rondou o Brasil. Empolgados com a assinatura do Nafta, os Estados Unidos propuseram no mesmo ano um pacto semelhante para a criação da Área de Livre Comércio das Américas, com eliminação das barreiras tarifárias entre os 34 países do continente. A proposta americana apresentada pelo presidente Bill Clinton não empolgou. No caso do Brasil, as exportações aumentariam em 1,2 bilhão de dólares, mas as importações cresceriam em 2,2 bilhões, concluíram os pesquisadores Honório Kume e Guida Piani em estudo do Ipea. Outros países chegaram a conclusões semelhantes e em 2005, na 4ª Cúpula das Américas, a proposta foi retirada de pauta.
Na história do Nafta, o México foi também vítima de si próprio. “A iniciativa do tratado não foi dos Estados Unidos nem do Canadá, mas do governo mexicano, que se aproximou do americano no início dos anos 1990 para discutir essa possibilidade”, diz Carlos Salas, hoje aposentado da Unam, professor do Instituto de Economia da Unicamp e integrante do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho. O acordo acentuou a dependência econômica dos Estados Unidos e dificultou a quebra da hegemonia política conservadora no México. A produção industrial aumentou, mas isso não abriu caminho para o desenvolvimento. “Muitos da nossa geração provêm da classe média baixa ou de famílias de trabalhadores e ascenderam socialmente. Para nossos filhos e netos, essa possibilidade é quase nula. Há uma perda de esperança da população.”
Um tratado inspirado em acordos europeus, como os realizados por Itália, Irlanda, Espanha, Portugal e Polônia entre as décadas de 1960 e 1990, teria funcionado melhor para o México, afirma Jorge G. Castañeda, professor da Universidade de Nova York, ex-ministro do Exterior e, quem diria, um dos entusiastas do neoliberalismo dos anos 1990.
Olha aí geeeeeeeeeente, mais
seg, 05/05/2014 - 17:55
Olha aí geeeeeeeeeente, mais uma armação da situação, dividir e conquistar, ou no caso manter.
Correção
seg, 05/05/2014 - 17:50
"Fontes da campanha de Campos enfatizam que ele sempre foi um industrialista e desenvolvimentista e sabe que não há como o país se desenvolver com câmbio fraco."
Nassif, creio que tenha tentado dizer "com câmbio forte". Certo?
comentarios
seg, 05/05/2014 - 17:44
Hoje, e cada vez mais o povo esta conciente destas manipulações politicas, que na verdade não vão dar em nada, e na verdade ambos estão com medo de assumir o proximo mandato, pois se não fizerem o que tem que ser feito acretido eu que o povo vai para ruas fazer as reformas com os proprios punhos, pois chega desta direita, esquerda, centro isto é tudo farinha do mesmo saco, se eles não mudarem o povo vai mudar.
Até as eleições muita fofoca
seg, 05/05/2014 - 17:40
Até as eleições muita fofoca vai rolar.
Bom pra Dilma
seg, 05/05/2014 - 17:21
Nassif, isso é uma grande notícia pra Dilma.
O risco de distribuição dos votos na base de um terço para cada estava ficando alto. Isso porque existe um enorme contingente de indecisos que saíram de Dilma e não estavam indo pra Aécio. Ora, Campos poderia ser este "elemento novo" a conquistar estes votos. Uma vez chegando nele, dificilmente sairiam.
Além disso, Campos no segundo turno significaria uma votação maciça dos eleitores potenciais de Aécio. O contrário não é verdadeiro.
Pior: qualquer dificuldade maior na economia poderia ameaçar até um segundo turno com Dilma. Se o Cartel de Mídia conseguir impedir a canalização de intenção de votos para Campos nada prova que estes irão para Aécio.
Mesmo que venham na base de 1 por 3 para Dilma, as chances de reeleição ainda no primeiro turno são grandes.
Santo Deus! Torcendo prá
seg, 05/05/2014 - 17:53
Santo Deus! Torcendo prá Dilma? Aonde esteve menino neste 1 ano? Mas o otimismo seu chega a ser comovente....
Politica é uma coisa simples...
seg, 05/05/2014 - 19:11
As perguntas a serem respondidas são: Minas, proporcionalmente, está melhor que o Brasil? Está mais organizada, masi estruturada? Sim ou não?
A outra: O sucesso de Pernanbuco é fruto do trabalho de Campos? Sem os projetos federais, Pernanbuco seria referencia de estruturação econômica, social, cultural, etc.? Sim ou não?
E a última: o que Dilma poderia ter feito melhor para os resultados do governo federal serem melhores? Coisas objetivas e que não reduzam a inclusão social de quase 30 milhões de eleitores. Veja que, sintomáticamente, aqui já não cabe o sim ou não. Nem Aécio, nem Campos discutem se é sim ou não...
Como o pais está em pleno emprego, e os salários remanejados no nível ou acima da inflação, se as duas primeiras perguntas forem respondidas com um "não", babou, meu rei! Já era. Torcer por quem? por quem tem pior resultado prático?
Politica é uma coisa simples: temos democracia e a dispensa está cheia. Vai bater em corrupção? Boa sorte...
O ódio não é bom conselheiro.
seg, 05/05/2014 - 20:32
Eles só se lembram das "condições materiais de existência" pra dizer que o "bolsa família é compra de voto"... São as lembranças dos tempos de DCE...
O fato é que o aécio simplesmente não pode dizer suas propostas; já se comprometeu com as "medidas impopulares".
O Campós está falando em reduzir ministérios. Bem, isso pode até soar bem pra quem está na matrix, mas se perguntarem quais ministérios e quanto ele pretende poupar com isso ele vai dar uma resposta "técnica" ou retórica?
O que ele falou - como que está a formular uma graaande proposta - sobre o dinheiro do tesouro "para energia" ser do mesmo tanto que para educação foi demagogia pura.
Outra pergunta é, portanto: agradou a quem?
A minha resposta é: aos mesmos que incentivaram a campanha dele desde o início..
PJ não VOTA!
O Jornalismo acabou e a eleição não tem fim!
mídia não faz o povo mudar de opinião...
seg, 05/05/2014 - 16:59
na melhor das hipóteses apura seus gostos e interesses, e mais nada. Motivo da mídia, de agora em diante, partir para cima de Campos, porque já percebeu que ele é quem tem mais capacidade para retocar com acertos os erros de Aécio que, notem, são os mesmos do Serra 2010
Campos vai deitar e rolar em cima de Aécio, mas nada capaz de levar para segundo turno
apenas uma arma secreta de Lula tratorando a campanha para 2018
e Aécio...
seg, 05/05/2014 - 17:06
muito menos
Aécio, apesar de jovem e mais nada, é como um daqueles políticos do passado que foram apoiados pela própria Globo e que, hoje, quanto mais aparecem, mas espantam o povão
mais assustam...
seg, 05/05/2014 - 17:13
e espantam eleitores dele mesmo......................................................
essa mídia é mais suja do que se possa imaginar
Candidato da "mídia".
seg, 05/05/2014 - 16:56
Novamente a midia coloca seus holofotes e todas as suas fichas sobre o seu candidato! Será que esta novela mexicana ira cair no gosto do eleitorado? Que eles iram apostar tudo no candidato do PSDB isso não há duvida, principalmente apos o encontro nacional de um certo "partido" onde se cogitou levar a frente o projeto de "regulação da midia no país ou a democaratização dos meios de comunicação" como preferem alguns, enfim, a briga será de cachorro grande.
O Eduardo Campos optou por
seg, 05/05/2014 - 16:48
O Eduardo Campos optou por ser uma segunda candidatura de direita portanto claro que o Aécio (candidato da mídia) vai levar vantagem. Concordo com alguem que disse que nos comentários que dessa vez O PSDB assumiu que quer o fim do reajuste do salário minimo(consideram "oneroso") e estado minimo além de mudança nas leis trabalhistas para que as empresas demitam com mais facilidade(pois consideram as leis trabalhistas "onerosas") Os sindicatos vão aceitar? outros programas sociais também devem ser cortados e eu não falo do Bolsa Família. Com relação a Marina Silva jogou sua candidatura fora pode ser que ela até saia do PSB. ela que pregava uma nova politica e adorava apontar o dedo para os outros decidiu ir para o PSB porque queria disputar de qualquer jeito as eleições de 2014 não pensou a longo prazo. Quanto ao candidato da mídia ele surfa na onda coxinha que passa o Brasil.
Os andam coladinhos para
seg, 05/05/2014 - 16:43
Os andam coladinhos para derrubarem Dilma, já não estão se bicando mais???
Acabou o namoro
seg, 05/05/2014 - 16:11
..."O ex-governador voltou a afirmar, nesta segunda-feira, que suas diferenças com Aécio ficarão "muito claras" ao longo da campanha.
"Somos de partidos diferentes, tempos posições diferentes sobre uma série de temas e acho que democraticamente vamos explicitar isso ao longo do debate. As questões que nos diferenciam vão ficar muito claras", afirmou Campos, um dia depois de já ter feito a mesma declaração sobre o tucano.
Provocação. Mais cedo, em entrevista uma rádio local, Campos fez uma crítica indireta a Aécio ao afirmar que Pernambuco investiu mais do que Minas Gerais no ensino integral."....
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,larga-maioria-do-partido-apo...
http://assisprocura.blogspot.com.br/
Apoio em um eventual 2º Turno
seg, 05/05/2014 - 16:07
Se há uma única certeza para esse pleito eleitoral, é se houver 2º turno um dos candidatos será a Dilma. Partindo dessa premissa, que me parece irrefutável, uma variável começa a ganhar grande força. Quem apoiará o candidato derrotado no 1º turno? Ontem assistindo a entrevista do Eduardo ficou claro que ele mantém uma relação muito próxima com o Lula, o fato dele ter sido ministro do governo Petista, ter saído de forma decente, ter sua base eleitoral no nordeste, a surra que ele irá tomar da mídia direitista daqui para a frente, todas essas variáveis levam a crer em um eventual apoio a candidatura Dilma para um segundo turno. Arriscaria um percentual, se ele atingir os 15% acredito que 10% vai muito facilmente migrar para Dilma em um segundo turno. Por mais que eles tenham a mídia nas mãos a situação continua muito difícil para eles.
permita-me discordar, caro
seg, 05/05/2014 - 16:45
permita-me discordar, caro colega... eu talvez seja um dos poucos aqui não partidários do pt... explico, eu sou do partido presidente lula... o eduardo campos simboliza o presidente lula de 2002, e não essa senhora que ora ocupa o cargo... eu sou presidente lula na veia (4 vezes), mas abomino a dilma e a sua política inflacionária (toda vez que tenho que comer fora meu sangue ferve na hora de pagar o PF, meu ticket acaba em 10 dias)... acho que muitos eleitores pensam como eu: primeiro presidente lula, na sua ausência eduardo campos, em último caso aécio neves, e NUNCa dilma roussef
É verdade...
seg, 05/05/2014 - 18:45
Tantos eleitores pensam como você que a Dilma tá aí na cabeça das pesquisas, e quem tá no rabo é o Eduardo Campos.
E outra: o simples fato de cogitar Aécio - ainda que em último caso - mostra que você não é Lula coisa nenhuma...
Primeiramente: FORA TEMER!
E pra encerrar: FORA TEMER!
Também tenho essa impressão, acho q esqueceram o RJ
seg, 05/05/2014 - 18:38
Sou de uma base eleitoral quase unânime do Lula em 2002 e 2006 (RJ), com índices absolutamente massacrantes nos segundo turno. Em 2010 a Dilma teve grande votação no RJ, tanto no primeiro quanto no segundo turno.
Não tenho essa percepção esse ano. Não conheço ninguém que votará na Dilma aqui no RJ. Por incrível que pareça já vi gente que votará no Aécio, isso em um lugar onde o PSDB tem fortíssima rejeição histórica. Não conheço ninguém que tenha votado no Alckmin ou no Serra aqui no RJ. A base deles cabia em uma Kombi. Não é o que percebo hoje.
Claro que a amostra é longe de ser tecnicamente apurada, um estrato social específico, com maior poder de crítica, que vê (como você) grandes desacertos da Administração dela, especialmente na condução da política econômica.
É claro que o que eu falei p/RJ, pode estar acontecendo exatamente a situação inversa em SP e MG, onde o PSDB já é governo há muito tempo. Então um efeito de perda de eleitores da Dilma em um estado seria compensado pela perda do PSDB em outros dois.
Vejo as pessoas comentando aqui no blog que as pesquisas estão fraudadas. Pessoal, pelo menos aqui no RJ, não é o que se vê, pois o imenso desgaste da Dilma (e dos seus aliados Paes e Cabral) é bem relevante. Nesse cenário, se o Eduardo Campos chegar no segundo turno, tem chance sim de ser o próximo Presidente, assumindo que a oposição consiga ter a mesma votação no sul/sudeste (mais vencer no RJ) e o Campos consiga algo no Norte/Nordeste.
Falo do que percebo aqui no
seg, 05/05/2014 - 20:08
Falo do que percebo aqui no Rio.
Por copacabana, onde moro atualmente, a maioria odeia o lula, o pt e a dilma. Em jacarepaguá, onde morei por bastante tempo, a coisa fica mais dividida. Na zona norte onde nasci e cresci e onde continuo votando até hoje, ainda percebo uma maioria que vota com a situação.
Na lugares da baixada e do interior por onde ando também dá uma maioria para a situação.
Digo isso hoje assim porque não trabalho mais diretamente com pesquisa eleitoral.
Vou esperar o mapa eleitoral para ver se minha percepção foi certa ou não. Nas últimas eleições não ficou longe do resultado, não.
PJ não VOTA!
O Jornalismo acabou e a eleição não tem fim!
Apoio em um eventual 2º Turno
seg, 05/05/2014 - 16:07
Se há uma única certeza para esse pleito eleitoral, é se houver 2º turno um dos candidatos será a Dilma. Partindo dessa premissa, que me parece irrefutável, uma variável começa a ganhar grande força. Quem apoiará o candidato derrotado no 1º turno? Ontem assistindo a entrevista do Eduardo ficou claro que ele mantém uma relação muito próxima com o Lula, o fato dele ter sido ministro do governo Petista, ter saído de forma decente, ter sua base eleitoral no nordeste, a surra que ele irá tomar da mídia direitista daqui para a frente, todas essas variáveis levam a crer em um eventual apoio a candidatura Dilma para um segundo turno. Arriscaria um percentual, se ele atingir os 15% acredito que 10% vai muito facilmente migrar para Dilma em um segundo turno. Por mais que eles tenham a mídia nas mãos a situação continua muito difícil para eles.
Chega em BH e pergunta, em
seg, 05/05/2014 - 15:45
Chega em BH e pergunta, em qualquer lugar da cidade, quem votou em Márcio Lacerda, quem apoia o governo dele, no primeiro e segundo mandatos. Entenderam? É a mesmíssima coisa com o Aécio. Fora de Minas as pessoas mal sabem quem é. Quando conhecem o playboy, vocês sabem porquê...Quanto mais apoiar ou votar nele. Mas tenho comigo que a eleição no primeiro!! turno do Lacerda foi uma espécie de teste. Já que ninguém reclamou, dá prá fazer em outros níveis....
Eu não acho que o Eduardo
seg, 05/05/2014 - 15:42
Eu não acho que o Eduardo Campos está inviabilizado como candidato, como alguns tentam alegar aqui.
Isso porque essas alegações são feitas com base nas últimas pesquisas que foram flagrande e escandalosamente fraudadas.
Minha dúvida é sobre motivação para um lance tão desesperado quanto esse de fraudar escandalosamente pesquiss eleitorais.
Uma das hipóteses seria um possível avanço da candidatura de Eduardo Campos sobre a do Aécio e a necessidade de garantir a esse último o protagonismo entre as candidaturas de oposição.
Outra é sobre a necessidade de elevar o moral da campanha tucana, principalmente para garantir o fluxo de recursos necessário para enfrentar com dinheiro o que lhe falta em propostas e militância. Essa hipótese promessas de medidas impopulares feitas para a elite paulista.
A terceira hipótese, que considero menos provavel seria a tentativa de turbinar a candidatura de Aécio e provocar um segundo turno através do chamado "efeito manada". Acho isso pouco provável porque as eleições ainda estão muito distantes e o efeito manada que por sí só já é de eficácia duvidosa, perde qualquer chance de efetividade ao longo desse interim, ainda mais com a distração da Copa estando à frente no percurso. Só se essa estratégia estiver incluída dentro de um plano mais amplo envolvendo a própria Copa do Mundo, que no entanto eu acho que seria um plano com muito pouca probabilidade de sucesso.
Seja qual for a motivação, o fato é que essa pesquisa fraudada se tiver algum efeito, no que eu não acredito, será mais negativo para o Eduardo CAmpos do que para a própria Dilma.
ABAIXO A DITADURA
voto na Dilma
seg, 05/05/2014 - 15:34
Meu voto é da Dilma e ponto final.
Resumo do caminho que já
seg, 05/05/2014 - 15:29
Resumo do caminho que já trilhou a candidatura Campos neste espaço :
- Não vai ter coragem de sair da base aliada, largar a teta e enfrentar o PT. Não tem corpo para isso, está apenas forçando uma situação para ter mais espaço no governo ;
- Saiu da base apenas para marcar posição, não levará a candidatura própria do PSB a frente.
- Saiu candidato mas será engolido pela dupla fla-flu, que tem posições marcadamente antagônicas e além de tudo foi abandonado pela mídia ;
Parece que o estoque de balões de ensaio é grande. Quem será que está financiando ?
Especulações
seg, 05/05/2014 - 15:49
Especulações tem para todos os lados e todos os candidatos. Por que você acha que com o Eduardo Campos seria diferente?
ABAIXO A DITADURA
A base da Dilma está sendo esfacelada
seg, 05/05/2014 - 15:12
"Quatro deputados do PP disseram à senadora Ana Amélia que 16 diretórios do PP defendem o rompimento do partido com o governo Dilma e apoie o presidenciável Aécio Neves. E foram além, recomendaram que Ana Amélia largue o projeto ao governo gaúcho e seja vice de Aécio. Aécio também procurou a senadora, e disse que vai precisar da ajuda dela." FELIPE PATURY
A espectativa de poder está mudando, o Aécio vai começar a receber os descontentes com o governo, e não são poucos. Aí não há candidatura que se sustente.
Amigo, se Arrocho Neves
seg, 05/05/2014 - 17:00
Amigo, se Arrocho Neves prometer o DNIT e diretorias da PETROBRAS para esses partidos, eles assinam embaixo na hora. É disso que se trata a revolta. Leva pra casa e põe pra dormir.
E se a Dilma prometer???
seg, 05/05/2014 - 17:37
E se a Dilma prometer???
Desconstruir Campos, pero no
seg, 05/05/2014 - 15:05
Desconstruir Campos, pero no mucho. Aécio sozinho não leva a eleição para o segundo turno. Quem sabe (ou as pesquisas talvez saibam) Campos poderia conquistar uma fatia do eleitorado de Dilma e a afirmação da religiosidade de Marina, a diferenciação dos planos de governo não servem para isso mesmo. Afinal o Aécio e o Armínio Fraga foram discorrer para investidores milionários do Itaú, justo o Itaú da Marina Silva.
Vai se saber que água turva corre embaixo desse rio.
Vera Lucia Venturini
Comentar